Urna não é arquibancada

Em artigo, Janguiê Diniz reflete sobre os riscos da “futebolização” da política e defende um voto mais consciente, crítico e responsável em ano de Copa do Mundo e eleições presidenciais

Coluna Janguiê Diniz

Janguiê Diniz – Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group; diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

Em ano de Copa do Mundo e de eleições presidenciais, é inevitável que dois dos temas mais comentados pelos brasileiros ocupem espaço nas conversas, nas redes sociais e nos meios de comunicação. Embora ambos despertem interesse coletivo e mobilizem milhões de pessoas, existe uma diferença fundamental entre eles: enquanto o futebol é movido pela paixão, pela emoção e pela torcida, a política deveria ser guiada pela razão, pela análise e pela responsabilidade.

Torcer por uma seleção é um exercício legítimo de emoção. O futebol faz parte da cultura brasileira e desperta sentimentos intensos de pertencimento, identidade e entusiasmo. Durante uma Copa do Mundo, é natural que as pessoas defendam seu time, celebrem vitórias, lamentem derrotas e vivam intensamente cada partida. Nesse contexto, a paixão faz parte do espetáculo. Já as eleições seguem uma lógica completamente diferente. Quando um cidadão escolhe um presidente, um governador, um senador ou um deputado, não está escolhendo um time para torcer durante uma temporada. Está ajudando a definir os rumos do país, da economia, da educação, da saúde, da segurança pública e de inúmeras outras áreas que impactam diretamente a vida de milhões de pessoas.

Apesar disso, o que se observa cada vez mais é uma espécie de “futebolização” da política. Candidatos passam a ser tratados como ídolos intocáveis. Adversários são vistos como inimigos. O debate de ideias dá lugar aos confrontos emocionais. A análise racional é substituída por slogans, memes e ataques pessoais. Em vez de eleitores, surgem torcedores. Essa transformação é preocupante porque o fanatismo raramente convive bem com o pensamento crítico. O torcedor costuma defender seu time independentemente do desempenho em campo. O eleitor, por outro lado, deveria ser capaz de avaliar, questionar, concordar em alguns pontos e discordar em outros. A democracia saudável depende justamente dessa capacidade de reflexão.

Quando a política se transforma em torcida organizada, perde-se algo essencial: a disposição para ouvir. O diálogo se torna impossível. Cada grupo passa a consumir apenas informações que confirmam suas próprias crenças. O adversário deixa de ser alguém que pensa diferente e passa a ser tratado como alguém que precisa ser derrotado a qualquer custo. Esse comportamento enfraquece o debate público e empobrece a democracia. Afinal, nenhum candidato é perfeito, assim como nenhum projeto político está livre de falhas. A maturidade democrática exige reconhecer virtudes e limitações em todos os lados. Exige compreender que governantes são servidores públicos, não celebridades ou líderes infalíveis.

Por isso, uma eleição presidencial exige um nível de responsabilidade muito maior do que uma simples preferência emocional. Antes de votar, é importante analisar a trajetória dos candidatos, sua experiência administrativa, sua capacidade de liderança, suas propostas, suas equipes e sua visão para o futuro do país. É preciso observar o histórico de realizações, a coerência entre discurso e prática e a viabilidade das promessas apresentadas.

Mais do que escolher uma pessoa, o eleitor escolhe um projeto de poder e uma direção para a nação. Cada candidatura representa prioridades diferentes, estratégias distintas e formas particulares de enfrentar os desafios nacionais. Algumas propostas podem privilegiar determinadas áreas; outras podem adotar caminhos alternativos. Cabe ao cidadão avaliar essas diferenças com atenção e decidir, de forma consciente, qual projeto considera mais adequado para o futuro do país. A boa política não nasce da paixão cega, mas da participação consciente. Ela exige informação, reflexão e disposição para analisar fatos. Isso não significa abandonar convicções ou valores pessoais. Pelo contrário. Significa fundamentar essas convicções em argumentos sólidos e em uma avaliação responsável da realidade.

Também é importante compreender que o resultado de uma eleição não encerra a responsabilidade do cidadão. A democracia não termina na urna. Governantes devem ser acompanhados, fiscalizados e cobrados durante todo o mandato. Quem vota de forma consciente também exerce cidadania de forma contínua.

Em tempos de polarização intensa, talvez seja necessário resgatar uma verdade simples: candidatos não são times de futebol. Eles não precisam de torcedores incondicionais. Precisam de cidadãos atentos, críticos e participativos. O Brasil não ganha quando um lado humilha o outro. Ganha quando a população faz escolhas informadas e mantém a capacidade de diálogo, mesmo diante das divergências.

Neste ano em que Copa do Mundo e eleições dividem as atenções dos brasileiros, vale lembrar que a arquibancada é o lugar da paixão. A cabine de votação, por sua vez, deve ser o espaço da consciência. Porque, enquanto um resultado esportivo produz alegrias ou frustrações passageiras, uma eleição tem o poder de influenciar o destino de uma nação por muitos anos. E o futuro de um país é importante demais para ser decidido como se fosse uma partida de futebol.

Fabiano Bissotto assume coordenação política do PRTB com aval de Leonardo Avalanche

Empresário e ex-secretário de Goiânia lidera estratégia de fortalecimento nacional do partido.

O empresário e ex-secretário de Administração e Ações Estratégicas de Goiânia, Fabiano Bissotto, acaba de dar um novo passo em sua trajetória política ao assumir a coordenação política do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro). Reconhecido por sua atuação estratégica e visão inovadora durante sua gestão no poder público, Bissotto se destaca como uma liderança promissora no cenário político nacional.

A nomeação recebeu o apoio direto de Leonardo Avalanche, uma figura de peso no campo político, que reforçou sua confiança na capacidade de Bissotto de fortalecer as bases do partido e ampliar sua presença nacionalmente. Com esse respaldo, o PRTB busca consolidar um trabalho alinhado aos interesses da população, priorizando ações efetivas e estratégicas.

Com essa nova missão, Fabiano Bissotto assume o desafio de ampliar o alcance político do PRTB, aproximar o partido das comunidades e fortalecer os laços com lideranças nacionais, preparando o terreno para futuras disputas eleitorais.

É uma honra contar com o apoio de Leonardo Avalanche e poder contribuir para o crescimento do partido. Nosso foco será promover políticas que dialoguem com as necessidades reais da sociedade,” destacou Bissotto em sua primeira declaração após a nomeação.

Essa movimentação política promete impactar o cenário nacional, sinalizando uma renovação de forças no PRTB e um olhar estratégico para o futuro.

Saiba quem é o técnico português sondado para ser treinador de um importante clube do futebol brasileiro ainda em 2023

Com mais de 20 anos de experiência na melhor escola de futebol do mundo (Europa), 16 anos no Sporting Clube de Portugal, passagem pela Seleção Portuguesa como assistente técnico de 2010 a 2014 e ter revelado jogadores importante como Cristiano Ronaldo (CR7); o professor Leonel Pontes pode ser o próximo treinador português a desembarcar no Brasil.

Leonel Pontes da Encarnação nasceu no dia 9 de julho de 1972, em Funchal – Madeira, Portugal. Estreou como treinador no Sporting Clube Portugal, em 2009, na partida contra o Rio Ave Futebol Clube, pela 10ª rodada da Primeira Liga do Campeonato Português de Futebol.

Entre 1995 e 2004, trabalhou em todos os escalões da base do Sporting, desde o Sub-12 até a equipe B, onde acompanhou, desenvolveu e lançou jogadores como Cristiano Ronaldo, Quaresma, Nani, Miguel Veloso, João Moutinho, Rui Patricio, Beto, e muitos outros que vieram a desenvolver grande carreira. Durante esse período, foram vários títulos conquistados com jovens talento do futebol e que se tornaram profissionais de referência no esporte.

Em 2004/2005, chegou à equipe principal do Sporting como assistente do treinador Paulo Bento e lá permaneceu durante 4 anos. Pontes conquistou 4 títulos nacionais, sendo 2 taças de Portugal e 2 supertaças (Supertaça Cândido de Oliveira), nos anos de 2007 e 2008. Durante 4 anos, focou seu trabalho em busca do título de campeão da Liga dos Campeões, onde realizou 22 jogos, chegando num dos anos às oitavas de final.

Ele também foi assistente principal da seleção portuguesa de Futebol entre 2010 e 2014, participando do campeonato da Europa PolôniaUcrania-2012, onde a seleção chegou nas semifinais, sendo eliminada nos pênaltis pela Espanha, e da Copa do mundo no Brasil em 2014, ocasião em que enfrentou as equipes da Alemanha, Estados Unidos e Gana.

Já como treinador principal, estreou no Club Sport Marítimo (2014-2015), equipe da 1ª Liga Portuguesa, onde potencializou jogadores que continuam nas suas carreiras no mais alto nível como, por exemplo, Danilo (PSG), Jose Sá (Wolverhpaton), Fransergio (Bordéus), Raul (Estoril), Dyego Sousa (Almeria), sendo os 3 últimos de nacionalidade brasileira.

Internacionalmente, o treinador português tem no currículo passagens pela 1ª Liga do futebol grego, no Panetolikos (2015); 1ª Liga do futebol egípcio, no Al Ittihad (2015-2016); 1ª Liga do futebol húngaro, no Deberecene VSC (2016-2017); e na 2ª Liga espanhola, no Jumilla CF (2018-2019).

Em junho de 2019, Pontes voltou a comandar o Sub-23 do Sporting Clube de Portugal, onde ajudou a revelar jogadores que são destaques no panorama internacional como Nuno Mendes (PSG), Mateus Nunes (Wolverphaton), Gonçalo Inácio (Sporting CP), Tiago Tomás, (Estugarda), Eduardo Quaresma (Hoffeneim), Pedro Mendes (Ascoli), Nuno Moreira e Tomás Costa (Vizela) como os mais significativos. Após 10 vitórias seguidas no campeonato do Sub-23 e tendo o melhor ataque e a melhor defesa do torneio, Pontes foi convidado para o time principal de Sporting (2019-2020), onde esteve de forma interina.

Nos anos de 20212022, na metade do calendário da 2ª Liga, assumiu o Sporting Clube da Covilhã com o objetivo de manter a equipe fora da zona de rebaixamento. Superando as expectativas da conjuntura do time à época, ele conseguiu atingir o objetivo. Recentemente, ele iniciou conversas com diretores de um clube do Brasil para desembarcar por aqui como treinador, ainda no 1º semestre de 2023.

O portal PE News conseguiu entrevistar o professor Leonel Pontes, que falou sobre a evolução do futebol no Brasil nos últimos anos, as características peculiares dos jogadores brasileiros que fazem carreira na Europa, a importância da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) para a profissionalização e qualidade das estruturas dos clubes, suas amizades com os técnicos Abel Ferreira (Palmeiras/SP), Luís Castro (técnico do Botafogo/RJ), Ivo Vieira (Cuiabá/MT) e Pedro Caixinha (Red Bull Bragantino/SP), além do sonho de treinar um clube no Brasil. “Se entenderem que eu tenho o perfil certo para esse clube, eu estarei disponível”, comentou o treinador português durante a entrevista. Confira abaixo!

Professor, quais seus laços com o Brasil atualmente?
Sou profissional de futebol faz mais de 20 anos e tenho uma história no futebol português e com experiências internacionais. Tenho amigos treinadores no Brasil, como por exemplo, o Abel Ferreira, técnico atual do Palmeiras. Trabalhamos juntos 4 anos no Sporting, eu como treinador e ele como jogador. Na época (2014-2015), ele acompanhou o meu trabalho em Portugal, no CS Marítimo, equipe da 1ª Liga Portuguesa. Tenho relação próxima com o Luís Castro (treinador do Botafogo) e conheço pessoalmente o Pedro Caixinha do Red Bull Bragantino. O Ivo Vieira, do Cuiabá, foi meu assistente no CS Marítimo. Tenho também laços familiares no Brasil, minha namorada é brasileira.

Qual clube do Brasil o procurou e como estão as negociações?
Alguns agentes brasileiros e portugueses, que me conhecem, têm tentado levar-me para o Brasil. Eu próprio tenho esse sonho, mas ainda não surgiu uma oportunidade concreta, mas já tive reuniões com um clube brasileiro, no mês de novembro passado [2022]. Acho que ainda não é o momento para falar do clube, porque o assunto não foi divulgado na comunicação social e por não ter sido falado também prefiro não divulgar. Voltamos a falar no corrente mês [abril 2023], mas o clube ainda tem o seu treinador, mas há uma porta aberta. Entretanto, tem aparecido outras abordagens de outros agentes e, naturalmente, estou disponível para poder ouvir o que eles pretendem, o que os clubes eventualmente pretendem e se entenderem que eu tenho o perfil certo para esse clube, eu estarei disponível.

O senhor já desenvolveu algum trabalho de futebol no Brasil?
Estive na Copa do Mundo no Brasil, em 2014, era o assistente principal do selecionador [técnico] Paulo Bento, na seleção nacional [Seleção de Portugal]. Foi o único momento profissional que eu estive no Brasil. No entanto, já trabalhei com muitos jogadores brasileiros, Liedson, Anderson Polga, Derlei, Alecsandro, Pedro Silva, Rodrigo Tiuí, Fábio Rocemback, Pepe, que agora tem também a nacionalidade Portuguesa, e muitos outros, portanto, conheço as características do jogador brasileiro, embora ainda não tenha tido a oportunidade de trabalhar no futebol brasileiro. No entanto, já tinha estado no Uruguai, em 2005, no Torneio Punta Del Leste sub-20, onde participaram o Alexandre Pato, o Cavani e o Luis Soares. Eu fui acompanhar o torneio durante 15 dias como observador do Sporting. Nessa altura tinha 31 anos.

Professor, como o jogador brasileiro é visto pelos olhos de um treinador europeu?
Do que eu conheço dos jogadores brasileiros que vêm para Europa e daqueles com quem trabalhei, são jogadores altamente focados […] são bons profissionais e têm algo diferente, têm uma relação com a bola muito apurada, tecnicamente são muito envolvidos. E isso revela-se também naquilo que é o futebol do Brasileirão [Série A] e da Série B. São jogadores tecnicamente envolvidos, muito fortes fisicamente. As equipes resolvem os jogos principalmente no ultimo terço do campo pela elevada qualidade individual. E isso tem a ver com o talento. Entretanto, muitas vezes, quando há muito talento há mais desordem, porque os jogadores, com a sua qualidade técnica, tentam resolver as coisas mais pela forma individual. Mas, o futebol brasileiro, dentro do ponto de vista tático e da intensidade do jogo, tem vindo a crescer. Os jogadores estão cada vez melhor preparados fisicamente, e mentalmente, para jogar ao mais alto nível. Os que vem para a Europa estão mais aptos para se adaptar ao futebol daqui, que é mais intenso, é mais apertado em termos de espaço. As equipes aqui jogam mais fechadas com bons sistemas defensivos, com trabalho defensivo muito apurado, e eu acho que essa evolução tem vindo a acontecer nos últimos anos no futebol brasileiro, que na minha observação está cada vez melhor, tendo uma vantagem em relação ao europeu [ao jogador europeu], a maior parte dos jogadores [do Brasil] são muito talentosos do ponto de vista técnico.

O clube que o procurou já aderiu à SAF aqui no Brasil e como o senhor entende o sistema de SAF no futebol?
O clube que eu estive em contato ainda não tem esse contexto. Não sei se virá a ter. Na verdade as SAFs bem administradas terão uma coisa fundamental que é o suporte financeiro e uma exigência profissional mais elevada, o que significa que o clube que tem investidores precisa naturalmente ter um nível de profissionalismo elevado, criando as melhores condições estruturais, mas também dando melhores condições de trabalho aos jogadores para desenvolverem a sua atividade. Quanto melhores os clubes estiverem preparados, mais possibilidade tem de potenciar jogadores e criar negócio, de criar boas equipes e de estarem com o nível competitivo elevado. Isso fará delas as melhores equipes. Portanto, as SAFs podem ter essas vantagens bem administradas, porque haverá maior investimento sobre esses clubes.

Com quais jogadores brasileiros o senhor já trabalhou
No Egito, tive com o jogador Paulo César. Um jogador mediano para a realidade da Primeira Liga. Na Espanha, não tive. No CS Maritimo, trabalhei com o Dyego Sousa, atualmente no Almeria; Fransérgio, que está no Bordéus; tive o Raul, que esteve no Braga e que atualmente joga no Estoril de Portugal, tive também o Bruno Galo. Foram vários jogadores que fizeram parte da equipe do CS Maritimo, em 2014 e 2015. O Brasil é um país de futebol, de jovens talentos, e uma das coisas que orgulhosamente tenho feito na vida é ajudar muitos jovens jogadores a serem profissionais do futebol, a chegarem no alto nível; dar-lhes uma perspectiva de carreira profissional.

No Brasil, que profissionais irão compor seu staff?
A minha comissão técnica é constituída por 1 adjunto, 1 preparador físico, 1 analista e um treinador de guarda redes [goleiro]. Não é um staff fechado porque há muitos clubes que já possuem alguns profissionais e podemos sempre nos adaptarmos a realidade do Clube. Curiosamente tenho um analista que é brasileiro, do Rio de Janeiro, que trabalhou comigo no ano passado [2022] e que foi uma excelente surpresa. Poderá fazer parte da minha equipe de trabalho [caso se concretize a minha vinda para ser técnico no Brasil].

Jefferson R. Silva

Robson Ouro Preto, presidente do Solidariedade de Garanhuns, prestigia lançamento da pré-candidatura de Armandinho do Acordeon em Caruaru

Evento no Teatro Difusora reúne centenas de líderes políticos e demonstra força da candidatura para prefeitura de Caruaru.

O presidente do Solidariedade em Garanhuns, Robson Ouro Preto, marcou presença no lançamento oficial da pré-candidatura de Armandinho do Acordeon à prefeitura de Caruaru. O evento, realizado no Teatro do Shopping Difusora, reuniu centenas de líderes políticos, lotando o local e deixando centenas de pessoas do lado de fora.

Armandinho do Acordeon demonstrou sua força política na noite desta quarta-feira, com a presença maciça de apoio, incluindo a vice-presidente nacional do Solidariedade, Marília Arraes, e diversas outras lideranças políticas de Pernambuco.

A presença de Robson Ouro Preto, amigo pessoal de Armandinho, ressaltou o apoio e a solidariedade do partido à pré-candidatura, destacando a importância do evento para a política local de Caruaru.

O lançamento da pré-candidatura de Armandinho do Acordeon é um marco importante no cenário político da região, prometendo uma disputa eleitoral acirrada e demonstrando a força da liderança política na cidade.

Robson Ouro Preto, presidente do Solidariedade de Garanhuns, prestigia lançamento da pré-candidatura de Armandinho do Acordeon em Caruaru

Evento no Teatro Difusora reúne centenas de líderes políticos e demonstra força da candidatura para prefeitura de Caruaru.

O presidente do Solidariedade em Garanhuns, Robson Ouro Preto, marcou presença no lançamento oficial da pré-candidatura de Armandinho do Acordeon à prefeitura de Caruaru. O evento, realizado no Teatro do Shopping Difusora, reuniu centenas de líderes políticos, lotando o local e deixando centenas de pessoas do lado de fora.

Armandinho do Acordeon demonstrou sua força política na noite desta quarta-feira, com a presença maciça de apoio, incluindo a vice-presidente nacional do Solidariedade, Marília Arraes, e diversas outras lideranças políticas de Pernambuco.

A presença de Robson do Preto, amigo pessoal de Armandinho, ressaltou o apoio e a solidariedade do partido à pré-candidatura, destacando a importância do evento para a política local de Caruaru.

O lançamento da pré-candidatura de Armandinho do Acordeon é um marco importante no cenário político da região, prometendo uma disputa eleitoral acirrada e demonstrando a força da liderança política na cidade.

Último adeus ao Rei: confira detalhes de como será o velório de Pelé

Vila Belmiro, palco principal do maior atleta de todos os tempos, atrairá hoje olhares de todo o mundo no velório do ex-jogador

Palco principal do maior atleta de todos os tempos, a Vila Belmiro atrairá nesta segunda (2) os olhares de todo o mundo. Será no estádio do Santos em que acontecerá, a partir das 10h, o velório de Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, falecido na última quinta-feira, em decorrência da falência múltipla dos órgãos, provocada por um câncer de cólon.

Esquema do velório

Duas tendas foram instaladas no gramado do estádio Urbano Caldeira. A principal, no centro do gramado, receberá o caixão com o corpo de Pelé, com espaço para 80 cadeiras para familiares e amigos próximos.

A segunda tenda acomodará autoridades, que terão acesso ao estádio pelo Salão de Mármore. O presidente da Fifa, Gianni Infantino; o mandatário da Conmebol Alejandro Domínguez; o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues; o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; e o vice-presidente do País e torcedor santista, Geraldo Alckmin, estarão no local.

O velório de Pelé será o primeiro evento da agenda oficial de Lula (PT), que embarcará em avião que o levará até Guarujá (SP), cidade vizinha de Santos. De lá, o presidente da República irá para o estádio do Peixe. Tarcísio de Freitas (Republicanos), novo governador de São Paulo, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também estarão no velório do Rei, assim como o prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).

Por outro lado, ainda não se sabe quais jogadores e ex-companheiros de Pelé estarão presentes. Nomes como Gerson Canhotinha, Rivellino e Jairzinho, campeões da Copa do Mundo do México, não confirmaram presença. Assim como eles, Neymar e Gabigol, ídolos revelados no Santos e que utilizaram a camisa 10 de Pelé, também não confirmaram presença. Suspenso, o jogador do PSG não entrou em campo na partida do time pelo campeonato francês ontem.

O público geral entrará na Vila pelos portões 2 e 3, podendo circular em um espaço que será colocado a sete metros de distância do caixão, em um tablado. A saída será nos portões 7 e 8. Os jornalistas não terão acesso ao gramado, ficando somente no setor das cadeiras cativas e das cabines de imprensa.

Cercas impedirão que torcedores acessem o gramado onde não há o tablado de madeira. Jogadores do atual elenco do Santos chegarão juntos, em vans, no fim do dia. Faixas de torcedores santistas serão penduradas na arquibancada.

O corpo ficará no centro do gramado. A previsão é que o velório termine às 10h de amanhã. Haverá ainda um cortejo pelas ruas de Santos. O trajeto se iniciará na Vila Belmiro, passará pelo Canal 2 até a orla da praia. Seguirá ao Canal 6, em frente à casa de dona Celeste, mãe de Pelé, encerrando-se no Canal 1. Por fim, o sepultamento no Memorial Necrópole Ecumênica, em momento reservado para a família.

Um mês de tensão

Tricampeão mundial pela Seleção Brasileira, Pelé estava internado desde o dia 29 de novembro, no hospital Albert Einstein, em São Paulo. O Rei deu entrada por conta de uma infecção respiratória após contrair a Covid-19, além de passar por uma reavaliação do tratamento de um câncer no cólon.

Anteriormente, o ex-jogador tinha feito uma cirurgia no cólon, em setembro de 2021. Desde então, vinha fazendo sessões de quimioterapia. No dia 21 de dezembro, o hospital divulgou, por meio de um boletim médico, que Pelé apresentou uma progressão da doença oncológica, necessitando de maiores cuidados relacionados às disfunções renal e cardíaca.

PRONUNCIAMENTO BOLSONARO AO VIVO: Jair Bolsonaro quebra silêncio e fala pela primeira vez após derrota

Jair Bolsonaro fala pela primeira vez após derrota no segundo turno das eleições 2022

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez pronunciamento nesta terça-feira (1) no qual quebrou silêncio, condenou bloqueios nas estradas e falou em indignação com injustiças na eleição, na qual qual foi derrotado pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O mandatário quebrou o silêncio depois de diversos protestos de seus apoiadores fecharem rodovias pelo país entre segunda e terça-feira. O STF (Supremo Tribunal Federal) teve que tomar uma decisão para determinar a liberação das estradas. “Nosso sonho segue mais vivo do que nunca”, disse Bolsonaro, sem reconhecer derrota para Lula. “A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa robusta representação no Congresso mostra isso. Formamos diversas lideranças pelo Brasil”, disse Bolsonaro à imprensa.

Bolsonaro ainda fez uma crítica às manifestações dos caminhoneiros que bloqueiam estradas e exaltou manifestações do bem, que não causam transtornos. “Manifestações pacíficas sempre serão bem vindos, mas nossos métodos não podem ser o da esquerda, que sempre prejudicaram as pessoas”, continuou. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, dará início a transição de governo junto ao vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB).

Bolsonaro transforma o silêncio como marca da derrota nas urnas
O presidente Jair Bolsonaro (PL) se recolheu em silêncio, sem comentar o resultado da disputa com seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com assessores próximos, “foi dormir” e não recebeu nenhum dos ministros e auxiliares que procuraram por ele. Da mesma forma que um ocupante da Presidência, pela primeira vez, não obtém a reeleição, também é a primeira vez que um candidato derrotado não reconhece que perdeu a disputa. A expectativa é de que ele se pronuncie hoje sobre o pleito.
 
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, anunciou, ao confirmar o resultado do pleito, que ligou tanto para Lula quanto para Bolsonaro comunicando os percentuais de cada um. Mas não disse como cada candidato recebeu a notícia.
 
“Liguei pessoalmente para conversar com ambos os candidatos, Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, dizendo que a Justiça Eleitoral já estava apta para proclamar o resultado. O presidente Bolsonaro me atendeu com extrema educação, assim como o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva”, salientou.
 
Apoiadores que estavam na Esplanada se dirigiram ao Palácio da Alvorada com vuvuzelas e fogos de artifício chamando pelo chefe do Executivo ao som de “Bolsonaro, cadê você, eu vim aqui só para te ver” e “A nossa bandeira jamais será vermelha” — também gritavam “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”. No entanto, os apelos dos apoiadores do presidente não foram atendidos e as luzes da residência oficial foram apagadas por volta das 22h.
 
Ao longo da tarde, o presidente recebeu visitas do ministro da Justiça, Anderson Torres, e do senador, o filho Flávio Bolsonaro (PL-RJ), um dos coordenadores da campanha. Mesmo aliados do governo, que tentaram visitar o presidente, como o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, não foram recebidos. Depois de decretado o resultado, os filhos do presidente seguiram o exemplo do pai e não fizeram publicações nas redes sociais.
 
Desde a notícia da vitória de Lula, a imprensa seguiu à espera de um posicionamento de Bolsonaro e recorreu a assessores palacianos e a do próprio PL, que também se calou e ignorou questionamentos sobre uma eventual coletiva durante toda a noite.
 
Otimismo mais cedo
Ontem pela manhã, ao votar no Rio de Janeiro, Bolsonaro se disse otimista com o resutado das eleições: “Expectativa de vitória”. Após a votação, recebeu jogadores do Flamengo no Aeroporto Internacional do Galeão, após a vitória na final da Libertadores contra o Athlético-PR, no Equador.
 
No sábado, Bolsonaro escolheu Belo Horizonte para sua última motociata antes das eleições. Mas também foi derrotado por Lula no estado, a exemplo do primeiro turno. Hoje, o presidente segue sem agenda oficial.
 
Na reta final do segundo turno, a campanha de Bolsonaro sofreu impactos diante de declarações sobre adolescentes venezuelanas refugiadas em Brasília, com o “pintou um clima”. O caso foi seguido dos ataques do presidente de honra do PTB, Roberto Jefferson, à ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, e ao ataque que fez contra policiais federais que foram levá-lo de volta ao regime fechado de prisão.
 
Outra notícia que integrantes da campanha e do governo tentaram contra-atacar durante a semana foram as críticas à ideia do Ministério da Economia de deixar de corrigir o salário mínimo e a aposentadoria pela inflação passada. Pesou ainda o fracasso de colocar sobre as costas do TSE a culpa por inserções da campanha que não teria ido ao ar em rádios do Nordeste.
 
Após o último debate presidencial, na sexta-feira, o presidente afirmou que respeitaria o resultado das eleições. Segundo ele, levaria o pleito aquele candidato que conseguisse mais votos. “Quem tiver mais votos assume o governo. Não há a menor dúvida: quem tiver mais votos leva, isso que é democracia”, salientou.
 
Pelas redes sociais, o ministro da Casa Civil e coordenador da campanha do presidente, Ciro Nogueira, comentou brevemente o resultado das eleições. “Para sempre ao seu lado, capitão”, disse, com a publicação acompanhada de uma foto dos dois abraçados.
 
Já o ministro das Comunicações, Fábio Faria, agradeceu Bolsonaro por ter “resgatado o orgulho” do país de “ser brasileiro” — mesmo tendo afirmado, dias, antes que se arrependera de tentar jogar sobre o TSE a culpa pelas inserções de rádio que supostamente não foram ao ar.
 
Apesar do silêncio do presidente, ainda não se sabe se ele respeitará o resultado do sistema eleitoral ou se haverá a tentativa de judicialização das eleições. Isso porque, no dia seguinte ao episódio das inserções, ele anunciou que iria “até às últimas consequências”, além de ter afirmado, várias vezes, que apenas respeitaria um resultado de uma eleição que considerasse “limpa”.
Eleições têm o maior percentual de votos da História, diz Moraes

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi matematicamente confirmada com 98,86% das urnas apuradas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, afirmou neste domingo que a eleição presidencial de 2022 foi a que teve o maior número de votos em candidatos da História do país, o que significa um baixo percentual de brancos, nulos e de abstenção. A entrevista foi feita depois da vitória declarada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

— Encerramos esse importantíssimo momento. As eleições de 2022 com maior número de votos em candidatos da história brasileira, percentualmente e em termos absolutos — afirmou.

Questionado sobre risco de contestação dos resultados, Moraes disse que não vê risco e que a chapa de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin será diplomada em dezembro.

— Não vislumbramos nenhum risco real de nenhuma contestação. O resultado foi proclamado, o resultado será aceito. O ex-presidente Lula e Alckmin serão diplomados em 19 de dezembro — afirmou.

Após o término do pronunciamento, Moraes recebeu longos aplausos das autoridades que acompanham a entrevista coletiva, como ministros do STF, do STJ, integrantes das missões internacionais de observação e servidores da Justiça Eleitoral.

Moraes acompanhou a apuração da sede do TSE em Brasília ao lado de autoridades. Estiveram presentes os ministros do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski. Apenas os ministros André Mendonça e Nunes Marques, indicados por Bolsonaro ao STF, não compareceram ao TSE para a apuração.

Além dos ministros, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o presidente em exercício do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, o Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Aras, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, também estiveram presentes.

Na abertura de sua fala, Moraes fez menção às autoridades presentes e agradeceu às Forças Armadas, ao conselho de comandantes-gerais da Polícia Militar e ao conselho dos chefes da Polícia Civil pelo auxílio na segurança e no transporte de urnas durante o processo eleitoral.

— Nós conseguimos concluir uma eleição extremamente polarizada, que demonstrou o aumento do número de votos em candidatos. O mais importante de tudo, nós tivemos uma eleição pacífica, tranquila, com segurança. O eleitor votou tranquilamente — disse.

A presidente do STF, ministra Rosa Weber, ressaltou que o tribunal continuará “firme e coeso” e que o TSE garantiu a legitimidade do resultado das urnas “mais uma vez”.

— Que a vitória dos escolhidos nas urnas, como expressão da vontade popular, se suceda e para tanto conclamou a todos a um esforço coletivo, e que nos irmanemos em prol da unidade, do respeito e do fortalecimento das nossas instituições — disse.

O dia de votação foi marcado por operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em todo o país, mas concentradas no Nordeste, onde ocorreram 47% delas. Mais cedo, Moraes disse que essas operações retardaram a chegada de eleitores em suas seções, mas não impediram ninguém de votar.

O ministro disse que não houve aumento da abstenção no Nordeste, inclusive nos três estados que, segundo Moraes, onde houve mais recorrências de denúncia sobre operações da PRF.

— Não houve aumento na abstenção do Nordeste, como vários estavam entendendo, em virtude de uma proliferação de notícias que serão todas elas apuradas, mas como disse anteriormente e reitero aqui, mesmo os veículos, os ônibus que foram parados, tiveram operações, todos eles não voltaram à origem,seguiram seu destino — disse.

O diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, foi ao TSE nesta tarde e se reuniu com Moraes para explicar a situação, segundo o ministro. A determinação foi que as operações fossem suspensas.

O colunista Lauro Jardim mostrou que a ação da PRF nas estradas foi articulada pelo núcleo duro da campanha de Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada na última quinta-feira.

Debate comprova que Raquel é a mais preparada para governar Pernambuco

Candidata apresentou propostas de diferentes áreas para a transformação do estado

Demonstrando mais preparo e conhecimento para debater os problemas reais do estado, a candidata Raquel Lyra (PSDB) apresentou, mais uma vez, as propostas para pernambucanos e pernambucanas durante debate desta terça-feira (25) da TV Jornal. “A gente andou muito e debateu sobre a garantia de melhor qualidade de vida para a nossa gente, porque eu cheguei aos invisíveis. Aqueles que o governo normalmente não enxerga”, apontou Raquel, ao falar que é hora de comparar trajetórias e biografias.

“Andamos nas ruas do nosso estado, ouvindo as pessoas, entendendo as suas dores e buscando com ela, juntos, construir um estado melhor para a gente viver”, disse.

Raquel falou sobre as políticas de ressocialização para jovens. “Conheço a estrutura necessária para garantir o sistema socioeducativo funcionando de maneira adequada. Os adolescentes que não puderem estar cumprindo medidas socioeducativas em meio aberto, vamos estabelecer um recurso fundo a fundo, garantir dinheiro para as prefeituras, para a equipe multidisciplinar poder fazer o acompanhamento do jovem que estiver em cumprimento de medida socioeducativa, junto da sua família, acompanhando na escola com a turma da assistência social e reestruturar o sistema social educativo em Pernambuco. Isso não se faz com discurso, nem se faz com pegadinha.”

A ex-prefeita de Caruaru também falou sobre o combate à violência contra a mulher. “Como prefeita de Caruaru, a gente combateu a violência contra a mulher. Centro de Referência Maria Bonita, com equipe multidisciplinar. Vamos levar isso para os demais municípios de Pernambuco. A gente vai dobrar o número de delegacias da mulher funcionando, 24 horas por dia, 7 dias por semana”, afirmou Raquel.

Outras propostas na área de turismo, transporte público, infraestrutura e combate à desigualdade social também foram apresentadas. Elas podem ser conferidas também no Plano de Governo, disponibilizado no site: https://www.raquellyra.com.br/

“Eu vou cuidar de verdade, acolher, proteger. É assim que fiz a minha vida inteira. É assim que eu vou continuar a fazer”, finalizou Raquel.