O IPO de 1602 e a corrida espacial de 2026: por que o futuro sempre pertence aos obstinados

Em artigo, Janguiê Diniz compara a criação da Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC) com a trajetória da SpaceX para refletir sobre inovação, risco e a construção do futuro

Coluna Janguiê Diniz

Em 1602, um grupo de investidores decidiu financiar algo que jamais havia sido feito. Sob a liderança do estadista holandês Johan van Oldenbarnevelt, eles colocaram dinheiro em uma empresa que prometia navegar por oceanos desconhecidos, atravessar tempestades imprevisíveis e alcançar terras que poucos acreditavam existir.

Mais de quatro séculos depois, investidores fizeram algo semelhante. Apostaram bilhões em uma empresa cujo objetivo não era cruzar mares, mas conquistar o espaço. Separadas por 424 anos, a Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC) e a SpaceX contam, na essência, a mesma história: a história de pessoas que transformaram o impossível em uma oportunidade de investimento. É também a história da obstinação humana, essa capacidade de seguir adiante mesmo quando o caminho parece incerto.

A tecnologia mudou. Os meios mudaram. Mas a natureza humana permanece a mesma. O progresso sempre foi financiado por aqueles que acreditaram antes das provas definitivas. Em outras palavras, por aqueles que tiveram a coragem de agir com obstinação quando a maioria preferiu esperar.

Quando a VOC foi criada, em 1602, o mundo era muito diferente. Não existiam bolsas de valores modernas, fundos de investimento ou mercados globais. Uma viagem da Europa até a Ásia podia durar mais de oito meses. Tempestades destruíam embarcações, doenças matavam tripulações inteiras e piratas atacavam rotas comerciais.

Mesmo assim, havia um prêmio gigantesco esperando do outro lado. Especiarias como pimenta, canela, noz-moscada e cravo tinham valor extraordinário na Europa, chegando a ser negociadas por preços equivalentes ao ouro. O problema era o financiamento. Nenhum comerciante individual possuía capital suficiente para bancar expedições tão arriscadas.

Foi então que Oldenbarnevelt ajudou a viabilizar uma ideia revolucionária: unir seis companhias rivais e dividir o risco entre milhares de investidores. A VOC captou aproximadamente 6,5 milhões de florins holandeses, uma quantia monumental para a época. Pela primeira vez na história, pessoas comuns podiam adquirir participação em uma empresa e compartilhar seus lucros.

Nascia o mercado de capitais moderno. Mais do que uma inovação financeira, era uma inovação de confiança. Hoje, quando um investidor compra ações pelo celular em poucos segundos, é difícil compreender o nível de incerteza existente em 1602.

Os acionistas da VOC não recebiam relatórios trimestrais. Não havia internet. Não havia comunicação instantânea. Muitas vezes, passavam anos sem saber se uma frota havia chegado ao destino ou desaparecido no mar. Era um investimento baseado em visão. Era preciso acreditar antes de ver. Era preciso, acima de tudo, ter obstinação.

Quatro séculos depois, o oceano deixou de ser o principal desafio e o novo território desconhecido passou a ser o espaço. Quando Elon Musk fundou a SpaceX, em 2002, a empresa parecia um projeto improvável. A indústria aeroespacial era dominada por governos e gigantes centenários. Especialistas afirmavam que foguetes reutilizáveis eram economicamente inviáveis.

Entre 2006 e 2008, os três primeiros lançamentos do Falcon 1 fracassaram. Após o terceiro desastre, a empresa estava próxima da falência e tinha recursos para apenas mais uma tentativa. Se o quarto lançamento falhasse, provavelmente deixaria de existir. Mas ele funcionou e mudou a história.

Aquele momento se tornou um exemplo emblemático de que grandes transformações raramente nascem da conveniência. Elas nascem da obstinação de continuar tentando quando todos os indicadores sugerem desistência.

A grande inovação da SpaceX não foi apenas construir foguetes. Foi tornar o acesso ao espaço muito mais barato por meio da reutilização. O resultado foi uma revolução econômica que transformou a empresa em uma das mais valiosas do mundo e protagonista da nova corrida espacial.

À primeira vista, uma empresa marítima do século XVII e uma companhia espacial do século XXI parecem não ter relação alguma. Mas possuem mais semelhanças do que diferenças. Ambas nasceram para explorar territórios desconhecidos. Ambas precisaram captar recursos para financiar jornadas extremamente arriscadas. E ambas exigiram investidores e líderes obstinados, capazes de enxergar décadas à frente.

Os continentes asiáticos eram a grande fronteira dos investidores da VOC. Marte representa esse mesmo conceito para os investidores da SpaceX. A geografia mudou, mas a mentalidade não.

O futuro nunca é construído pelos que esperam garantias absolutas. A VOC não possuía mapas completos e a SpaceX não possuía certeza de sucesso. Os grandes avanços surgem quando alguém decide agir antes que todas as respostas estejam disponíveis.

Vivemos uma época semelhante. A inteligência artificial, a biotecnologia, a computação quântica e a nova economia digital estão criando oportunidades comparáveis às grandes revoluções do passado. Muitos observam essas mudanças com medo. Outros observam com curiosidade. Mas poucos têm coragem de investir tempo, energia e recursos para participar delas.

Historicamente, são esses poucos que mudam o mundo. São os obstinados que enxergam possibilidades onde a maioria vê obstáculos. O verdadeiro otimismo não é ingenuidade. É a confiança de que vale a pena construir algo mesmo sem garantias.

No fim das contas, a história não recompensa quem prevê o futuro. Ela recompensa quem ajuda a criá-lo. E eu acredito profundamente que a diferença entre sonhadores e realizadores não está no tamanho da visão. Está na capacidade de convencer outras pessoas a acreditarem nela.

Johan van Oldenbarnevelt fez isso em 1602. Elon Musk faz isso no século XXI. E todo empreendedor que constrói algo relevante precisa aprender a fazer o mesmo.

Porque o futuro, ontem como hoje, continua pertencendo aos obstinados.

Janguiê Diniz  – Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group; diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

IA já é utilizada por mais da metade das incorporadoras brasileiras, aponta pesquisa

Estudo revela que 56,5% das empresas do setor imobiliário já adotam Inteligência Artificial, com foco em produtividade, redução de custos e melhoria no atendimento

A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa de futuro para se consolidar no dia a dia do mercado imobiliário do País. De acordo com a pesquisa “Panorama da Inteligência Artificial no Mercado Imobiliário Brasileiro 2026”, desenvolvida pela BCB Inteligência em parceria com a Morada.ai e a Upload, 56,5% das incorporadoras brasileiras já utilizam IA em alguma etapa de suas operações. O dado reflete a busca acelerada de um setor tradicional por maior competitividade, eficiência e redução de custos.

A maior parte desse movimento é recente: 41,7% das empresas adotaram as ferramentas em um período que varia de um a três anos, sinalizando que a transformação digital ainda atravessa um processo de consolidação. Em vez de desenvolverem sistemas próprios em casa — o que representa apenas 15,4% dos casos —, a ampla maioria das organizações (67,9%) opta por contratar soluções prontas de terceiros.

Para Bruno Cantalupo, diretor da BCB Inteligência, o levantamento quebra o mito de que a inovação tecnológica está restrita às grandes corporações. O executivo destaca que o divisor de águas entre as companhias é a maturidade na gestão da ferramenta.

“A principal contribuição desta pesquisa é mostrar que a Inteligência Artificial já entrou definitivamente na agenda do mercado imobiliário brasileiro. O que observamos é que a diferença entre as empresas que estão avançando mais rápido e as demais não está no tamanho da operação, mas na capacidade de transformar interesse e testes pontuais em implantação estruturada, processos, governança e resultados mensuráveis. A IA tem potencial para gerar ganhos significativos de produtividade, mas seu impacto real depende da forma como as empresas incorporam essa tecnologia ao dia a dia dos negócios.”

Impacto nas operações

Os reflexos da automação já são sentidos no balanço das empresas. Quem utiliza a tecnologia aponta como principais benefícios a melhoria no atendimento ao cliente (35%), o ganho de produtividade (31,2%), a redução de custos (30,8%) e o suporte para tomadas de decisões mais estratégicas (30,8%).

Geograficamente, o estado de São Paulo lidera o perfil da amostra com 41,4% das empresas participantes, seguido por Minas Gerais (8,7%), Santa Catarina (8%) e Paraná (7,1%). O perfil predominante dos respondentes é de empresas de médio porte, que possuem entre 51 e 200 colaboradores (36,5%).

As áreas e os dilemas da IA no setor

Se por um lado plataformas como Claude e ChatGPT ganham espaço na gestão de obras, dúvidas sobre retorno financeiro e falta de mão de obra qualificada travam adesão de empresas restantes.

A aplicação da Inteligência Artificial no mercado imobiliário brasileiro tem frentes muito claras de atuação. O “Panorama da IA no Mercado Imobiliário” identificou que o marketing comercial e o gerenciamento de obras são as áreas que mais sentem o impacto da tecnologia, liderando com 31,6% das citações cada. Logo atrás aparecem os setores de projetos e engenharia (26,5%), redução do quadro de colaboradores (26,5%), controle financeiro (25,5%) e automação de processos internos (21,4%).

Esse ecossistema digital é alimentado por uma diversidade de grandes modelos de linguagem. O assistente Claude lidera a preferência do setor, sendo utilizado por 22,7% dos entrevistados. O ChatGPT aparece na sequência com 19,9%, seguido pelo Gemini (13,1%) e pelo Copilot (9,1%).

O que trava os 43,5% restantes?

Apesar do avanço, uma parcela significativa do mercado ainda se mantém à margem da tecnologia por entraves gerenciais e operacionais. Entre as empresas que ainda não utilizam IA, a incerteza sobre o Retorno sobre o Investimento (ROI) é o principal freio (23,8%). A escassez de profissionais preparados para lidar com as ferramentas aparece em segundo lugar (19,5%), empatada com a falta de conhecimento geral sobre o tema (17,3%) e a existência de outras prioridades institucionais mais urgentes (17,3%).

Ainda assim, o apetite do setor por modernização segue forte. Para o futuro próximo, as companhias que pretendem entrar no segmento demonstram maior interesse em aplicar IA na análise de crédito (21,1%) e em projetos de engenharia (20%). O orçamento também deve acompanhar essa tendência: 37,1% dos atuais usuários planejam elevar os investimentos em IA ainda este ano, enquanto 35,8% pretendem manter o patamar atual.

Ramon Azevedo, CEO da Morada.ai, projeta que o mercado imobiliário nacional desenha agora os contornos de uma mudança estrutural definitiva. “O mercado imobiliário está entrando em uma nova fase de adoção da Inteligência Artificial. A discussão já não é mais se as empresas vão utilizar IA, mas como aplicar essa tecnologia para gerar eficiência, produtividade e melhores decisões de negócio. O próximo passo será conectar dados, sistemas e processos para ampliar ainda mais o impacto da tecnologia nas operações”.

Batalha das Startups estreia 4ª temporada com foco em empreendedores que desafiam limites

Programa comandado por Janguiê Diniz reúne 32 startups brasileiras e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar novos talentos do empreendedorismo nacional

Comandado por Janguiê Diniz, programa da Record News reúne 32 startups de todo o país e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar os empreendedores que estão construindo o futuro do Brasil.

O principal game show de empreendedorismo da televisão brasileira está de volta. O Batalha das Startups estreia sua quarta temporada no dia 5 de setembro de 2026, às 21h15, na Record News, apresentando ao público um novo conceito, novos desafios e uma proposta ainda mais conectada à realidade dos empreendedores brasileiros.

Com o tema “O Código dos Obstinados”, a temporada parte de uma premissa simples: antes de toda grande empresa existe alguém que se recusou a desistir.

Capitaneado pelo empreendedor empresarial, investidor e educador Janguiê Diniz, o programa amplia sua missão de fomentar a cultura empreendedora no país ao colocar no centro da narrativa não apenas startups promissoras, mas principalmente os homens e mulheres que enfrentam diariamente os desafios de construir negócios, gerar empregos, criar soluções e transformar mercados.

Ao longo da competição, 32 startups de diferentes regiões do Brasil disputarão o título de Startup Mais Promissora do Brasil. Mais do que apresentar modelos de negócio, os participantes serão submetidos a uma série de provas, desafios e avaliações que testarão competências essenciais para o sucesso empresarial, como liderança, gestão, inovação, comunicação, vendas, negociação, estratégia e capacidade de execução.

UMA TEMPORADA INSPIRADA NOS ESPORTES DE COMBATE

A grande novidade da quarta edição está em sua construção narrativa e visual. Inspirado no universo dos esportes de combate, o programa transforma a jornada empreendedora em uma verdadeira preparação para a arena. Os participantes passam por treinamentos, mentorias, resistência mental, desafios estratégicos e confrontos eliminatórios que simbolizam as batalhas enfrentadas por quem decide empreender.

A competição acontece em um ambiente que remete a uma grande academia de preparação, onde cada fase representa um novo nível de evolução até a chegada à Grande Arena, espaço reservado aos competidores que demonstrarem possuir o verdadeiro Código dos Obstinados.

“O empreendedor é alguém que aprende a conviver com a incerteza. Alguém que cai, levanta, corrige a rota e continua avançando. A obstinação é uma das características mais presentes nos grandes realizadores e é exatamente isso que queremos mostrar ao Brasil nesta temporada”, afirma Janguiê Diniz.

SQUAD TÉCNICO REÚNE REFERÊNCIAS NACIONAIS

Para avaliar, orientar e desafiar os participantes, o programa contará com um Squad Técnico formado por empresários, investidores, especialistas e influenciadores reconhecidos nacionalmente.

Entre os nomes já confirmados estão Gilberto Augusto, um dos maiores especialistas brasileiros em marketing e posicionamento de mercado; Pastor Cláudio Duarte, referência nacional em liderança, desenvolvimento humano e valores; o ex-lutador e empresário Rodrigo Minotauro, um dos maiores ícones do esporte brasileiro; Willian Bardi, especialista em crescimento empresarial; Gilmar Theobald, empresário e mentor; Carollyne Mota, executiva e estrategista de negócios; Adriana Duarte, conselheira e advogada empresarial; Cândida Catalde, referência em gestão e desenvolvimento empresarial; Mariana Scribel, especialista em posicionamento e inovação; Raony Falceta, empreendedor e investidor; Raul Canal, jurista e empresário; Janaína Guerra, especialista em liderança e gestão; Jenny Garzon, executiva internacional; Rosane Oliveira, empresária e mentora; e Ricardo Rodrigues, referência em desenvolvimento empresarial.

O grupo representa diferentes setores da economia e contribuirá para enriquecer a experiência dos participantes com avaliações práticas, mentorias e provocações estratégicas ao longo da competição.

CONVIDADOS ESPECIAIS E PARTICIPAÇÕES DE DESTAQUE

Além do Squad Técnico, a quarta temporada contará com a participação de convidados especiais que atuarão como sparrings, mentores, avaliadores e provocadores estratégicos ao longo da competição.

Entre os nomes convidados estão: Jânyo Diniz, Joaldo Diniz, Eduardo Cavalcante, Guto Galamba, Samuel Pereira, Kaká Diniz, Thiago Reis, Roberto Shiniashiki, Tathiana Deandhela, Victor Damázio, Popó Freitas e Reinaldo Zanon.

A temporada também contará com a participação de jurados convidados e especialistas reconhecidos em suas áreas de atuação, entre eles Sandra Cristina Janguiê, Alisson Zirgulick, Cristiane Costa, Danilo Vasconcelos, Graziela Cabral, Thomaz Otonari, Leandro Moura, Omar Faria, Paulo Mendes e Hugo Fernandes Damasceno.

As participações especiais ampliam a diversidade de experiências presentes no programa e proporcionam aos competidores contato direto com empresários, investidores, mentores e profissionais que são referência em seus segmentos, enriquecendo ainda mais a jornada de desenvolvimento dos participantes.

MAIS DO QUE UM PROGRAMA DE TELEVISÃO

Desde sua criação, o Batalha das Startups consolidou-se como uma das principais vitrines do empreendedorismo nacional, conectando startups, investidores, empresários e especialistas em uma plataforma de conteúdo, inspiração e desenvolvimento de negócios.

Ao longo das temporadas, o programa já apresentou dezenas de empresas inovadoras, histórias de superação e soluções capazes de impactar positivamente diferentes segmentos da economia brasileira. Mais do que descobrir empresas promissoras, o objetivo é revelar líderes, pessoas capazes de inspirar, inovar, superar desafios e construir o futuro.

LANÇAMENTO OFICIAL

O lançamento da nova temporada acontecerá em um coquetel exclusivo no dia 10 de julho de 2026, em São Paulo, reunindo participantes, investidores, empresários, patrocinadores, influenciadores, parceiros estratégicos e representantes da imprensa para conhecer em primeira mão os bastidores e as novidades desta superprodução.

SERVIÇO

Coquetel de Lançamento
Batalha das Startups – 4ª Temporada
Tema: O Código dos Obstinados
Data: 10 de julho de 2026
Horário: 19h

-O acesso demanda confirmação de presença com Carol Figueiredo pelo
Fone 11.96403.1073
Local:
Mentor Capital Group Hall
Ed. Riverview Corporate Tower
Av. Dr. Chucri Zaidan, 246 – Conj. 111 – 11º andar
São Paulo/SP

Estreia:
5 de setembro de 2026
Record News
21h15

Connection 26 amplia atuação nacional e aposta em tecnologia para transformar a comunicação estratégica

Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil

Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma de soluções.

Fundada pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, a empresa nasce com a proposta de conectar pessoas, marcas e oportunidades, utilizando ferramentas modernas para atender empresas, instituições, lideranças políticas e organizações dos mais diversos segmentos.

A Connection 26 reúne uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, especialistas em marketing digital, criadores de conteúdo, profissionais de tecnologia, analistas de dados, especialistas em inteligência artificial e gestores de tráfego pago, oferecendo soluções completas para quem busca posicionamento, crescimento e resultados.

Entre os serviços oferecidos estão comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, produção de conteúdo, mídia digital, desenvolvimento de plataformas, inteligência artificial e campanhas de tráfego pago de alta performance.

Um dos diferenciais da empresa é sua forte atuação na comunicação política, utilizando tecnologia avançada, análise de dados e estratégias digitais inovadoras para ampliar o alcance e a eficiência das campanhas de comunicação.

A empresa também se destaca pelo acesso a uma ampla rede de portais de notícias em todo o Brasil, fortalecendo a divulgação de marcas, projetos e ações institucionais em nível nacional.

Para Robson Ouro Preto, a comunicação do futuro será cada vez mais impulsionada pela tecnologia e pela inteligência de dados.

“A comunicação está vivendo uma transformação histórica. Hoje não basta apenas divulgar, é preciso conectar, compreender comportamentos, utilizar tecnologia e criar estratégias capazes de gerar resultados reais. A Connection 26 nasceu para liderar esse novo momento”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 segue expandindo sua presença nacional e se posicionando como uma das empresas mais inovadoras do setor, contribuindo para a evolução da comunicação digital e da tecnologia aplicada ao mercado brasileiro.

A expectativa é que a empresa amplie ainda mais sua atuação nos próximos anos, consolidando Brasília como um importante polo de inovação, comunicação estratégica e transformação digital para todo o país.

Empresa criada por Robson Ouro Preto avança em Brasília e chama atenção de lideranças políticas em todo o Brasil

A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital.

Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas para ampliar sua presença digital e fortalecer a comunicação com a população.

Reconhecido nacionalmente por sua trajetória na comunicação, Robson Ouro Preto já havia se destacado ao criar uma das maiores redes de comunicação digital do país, conectando centenas de portais de notícias e ampliando o alcance da informação em todo o Brasil. Agora, o empresário dá um novo passo ao investir fortemente em tecnologia aplicada à comunicação estratégica e ao marketing político.

A Connection 26 atua nas áreas de comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, inteligência artificial, desenvolvimento de plataformas, produção de conteúdo, mídia digital e gestão de tráfego pago, oferecendo soluções modernas para clientes em diferentes segmentos.

Um dos destaques da empresa é a utilização de tecnologias avançadas para análise de dados, segmentação de público, automação de processos e estratégias digitais voltadas para campanhas de comunicação. A proposta é permitir que instituições, empresas e lideranças tenham acesso a ferramentas inovadoras capazes de potencializar resultados e fortalecer o relacionamento com seus públicos.

Com sede na capital federal, a Connection 26 tem ampliado sua presença em Brasília e em diversos estados, consolidando-se como uma empresa voltada para o futuro da comunicação e da tecnologia.

Para Robson Ouro Preto, o mercado vive uma transformação sem precedentes e exige soluções cada vez mais inteligentes.

Estamos vivendo uma nova era da comunicação. A tecnologia passou a ser uma ferramenta indispensável para quem deseja se conectar com as pessoas de forma eficiente. A Connection 26 nasceu justamente para unir inovação, estratégia e resultados, oferecendo ao mercado soluções modernas e alinhadas com as novas demandas digitais”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa segue expandindo sua atuação nacional e reforçando seu posicionamento como uma das novas referências em comunicação estratégica e tecnologia aplicada ao ambiente digital brasileiro.

Empresário Robson Ouro Preto funda a Connection 26 em Brasília e amplia atuação nacional na comunicação e tecnologia

Nova empresa pretende conectar marcas, instituições e projetos dos 26 estados brasileiros por meio de estratégias digitais e soluções tecnológicas

Brasília (DF) – O empresário, publicitário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto dá mais um importante passo em sua trajetória empresarial com a fundação da Connection 26, uma empresa sediada em Brasília que nasce com a proposta de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros por meio da comunicação, tecnologia e inovação.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 chega ao mercado com uma estrutura moderna e uma equipe especializada para atender empresas, instituições, personalidades públicas, organizações e projetos em todo o território nacional.

A escolha de Brasília como sede da empresa não foi por acaso. Além de ser o centro político e administrativo do Brasil, a capital federal oferece uma posição estratégica para a expansão nacional da marca, fortalecendo a conexão entre diferentes regiões, mercados e oportunidades.

Segundo Robson Ouro Preto, a Connection 26 foi criada para atender às novas demandas do mercado digital e tecnológico.

A Connection 26 nasce com o propósito de conectar o Brasil. Estamos em Brasília, mas nossa atuação será nacional, ligando o Distrito Federal aos 26 estados através da comunicação, da tecnologia e da inovação. Queremos aproximar pessoas, marcas e oportunidades, oferecendo soluções modernas e eficientes para nossos clientes”, destacou Robson.

A empresa atuará em diversas áreas estratégicas, entre elas:

* Comunicação Corporativa
* Marketing Digital
* Assessoria de Imprensa
* Tecnologia
* Desenvolvimento de Plataformas
* Inteligência Artificial
* Produção de Conteúdo
* Mídia Digital
* Tráfego Pago

Um dos grandes diferenciais da Connection 26 será sua equipe especializada em campanhas de tráfego pago para o segmento político, utilizando metodologias avançadas, inteligência de dados e ferramentas exclusivas desenvolvidas para maximizar resultados e ampliar o alcance de campanhas e projetos de comunicação.

A empresa também nasce com foco em inovação, investindo em inteligência artificial, automação de processos e soluções digitais capazes de transformar a forma como marcas e instituições se relacionam com seus públicos.

Com a criação da Connection 26, Robson Ouro Preto reforça sua presença no cenário nacional da comunicação, consolidando sua experiência no setor e ampliando sua atuação a partir da capital federal.

A expectativa é que a empresa se torne uma referência nacional em comunicação integrada, tecnologia e estratégias digitais, conectando empresas, governos, organizações e profissionais em todas as regiões do país.

Connection 26
Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

Facepe inicia 30ª Jornada de Iniciação Científica com mais de 500 projetos de pesquisa

Evento celebra três décadas de incentivo à ciência em Pernambuco e reúne bolsistas e ex-bolsistas para apresentação de trabalhos em diversas áreas do conhecimento até o dia 5 de junho

A 30ª edição da Jornada de Iniciação Científica da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) começou nesta segunda-feira (01/06). O evento de abertura foi realizado presencialmente no auditório do Instituto de Pesquisa em Petróleo e Energia da Universidade Federal de Pernambuco (i-Litpeg/UFPE). A edição deste ano celebra três décadas de incentivo à ciência no estado com o tema “O futuro começou há 30 anos: trajetórias que projetam o amanhã”.

Ao longo da semana, mais de 500 bolsistas e ex-bolsistas de iniciação científica apoiados pela Facepe apresentarão os resultados de suas pesquisas em diversas áreas do conhecimento. O evento revela a força da produção científica pernambucana e o papel estratégico da formação de novos pesquisadores para o desenvolvimento regional. As apresentações ocorrerão entre os dias 2 e 5 de junho, em sessões virtuais via Google Meet. Organizadas por áreas temáticas, as salas promoverão debates, troca de experiências e integração entre estudantes, avaliadores e instituições.

Esta programação também marca um momento histórico. Ao completar 30 anos, a Jornada reafirma o compromisso da Facepe com o fortalecimento da pesquisa e da inovação, jogando luz sobre histórias de jovens cientistas que hoje ajudam a construir soluções para os desafios do presente e do amanhã.

Na abertura dos trabalhos, a professora Fernanda Pimentel, diretora-presidente da Facepe, deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou a importância da Iniciação Científica (IC) tanto para quem deseja seguir a carreira acadêmica quanto para quem visa ao mercado de trabalho. Segundo a gestora, a experiência na IC aprimora significativamente a formação pessoal, estimula a permanência do estudante na universidade, promove o sentimento de comunidade e fortalece o combate ao descrédito da ciência. “A iniciação científica atua diretamente no combate ao negacionismo e no despertar do senso crítico. Ela contribui também para diminuir a evasão escolar, pois o sentimento de pertencimento gerado pela pesquisa instrui a continuidade nos estudos”, afirmou.

Fernanda Pimentel também destacou a necessidade de ações que promovam a equidade e a diversidade no ambiente acadêmico. “Desde 2025, implementamos Ações Afirmativas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), pois acreditamos que a diversidade na ciência começa na base, dando oportunidades desde a IC para grupos sub representados”, observa. No ano de implementação das cotas, 20% das bolsas foram destinadas a políticas de inclusão, voltadas para estudantes negros e negras, quilombolas, indígenas e pessoas com deficiência. Em 2026, esse percentual subiu para 30%, passando a contemplar também discentes de graduação que são mães.

A professora Dayanne Diniz, vice-diretora do i-Litpeg/UFPE, instituição que sediou o encontro, também esteve presente. Ao desejar que a Jornada reafirme o compromisso com uma ciência cada vez mais inclusiva, Dayanne reforçou o papel central da pesquisa na graduação. “A IC ocupa um lugar importante nesse processo de formação, pois é o momento em que os jovens têm o primeiro contato com a pesquisa, despertam seu pensamento crítico e passam a enxergar a ciência como um verdadeiro instrumento de transformação social”, observou Dayanne.

O diretor de Sensibilização e Difusão Científica da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, Diogo Lopes, destacou o valor da experiência científica independentemente do caminho escolhido pelo estudante. “Mesmo que muitos estudantes não sigam formalmente a carreira acadêmica, a IC oferece acesso a ferramentas fundamentais que contribuem para qualquer trajetória profissional. Afinal, essa formação vai muito além da pesquisa, contribuindo diretamente para a construção de cidadãos conscientes”, concluiu Diogo.

Após a mesa de abertura, o público acompanhou as palestras do professor Sergio Campello, diretor da Escola Politécnica de Pernambuco (Poli/UPE), e da diretora científica da Facepe, professora Flávia Lucena. Ambos compartilharam como a iniciação científica impactou suas próprias trajetórias.

O professor Sergio destacou que a IC foi o alicerce de suas conquistas profissionais: seu primeiro projeto de graduação em Engenharia Eletrônica desdobrou-se em seu mestrado e, mais tarde, no doutorado. Ele ressaltou, contudo, que o maior legado vai além dos diplomas. “Minha trajetória mostra como a Iniciação Científica é a base de tudo. A passagem que fiz pela IC, combinada com a monitoria, pavimentou o meu caminho. Mas, quando olho para trás, percebo que o verdadeiro patrimônio não são apenas os títulos, mas as pessoas que influenciei ao longo dessa trajetória e a oportunidade de testemunhar a transformação profunda que a educação proporciona” afirmou.

Já a professora Flávia apontou a urgência de discutir a sub-representação feminina nos níveis mais altos das carreiras técnica, acadêmica e profissional. Engenheira de pesca, a Diretora Científica da Facepe entrou no mundo administrativo no decorrer do Governo de Transição, em 2022. “Em 2023, continuei em Brasília, quando assumi a Secretaria Nacional do Ministério da Pesca e Aquicultura. A área da gestão, pela qual eu tomei gosto, é um campo majoritariamente masculino. Sentimos de perto o ‘Efeito Tesoura’, fenômeno que descreve a diminuição drástica da participação feminina ao longo da trajetória acadêmica e profissional”, ressaltou, defendendo a criação de políticas específicas para mitigar a redução da presença de mulheres nos ambientes técnicos e políticos.

Encerramento e premiação – A cerimônia de encerramento da 30ª Jornada de Iniciação Científica da Facepe ocorrerá de forma remota no dia 9 de junho, com início às 10h. Na ocasião, serão anunciados os trabalhos de maior destaque desta edição, com a entrega de Menções Honrosas e do “Prêmio Ricardo Ferreira ao Talento Jovem Cientista”, honraria que reconhece os grandes talentos do ano.

Na China, Juscelino Filho se reúne com ministro da Indústria e Tecnologia da Informação e conhece rede privativa chinesa

Brasil avança na implantação de rede privativa similar e busca parcerias comerciais e tecnológicas.

Em viagem à China, o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, visitou nesta sexta-feira (18) o Centro Nacional de Informação do Estado – rede privativa do governo chinês -, logo após encontro com o ministro da Indústria e Tecnologia da Informação da China, Jing Zhuanglong.

Nós discutimos temas relevantes para o Brasil, como a questão de parcerias que podemos fazer com a China com relação a serviços de satélites e outros temas, como levar indústrias de smartphones para o nosso país”, destacou Juscelino Filho.

No encontro, também foram tratados temas do Brics 2025, cuja presidência estará a cargo do Brasil. “Finalizamos o dia com a visita ao Centro Nacional de Informação, onde opera a rede privativa do governo chinês. Nós estamos em execução da rede privativa no Brasil através da Telebras e viemos conhecer como funciona na China”, completou o ministro.

Durante o dia, a comitiva do Ministério das Comunicações, que ainda conta com o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais, Jeferson Fued Nacif, e com o presidente da Telebras, Frederico de Siqueira Filho, esteve na Kwai, rede social chinesa. O Brasil é o segundo mercado da empresa fora da China.

Nós conversamos sobre investimentos no nosso país em datacenters, armazenamento de dados. Falamos, também, sobre a questão da logística, para que os Correios se torne parceiro deles. A Kwai tem um e-commerce bem ativo que eles querem expandir no Brasil”, comentou Juscelino Filho.

O ministro ainda esteve na Huawei, fornecedora líder global de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação.

No fim de semana a comitiva embarca para Shangai, onde cumpre agenda, na segunda-feira (21), na empresa SpaceSail. Na terça-feira (22), segue para Shenzen, onde visita as empresas HiteVision, BYD, ZTE e Oppo.

O principal objetivo da viagem é abrir oportunidades comerciais e buscar investimento de empresas chinesas no Brasil, parcerias comerciais e tecnológicas com esse que é o maior parceiro comercial do Brasil.

Pernambuco conquista pódio em competição nacional de robótica

A disputa contou com a participação de 38 equipes formadas por estudantes do ensino fundamental e médio de diferentes estados brasileiros

Estudantes de escolas públicas e particulares da Região Metropolitana do Recife foram destaque na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). O torneio é considerado o maior evento de Robótica da América Latina. Conquistando o pódio da competição, o primeiro e segundo lugar é formado por alunos da Rede Municipal de Ensino do Recife. O terceiro lugar foi conquistado por um colégio particular de Jaboatão dos Guararapes.

A etapa final da competição nacional, aconteceu entre os dias 17 e 22 de outubro, no município de São Bernardo do Campo, em São Paulo. A disputa reuniu 38 equipes de diferentes estados. Os recifenses conquistaram medalha de ouro e prata com as equipes Robotnik e Águia de Prata, das Escolas Municipais Doutor Rodolfo Aureliano e Antônio Farias, respectivamente. A equipe DM Robotics, do Colégio Divino Mestre, conquistou a medalha de bronze.

A prova na etapa final consistiu em um robô que precisava seguir uma linha no chão com sensores, identificar e evitar obstáculos. Passar por gangorras e subir uma rampa. No topo o robô tinha de identificar vítimas mortas e vivas representadas por bolas de isopor. Pegar essas vítimas com uma garra. E colocar em uma área de segurança.

A OBR acontece em várias etapas regionais em todos estados do Brasil. Em Pernambuco, o evento é organizado pela Prefeitura de Recife, e conta com o apoio da CESAR School.

“Trabalhar na construção desses robôs desenvolve inúmeras habilidades técnicas que são muito procuradas pelas empresas hoje em dia. Esses jovens também entram na área acadêmica produzindo pesquisas importantes em eletrônica, mecânica, programação, como também design e metodologias na elaboração de projetos. É imensurável falar do tamanho do desenvolvimento que essas competições trazem para os estudantes” comenta, Henrique Foresti, professor da CESAR School.

A delegação Pernambucana ainda contou com a participação de Julia Dias e Pedro Jorge, alunos da UFPE, responsáveis pela organização e todas as questões técnicas da competição. Já Diogo Lacerda, colaborador da CESAR School, atuou como árbitro na liga ‘At Home’ que trata de robôs domésticos.

Recife Antigo: destaque nacional em tecnologia

Além do turismo, eventos culturais e iguarias pernambucanas ao som de muita música regional. O bairro do Recife Antigo oferece muita tecnologia e modernidade. Visto com prestígio por todo o Brasil, o Porto Digital do Recife é dos maiores polos de tecnologia do país. Reuni mais de 15 mil colaboradores em espaço que conta com seis incubadoras de soluções tecnológicas públicas e privadas, sete institutos de Ciência e Tecnologia, e mais de 300 empresas no parque.

Com um investimento total avaliado em mais de R$ 80 milhões, o antigo moinho, que por anos processou toneladas de trigo, foi revitalizado e abrigará espaços de trabalho com muitos serviços à disposição. O novo Moinho Recife Business & Life, está em fase de finalização e amplia de forma notória a cartela de serviços a serem ofertados no Porto Digital. Desde 2019, já tem gerado emprego e renda de forma direta e indireta para mil trabalhadores. Quando concluído, a expectativa é que cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos sejam gerados.

WhatsApp é restabelecido depois de apagão global

O grupo americano Meta afirmou, nesta terça-feira (25), que resolveu o apagão mundial que afetou os bilhões de usuários de seu aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp e pediu desculpas.

“Sabemos que as pessoas tiveram problemas para enviar mensagens no WhatsApp hoje”, disse à AFP um porta-voz da Meta. “Resolvemos o problema e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, destacou.

A origem do problema ainda não foi especificada.

Algumas horas antes, o DownDetector.com, que acompanha as falhas dos serviços digitais, informou que havia observado uma grande interrupção do WhatsApp.

“Os relatos dos usuários indicam que o WhatsApp está tendo problemas desde as 09h17” (04h17 no horário de Brasília), informou o site, registrando milhares de reclamações de usuários de todo o mundo.

O incidente foi confirmado pela Meta, que afirmou que faria todo o possível para restaurar o WhatsApp “o mais rápido possível”.

Segundo os relatos nas redes sociais, os usuários não conseguiam enviar mensagens nem se conectar com o serviço.

O WhatsApp, que superou os 2 bilhões de usuários no mundo em fevereiro de 2020, é um dos aplicativos de mensagem gratuitos mais populares do mundo.

Foi comprado pelo Facebook em 2014 por pouco mais de 19 bilhões de dólares, a maior compra já realizada pelo grupo de Mark Zuckerberg.

No Twitter, a hashtag #whatsappdown (WhatsApp caiu, em tradução livre) foi uma das tendências mais populares do mundo esta manhã.

Os usuários do Twitter zombaram da interrupção do serviço de mensagens instantâneas, afirmando que a rede do pássaro azul desfrutaria e experimentaria um fluxo maior de conexões.

Uma vez que o serviço foi restaurado, muitos internautas expressaram seu alívio.

No Instagram (grupo Meta), milhões de mensagens mencionaram o apagão com a hashtag #Whatsapp.

As plataformas da Meta, que incluem as redes sociais Facebook e Instagram, bem como os serviços de mensagens WhatsApp e Messenger, já foram vítimas de um apagão generalizado sem precedentes no ano passado.

A extensão e a magnitude dessa interrupção de quatro serviços usados por bilhões de pessoas foram um incidente gigantesco, a ponto de o Downdetector identificá-lo como “o maior já visto” nas mídias sociais.

O Facebook então reconheceu que o incidente foi devido a um erro de sua parte e não a um problema técnico.