Biblioteca da Alepe festeja Dia Nacional do Livro Infantil com histórias e brincadeiras

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) receberá nesta terça-feira (04) sessenta crianças com idade entre 5 a 11 anos de escolas públicas do Recife e de Camaragibe. A garotada vai participar de atividades lúdicas e de incentivo à leitura em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado no dia 18 de abril. O evento também é direcionado para filhos de servidoras da Alepe.

Personagens do escritor Monteiro Lobato foram escolhidos como tema central deste ano para divertir e atrair os pequenos.

Além da contação da história do livro “O Pato Cantor”, que será ministrada pela escritora e bibliotecária Sônia Viana, a garotada participará de brincadeiras infantis como as de roda, estátua, bambolê, amarelinha e mímicas, etc. Também haverá trabalho de pinturas e desenho para as crianças menores e distribuição de guloseimas.

Os alunos participantes do evento são oriundos da Creche Ana Rosa, da Escola Cônego Rochael de Medeiros, ambas da comunidade de Santo Amaro, e da Associação de Mães Atípicas (crianças especiais), de Camaragibe.

De acordo com a gerente da biblioteca da Alepe, Sirlênia Araújo, a Alepe comemora o Dia Nacional do Livro há 10 anos e pretende ampliar a programação. “O objetivo da biblioteca é despertar na criança e no adolescente o gosto pela leitura. Ler é ganhar o mundo e adquirir conhecimentos infinitos por meio dos livros”, disse.

Na avaliação de Sirlênia, muitas vezes as pessoas de comunidades e de baixa renda enfrentam dificuldades para frequentar uma biblioteca. “Ao chegar aqui as crianças se encantam com o mundo da leitura. É um momento de lazer, de acolhimento, de cultura e de arte”, enfatizou Sirlênia.

A gerente informou, ainda, que a Biblioteca da Alepe promove mensalmente o “Clube de Leitura” voltado para funcionários da Casa e o público em geral. “Os integrantes do clube sugerem livros para o grupo ler e debater uma vez por mês. As discussões acontecem na última quinzena de cada mês. É uma oportunidade para trocarmos ideias e fazermos amizades. É um aprendizado para a vida”, destacou.

Brasil x França: Pia deve manter escalação inicial ou reforçar a marcação?

Desde o início da preparação para a Copa do Mundo Feminina 2023, a comissão técnica da seleção brasileira organizou uma logística para privilegiar as melhores condições para o duelo contra a França. No próximo sábado, às 7h, no Brisbane Stadium, o Brasil enfrenta seu maior desafio na primeira fase, e tem a missão de vencer pela primeira vez as francesas.

Depois de uma vitória com autoridade na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, Pia Sundhage tem questões a decidir nos próximos dias, quando precisará escolher a escalação inicial na segunda partida do Mundial.

Do meio para frente, o desempenho foi consistente e produtivo, com o Brasil dominando a partida nos 90 minutos e mostrando diferentes alternativas para chegar à meta adversária. Mas a pontaria deixou a desejar, e três dos quatro gols vieram de cruzamentos pelo lado esquerdo, aproveitando a marcação ineficiente do Panamá, que deixou Ary Borges livre marcar três vezes. Foram 31 cruzamentos, 10 concluídos, em boa cobertura de Tamires e Debinha pela ponta esquerda, na maioria dos casos sem que as adversárias apresentassem resistência.

Contra a França, o duelo deve ser maior no setor: no jogo de estreia, em que as europeias ficaram apenas no empate com a Jamaica, o treinador Hervé Renard testou Matéo e Majri nas duas alas, com mais sucesso com a primeira pela esquerda e a segunda pela direita. No segundo tempo do duelo contra o Panamá, Pia sacou Antônia para a entrada de Bruninha, dando ritmo de jogo à lateral-direita de origem — Antônia originalmente atua como zagueira — e indicando a possibilidade de ter um reforço no setor.

Assim, a opção poderá ser por uma formação com três zagueiras, esquema escolhido por Pia no duelo contra a Inglaterra, na Finalíssima, em abril. Na ocasião, o Brasil sofreu bastante pressão das inglesas, especialmente no primeiro tempo, mas conseguiu segurar o poder do ataque da equipe comandada por Sarina Wiegman.

Pia pode aproveitar a experiência de Kathellen, defensora do Real Madrid, para apoiar a jovem Lauren, que, aos 20 anos, estreou em Copas do Mundo nesta segunda-feira. O trio fica completo com Rafaelle, “xerife” da zaga e que teve atuação elogiada por Pia após a estreia. Tamires e Antônia devem repetir a função na lateral, mas com Rafaelle atuando mais próxima à lateral-esquerda para reforçar a marcação.

O meio deve contar com Kerolin, Ary e Luana, trio que teve atuação destacada e comandou a criação contra o Panamá. Volante experiente em sua segunda Copa, Luana tem a vantagem de conhecer boa parte das francesas durante suas duas temporadas pelo PSG. Lá, ela atuou ao lado da meia Geyoro e da atacante Diani, estrelas das Bleues. Além disso, ela já jogou contra outros grandes nomes da França como as zagueiras Renard e Cascarino, e a atacante Eugenie Le Sommer, atletas do Lyon.

Na frente, ao lado de Debinha, Pia pode optar por começar com Geyse ao invés de Bia Zaneratto. Centroavante clássica, a Imperatriz tem maior presença dentro da área, mas a experiência de Renard na zaga pode neutralizar a ofensividade da jogadora.

Com Geyse, o Brasil pode ganhar mais velocidade no ataque, além de ocupar mais áreas do campo, já que a jogadora do Barcelona flutua entre as pontas e o meio e tem boa visão de jogo para encontrar companheiras em boa condição. Foi o que fez ao cruzar para Ary fechar a goleada em 4 a 0.

Na coletiva após a partida, Pia falou sobre a disputa qualificada pelas vagas na equipe titular, indicando possíveis mudanças para o próximo confronto.

— Acho que há detalhes que são decisivos em relação a escolher uma jogadora ou outra. Temos um time muito competitivo e elas são excelentes e se saíram muito bem. A Bia Zaneratto, a forma como ela joga e faz gols, e a Geyse quando entrou e fez o passe para gol. Precisamos de todas essas qualidades e por isso falamos tanto de trabalhar juntas. Não são ações individuais, é uma equipe inteira.

Marta e Gabi Nunes aparecem como boas opções para sair do banco, bem como Duda Sampaio, que estreou bem ao ocupar a vaga deixada por Luana e deu novo ânimo para o setor ofensivo. Andressa Alves, que ficou no banco nas oitavas contra a França em 2019, é outra alternativa que se apresenta com experiência e não deixa se afetar pelo nervosismo. Foi dela o gol de empate na Finalíssima, diante dos olhares de 83 mil torcedores no estádio de Wembley lotado.

O Brasil volta para Brisbane na madrugada desta terça-feira (de Brasília), e terá dois dias de treinos no CT Moreton Bay, onde é realizada toda a preparação da primeira fase. Haverá ainda um treino no gramado do estádio Perry Park, antes do duelo decisivo contra a França, no sábado às 7h, no Brisbane Stadium.

Brasil x França: Pia deve manter escalação inicial ou reforçar a marcação?

Desde o início da preparação para a Copa do Mundo Feminina 2023, a comissão técnica da seleção brasileira organizou uma logística para privilegiar as melhores condições para o duelo contra a França. No próximo sábado, às 7h, no Brisbane Stadium, o Brasil enfrenta seu maior desafio na primeira fase, e tem a missão de vencer pela primeira vez as francesas.

Depois de uma vitória com autoridade na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, Pia Sundhage tem questões a decidir nos próximos dias, quando precisará escolher a escalação inicial na segunda partida do Mundial.

Do meio para frente, o desempenho foi consistente e produtivo, com o Brasil dominando a partida nos 90 minutos e mostrando diferentes alternativas para chegar à meta adversária. Mas a pontaria deixou a desejar, e três dos quatro gols vieram de cruzamentos pelo lado esquerdo, aproveitando a marcação ineficiente do Panamá, que deixou Ary Borges livre marcar três vezes. Foram 31 cruzamentos, 10 concluídos, em boa cobertura de Tamires e Debinha pela ponta esquerda, na maioria dos casos sem que as adversárias apresentassem resistência.

Contra a França, o duelo deve ser maior no setor: no jogo de estreia, em que as europeias ficaram apenas no empate com a Jamaica, o treinador Hervé Renard testou Matéo e Majri nas duas alas, com mais sucesso com a primeira pela esquerda e a segunda pela direita. No segundo tempo do duelo contra o Panamá, Pia sacou Antônia para a entrada de Bruninha, dando ritmo de jogo à lateral-direita de origem — Antônia originalmente atua como zagueira — e indicando a possibilidade de ter um reforço no setor.

Assim, a opção poderá ser por uma formação com três zagueiras, esquema escolhido por Pia no duelo contra a Inglaterra, na Finalíssima, em abril. Na ocasião, o Brasil sofreu bastante pressão das inglesas, especialmente no primeiro tempo, mas conseguiu segurar o poder do ataque da equipe comandada por Sarina Wiegman.

Pia pode aproveitar a experiência de Kathellen, defensora do Real Madrid, para apoiar a jovem Lauren, que, aos 20 anos, estreou em Copas do Mundo nesta segunda-feira. O trio fica completo com Rafaelle, “xerife” da zaga e que teve atuação elogiada por Pia após a estreia. Tamires e Antônia devem repetir a função na lateral, mas com Rafaelle atuando mais próxima à lateral-esquerda para reforçar a marcação.

O meio deve contar com Kerolin, Ary e Luana, trio que teve atuação destacada e comandou a criação contra o Panamá. Volante experiente em sua segunda Copa, Luana tem a vantagem de conhecer boa parte das francesas durante suas duas temporadas pelo PSG. Lá, ela atuou ao lado da meia Geyoro e da atacante Diani, estrelas das Bleues. Além disso, ela já jogou contra outros grandes nomes da França como as zagueiras Renard e Cascarino, e a atacante Eugenie Le Sommer, atletas do Lyon.

Na frente, ao lado de Debinha, Pia pode optar por começar com Geyse ao invés de Bia Zaneratto. Centroavante clássica, a Imperatriz tem maior presença dentro da área, mas a experiência de Renard na zaga pode neutralizar a ofensividade da jogadora.

Com Geyse, o Brasil pode ganhar mais velocidade no ataque, além de ocupar mais áreas do campo, já que a jogadora do Barcelona flutua entre as pontas e o meio e tem boa visão de jogo para encontrar companheiras em boa condição. Foi o que fez ao cruzar para Ary fechar a goleada em 4 a 0.

Na coletiva após a partida, Pia falou sobre a disputa qualificada pelas vagas na equipe titular, indicando possíveis mudanças para o próximo confronto.

— Acho que há detalhes que são decisivos em relação a escolher uma jogadora ou outra. Temos um time muito competitivo e elas são excelentes e se saíram muito bem. A Bia Zaneratto, a forma como ela joga e faz gols, e a Geyse quando entrou e fez o passe para gol. Precisamos de todas essas qualidades e por isso falamos tanto de trabalhar juntas. Não são ações individuais, é uma equipe inteira.

Marta e Gabi Nunes aparecem como boas opções para sair do banco, bem como Duda Sampaio, que estreou bem ao ocupar a vaga deixada por Luana e deu novo ânimo para o setor ofensivo. Andressa Alves, que ficou no banco nas oitavas contra a França em 2019, é outra alternativa que se apresenta com experiência e não deixa se afetar pelo nervosismo. Foi dela o gol de empate na Finalíssima, diante dos olhares de 83 mil torcedores no estádio de Wembley lotado.

O Brasil volta para Brisbane na madrugada desta terça-feira (de Brasília), e terá dois dias de treinos no CT Moreton Bay, onde é realizada toda a preparação da primeira fase. Haverá ainda um treino no gramado do estádio Perry Park, antes do duelo decisivo contra a França, no sábado às 7h, no Brisbane Stadium.

Com show de Messi e muita emoção, Argentina vence a França nos pênaltis e é tricampeã mundial

Montiel marcou o gol decisivo na decisão; Mbappé fez um hat trick e Messi deixou dois

Talvez nem o melhor dos roteiros seria escrito da forma que foi. A ‘Era Messi’, enfim, chegou ao seu ápice neste 18 de dezembro de 2022. Com show do craque, choro e muita emoção, a Argentina empatou em 3 a 3 com a França, mas conquistou o título da Copa do Mundo do Catar na decisão por pênaltis. O pênalti decisivo foi cobrado por Montiel. Já no tempo regulamentar, os gols foram marcados por Messi, duas vezes, e Di Maria. Mbappé, fez um ‘hat-trick’ para os franceses.

A Copa do Mundo do Catar foi o grande capítulo dessa geração, que tinha apenas a Copa América de 2019. O camisa 10 mostrou sua magia, foi decisivo e encerrou o jejum de 36 anos sem conquistar o Mundial. Os argentinos haviam vencido apenas em 1978 e 1986

O jogo
 
Como as duas seleções buscavam o tricampeonato, o confronto começou aberto, com várias investidas, principalmente, da Argentina. A França recuava e esperava um momento para puxar o contra-ataque e explorar a velocidade de Mbappe. Só que do outro lado tinha um ‘extraterrestre’, como é conhecido por muitos. Lionel Messi liderava os Hermanos e se conectava muito bem com Di Maria.
 
Em uma dessas jogadas trabalhadas pela dupla, Di Maria driblou Dembele na linha de fundo e invadiu a área, mas foi derrubado pelo atacante. Pênalti. Na cobrança, Messi deslocou Llorris e abriu o placar na final. Empolgados com o gol, os argentinos tinham mais posse de bola e tentavam controlar o adversário.
 
Os franceses não ofereciam perigo e apenas rondavam a intermediária. Só que se expor dessa forma contra a Argentina teve seu preço. Em um contra-ataque rápido, Messi achou Mac Allister em profundidade. O meia recebeu e tocou para Di Maria dentro da área, que chutou e fez o segundo gol dos sul-americanos.
 
Após o intervalo, os franceses melhoraram e passaram a ocupar mais o campo de ataque. A Argentina tentava controlar e acertar a marcação. Em um desses descuidos, Otamendi derrubou Koulo Muani dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Mbappé foi para a cobrança e diminuiu a vantagem.
 
Para desespero dos argentinos, não deu tempo nem de tentar controlar a partida novamente. Apenas um minuto depois, Mbappé tabelou com Muani e acertou uma bomba para fazer o segundo gol e empatar o jogo. Com o placar igual, as duas seleções não quiseram se jogar ao ataque por causa da prorrogação, então a partida teve momentos de controle de ambos os lados, porém sem êxito.
FRANÇA X MARROCOS: França busca bater Marrocos e ter chance de bater recorde do Brasil na COPA DO MUNDO

Se os ‘Bleus’ levantarem o troféu no estádio Lusail no domingo (18), a França será a primeira seleção a repetir o feito do Brasil de Pelé, Zagallo e Garrincha

AFP

O sonho do segundo título mundial consecutivo para a França de Kylian Mbappé, um feito que não acontece desde os tempos de Pelé, terá nesta quarta-feira (14) um desafio de alta exigência nas semifinais da Copa do Mundo, contra o Marrocos, surpresa do torneio e que no Catar joga praticamente em casa.

Especialistas em reverter situações complicadas, entre elas a lesão do Bola de Ouro Karim Benzema e de outros nomes como Paul Pogba e N’Golo Kanté, a seleção de Didier Deschamps enfrenta os ‘Leões de Atlas’ que, em solo árabe, souberam se profissionalizar na arte de derrubar gigantes.

Embora expressem abertamente sua admiração pela seleção marroquina, uma equipe defensiva impenetrável que só levou um gol na competição e que tem um contra-ataque mortal, os franceses preferem se concentrar em não perder uma oportunidade histórica.

Se os ‘Bleus’ levantarem o troféu no estádio Lusail no domingo (18), a França será a primeira seleção a repetir o feito do Brasil de Pelé, Zagallo e Garrincha, que faturaram duas edições de forma consecutiva, em 1958 e 1962.

“Quanto mais avançamos na competição, mais nos aproximamos de algo forte e grande, todos queremos levar essa aventura o mais longe possível. Isso exige uma extrema concentração”, disse o capitão francês Hugo Lloris aos jornalistas nesta terça (13).

– Oponente de alto risco –
Para “continuar a aventura”, em que já quebrou a ‘maldição dos campeões’ e sobreviveu a uma chuva de lesões, a França terá que encontrar um caminho para furar a defesa de aço da seleção marroquina, a menos vazada da competição, com apenas um gol sofrido em cinco jogos.

Para tal desafio, Deschamps tem à disposição o astro Mbappé, que já tem cinco gols no Mundial, Olivier Giroud, o maior artilheiro da história dos ‘Bleus’ com 53 gols e que anotou quatro no Catar e os armadores Antoine Griezmann e Ousmane Dembélé, que somam cinco assistências para a equipe.

Destaque na competição pelas suas defesas e simpatia, o goleiro marroquino Yassine Bounou só levou um gol até agora na competição, contra o Canadá, país onde nasceu.

“Quando um time é capaz de superar Bélgica, Espanha e Portugal, e terminar em primeiro lugar no grupo, é muito difícil. Há muitas qualidades dentro de campo e certamente fora dele, em termos de coesão e espírito de equipe. Será um adversário formidável”, avaliou Lloris.

O embate desta quarta também tem contornos para além das quatro linhas: a influência do Estado francês na região do Magrebe, antes da independência do Marrocos, em 1956. Um histórico que traçou laços de dominação e amizade que tornam este encontro muito simbólico para os milhares de marroquinos que vivem em território francês.

“Continua sendo uma partida de futebol, mesmo que haja história e muita paixão”, disse Didier Deschamps em coletiva de imprensa na véspera do confronto.

– Recuperação e apoio da torcida –
A expectativa é que o estádio Al-Bayt seja um caldeirão de torcedores do Marrocos, a primeira seleção africana a alcançar uma semifinal de Copa do Mundo, que se tornou referência em seu continente e conta com o apoio de muitos fãs no primeiro Mundial organizado no mundo árabe.

Essa atmosfera é vital para injetar energia e força a uma equipe que vem crescendo na competição, mas que sofre dificuldades para administrar um elenco com jogadores lesionados, sobretudo pelo intenso ritmo da fase final, como na prorrogação e disputa de pênaltis nas oitavas contra a Espanha.

O lateral-direito Achraf Hakimi tem jogado com problemas físicos desde o início do torneio e a dupla de zagueiros, formada por Nayef Aguerd e Romain Saïss, é dúvida para a semifinal, embora o treinador Walid Regragui tenha tranquilizado a torcida nesta terça ao dizer que o time titular está “recuperado e sem baixas”.

“Temos muitos lesionados, mas estão se recuperando bem, temos uma equipe médica de alto nível, todo dia nos dão boas notícias”, disse Regragui aos jornalistas.

O vencedor da partida enfrenta quem passar da outra semifinal, entre a Argentina de Lionel Messi e a Croácia de Luka Modric, no estádio Lusail, na grande final.