Datafolha: Raquel Lyra aparece com 48% e João Campos com 43% na disputa pelo Governo de Pernambuco

Pesquisa divulgada pela TV Tribuna aponta liderança da governadora no cenário estimulado e vantagem também na simulação de segundo turno

O Instituto Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (28), nova pesquisa com as intenções de voto para o Governo de Pernambuco. De acordo com o levantamento, divulgado pela TV Tribuna, a governadora Raquel Lyra (PSD) lidera com 48% das intenções de voto, contra 43% do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), no cenário estimulado.

Ivan Moraes (PSOL) tem 2% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 4%, enquanto 2% dos entrevistados não sabem ou não responderam. 

Confira os números abaixo:

  • Raquel Lyra (PSD): 48% (+10)
  • João Campos (PSB): 43% (-7)
  • Ivan Moraes (PSOL): 2% (+1)
  • Brancos/nulos: 4% 
  • Não sabe/não respondeu: 2%

De acordo com a pesquisa divulgada nesta quinta-feira, Raquel Lyra e João Campos estão empatados dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Com isso, Raquel Lyra varia entre 45% e 51%, enquanto João varia entre 40% e 46% pontos. 

A pesquisa ouviu 1022 pessoas, entre os dias 25 e 27 de maio. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O grau de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com as inscrições PE-07888/2026 e BR-04242/2026 e foi o primeiro divulgado pela TV Tribuna.

Pesquisa espontânea

O levantamento do Datafolha também trouxe os dados da pesquisa espontânea, cenário onde o eleitor não é informado sobre o nome dos pré-candidatos. Nesse cenário, a governadora Raquel Lyra também lidera, com 35% das intenções de voto, contra 22% do ex-prefeito do Recife João Campos.

Também foram registradas respostas como “no atual governador” (1%), ou “no filho de Eduardo Campos” (1%) e até no ex-governador Eduardo Campos (1%). 31% dos entrevistados não sabem em quem votar. Brancos, nulos ou nenhum, somam 5%. Outras respostas chegam a 4%.

Segundo turno

O levantamento também trouxe os números da simulação de segundo turno entre Raquel Lyra e João Campos. De acordo com a pesquisa, a governadora lidera o cenário com 51%, contra 44% do ex-prefeito do Recife.

Neste cenário, a governadora lidera de forma isolada. Dentro da margem de erro, Raquel varia entre 48% e 54%, enquanto João tem entre 41% e 47%. Brancos e nulos são 4%, enquanto indecisos somam 1%.

Confira os números abaixo:

  • Raquel Lyra (PSD): 51%
  • João Campos (PSB): 44%
  • Brancos/nulos: 4%
  • Indecisos: 1%

Rejeição

O levantamento também trouxe o índice de rejeição aos candidatos ao Governo de Pernambuco.

De acordo com a pesquisa Datafolha, Ivan Moraes é o candidato mais rejeitado pelos eleitores, com 59%. O ex-prefeito do Recife João Campos tem 29% de rejeição, enquanto a governadora Raquel Lyra aparece com rejeição de 25% dos entrevistados.

Confira os números abaixo:

  • Ivan Moraes (PSOL): 59%
  • João Campos (PSB): 29%
  • Raquel Lyra (PSD): 25%
PRTB busca mudança de nome para ‘Brasileiro’, mas enfrenta desafios com o TSE

Alteração do nome do partido, desejada por Pablo Marçal, pode esbarrar em precedentes do TSE que rejeitaram mudanças de nomes associados ao Brasil.

Ao anunciar que pretende se candidatar à Presidência em 2026, o empresário e influenciador Pablo Marçal afirmou que o PRTB, partido a que está filiado, pr mudar de nome para “Brasileiro”. Uma eventual alteração do nome da sigla precisaria ser aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a Corte possui precedentes pela rejeição de nomes de partidos que se confundam com símbolos nacionais. Em fevereiro de 2022, os ministros do TSE rejeitaram, por unanimidade, mudança solicitada pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB), que pretendia se chamar “Brasil?. Segundo os magistrados, a alteração podia induzir o eleitorado ao erro. O relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, definiu a mudança solicitada pelo partido co “verdadeira armadilha”.

A utilização do nome ‘Brasil’ por qualquer partido político, sem qualquer elemento de distinção que o acompanhe, acarreta automática e inequívoca associação do partido à República Federativa do Brasil, com potencial intenso de gerar confusão ou induzir o eleitorado em erro. Tal compreensão fica palpável ao se imaginar, por exemplo, slogan de campanha nos seguintes termos: ‘Votem nos candidatos do Brasil’. Eis o manifesto potencial de induzimento do eleitorado ao erro, com reversão benéfica partido e correlato prejuízo a todos os demais, à custa de uma informação que encerra verdadeira armadilha“, afirmou o ministro.

A sigla tentou, ainda, que fosse analisada a mudança para nomes como “Partido Brasil” e “Por mais Brasil”, mas os ministros mantiveram a negativa aos novos nomes.

Questionado sobre eventuais entraves para a mudança de nome do partido, o presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, acredita que a proposta de sua sigla “pode ser analisada de forma distinta pelo TSE“.

O Tribunal avalia cada caso de acordo com suas especificidades, e estamos preparados para apresentar os argumentos jurídicos e políticos que fundamentam a escolha. Nosso objetivo é garantir que o nome represente nossa identidade sem causar confusão ou indução ao erro do eleitorado“, afirmou Avalanche ao Estadão.

Em entrevista coletiva realizada logo após não avançar ao segundo turno da eleição em São Paulo, Pablo Marçal afirmou que “2026 era logo ali” e que pretendia concorrer a um cargo do Executivo, mas não confirmou se disputaria o governo estadual de São Paulo ou a Presidência da República. Nesta quarta-feira, 8, o empresário e influenciador confirmou que pretende concorrer a presidente.

Até a eleição, contudo, o ex-coach pode estar inelegível pela divulgação de um laudo médico falso contra o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), então candidato a prefeito de São Paulo. Em novembro, o influenciador foi indiciado pela Polícia Federal pela publicação do documento em suas redes sociais.

Informações do Estadão/Terra.

TSE suspende direito de resposta do ex-presidente Lula (PT) em programa eleitoral do presidente Bolsonaro (PL)

Com informações do Estadão Conteúdo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, na noite da quinta-feira (20), direitos de resposta para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em guia eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão da ministra Maria Cláudia Bucchianeri se refere a 164 inserções de 30 segundos que seriam concedidos a Lula na propaganda de Bolsonaro, que associava o petista ao crime organizado.

Na quarta-feira (19), Bucchianeri havia concedido os direitos de resposta, por julgar que os pontos levantados no programa eleitoral eram “sabidamente inverídicos por descontextualização.”

Maria Claudia Bucchianieri acolheu recursos pedidos pela campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL). Após a suspensão, Bolsonaro pode veicular suas inserções no horário político gratuito.

Bucchianieri dividiu a responsabilidade com a turma de juízes da Corte e abriu um prazo de 24 horas para que as campanhas de Lula e Bolsonaro se manifestem. O caso vai ao plenário para análise.

“Nesse contexto, recebo os presentes embargos declaratórios como recurso inominado […] e a ele atribuo, excepcionalmente, eficácia suspensiva, até respectiva análise colegiada”, escreveu a ministra.

DESINFORMAÇÃO
Uma representação da Coligação Brasil da Esperança aponta suposta veiculação de desinformação e ofensas contra a honra da coligação e de Lula em diferentes inserções da campanha de Bolsonaro na TV ao longo de sete dias.

Algumas das peças associam o petista à criminalidade. Somadas, as inserções podem chegar a mais de 1h concedida a campanha do ex-presidente.

 

TSE disponibiliza aplicativos para serviços e consulta de resultados

Faltando três dias para o 1º turno das eleições gerais no Brasil, que ocorre no próximo domingo (2), a população brasileira tem à disposição uma série de aplicativos que podem auxiliar na obtenção de informações e acesso a diversos serviços. Eles podem ser usados durante e após as eleições e ajudam a dar mais transparência a todo o processo eleitoral.

Os apps da Justiça Eleitoral são gratuitos e estão disponíveis nas principais lojas de aplicativo de smartphones e tablets. A recomendação é que os aplicativos sejam baixados até este sábado (1º), porque alguns deles, como o e-Título, não estarão disponíveis para serem baixados no dia do pleito.

Resultados
Um desses aplicativos é o Resultados. Pelo aplicativo, qualquer pessoa poderá acompanhar a apuração dos votos nos 26 estados e no Distrito Federal. Uma versão da ferramenta também pode ser acessada diretamente em uma página da internet.

No dia da eleição, as consultas podem ser feitas por nome da candidata ou do candidato ou pelo cargo em disputa. O aplicativo informará, em tempo real, os nomes de quem for eleito ou daqueles que vão disputar o 2º turno. Também será possível verificar os índices de comparecimento e abstenção, a quantidade de votos válidos, brancos e nulos, além do número de seções totalizadas.

O eleitorado poderá acompanhar ainda informações sobre as urnas eletrônicas, como os Boletins de Urna e o Registro Digital de Voto. A divulgação dos votos começará às 17h, no horário de Brasília. Este ano, o horário das eleições será unificado em todo o país e, por isso, a apuração dos resultados já poderá ser conferida após o encerramento da votação, sem necessidade de aguardar o encerramento em estados com o fuso horário diferente do de Brasília, como ocorria em anos anteriores.

Boletim na mão
Com o aplicativo Boletim na Mão, qualquer pessoa poderá conhecer os resultados apurados diretamente nas urnas eletrônicas. Isso porque a plataforma oferece, de forma rápida e segura, os conteúdos dos Boletins de Urna (BU) impressos no encerramento das atividades de votação em cada seção eleitoral.

O documento traz o total dos votos recebidos por cada candidata ou candidato, dos votos nulos e em branco e das abstenções ocorridas naquela seção eleitoral, entre outras informações. Os Boletins de Urna têm um QR Code que pode ser lido pelo aplicativo Boletim na Mão e mostrar os votos contabilizados especificamente na urna consultada.

e-Título
O e-Título é a plataforma em que o cidadão pode acessar a versão digital do título de eleitor. O aplicativo informa o endereço do local de votação e fornece informações sobre a situação eleitoral. Além disso, o app possibilita emitir certidões de quitação e de crimes eleitorais, pode ser usado ainda para justificar ausência no dia da votação, entre outros serviços.

Quem tem a biometria coletada pela Justiça Eleitoral pode comparecer à seção de votação e apresentar apenas o e-Título para poder ser identificado. Caso não tenha biometria, é necessária a apresentação de um documento oficial com foto para poder votar.

Pardal
Outro aplicativo sugerido pela Justiça Eleitoral é o Pardal, que estimula as pessoas a atuarem como verdadeiros fiscais da eleição, para coibir propaganda irregular de campanha e outros crimes.

A ferramenta permite que a pessoa faça a denúncia em tempo real. Após baixar o app, é possível fazer fotos ou vídeos e enviá-los para a Justiça Eleitoral como forma de subsidiar a denúncia.

O Pardal possibilita que as denúncias com indícios de irregularidade sejam encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para averiguação. O app também pode ser baixado por formulário web nas páginas da Justiça Eleitoral.

Tira-Dúvidas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza também o Tira-Dúvidas do TSE, como é conhecido o robô virtual no aplicativo de mensagens WhatsApp, para prestar esclarecimentos e fornecer informações sobre o processo eleitoral e as eleições deste ano em tempo real.

Por meio do chatbot, um tipo de assistente virtual, qualquer pessoa cadastrada recebe checagens sobre notícias falsas e informações sobre serviços da Justiça Eleitoral.

Para ter acesso à ferramenta, basta que a pessoa interessada adicione o telefone +55 61 9637-1078 à lista de contatos do WhatsApp ou acesse por meio do link. Aí é só mandar uma mensagem para o assistente virtual.

Alerta de Desinformação
Por fim, o TSE ainda mantém o Sistema de Alerta de Desinformação Contra as Eleições, em que é possível comunicar à Justiça Eleitoral o recebimento de notícias falsas, descontextualizadas ou manipuladas sobre as eleições ou o sistema eletrônico de votação.

As denúncias coletadas são repassadas às plataformas digitais e às agências de checagem para que promovam uma rápida contenção das consequências nocivas da desinformação. Dependendo da gravidade, os casos também podem ser encaminhados ao Ministério Público Eleitoral e demais autoridades, para a adoção das medidas legais cabíveis.

Ex-BBB Flay desabafa sobre uso de chip hormonal

A ex-BBB Flayslane surpreendeu os fãs, na última terça-feira (17), ao mostrar como sua pele ficou ao fazer uso de um chip com hormônios, também conhecido como chip da beleza, bastante utilizado pelas famosas. Na imagem, a cantora aparece com o rosto cheio de espinhas. Veja:

Reprodução/ Instagram

O chip promete eliminar os incômodos da menstruação e também auxiliar no emagrecimento. Entre as famosas que usam ou usaram o método, estão Viviane Araújo, Daniella Sarahyba, Juliana Paes, e outras.