“Grupo Ouro Preto mira hotelaria e negocia grande empreendimento no litoral nordestino”

Negociação conduzida pelo CEO Robson Ouro Preto pode marcar a entrada do grupo no mercado hoteleiro e ampliar sua presença nos segmentos de turismo e hospitalidade

O Grupo Ouro Preto está próximo de dar mais um passo importante em seu processo de expansão. Já presente em diferentes segmentos, o grupo prepara sua entrada no ramo hoteleiro e estaria nos últimos detalhes para concluir a aquisição de um empreendimento de grande porte no litoral do Nordeste.

As informações sobre a negociação ainda são mantidas sob reserva. O nome do empreendimento e a localização não foram divulgados, mas, segundo informações obtidas pela nossa equipe, o empresário Robson Ouro Preto, CEO do Grupo Ouro Preto, conduz pessoalmente as tratativas e a negociação estaria em estágio avançado.

A possível chegada à hotelaria representa mais uma frente de atuação do grupo, que já desenvolve atividades nos setores de comunicação, eventos e esportes. A estratégia sinaliza uma diversificação dos negócios e uma aproximação ainda maior com os segmentos de turismo, entretenimento e serviços.

Experiência internacional na gastronomia

O setor de hospitalidade também não é totalmente novo para Robson Ouro Preto. O empresário já teve experiência no ramo gastronômico em Portugal, onde esteve à frente do conhecido Restaurante Mercado do Peixe, na Ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores.

Essa trajetória pode contribuir para o novo projeto, principalmente pela relação direta entre gastronomia, turismo e hotelaria.

Nos bastidores, a expectativa agora fica para o anúncio oficial. Caso a negociação seja concluída, o Grupo Ouro Preto passará a acrescentar a hotelaria ao seu portfólio, marcando uma nova fase de expansão.

Feira Até Que Enfim celebra 10 anos com tendências, experiências e orientação jurídica para noivos

Evento acontece de 31 de julho a 2 de agosto, no Novotel Recife, reunindo fornecedores, novidades do mercado de casamentos e consultoria especializada sobre regime de bens e pacto antenupcial

O mercado de casamentos segue aquecido no Brasil e deve manter o ritmo de crescimento ao longo do segundo semestre de 2026. De acordo com dados do IBGE, o país registra cerca de 950 mil casamentos por ano, enquanto o setor movimenta aproximadamente R$ 32 bilhões anuais, reunindo mais de uma centena de atividades econômicas ligadas à cadeia de eventos, gastronomia, moda, fotografia, decoração, turismo e entretenimento. É neste cenário de otimismo que a Feira Até Que Enfim realiza sua segunda edição de 2026, nos dias 31 de julho e 1º e 2 de agosto, no Novotel Recife. Os ingressos podem ser garantidos no Sympla, a partir de R$ 30.

Celebrando o marco especial de dez anos de história conectando noivos, fornecedores e profissionais do segmento de eventos em Pernambuco, a feira é considerada uma das principais vitrines do setor no Nordeste. Durante os três dias de evento, expositores dos mais diversos segmentos, estarão apresentando as principais tendências em decoração, gastronomia, fotografia, música, moda, beleza, turismo, convites, cerimonial e experiências para casamentos e celebrações.

Para Nina Queiroz, idealizadora e produtora da Feira Até Que Enfim, completar uma década representa o amadurecimento de um projeto que acompanhou a transformação do mercado e do perfil dos casais. “Chegar aos dez anos da Feira Até Que Enfim é motivo de muito orgulho. Ao longo dessa trajetória, acompanhamos as mudanças no comportamento dos noivos, vimos novas tendências surgirem e fortalecemos um ambiente onde fornecedores e clientes conseguem construir relações de confiança. Esta edição celebra essa história, mas também olha para o futuro, trazendo inovação, informação e experiências que ajudam os casais a realizarem o casamento que sempre sonharam“, destaca.

Entre os destaques desta edição está o lançamento exclusivo do macaron sabor Bolo de Noiva, criação das chefs Aguinalda e Alessandra Gomes, da A’Macarons. Inspirado em um dos maiores símbolos das celebrações de casamentos, o novo sabor homenageia a tradicional confeitaria pernambucana, reinterpretando o clássico bolo de noiva em um delicado doce francês.

Outra novidade será a participação do escritório Souza Abage Advogados, especializado em Direito de Família e Sucessões. A proposta é ampliar a experiência da feira, oferecendo orientação jurídica sobre temas que fazem parte do planejamento do casamento, como escolha do regime de bens, pacto antenupcial e os aspectos legais da vida patrimonial do casal.

Durante os três dias de evento, advogados estarão disponíveis para esclarecer dúvidas e mostrar como essas decisões podem ser tomadas de maneira leve, transparente e segura, evitando conflitos futuros e proporcionando maior tranquilidade aos noivos.

Segundo Roger Mansur, também produtor da feira, o diferencial do evento está justamente em reunir soluções completas para quem está organizando o casamento. “Hoje os casais procuram muito mais do que fornecedores. Eles querem informação, segurança e experiências que facilitem todas as etapas da organização do casamento. A feira reúne exatamente esse ambiente, permitindo que os visitantes conheçam tendências, tirem dúvidas, façam degustações, conversem diretamente com especialistas e encontrem tudo o que precisam em um único lugar. A expectativa é bastante positiva para esta edição, acompanhando o bom momento vivido pelo mercado de eventos no segundo semestre”, afirma

Além das novidades, a Feira Até Que Enfim segue apostando na aproximação entre empresas e consumidores, fortalecendo o networking entre profissionais e impulsionando negócios em um dos segmentos mais dinâmicos da economia criativa brasileira.

Serviço
Feira Até Que Enfim – 2ª edição de 2026
Datas: 31 de julho, 1º e 2 de agosto de 2026
Local: Novotel Recife
Informações: @blogatequeenfim
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/feira-ate-que-enfim-2026-2/3389992

Matheus Fernandes comanda Arena Nº1 Recife nesta sexta-feira com transmissão da Seleção e shows

Festival no Parque Dona Lindu reúne futebol, música e experiências gratuitas com atrações como Deb Lima e DJ da Mata

A emoção da Copa do Mundo segue tomando conta do Recife. Após sua estreia na capital pernambucana, a Arena Nº1, criada por Brahma e realizada pela Agência California, retorna nesta sexta-feira (19), a partir das 17h, para mais um dia de celebração. A programação reúne transmissão da partida da Seleção Brasileira, experiências para o público e shows de Matheus Fernandes e Deb Lima.

Na capital pernambucana, o público encontra transmissão do jogo em telões de alta definição, ativações de marcas, experiências interativas, praça de alimentação, bares e uma programação pensada para transformar os dias de partida da Seleção em momentos de encontro e celebração. O festival é o único a contar com o apoio oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) durante o Mundial.

Para quem busca mais conforto e exclusividade, além da área gratuita, o evento conta com o setor Backstage, uma área exclusiva que, além de vista para o show e partidas, possui Open Bar Premium (Brahma Chopp, Brahma 0.0%, Michelob Ultra, Stella Artois Pure Gold, Beats Senses, Beats Green Mix, Beats Red Mix, Flying Fish, Guaraná Antarctica, Guaraná Antarctica Zero, Pepsi e Pepsi Zero). Os ingressos para o setor estão disponíveis na Sympla, com valores a partir de R$ 320. Como condição especial para esta rodada, os ingressos para o espaço estão disponíveis sem taxa de conveniência até o fim da partida.

Além da experiência premium, a Arena Nº1 conta com acesso gratuito ao público mediante retirada de ingresso pela Sympla e doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada, reunindo transmissão dos jogos, atrações musicais, ativações de marca, gastronomia e entretenimento em um só lugar.

A Arena Nº1 integra o movimento “Tá Liberado Acreditar”, lançado por Brahma para a Copa do Mundo de 2026. A campanha busca reacender a confiança do torcedor brasileiro na Seleção e transformar os dias de jogo em momentos de encontro, celebração e paixão coletiva pelo futebol. O movimento ganhou um filme protagonizado por Ronaldo Nazário e pelo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, reforçando a conexão histórica entre o Brasil, sua torcida e o esporte.

Programação:
RECIFE | Parque Dona Lindu
Av. Boa Viagem, s/n – Boa Viagem, Recife – PE

19/06 (sex) | Matheus Fernandes, DJ da Mata e Deb Lima
24/06 (qua) | Sambarrasta, DJ da Mata e Ju Marques
29/06 (seg) | Felipe Amorim, Lipe e DJ da Mata

SERVIÇO
Arena Nº1 Recife
Local: Parque Dona Lindu | Av. Boa Viagem, s/n – Boa Viagem, Recife – PE, 51030-010
Ingressos: sympla.com.br

Setor Arena: Gratuito, com acesso mediante retirada do ingresso e doação de 1kg de alimento não perecível na entrada. Entrada sujeita à capacidade do espaço.

Classificação: Crianças e adolescentes de 5 a 15 anos poderão entrar somente acompanhados pelos pais ou responsável legal. No acesso ao evento, será necessário assinar um termo de responsabilidade.
• Adolescentes de 16 e 17 anos desacompanhados poderão entrar mediante apresentação de um segundo termo de responsabilidade assinado por um adulto responsável.
É proibido o consumo, a compra e o fornecimento de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos.

Setor Backstage: a partir de R$ 280. Área exclusiva, com vista privilegiada e Open Bar Premium com Brahma Chopp, Brahma Chopp em lata, Brahma 0.0%, Michelob Ultra, Stella Artois Pure Gold, Beats Senses, Beats Green Mix, Beats Red Mix, Flying Fish, Guaraná Antarctica, Guaraná Antarctica Zero, Pepsi e Pepsi Zero.

Backstage Solidário: compra pela Sympla + doação de 1kg de alimento não perecível na entrada.
Backstage Inteira: compra direta pela Sympla.

Classificação: 18+. Proibida a entrada de menores de 18 anos, mesmo acompanhados dos pais e/ou responsáveis.

Acessibilidade disponível no local.

Arena Nº1 reúne Rogerinho e Raphaela Santos no Recife para estreia do Brasil na Copa do Mundo

Evento no Parque Dona Lindu terá transmissão da partida em telões, shows, experiências para torcedores e acesso gratuito mediante doação de alimento

A contagem regressiva para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo está na reta final. Faltando apenas um dia para o primeiro jogo do Brasil, milhares de torcedores se preparam para viver um dos momentos mais aguardados do calendário esportivo. E, para muitos deles, assistir à partida em casa já não é a única opção.
No Recife, a Arena Nº1 chega ao Parque Dona Lindu para transformar a estreia da Seleção em uma grande celebração coletiva, reunindo transmissão do jogo em telões, atrações musicais e experiências pensadas para quem quer viver a emoção da Copa ao lado de milhares de torcedores. A programação da estreia contará com shows de Rogerinho e Raphaela Santos, que comandam a festa antes e depois da transmissão da partida da Seleção Brasileira.

Criado por Brahma e realizado pela Agência California, o festival é considerado o maior do país durante os dias de jogo da Seleção Brasileira e o único a contar com o apoio oficial da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) durante o Mundial. Com operação simultânea em Salvador, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre e Recife, o projeto transforma cada partida do Brasil em um grande encontro entre futebol, música e entretenimento.

A Arena Nº1 conta com diferentes opções de acesso para os torcedores. O Setor Arena possui entrada gratuita mediante retirada de ingresso pela Sympla e doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada. O espaço conta com praça de alimentação, bares e acesso à programação do festival.

Para quem busca mais conforto e exclusividade, o evento oferece o setor Backstage, com área exclusiva, vista privilegiada para os shows e transmissões, praça de alimentação e open bar completo. Os ingressos estão disponíveis na Sympla, com valores a partir de R$ 320.

A Arena Nº1 chega em sintonia com o movimento “Tá Liberado Acreditar”, lançado por Brahma para a Copa do Mundo de 2026. A campanha propõe reacender a confiança do torcedor brasileiro na Seleção e transformar os jogos em momentos de encontro, celebração e paixão coletiva pelas ruas do país. O movimento ganhou um filme protagonizado por Ronaldo Nazário e pelo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, reforçando a conexão histórica entre futebol e torcida brasileira e convidando os brasileiros a voltarem a sonhar juntos, dentro e fora de campo.

Programação:
RECIFE | Parque Dona Lindu
Av. Boa Viagem, s/n – Boa Viagem, Recife – PE
13/06 (sab) | Rogerinho, Raphaela Santos e DJ da Mata
19/06 (sex) | Matheus Fernandes, DJ da Mata e Deb Lima
24/06 (qua) | Sambarrasta, DJ da Mata e Ju Marques
29/06 (seg) | Felipe Amorim, Lipe e DJ da Mata
O festival conta com o patrocínio de Jameson e Sympla, Volkswagen como carro oficial, apoio de Kibon, além da Globo como media partner oficial.


SERVIÇO
Arena Nº1 Recife
Local: Parque Dona Lindu | Av. Boa Viagem, s/n – Boa Viagem, Recife – PE, 51030-010
Ingressos: sympla.com.br
Setor Arena: Gratuito,  acesso mediante retirada do ingresso e doação de 1kg de alimento não perecível na entrada. Entrada sujeita à capacidade do espaço.
Classificação: 16+. É proibido o consumo, a compra e o fornecimento de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos.
Setor Backstage: a partir de R$280. Área exclusiva, com vista privilegiada e Open Bar Premium com Brahma Chopp, Brahma Chopp em lata, Brahma Zero, Michelob Ultra, Stella Artois Pure Gold, Beats Senses, Beats Green Mix, Beats Red Mix, Flying Fish, Guaraná Antarctica, Guaraná Antarctica Zero, Pepsi e Pepsi Zero.
Backstage Solidário: compra pela Sympla + doação de 1kg de alimento não perecível na entrada. Backstage Inteira: compra direta pela Sympla.
Classificação: 18+. Proibida a entrada de menores de 18 anos, mesmo acompanhados dos pais e/ou responsáveis.
Acessibilidade disponível no local.

O Portal 007 noticiou bastidores de contratos culturais e relações políticas ligadas a Luciano Medeiros em Ipojuca

Apuração reúne documentos, registros de eventos e conexões políticas envolvendo artistas, gestão municipal e o cenário eleitoral de 2024

Documentos, registros de contratação e conexões entre personagens do setor de eventos apontam para uma linha de favorecimento que exige explicações públicas: a escalada de pagamentos a artista ligada a Luciano e o ambiente político em torno da candidatura de seu filho em 2024. 

Matéria elaborada a partir de material documental fornecido, com linguagem jornalística e preservação de dados pessoais sensíveis.

O ponto central: não se trata apenas de agenda cultural. O que aparece é uma sequência de vínculos pessoais, políticos e empresariais que coloca Luciano Medeiros no centro de uma engrenagem de influência, contratos e exposição eleitoral.

Luciano Medeiros aparece nos registros como figura de forte circulação dentro da estrutura municipal de Ipojuca entre 2018 e 2024. A informação mais sensível não está apenas no cargo que ocupou, mas no entorno: passagem pela área de Cultura, proximidade com o núcleo político da gestão, influência narrada sobre contratações artísticas e, no mesmo período, a candidatura de seu filho a vereador em 2024.

A linha documental analisada aponta dois eixos de maior impacto político. O primeiro é a suspeita de contratações artísticas com valores superiores aos praticados para atrações do mesmo segmento, com destaque para apresentações ligadas à empresa Gamboa. O segundo é a relação extraconjugal atribuída a Luciano com a cantora Cleyce Beatriz, artista que aparece no centro dessas contratações. Quando esses dois pontos são colocados lado a lado, a narrativa deixa de ser administrativa e passa a ter peso político: os contratos, a intimidade e a campanha familiar passam a ocupar o mesmo tabuleiro.

Esta reportagem não afirma conclusão judicial nem substitui investigação oficial. O que se expõe é a coerência entre documentos, imagens, vínculos e pagamentos que, reunidos, impõem uma pergunta direta: a máquina cultural foi usada como vitrine política, favorecimento pessoal ou instrumento de sustentação de aliados?

1. Da Prefeitura à Cultura: o caminho que abre a porta das contratações

O material situa Luciano Medeiros primeiro no ambiente da Prefeitura e depois no circuito da Cultura, setor em que contratos artísticos, produção de eventos e circulação de empresas privadas costumam se aproximar da agenda política local. É nesse ponto que a história começa a ganhar corpo: as contratações questionadas não surgem isoladas, mas dentro de uma rede de pessoas que se conhecem, interagem e ocupam posições estratégicas.

Imagem 1 – O vínculo pessoal no centro do caso. O registro apresentado associa Cleyce Beatriz à estrutura municipal e à empresa contratada para eventos. A relevância política da imagem está no cruzamento entre função pública, agenda artística e a relação atribuída a Luciano Medeiros, elemento que transforma uma contratação cultural em possível conflito de interesse.Imagem 2 – O início da trilha de contratações. A sequência documental passa a mostrar contratações suspeitas vinculadas a eventos culturais. A imagem funciona como ponto de virada: daqui em diante, a narrativa sai do campo pessoal e entra no uso de recursos públicos.

2. Shows, valores e a pergunta que precisa ser respondida

A documentação reúne contratações de apresentações artísticas e aponta que a cantora teria recebido valores acima dos praticados por atrações semelhantes. O dado é politicamente explosivo porque a artista não aparece como figura aleatória do circuito cultural: ela é apontada como pessoa ligada intimamente a Luciano. Em uma cidade onde a Cultura tem forte apelo popular, cada show vira palco, cada palco vira capital político e cada contratação precisa resistir ao escrutínio público.

O ponto mais grave é a conexão temporal e política com a campanha de 2024 do filho de Luciano, Lucas Medeiros, candidato a vereador e atualmente suplente, segundo o material fornecido. A suspeita que se desenha é direta: contratações culturais podem ter funcionado como estrutura indireta de fortalecimento de presença pública, circulação social e influência política no período eleitoral.

Imagem 3 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 4 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 5 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 6 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 7 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 8 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 9 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 10 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 11 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.

3. A engrenagem empresarial por trás da contratação

A empresa Gamboa Sonorização, Iluminação e Locações de Máquinas aparece como peça importante na execução dos contratos. O material também aponta conexões com personagens ligados a outras empresas do setor de eventos, o que amplia o problema: a suspeita deixa de mirar apenas uma artista e passa a alcançar a estrutura de intermediação, produção e influência em torno da Cultura de Ipojuca.

Imagem 12 – A ponte entre artista, empresa e pagamentos. O trecho destaca a tese de valores superfaturados e apresenta a Gamboa como empresa central. É uma imagem-chave porque conecta a cantora citada, a contratação pública e a rede empresarial responsável pela execução dos eventos.Imagem 13 – Redes empresariais e produção cultural. A imagem amplia a apuração para outros nomes e empresas do segmento. O interesse jornalístico está no ecossistema: quem contrata, quem produz, quem influencia e quem se beneficia politicamente.Imagem 18 – A conexão declarada entre amizade, Cultura e contratação. O trecho apresenta a tese de que Luciano teria influência sobre contratações e relação com atores do setor de eventos. É uma peça de ligação entre o vínculo pessoal, a estrutura administrativa e a empresa contratada.

4. Redes sociais: o detalhe que confirma proximidade política e empresarial

As interações em redes sociais, quando isoladas, podem parecer banais. Neste caso, elas têm valor contextual: ajudam a mostrar proximidade entre Luciano, a empresa Gamboa e personagens vinculados ao setor de eventos. O problema não é uma curtida ou comentário. O problema é quando esses sinais digitais aparecem dentro de uma sequência maior de contratos, relações pessoais e influência política.

Imagem 19 – Interações que saem do campo informal. O material aponta participação da Gamboa e de personagens do setor em postagens associadas a Luciano. A imagem é relevante porque coloca a relação empresarial também no ambiente público das redes sociais.Imagem 20 – Comentários e marcações como rastros de proximidade. As marcações destacadas reforçam a ligação entre perfis citados. Em uma apuração política, esse tipo de rastro ajuda a contextualizar vínculos que, somados aos contratos, exigem resposta pública.Imagem 21 – Novas conexões no setor de eventos. A página relaciona Weverton a empresas e instituto, ampliando a rede de influência. O interesse está na multiplicidade de CNPJs e relações que aparecem em torno da mesma área: cultura, eventos e contratos públicos.Imagem 22 – Instituto, presença pública e imagem institucional. A fotografia e os documentos apresentados funcionam como prolongamento da rede. A apuração sugere que a influência cultural não se limita ao palco: ela se estende a entidades, eventos e articulação institucional.Imagem 23 – Portal da Transparência e despesas identificadas. A página reúne despesas em nome da Gamboa e reforça a necessidade de confrontar valores, datas, objetos contratados e critérios de escolha. É uma das imagens mais importantes para sustentar a cobrança de fiscalização.Imagem 24 – Registro financeiro final da sequência. O fechamento documental reforça que a questão central é o fluxo de dinheiro público. A matéria termina onde a fiscalização deve começar: nos pagamentos, nos beneficiários e nas justificativas formais de cada contratação.

Conclusão:

A pergunta que Ipojuca não pode engolir em silêncio O caso Luciano Medeiros reúne ingredientes que, em qualquer cidade, exigiriam explicações imediatas: influência política, contratação de artista ligada pessoalmente ao agente público, suspeita de valores acima do mercado, empresa intermediadora recorrente e coincidência com o ciclo eleitoral do filho candidato a vereador.

A defesa poderá apresentar justificativas, documentos e versões. Mas a cobrança pública permanece. Quem ocupou espaço de influência na Prefeitura não pode tratar contratações culturais como zona cinzenta. Se houve pagamento acima do padrão, é preciso explicar. Se houve favorecimento pessoal, é preciso investigar. Se a máquina de eventos serviu para alimentar visibilidade política em torno de uma candidatura familiar, a população precisa saber.

Em política, bastidor também deixa rastro. E quando o rastro passa por dinheiro público, relação pessoal e campanha eleitoral, o silêncio vira confissão política de desprezo pela fiscalização popular.

Nota editorial: dados pessoais sensíveis foram evitados no texto. A matéria foi estruturada a partir de documentos e imagens fornecidos, com foco nos pontos de interesse público: contratações, vínculos políticos, relações pessoais e possível conflito de interesse.

Gestão tributária e reestruturação operacional marcam debates na Convenção BWA 2025

Empresários, executivos e especialistas do setor tributário se reuniram nesta terça-feira (18) no Expo Center Recife para debater os impactos da reforma tributária e estratégias para adaptação das empresas às novas diretrizes fiscais. A Convenção BWA 2025 trouxe discussões sobre gestão tributária, redução de custos e a necessidade de reestruturação operacional diante das mudanças no sistema fiscal brasileiro.

Com auditório lotado, o evento contou com palestras e painéis interativos conduzidos por especialistas da área. André Adolfo, CEO da BWA Global, destacou a urgência da adequação ao novo cenário tributário.

“A reforma tributária já é uma realidade, e sua regulamentação foi publicada em janeiro. Quem ainda tinha dúvidas sobre sua implementação precisa mudar o foco e se preparar para o futuro. Os impactos no caixa das empresas e a necessidade de reestruturação operacional são grandes, exigindo atenção e ação imediata dos empresários”, afirmou.

Wilson Sá, CEO da PWR Gestão, abordou a importância da gestão estratégica para a sustentabilidade dos negócios, ressaltando como empresas podem minimizar riscos e maximizar resultados em meio às mudanças tributárias.

Além das palestras, o evento promoveu painéis de debate sobre conformidade fiscal e tendências do mercado corporativo, além de oferecer um espaço para networking entre os participantes. O encontro reforçou a necessidade de atualização constante por parte das empresas para lidar com um cenário econômico e tributário em transformação.

Para mais informações sobre os temas debatidos e as próximas edições do evento, acompanhe as redes sociais (@somosbwa) ou acesse o site oficial: bwa.global.