Deputado Coronel Alberto Feitosa parabeniza a equipe do Aeroporto pela premiação internacional

O parlamentar Coronel Alberto Feitosa foi o responsável pelo Aeroporto quando o terminal aéreo foi totalmente reformado. Acompanhou de perto as obras de reforma como superintendente do Aeroporto do Recife naquela época e posteriormente como secretário estadual de turismo contribuiu para inclusão de 7 vôos internacionais na rota turística do Estado.

“Sinto-me muito feliz com toda conquista deste Aeroporto que tive a honra de contribuir para potencializar e parabenizo a equipe que lá está. Como gestor sei que nenhum resultado é possível sem uma equipe comprometida”, disse o deputado.

O Aeroporto Internacional do Recife Guararapes – Gilberto Freyre foi considerado o melhor terminal aéreo regional do Brasil pelo World Airport Awards 2020. A premiação britânica avaliou 500 aeroportos de todo o mundo considerando a opinião dos seus usuários. O terminal aéreo recifense foi o aeroporto brasileiro mais bem colocado na categoria de melhor terminal regional do país, à frente de Congonhas, em São Paulo, e do Galeão, no Rio de Janeiro.

Também foi apontado como o segundo melhor do mundo em uma pesquisa realizada pela AirHelp, especialista em direitos dos passageiros aéreos.

Haddad começa a montar equipe econômica e defende ‘pobre no Orçamento’

Na primeira entrevista coletiva após ser oficializado como futuro ministro da Fazenda, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) confirmou, ontem, os dois primeiros nomes de equipe econômica do novo governo: os economistas Gabriel Galípolo e Bernard Appy, considerados por ele, técnicos respeitados nas respectivas áreas.

Durante o anúncio, Haddad rebateu as críticas do atual governo aos relatórios da equipe de transição que apontam problemas na área fiscal. Nesse sentido, disse que pretende consertar os impactos da “farra eleitoral” de aumento de despesas da atual administração para tentar ganhar as eleições. Sem poupar palavras, o ex-prefeito ressaltou que pretende montar uma nova política econômica que inclua o pobre no Orçamento da União. “Temos que compatibilizar a responsabilidade fiscal com a responsabilidade social”, pontuou.

Na avaliação de Haddad, o governo Bolsonaro tomou “medidas desesperadas” e eleitoreiras, criando despesas que precisarão ser corrigidas no ano que vem, como a falta de critérios de elegibilidade adotada para reduzir, antes das eleições, a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida, segundo ele, gerou uma gasto adicional, para 2023, de R$ 17 bilhões. “Temos que contar a verdade para a sociedade. Não tem fake news em números. Os filtros foram removidos e será preciso acomodar muita despesa que não estava prevista, e isso. no total, dá R$ 450 bilhões”, acrescentou.

Por conta disso, o futuro ministro da Fazenda reforçou a necessidade da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, permitindo aumento de gastos acima da regra do teto em R$ 168 bilhões por dois anos, conforme o projeto aprovado pelo Senado Federal na semana passada, que ainda precisa ser apreciado pela Câmara dos Deputados. O texto inicial elaborado pela transição previa valor e prazos maiores, de R$ 198 bilhões de gastos anuais extras durante todo o terceiro mandato de Lula. “A equipe fez a conta sobre o Orçamento que tem que ser aprovado com o mesmo valor que Bolsonaro teve para despesas no último ano de governo”, justificou.

Primeiros nomes
Galípolo ocupara a Secretaria Executiva e será o número 2 de Haddad no Ministério da Fazenda. A pasta será recriada, juntamente com a do Planejamento, Orçamento e Gestão e a do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Integrante da equipe de transição e ex-presidente do Banco Fator, o economista se aproximou do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na campanha eleitoral e é um importante interlocutor do novo governo com o mercado financeiro. Ele acompanhou Haddad, ontem, nas reuniões de que o futuro ministro participou, no Ministério da Economia e no Banco Central, nas quais foi apresentado aos interlocutores como secretário-executivo da pasta. Haddad disse que os encontros foram positivos e bastante cordiais.

O segundo integrante da equipe confirmado por Haddad é o economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCIF) e autor do projeto da proposta de reforma tributária da Câmara dos Deputados, a PEC 45/2019, que foi desprezada pelo ministro Paulo Guedes e está parada no Congresso. Appy será o secretário especial da Reforma Tributária da pasta.

Havia uma expectativa de que Haddad anunciasse outros nomes, mas ele disse que, por enquanto, somente os dois confirmaram o convite. Ele pediu paciência para o mercado aguardar os demais. “Avaliem minha equipe quando ela estiver montada”, afirmou. Ao ser questionado sobre as nomeações para os bancos públicos, o ex-prefeito paulista respondeu que a escolha será do presidente Lula.

Na visão de Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, Appy foi uma “excelente escolha”, mas Galípolo é uma incógnita, assim como os demais integrantes da equipe. “A escolha de Appy era esperada e necessária para lidar com a reforma tributária, especialmente a PEC 45. Galípolo deve lidar com PPPs (Parcerias-Público-Privadas), mas é uma incógnita. Faltam nomes na questão fiscal, que espero venham na Secretaria de Política Econômica, no Tesouro Nacional, e no Planejamento”, afirmou. Para o economista e consultor André Perfeito, Galípolo será “um ativo importante” para o novo governo, com capacidade de diálogo com o mercado financeiro, apesar de não ser da linha econômica mais ortodoxa.

Arcabouço fiscal

Além de reforçar o alerta sobre a piora das contas públicas no próximo ano, Haddad criticou o teto de gastos. Para ele, essa regra não é confiável, “porque não é exequível”. “Um arcabouço fiscal novo é imprescindível, uma vez que o atual praticamente decaiu e não é respeitado há três ou quatro anos”, disse. Ele adiantou que pretende concluir a proposta da PEC do novo arcabouço fiscal para que ela caminhe junto com a da reforma tributária. “Se houver amadurecimento da parte do governo, eu entendo que essas duas coisas podem caminhar juntas”, afirmou.

Lula deve anunciar, nesta sexta-feira (9), pelo menos cinco ministros do governo dele

Petista havia dito que só confirmaria nomes de indicados à Esplanada dos Ministérios depois da diplomação, marcada para segunda-feira (12)

Pelo menos cinco ministros que vão integrar o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) devem ser anunciados na manhã desta sexta-feira (9). De acordo com integrantes da equipe de transição e interlocutores do petista, as pastas que vão ter os nomes dos seus titulares divulgados são a Fazenda, Casa Civil, Justiça e Segurança Pública, Defesa e Relações Exteriores.

O governo eleito vem afirmando que o desenho da Esplanada dos Ministérios será semelhante ao do segundo mandato de Lula (2007-2010). O anúncio deve ocorrer no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição de governo, pouco antes do jogo entre Brasil e Croácia, marcado para o meio-dia, pelas quartas de final da Copa do Mundo.

Lula havia adiantado que já tinha “na cabeça” pelo 80% dos nomes que ocupariam os ministérios do governo dele, mas só revelaria depois de ser diplomado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), solenidade que está marcada para a próxima segunda-feira (12). A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffomann, no entanto, anunciou na quinta-feira (8) que Lula adiantaria à imprensa os primeiros nomes nesta sexta-feira.

De acordo com o blog da jornalista Julia Duailibi, no G1, o nome do ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) é dado como certo para o Ministério da Fazenda. Ainda segundo a mesma fonte, o atual governador da Bahia, Rui Costa (PT), que não disputou a reeleição neste ano porque já está no segundo mandato e também abriu mão de concorrer a outro cargo público, deve ser anunciado para comandar a Casa Civil.

Ainda segundo Julia, o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve ser comandado pelo ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino (PSB). Para a Defesa, o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Múcio Monteiro, que foi ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, no segundo mandato de Lula, já é dado como certo.

O embaixador e ex-ministro Mauro Vieira, que já comandou o Itamaraty no governo Dilma Rousseff (PT) e atualmente é embaixador do Brasil na Croácia, é o favorito para o Ministério das Relações Exteriores. O nome de Vieira teria sido adiantado por Lula a aliados próximos.

Equipe de transição de Raquel Lyra questiona criação de grupo de trabalho para “implantação de ações estruturadoras” a 46 dias do fim do governo Paulo Câmara

A vice-governadora eleita e coordenadora da equipe de transição do governo eleito de Raquel Lyra, Priscila Krause (Cidadania), questionou o governo Paulo Câmara (PSB), nesta segunda-feira (21), por meio de um ofício, sobre a criação do grupo de trabalho que foi instituído 46 dias antes do fim da gestão para atuar na implementação de projetos estruturantes do Estado. O documento, que foi encaminhado para o coordenador da transição do governo socialista e secretário da Casa Civil, José Neto, também quer saber quais são os projetos que serão tratados e quais as atividades previstas e respectivos cronogramas.

De acordo com Priscila, o documento ainda solicitou que sejam compartilhados os documentos referentes a cada um dos projetos estruturadores tratados pelo Grupo de Trabalho, tais como estudos, projetos, processos e demais informações. Outro ponto que a vice-governadora eleita pleiteou é que sejam compartilhadas as atas de reuniões que serão realizadas e coordenadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio. Publicada no Diário Oficial do Estado, na última sexta-feira (18), a portaria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de número 028 instituiu o grupo com o “objetivo de atuar na implantação de projetos estruturadores do Estado”.

“A equipe de transição quer entender as razões que levaram o atual governo a instituir o grupo de trabalho 46 dias antes do fim da gestão, durante o processo de transição governamental, em que estamos fazendo levantamentos de informações relevantes para o início das atividades da próxima gestão. Se são projetos estruturadores, certamente, são decisões que passam pelo próximo governo”, reforçou a vice-governadora eleita.

Além do secretário Geraldo Julio, também compõem a equipe o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Tomé Franca, que foi nomeado secretário do grupo; a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista; a secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Inamara Santos Mélo, e o secretário de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo.

OFÍCIOS – Nesta segunda, a equipe de transição de governo de Raquel Lyra ainda encaminhou, além do pedido de esclarecimento sobre a criação do grupo de trabalho, mais dois ofícios ao Governo do Estado pedindo informações sobre as ações para a realização do Carnaval 2023 e outro direcionado na área de saúde de Pernambuco. Ainda foi encaminhado um ofício para o Tribunal de Contas do Estado solicitando informações sobre relatórios e auditorias. Até o momento, já foram encaminhados 22 ofícios para o Governo do Estado e dois para o TCE.

Fotos: Yêdo Leonel

Após férias na Bahia, Lula participa de reuniões com a equipe de transição

Com informações da Agência OGlobo

Depois de dias de descanso na Bahia, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa de reuniões com a equipe de transição de governo, nesta segunda-feira (7), a partir das 10h, em São Paulo (SP). O foco está na manutenção do auxílio de R$ 600, retomando o Bolsa Família. O valor não está assegurado no Orçamento de 2023, e o desafio é negociar os ajustes com o Congresso Nacional. Lula vai tomar posse em 1º de janeiro de 2023.

Esta semana, ele desembarcará em Brasília para uma intensa agenda com autoridades do Legislativo e do Judiciário. Lula chegará à capital federal ao lado do vice-presidente eleito e coordenador da transição, Geraldo Alckmin (PSB), e de ampla comitiva.

O petista tem reuniões previstas com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, e com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Será a primeira agenda oficial com Lira, que até então se posicionou como aliado de primeira hora do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A transição em Brasília começará com reuniões marcadas no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), espaço em Brasília a cerca de 7 km do Palácio do Planalto.

O CCBB abriga exposições, shows e cinema durante o ano. Desde 2002, quando Lula foi eleito pela primeira vez, o local é cedido para a equipe de transição de governo. Em 2018, foi lá que a equipe nomeada por Bolsonaro se reuniu com integrantes da gestão de Michel Temer (MDB). Lula também transferiu seu governo para lá em 2009, durante reforma do Palácio do Planalto.

Avaliação das contas

O chefe da transição é Alckmin. Assim como Lula, ele terá seu próprio gabinete instalado nas salas de reunião do CCBB. Também haverá um espaço de reuniões e algumas salas para as equipes técnicas.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, visitou o local na última sexta-feira, acompanhada do coordenador do programa de governo da campanha, Aloizio Mercadante, e de parlamentares do partido, e disse que serão necessários os dois andares do prédio, já que haverá pessoas trabalhando como voluntárias.

O governo eleito deve indicar 50 nomes para avaliar as contas e os programas do atual governo, além de debater a viabilidade de promessas de campanha. Esses nomes serão divididos em grupos temáticos. O ex-ministro da Educação Fernando Haddad, por exemplo, vai liderar reuniões com colaboradores na área. A ideia é reunir sugestões de diversos setores incluindo fundações, parlamentares, organizações do terceiro setor e entidades representativas da educação.

Nem todos os participantes vão compor a equipe de transição, mas fornecerão subsídios para o grupo da linha de frente. A sistematização das sugestões dos colaboradores ficará sob responsabilidade de Henrique Paim, ex-ministro da Educação durante o governo Dilma Rousseff e braço direito de Fernando Haddad. Não há definição, no entanto, de que Paim será o coordenador da transição nesta área.

Área de educação

Entre os que foram chamados para a equipe da área de educação estão quadros do PT, como a senadora eleita Teresa Leitão, a deputada federal Rosa Neide e Heleno Araújo, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Também há representantes ligados a fundações como Neca Setubal, pessoa de confiança da ex-ministra Marina Silva (Rede); e a organizações do terceiro setor, como Daniel Cara, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Embora esteja à frente das discussões, Haddad tem deixado claro a interlocutores quer não quer assumir a área novamente. A pasta é uma das mais caras ao PT e uma das vitrines dos governos de Lula e Dilma.