Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or reúne especialistas do Brasil e do exterior no Rio de Janeiro

Evento acontece de 6 a 8 de agosto com mais de 240 palestrantes, debates sobre inteligência artificial, obesidade, saúde cardiovascular da mulher e medicina personalizada, além de programação científica e solidária

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo e vivem um momento de rápida transformação, impulsionado por avanços científicos e tecnológicos que vêm mudando a forma de prevenir, diagnosticar e tratar essas condições.

É nesse cenário que o Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or 2026 organizou os painéis para sua próxima edição, que será realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, no Hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, reunindo especialistas brasileiros e internacionais para discutir as principais evidências científicas e os desafios que estão redefinindo a prática cardiovascular.

As inscrições estão abertas e, neste ano, o congresso terá caráter solidário. O investimento na inscrição é de R$ 30, valor integralmente destinado ao Lar Maria Dolores e à ONG Mãos Unidas. O evento é voltado a médicos, residentes, acadêmicos de Medicina e de outras áreas da saúde, além de profissionais da assistência, da Rede D’Or e de outras instituições.

Com o tema “Cardiologia além do coração: da evidência à decisão clínica”, o encontro reunirá mais de 240 palestrantes, com uma densa programação científica que abordará os desafios atuais da prática cardiovascular e a integração entre diferentes especialidades, reforçando uma visão cada vez mais ampla e personalizada do cuidado ao paciente.

Ao longo de três dias, especialistas discutirão temas como inteligência artificial aplicada à medicina, cardiometabolismo e obesidade, saúde cardiovascular da mulher, medicina personalizada, genética cardiovascular, cardio-oncologia, cirurgia cardíaca robótica, doenças raras, suplementação, emergências cardiovasculares, transplantes, e as principais atualizações em doença coronariana, insuficiência cardíaca, arritmias, hipertensão, valvopatias e cardiologia intervencionista.

O congresso contará com a participação internacional de Lee Benson, referência mundial em cateterismo congênito, que apresentará avanços nos procedimentos percutâneos para o acompanhamento tardio da Tetralogia de Fallot, com foco na valva pulmonar.

Além de conferências e mesas-redondas, o congresso contará com workshops, atividades hands on, simulações clínicas, discussão de casos e sessões multiprofissionais, promovendo a troca de experiências entre pesquisadores, especialistas e profissionais que atuam diretamente na assistência.

“As doenças cardiovasculares continuam sendo o maior desafio da saúde global e evoluem em um ritmo acelerado. Nosso objetivo é oferecer uma programação científica conectada à prática clínica, que reúna as evidências mais atuais e ajude os profissionais a transformar conhecimento em melhores decisões para os pacientes”, afirma a cardiologista Jacqueline Miranda, presidente do Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or 2026.

Para o vice-presidente do congresso, Fabio Augusto De Luca, o encontro também reforça a importância da colaboração entre diferentes áreas da medicina. “A cardiologia moderna dialoga cada vez mais com outras especialidades e incorpora novas tecnologias para oferecer um cuidado mais preciso, integrado e individualizado. O congresso foi estruturado para refletir essa realidade e promover um ambiente de aprendizado, troca de experiências e construção coletiva do conhecimento”, destaca.

As doenças cardiovasculares permanecem como a principal causa de morte no mundo e representam um dos maiores desafios para os sistemas de saúde. Nesse cenário, o Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or se consolida como um espaço estratégico para atualização científica, intercâmbio entre especialistas e discussão das inovações que devem impactar a prática clínica nos próximos anos.

As inscrições e a programação completa estão disponíveis no site oficial do evento (https://congressocardiologiador.com/).

Belo relê grandes sucessos do Roupa Nova

O grupo Roupa Nova tem um capítulo especial na história da música brasileira. Afinal, em 40 anos de carreira, emplacou dezenas de sucessos, sendo que 35 deles foram temas de novelas. Por conta disso, o grupo carioca marcou uma geração de cantores românticos que vieram na sequência, entre os quais o paulista Belo. “Tem gente que acha que é fácil, mas cantar o amor não é mole não. Ainda mais durante tanto tempo”, diz o sambista, que, em forma de homenagem, gravou três grandes sucessos do Roupa Nova, em mais uma edição do seu projeto “Belo Future”, em que interpreta canções de outros artistas com novos arranjos.

“Belo Future: Eternos” (capa acima) é a sétima edição desse projeto audiovisual e inovador de Belo. É uma parceria entre o artista e a agência musical Mousik, empresa recém-chegada ao mercado, que tem no comando o compositor e produtor Umberto Tavares. O EP chegou aos aplicativos de música na sexta-feira, 27, data em que os vídeos das gravações foram postados no canal do artista no YouTube. A propósito, o registro tem produção musical de Tavares e Jefferson Junior e direção de vídeo de Beto Chaves.

Neste novo medley do projeto “Future”, Belo interpreta “Volta Pra Mim”, “Anjo” e “A Viagem”, mesclando a base do samba com beats eletrônicos: “Roupa Nova é um grupo eterno e atemporal, que consegue se renovar a cada ano. Tentei dar uma roupagem diferente a esses sucessos que encantaram o Brasil inteiro”, diz ele. Para o artista, o segredo do sucesso do grupo é cantar o cotidiano de maneira direta: “a fala do Roupa Nova é muito direta, simples. Por isso eles estão jogando há mais de 40 anos”.

Belo é amigo pessoal dos integrantes e, também por isso, quis homenagear o grupo, que perdeu o vocalista Paulinho durante a pandemia de Covid-19. No clipe, gravado em um teatro do Rio de Janeiro, ele reverencia a trajetória do Roupa Nova. “É minha forma de agradecer por toda a influência que nos deram”, afirma.