Levantamento divulgado pelo Blog do Elielson e CBN aponta vantagem da governadora na disputa estadual. Nos votos válidos, Raquel Lyra aparece com 56,3%, contra 42,5% de João Campos. Pesquisa ouviu 1.067 eleitores entre 15 e 20 de julho
Informações do Blog do Elielson
A pesquisa Simplex para o Governo de Pernambuco, divulgada nesta terça-feira (21) pelo Blog do Elielson em parceria com a CBN, mostra a governadora Raquel Lyra com 48,2%, à frente na disputa, João Campos aparece com 36,5% e Ivan Moraes com 1,1%. Faltando pouco mais de 2 meses para as eleições que definirão o comando de Pernambuco.
Nos votos válidos do 2º cenário, Raquel Lyra (PSD) apresenta 57,1% e João Campos (PSB) 42,9%.
O Instituto Simplex ouviu 1.067 pessoas em Pernambuco, por telefone, entre os dias 15 e 20 de julho de 2026. A margem de erro é de 3% e o grau de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número PE-03323/2026.
Levantamento realizado entre 7 e 9 de julho mostra governadora numericamente à frente do prefeito do Recife no cenário estimulado e indica mudança no quadro da corrida eleitoral em relação à pesquisa anterior do instituto
A nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco aponta uma alteração em relação ao levantamento anterior realizado pelo próprio instituto. No cenário estimulado em que Raquel Lyra e João Campos são apresentados aos entrevistados, a governadora aparece com 46,8% das intenções de voto, enquanto João Campos registra 42,5%. Ivan Moraes soma 1,3%, enquanto 6,1% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo e 3,4% disseram não saber ou preferiram não responder.
Além da liderança de Raquel Lyra neste cenário, o comparativo com a pesquisa realizada em dezembro de 2025 mostra uma mudança nos números dos dois principais pré-candidatos.
Segundo o levantamento, Raquel Lyra passou de 33,8% para 47,5% no cenário comparável, um avanço de 13,7 pontos percentuais. No mesmo período, João Campos foi de 55,1% para 43,3%, uma redução de 11,8 pontos percentuais.
A série de levantamentos do instituto indica uma aproximação entre os dois candidatos ao longo dos últimos meses e, nesta rodada, Raquel Lyra aparece numericamente à frente no primeiro cenário estimulado. Em relação ao levantamento anterior do Paraná Pesquisas, os números mostram crescimento da governadora e recuo de João Campos.
O resultado também se soma a um conjunto de pesquisas divulgadas recentemente por diferentes institutos, que vêm registrando uma disputa mais equilibrada pelo Governo de Pernambuco em comparação aos levantamentos realizados no ano passado.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 7 e 9 de julho de 2026, com 1.500 eleitores em 58 municípios de Pernambuco. O levantamento tem 95% de nível de confiança e margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é PE-00478/2026.
Pesquisa divulgada pela TV Tribuna aponta liderança da governadora no cenário estimulado e vantagem também na simulação de segundo turno
O Instituto Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (28), nova pesquisa com as intenções de voto para o Governo de Pernambuco. De acordo com o levantamento, divulgado pela TV Tribuna, a governadora Raquel Lyra (PSD) lidera com 48% das intenções de voto, contra 43% do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), no cenário estimulado.
Ivan Moraes (PSOL) tem 2% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 4%, enquanto 2% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
Confira os números abaixo:
Raquel Lyra (PSD): 48% (+10)
João Campos (PSB): 43% (-7)
Ivan Moraes (PSOL): 2% (+1)
Brancos/nulos: 4%
Não sabe/não respondeu: 2%
De acordo com a pesquisa divulgada nesta quinta-feira, Raquel Lyra e João Campos estão empatados dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Com isso, Raquel Lyra varia entre 45% e 51%, enquanto João varia entre 40% e 46% pontos.
A pesquisa ouviu 1022 pessoas, entre os dias 25 e 27 de maio. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O grau de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com as inscrições PE-07888/2026 e BR-04242/2026 e foi o primeiro divulgado pela TV Tribuna.
Pesquisa espontânea
O levantamento do Datafolha também trouxe os dados da pesquisa espontânea, cenário onde o eleitor não é informado sobre o nome dos pré-candidatos. Nesse cenário, a governadora Raquel Lyra também lidera, com 35% das intenções de voto, contra 22% do ex-prefeito do Recife João Campos.
Também foram registradas respostas como “no atual governador” (1%), ou “no filho de Eduardo Campos” (1%) e até no ex-governador Eduardo Campos (1%). 31% dos entrevistados não sabem em quem votar. Brancos, nulos ou nenhum, somam 5%. Outras respostas chegam a 4%.
Segundo turno
O levantamento também trouxe os números da simulação de segundo turno entre Raquel Lyra e João Campos. De acordo com a pesquisa, a governadora lidera o cenário com 51%, contra 44% do ex-prefeito do Recife.
Neste cenário, a governadora lidera de forma isolada. Dentro da margem de erro, Raquel varia entre 48% e 54%, enquanto João tem entre 41% e 47%. Brancos e nulos são 4%, enquanto indecisos somam 1%.
Confira os números abaixo:
Raquel Lyra (PSD): 51%
João Campos (PSB): 44%
Brancos/nulos: 4%
Indecisos: 1%
Rejeição
O levantamento também trouxe o índice de rejeição aos candidatos ao Governo de Pernambuco.
De acordo com a pesquisa Datafolha, Ivan Moraes é o candidato mais rejeitado pelos eleitores, com 59%. O ex-prefeito do Recife João Campos tem 29% de rejeição, enquanto a governadora Raquel Lyra aparece com rejeição de 25% dos entrevistados.
Alteração do nome do partido, desejada por Pablo Marçal, pode esbarrar em precedentes do TSE que rejeitaram mudanças de nomes associados ao Brasil.
Ao anunciar que pretende se candidatar à Presidência em 2026, o empresário e influenciador Pablo Marçal afirmou que o PRTB, partido a que está filiado, pr mudar de nome para “Brasileiro”. Uma eventual alteração do nome da sigla precisaria ser aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a Corte possui precedentes pela rejeição de nomes de partidos que se confundam com símbolos nacionais. Em fevereiro de 2022, os ministros do TSE rejeitaram, por unanimidade, mudança solicitada pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB), que pretendia se chamar “Brasil?. Segundo os magistrados, a alteração podia induzir o eleitorado ao erro. O relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, definiu a mudança solicitada pelo partido co “verdadeira armadilha”.
“A utilização do nome ‘Brasil’ por qualquer partido político, sem qualquer elemento de distinção que o acompanhe, acarreta automática e inequívoca associação do partido à República Federativa do Brasil, com potencial intenso de gerar confusão ou induzir o eleitorado em erro. Tal compreensão fica palpável ao se imaginar, por exemplo, slogan de campanha nos seguintes termos: ‘Votem nos candidatos do Brasil’. Eis o manifesto potencial de induzimento do eleitorado ao erro, com reversão benéfica partido e correlato prejuízo a todos os demais, à custa de uma informação que encerra verdadeira armadilha“, afirmou o ministro.
A sigla tentou, ainda, que fosse analisada a mudança para nomes como “Partido Brasil” e “Por mais Brasil”, mas os ministros mantiveram a negativa aos novos nomes.
Questionado sobre eventuais entraves para a mudança de nome do partido, o presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, acredita que a proposta de sua sigla “pode ser analisada de forma distinta pelo TSE“.
“O Tribunal avalia cada caso de acordo com suas especificidades, e estamos preparados para apresentar os argumentos jurídicos e políticos que fundamentam a escolha. Nosso objetivo é garantir que o nome represente nossa identidade sem causar confusão ou indução ao erro do eleitorado“, afirmou Avalanche ao Estadão.
Em entrevista coletiva realizada logo após não avançar ao segundo turno da eleição em São Paulo, Pablo Marçal afirmou que “2026 era logo ali” e que pretendia concorrer a um cargo do Executivo, mas não confirmou se disputaria o governo estadual de São Paulo ou a Presidência da República. Nesta quarta-feira, 8, o empresário e influenciador confirmou que pretende concorrer a presidente.
Até a eleição, contudo, o ex-coach pode estar inelegível pela divulgação de um laudo médico falso contra o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), então candidato a prefeito de São Paulo. Em novembro, o influenciador foi indiciado pela Polícia Federal pela publicação do documento em suas redes sociais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, na noite da quinta-feira (20), direitos de resposta para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em guia eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL).
A decisão da ministra Maria Cláudia Bucchianeri se refere a 164 inserções de 30 segundos que seriam concedidos a Lula na propaganda de Bolsonaro, que associava o petista ao crime organizado.
Na quarta-feira (19), Bucchianeri havia concedido os direitos de resposta, por julgar que os pontos levantados no programa eleitoral eram “sabidamente inverídicos por descontextualização.”
Maria Claudia Bucchianieri acolheu recursos pedidos pela campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL). Após a suspensão, Bolsonaro pode veicular suas inserções no horário político gratuito.
Bucchianieri dividiu a responsabilidade com a turma de juízes da Corte e abriu um prazo de 24 horas para que as campanhas de Lula e Bolsonaro se manifestem. O caso vai ao plenário para análise.
“Nesse contexto, recebo os presentes embargos declaratórios como recurso inominado […] e a ele atribuo, excepcionalmente, eficácia suspensiva, até respectiva análise colegiada”, escreveu a ministra.
DESINFORMAÇÃO Uma representação da Coligação Brasil da Esperança aponta suposta veiculação de desinformação e ofensas contra a honra da coligação e de Lula em diferentes inserções da campanha de Bolsonaro na TV ao longo de sete dias.
Algumas das peças associam o petista à criminalidade. Somadas, as inserções podem chegar a mais de 1h concedida a campanha do ex-presidente.
Em maio , após fazer participação no Altas Horas, de Serginho Groismann, e no Caldeirão apresentado por Marcos Mion, fãs começaram a desconfiar que Maisa estava prestes a ser contratada pela Globo.. Maisa tem 17 anos de carreira iniciada no SBT e deixou o canal de Silvio Santos há dois anos.
A apresentadora gravou o ‘Domingão com Huck’ na tarde de ontem Maísa e Patrícia Poeta foram as convidadas do ‘Dança dos Famosos’ e avaliaram as apresentações de Ana Furtado, Vitória Strada, Jéssica Ellen, Sérgio Menezes e Vitão.
A web já vinha especulando há um bom tempo, mas agora está perto de se tornar oficial e a atriz e apresentadora Maisa Silva deve mesmo ir para a TV Globo. A estrela já vinha participando de alguns programas da emissora há algum tempo como convidada, o que levantou as suspeitas dos fãs e da mídia em geral. Maisa começou a carreira na televisão no SBT ainda criança e se despediu da emissora em outubro de 2020
Maísa Silva deve ser anunciada em breve como a nova contratada da Globo para comandar o retorno do ‘Vídeo Show’ no próximo ano, de acordo com publicação do site Contigo. O contrato da estrela terá a duração de três anos. Por enquanto, Maisa não tem trabalho previsto para atuar em novelas e produções da casa e deve ter apenas função de apresentadora.
O PSOL e o PT vão acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontando abuso de poder econômico e político por parte do presidente Jair Bolsonaro (PL) nos atos comemorativos do 7 de setembro.
Com Estadão Conteúdo e AFP
O PSOL e o PT vão acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontando abuso de poder econômico e político por parte do presidente Jair Bolsonaro (PL) nos atos comemorativos do 7 de setembro, realizados nesta quarta-feira.
O presidente, candidato à reeleição, transformou atos públicos financiados com dinheiro público em atos de campanha.
Bolsonaro em Brasília no 7 de setembro – RUY BARON / AFP
“Bolsonaro fez uso indiscutível de um evento oficial para discursar como candidato. Há abuso de poder econômico e político acachapante, com o uso de recursos públicos, de uma grande estrutura pública, para fazer campanha. Os discursos desse comício escancarado foram transmitidos ao vivo para toda a nação, inclusive por meio da TV Brasil, uma TV estatal”, afirmam os advogados que representam a Coligação Brasil da Esperança, que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como candidato.
Lula publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que Bolsonaro “utilizou a data para fazer campanha eleitoral e para ofender seus adversários”.
“Nós nunca usamos o dia da pátria, um dia que é do povo brasileiro, como instrumento político. Nosso país precisa de amor, não de ódio”, acrescentou o petista.
“Bolsonaro convocou os manifestantes às urnas, usou o slogan de campanha e usou as Forças Armadas para construir um comício”, disse Sâmia Bomfim, líder da bancada do PSOL na Câmara, ao Broadcast Político.
Atos de Bolsonaro no 7 de setembro
Bolsonaro discursou em Copacabana, no Rio de Janeiro, horas depois de um pronunciamento similar em Brasília, onde também foi aplaudido por uma multidão reunida para assistir ao desfile cívico-militar do 7 de setembro.
Bolsonaro em Copacabana, Rio de Janeiro, no 7 de setembro – CARL DE SOUZA / AFP
“Não sou muito bem educado, falo palavrões, mas não sou ladrão”, disse, em alusão a seu principal adversário, Lula.
O presidente disse que o Brasil trava uma “luta do bem contra o mal” e que a esquerda “não vai voltar à cena do crime”, referindo-se aos escândalos de corrupção que sacudiram os governos de Lula e Dilma Rousseff entre 2003 e 2016.
“Esse tipo de gente tem que ser extirpada da vida pública”, acrescentou, criticando também os governos de esquerda de Argentina, Nicarágua e Venezuela.
Bolsonaro usou a grande afluência dos atos em Brasília, Rio e São Paulo para atacar as pesquisas de intenção de voto, que o colocam em desvantagem para o primeiro turno das eleições em 2 de outubro.
Apoiadores de Bolsonaro em Copacabana, Rio de Janeiro, no 7 de setembro – CARL DE SOUZA / AFP
“Aqui não tem a mentirosa Datafolha, aqui é o nosso ‘Datapovo’”, disse, em alusão ao instituto de pesquisas que lhe atribui 32% das intenções de voto contra 45% para Lula.
Essa ideia ecoou no público.
“Aqui dá para ver quanta gente o está apoiando. Acredito em sua vitória, se é que não vai haver fraude”, disse à AFP Luiz García, instrutor de tiro de 34 anos.
Em um tom menos belicoso do que no 7 de setembro do ano passado, quando assegurou que “apenas Deus” o tiraria do poder, Bolsonaro recomendou aos solteiros que procurassem uma “princesa”. Em seguida, beijou a primeira-dama, Michelle, e puxou um coro de “imbrochável”, sendo festejado por seus apoiadores.
Tradicionalmente, a parada militar do Rio acontecia na Av. Presidente Vargas, no centro da cidade, mas o presidente insistiu em que este ano os militares marchariam no local que costuma concentrar manifestações bolsonaristas, o que ajudou a misturar a festa nacional com uma manifestação política em seu apoio.
Antes do evento militar em Copacabana, Bolsonaro participou de uma motociata por bairros da zona sul.
“Bolsonaro claramente usou uma data simbólica e muito importante para a História do Brasil, os 200 anos da Independência, de uma forma eleitoral”, disse à AFP Adriano Laureno, analista político da consultoria Prospectiva.
Longe de tentar agradar os eleitores de centro ou indecisos, analistas coincidem em que dirigiu seu discurso para seus seguidores mais fiéis, muitos dos quais defenderam lemas golpistas, pedindo intervenção das Forças Armadas e o fechamento do Supremo Tribunal Federal, ao qual acusam de “ativismo judicial” contra Bolsonaro.
Bolsonaro e Michelle durante desfile do 7 de setembro em Brasília – EVARISTO SA / AFP
O presidente “não fez ataques tão pesados e diretos às instituições, às urnas eletrônicas, nem a ministros do STF [como ocorreu em 2021]. Agora, ele estava presente e dando seu aval a uma manifestação na qual esse era o principal tema”, afirma Laureno.
“Bolsonaro lida muito com esse dualismo entre autorizar a base dele a fazer ataques mais pesados, enquanto ele próprio adota um tom mais moderado para não ser tão criticado”, avalia Laureno.
Bolsonaro no Rio de Janeiro no 7 de setembro – CARL DE SOUZA / AFP
Suely Ferreira, de 64 anos, uma das participantes do ato, pedia intervenção militar. “O que está estragando esse país é a ditadura dos nossos togados, da nossa Corte, uma Corte totalmente omissa para o povo”, disse à AFP.
O STF abriu várias investigações contra Bolsonaro, especialmente por divulgação de notícias falsas, transformando a Suprema Corte em um dos alvos habituais do presidente e de seus seguidores mais fervorosos.
Para o cientista político Maurício Santoro, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), os atos desta quarta-feira “mostram que Bolsonaro mantém grande capacidade de mobilização entre seus apoiadores mais fieis, e que esse pode ser o núcleo a partir do qual o presidente seria capaz de contestar o resultado das eleições”.