Deputado Estadual Nino de Enoque solicita implantação urgente de semáforo com botoeira em frente ao Condomínio Reserva Vila Natal, Jaboatão dos Guararapes, visando segurança e mobilidade

Em caráter de urgência no dia 13 de julho o deputado estadual Nino de Enoque apresentou uma solicitação em caráter de urgência para a implantação de um semáforo com botoeira em frente ao Condomínio Reserva Vila Natal. A iniciativa visa lidar com os crescentes transtornos na mobilidade e preocupações com a segurança de pedestres e veículos em decorrência do grande fluxo de famílias na região.

O Condomínio Reserva Vila Natal tem experimentado um aumento significativo no número de moradores e visitantes nos últimos anos, o que tem acarretado em problemas relacionados ao trânsito. O local, que antes apresentava uma dinâmica de tráfego tranquila, agora enfrenta congestionamentos e desafios para a travessia segura de pedestres.

Os moradores da região têm expressado crescente preocupação com o aumento dos riscos de acidentes de trânsito e a falta de medidas efetivas para proteger a segurança de todos os usuários das vias. Além disso, a grande circulação de famílias e crianças na área aumenta a relevância de medidas preventivas para evitar incidentes indesejados.

Ao reconhecer a urgência da situação, o deputado estadual Nino de Enoque agiu prontamente e apresentou a solicitação para a instalação de um semáforo com botoeira em frente ao Condomínio Reserva Vila Natal. A proposta visa controlar o fluxo de veículos e garantir que os pedestres possam atravessar a via de forma segura, além de promover uma mobilidade mais fluida em toda a área.

Representantes da Fazenda Jaqueira alertam para crimes ambientais em reserva

Representantes da Fazenda Jaqueira, localizada no município de mesmo nome, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, e que abriga uma importante área de preservação ambiental, com espécies raras da fauna e da flora, alertam para a necessidade urgente para combater os crimes ambientais que estão sendo cometidos no local. Os representantes pedem na Justiça o restabelecimento da liminar de primeiro grau para a reintegração das áreas protegidas. A denúncia de crimes ambientais também foi protocolada no Ministério Público Federal

Dentro da Fazenda Jaqueira fica a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Frei Caneca, com cerca de 600 hectares, contígua à RPPN Pedra D’Antas, localizada no município de Lagoa dos Gatos. Juntas, as duas RPPNs formam o bloco de floresta com cerca de 1.400 hectares conhecido como Serra do Urubu, um importante remanescente de Mata Atlântica que é reconhecido nacional e internacionalmente como uma área prioritária para a conservação das aves e da biodiversidade.

O fragmento da Serra do Urubu abriga atualmente 285 espécies de aves, sendo 13 consideradas globalmente ameaçadas de extinção. Além disso, na Serra do Urubu vivem espécies ameaçadas de outros grupos, como mamíferos, anfíbios e plantas. Segundo os pesquisadores, é uma das áreas mais ricas da Floresta Atlântica do Nordeste.

“Mostra-se urgente e necessária a mobilização das agências de preservação do meio ambiente, em especial Ibama e ICMBio, para que haja efetiva fiscalização e remoção de quem estiver cometendo invasão e crime ambiental na área da RPPN Frei Caneca”, diz o advogado da Fazenda Jaqueira, Leonardo Caldas Pinto.

Ele conta que houve e tem havido diversas invasões e destruição da área de preservação que vem sendo suprimida para a utilização da madeira e plantios extensivos de monocultura, especialmente de banana, tendo a empresa feito diversas denuncias aos órgãos competentes, tais como CPRH, Ibama, ICMBio, Ministério Público de Maraial, Delegacia de Polícia Local e terminando por protocolar ação judicial sem que nenhuma providência tenha sido tomada pelos órgãos até o momento.

Leonardo destaca, inclusive, que o Ibama, em resposta à denuncia, compareceu na área e constatou os danos, sem, entretanto, até o momento, ter tomado providências efetivas para estancar o dano. “Mais absurdo é que o ICMBio, apesar de ser legalmente responsável pela fiscalização, enviou ofício à empresa dizendo que por questões de orçamento somente poderia fiscalizar a área no ano de 2023 bem como que a empresa procurasse o judiciário”, detalha. Segundo ele, os crimes ambientais nas áreas de preservação estão sendo cometidos de forma recorrente e intensa, inclusive constatada no processo judicial pelo oficial de justiça e as denúncias culminaram com a decisão liminar do Juiz de Maraial/PE, que foi revogada no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e o recurso da empresa para restabelecê-la está até hoje pendente de julgamento.