Deputado Federal Luciano Bivar Recebe Convite Oficial para Disputar Eleições de 2026 pelo PRTB

O convite foi formalizado pelo presidente estadual do PRTB, Robson Ouro Preto, em encontro realizado em Recife, na manhã desta sexta-feira (7), onde ambos discutiram possibilidades para a participação de Bivar nas eleições.

Na manhã desta sexta-feira (7), o deputado federal Luciano Bivar (União Brasil) recebeu um convite oficial para disputar as eleições de 2026 pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB). O convite foi formalizado pelo presidente estadual do PRTB, Robson Ouro Preto, durante encontro realizado em Recife. A reunião foi marcada por intensos diálogos entre os dois, que deixaram a porta aberta para que Bivar integre o PRTB, fortalecendo a presença do partido em Pernambuco nas próximas eleições.

Luciano Caldas Bivar, natural de Recife e nascido em 29 de novembro de 1944, é um político e empresário brasileiro com uma carreira destacada. Ele foi presidente nacional do União Brasil (UNIÃO) até 2024 e antes disso, liderou o Partido Social Liberal (PSL) até sua fusão com o Democratas (DEM). Bivar também foi candidato à presidência da República em 2006 e é conhecido por seu vínculo com o Sport Club do Recife.

Na eleição de 2022, Bivar foi apoiado por Pablo Marçal, que na época abriu mão de sua candidatura para apoiar Bivar. A relação entre ambos continua sólida, e essa troca de apoios pode refletir em um novo movimento político em 2026, com Bivar possivelmente se unindo ao PRTB para sua candidatura.

Luciano Bivar realiza carreata expressiva em Boa Viagem

Carreata da vitória na reta final de campanha! Neste domingo (25/09), Luciano Bivar, presidente nacional do União Brasil que é candidato a deputado federal, realizou uma caminhada de mais de 5 km no bairro de Boa Viagem, saindo do seu comitê, na Avenida Domingos Ferreira, passando pela Avenida Boa Viagem e retornando ao local de concentração.

Todos os candidatos (as) e lideranças políticas que apoiam a reeleição de Luciano Bivar à Câmara Feral registram presença na carreata a uma semana das eleições.

“Foi um encontro caloroso, ao lodos dos nossos correligionários, com o objetivo de reunir propostas para construir um Pernambuco mais forte. Estamos na parte final da nossa campanha, que já consideramos vitoriosa por toda a expressão e pelo carinho do povo pernambucano nas ruas, no dia a dia”, destaca Bivar.

Muitas lideranças declaram apoio a Bivar, como os prefeitos Marcos Patriota (Jupi – Agreste), Raimundo Pimentel (Araripina – Sertão), Josafá Almeida (São Caetano – Agreste), Eduardo Honório (Goiana – Zona da Mata Norte), Flávio Gadêlha (Abreu e Lima – Região Metropolitana do Recife), o vice-prefeito de Ibimirim (Sertão), Charles do Paulistão e os vereadores Beto Torres (Avante), presidente da Câmara, e Erick Tenório (Avante), ambos da cidade de Pedra (Agreste).

Além deles, o ex-prefeito de Escada (Zona da Mata Sul), Lucrécio Gomes, também está com o presidente nacional do União Brasil.

A uma semana da eleição, Luciano Bivar realiza carreata no Recife

No último domingo antes das eleições, os correligionários do Deputado Federal vão realizar uma grande carreata pelas ruas do Recife. A concentração será no Comitê, às 12h. De lá, os carros e motos seguem até a praça de Boa Viagem, passando por toda Avenida Boa Viagem e retornam ao Comitê.

No retorno, Luciano Bivar promoverá o um grande encontro com lideranças e apoiadores com o objetivo de reunir propostas para construir um Pernambuco mais forte.

Bivar recebe apoio do vice-prefeito de Ibimirim, Charles do Paulistão

O deputado federal e candidato à reeleição, Luciano Bivar, ganhou mais um importante apoio na sua campanha para seguir na Câmara Federal. O vice-prefeito de Ibimirim, Charles do Paulistão, fechou com o presidente nacional do União Brasil. 

O parlamentar esteve em Ibimirim, no Sertão do Estado, onde teve um encontro com o vice-prefeito Charles do Paulistão e o deputado estadual Diogo Moraes. 

Bivar também percorreu outras cidades, no Sertão e no Agreste. Em Venturosa, visitou ao lado do candidato a deputado estadual Luciano Pacheco a feira de gado e teve uma reunião com lideranças locais. Depois, o destino foi Pesqueira para mais compromissos com líderes dos municípios. 

Na agenda, também foram visitadas as cidades de Pedra, Buíque (onde houve uma visita à Associação Comercial) e Custódia, com pauta na Associação Comunitária das Mulheres Jovens.

FORÇA

Vários lideranças já tinham declarado apoio a Luciano Bivar, como os prefeitos Marcos Patriota (Jupi), Raimundo Pimentel (Araripina), Josafá Almeida (São Caetano), Eduardo Honório (Goiana) e Flávio Gadêlha (Abreu e Lima). Além deles, o ex-prefeito de Escada, Lucrécio Gomes, também está apoiando o presidente nacional do União Brasil.

 

Luciano Bivar cresce suas alianças com apoio do ex-prefeito de Itaquitinga

Na busca pela reeleição à Câmara Federal, o presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, segue intensificando sua campanha eleitoral, com novas alianças, nessa reta final para as eleições. Nesta sexta-feira (16/09), ele ganhou o apoio do ex-prefeito de Itaquitinga (Zona da Mata Norte de Pernambuco), Giovani Oliveira.

O deputado federal Luciano Bivar destacou a liderança de Giovani Oliveira na região da Mata Norte. “É um aliado que chega para fortalecer nosso grupo político. A gente busca sempre a união com políticos que realmente trabalham pelo povo pernambucano, como é o caso de Giovani, que fez uma ótima gestão em Itaquitinga”, comentou.

Bivar afirmou ter certeza de que a parceria vai trazer frutos para a população pernambucana. “Esse apoio é uma certeza de que estamos caminhando certo pelas regiões de Pernambuco, como Zonas da Mata, Agreste e Sertão”, pontuou.

Diversas lideranças já declararam apoio a Bivar, como os prefeitos Marcos Patriota (Jupi – Agreste), Raimundo Pimentel (Araripina – Sertão), Josafá Almeida (São Caetano – Agreste), Eduardo Honório (Goiana – Zona da Mata Norte), Flávio Gadêlha (Abreu e Lima – Região Metropolitana do Recife), o vice-prefeito de Ibimirim (Sertão), Charles do Paulistão e os vereadores Beto Torres (Avante), presidente da Câmara, e Erick Tenório (Avante). Além deles, o ex-prefeito de Escada (Zona da Mata Sul), Lucrécio Gomes, também está apoiando o presidente nacional do União Brasil.

Luciano Bivar é candidato a presidente

O União Brasil aprovou a pré-candidatura do chefe do partido, o deputado federal Luciano Bivar, à Presidência da República. Segundo comunicado da sigla, a partir de agora, toda a cúpula “se reunirá com os demais partidos que compartilham os mesmos ideais e projetos em busca de um nome de consenso”. Com a decisão, o União Brasil deixou de lado seu recém-filiado Sergio Moro, que ainda almejava o posto. Depois do anúncio, o ex-juiz afirmou que será “um soldado” contra a “polarização política”.

Senado aprova MP que desestatiza Eletrobras; texto volta para Câmara

O relator da medida provisória, Marcos Rogério (na tela), durante a sessão remota desta quinta-feira

O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (17) a medida provisória que permite a desestatização da Eletrobras — MP 1.031/2021, que, devido às alterações feitas pelos parlamentares, está tramitando no Congresso sob a forma de um projeto de lei de conversão: o PLV 7/2021.

Essa medida provisória já havia sido aprovada (e modificada) pelos deputados federais. Mas como os senadores alteraram o texto que veio da Câmara, ele terá de voltar à Câmara dos Deputados para nova votação.

A MP precisa da aprovação final do Congresso até o dia 22, quando perde a validade.

Os senadores retomaram pela manhã a discussão sobre a proposta, que havia sido iniciada na quarta-feira (16). Foram cerca de nove horas de debates, no total, com a apresentação de três pareceres diferentes pelo relator, senador Marcos Rogério (DEM-RO). A disputa se refletiu no resultado final da votação: a MP recebeu 42 votos favoráveis, um a mais do que o mínimo necessário para a aprovação, e 37 contrários.

O modelo de desestatização prevê a emissão de novas ações da Eletrobras, que serão vendidas no mercado sem a participação da União, resultando na perda do controle acionário de voto mantido atualmente por ela. Cada acionista, individualmente, não poderá deter mais de 10% do capital votante da empresa. A União terá uma ação de classe especial (golden share) que lhe garante poder de veto em decisões da assembleia de acionistas.

A MP foi aprovada com dispositivos introduzidos pela Câmara dos Deputados que preveem que o governo federal patrocine, pelos próximos 15 anos, a contratação de usinas termelétricas a gás natural em regiões do interior do país onde hoje não existe esse fornecimento. O senador Marcos Rogério, porém, removeu a regra que tornava esse processo uma condição para o processo de desestatização.

Para o relator, a aprovação dessa medida provisória fortalecerá a Eletrobras e ao mesmo tempo manterá a União como um ator importante na gestão do setor elétrico. Ele afirmou que o modelo atual de controle estatal deixou estagnada a geração de energia, o que poderá ser revertido com a MP.

— A capitalização da Eletrobras devolve a ela o protagonismo no setor elétrico e a capacidade real de investimento para modernização do parque de geração e de transmissão, com foco, sobretudo, na redução do preço da energia.

A previsão de contratação das termelétricas foi criticada pelos parlamentares ao longo da semana, sendo considerada um “jabuti” (um trecho inserido no texto que não tem relação com o propósito original da MP). Marcos Rogério argumentou que a incorporação dessas usinas terá um papel importante na estabilização e no barateamento do fornecimento de energia para o interior.

— O Brasil hoje tem que despachar térmicas a diesel, muito mais poluentes e caras, além de importar energia. Ela tem um custo médio de R$ 1 mil por megawatt/hora. Manter o modelo atual, sem o incremento dessa infraestrutura, da energia termelétrica movida a gás, significa ficar como estamos. Nós precisamos de energia firme. Os parques termelétricos garantem isso.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), que foi ministro de Minas e Energia, também defendeu a proposta do uso das termelétricas, argumentando que o país é excessivamente dependente de hidrelétricas que vivem dificuldades para manter seus reservatórios, o que levaria a um cenário de desabastecimento ou de tarifas altas. Ele disse que a diferença entre a garantia física das hidrelétricas e a energia que efetivamente geram — o chamado risco hidrológico — hoje é custeada pelo consumidor.

— A carteira de investimento da Eletrobras hoje só tem um projeto: a usina nuclear de Angra dos Reis. Enquanto isso, nós estamos comprando e despachando energia. Os nossos reservatórios estão em crise não é de hoje. A Eletrobras voltou a dar lucro porque o povo brasileiro a indenizou para manter o pagamento do risco hidrológico — afirmou Braga.

As termelétricas deverão atender a estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No relatório final, Marcos Rogério acrescentou também as áreas da região Sudeste hoje atendidas pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e os estados sudestinos que são produtores de gás natural. Em suas últimas mudanças no texto, na manhã desta quinta, o relator também fez várias alterações nas cotas mínimas de energia das termelétricas destinadas a cada região, procurando acomodar os pedidos dos colegas.

Jean Paul Prates (PT-RN), líder da minoria no Senado, criticou essas negociações para construção do texto, que ele chamou de “barganhas” sem embasamento técnico.

— Nós estamos tratando disso como se fosse uma xepa energética. São megawatts subsidiados, que vão para a conta de luz do cidadão. Não é possível fazer isso sem estudo de impacto tarifário, sem estudo de viabilidade técnica e ambiental. Estamos falando de distorcer o planejamento energético, que é feito de forma decenal; as fontes competem pela tarifa mais baixa. Não podemos fazer a irresponsabilidade de fazer essa quermesse.

Durante o dia, os senadores contrários à MP reiteraram que ela compromete a soberania nacional, ao tirar do controle do Estado a empresa que é a maior produtora e distribuidora de energia do país. Eles também argumentam que os termos do projeto criam “oligopólios setoriais” que vão reduzir a concorrência e encarecer as tarifas de luz. Para os parlamentares que se posicionaram a favor da desestatização, a proposta deve abrir caminho para mais investimentos em infraestrutura energética e para melhor atendimento a regiões remotas do país.