Carla Diaz sem folga

Desde que saiu do Big Brother Brasil 21, Carla Diaz revela que teve poucos dias de folga. Pode ser vista em  O clone que está sendo reprisada quando tinha apenas 10 anos ou no Amazon Prime Video nos filmes A menina que matou os pais e O menino que matou meus pais onde interpreta Suzane von Richthofen. Ela contou que foi muito desafiador interpretá-la. “Eu precisei do distanciamento do meu julgamento pessoal em relação ao crime e à história real porque, se não, eu não conseguiria interpretar”. Mais: ela garante que já ganhou com seus trabalhos o valor  maior do que prêmio do primeiro lugar do reality. “Graças a Deus, consegui ultrapassar esse valor do programa (R$1,5 milhão). Estou muito feliz. Realmente, o “BBB” mudou a minha vida nesse sentido“.  E garante que agora pensa cinco vezes antes de comprar algo para ela e continua usando o carro da mãe.

 

(Com informações de Giba Um)

O sucesso de Juliette Freire

Pouco mais de dois meses depois de sua vitória no Big Brother Brasil 21 Juliette Freire, que já havia conquistado uma legião de fãs dentro da casa mais vigiada (saltou de 4 mil seguidores para mais de 31 milhões em seis meses) continua fazendo este número crescer a cada dia. Procurada por diversas marcas para ser garota-propaganda tem sido bem criteriosa, afinal de contas ela é formada em Direito. “Vou fazer se eu me sentir conectada.

Eu não vou me submeter a algo se não fizer sentido. Por nada. Nem por vaidade, nem por dinheiro”. Na capa da revista digital Garotas estúpidas, garante que no reality foi ela mesmo e descarta o título de fenômeno. “Eu não quero o lugar do alto, eu quero o meu lugar.

O meu lugar é o lugar humano, real. Vou errar, vou falar besteira, mas vou tentar aprender e reparar se puder”. Lançando também um documentário pela Globoplay Você nunca Esteve Sozinha – O Doc de Juliette com seis episódios garante ser muito forte: “A vida me fez assim. Não tem escolha, é ser forte. Chora depois, quando você estiver sozinha.” (Com informações de Giba Um)