“Grupo Ouro Preto mira hotelaria e negocia grande empreendimento no litoral nordestino”

Negociação conduzida pelo CEO Robson Ouro Preto pode marcar a entrada do grupo no mercado hoteleiro e ampliar sua presença nos segmentos de turismo e hospitalidade

O Grupo Ouro Preto está próximo de dar mais um passo importante em seu processo de expansão. Já presente em diferentes segmentos, o grupo prepara sua entrada no ramo hoteleiro e estaria nos últimos detalhes para concluir a aquisição de um empreendimento de grande porte no litoral do Nordeste.

As informações sobre a negociação ainda são mantidas sob reserva. O nome do empreendimento e a localização não foram divulgados, mas, segundo informações obtidas pela nossa equipe, o empresário Robson Ouro Preto, CEO do Grupo Ouro Preto, conduz pessoalmente as tratativas e a negociação estaria em estágio avançado.

A possível chegada à hotelaria representa mais uma frente de atuação do grupo, que já desenvolve atividades nos setores de comunicação, eventos e esportes. A estratégia sinaliza uma diversificação dos negócios e uma aproximação ainda maior com os segmentos de turismo, entretenimento e serviços.

Experiência internacional na gastronomia

O setor de hospitalidade também não é totalmente novo para Robson Ouro Preto. O empresário já teve experiência no ramo gastronômico em Portugal, onde esteve à frente do conhecido Restaurante Mercado do Peixe, na Ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores.

Essa trajetória pode contribuir para o novo projeto, principalmente pela relação direta entre gastronomia, turismo e hotelaria.

Nos bastidores, a expectativa agora fica para o anúncio oficial. Caso a negociação seja concluída, o Grupo Ouro Preto passará a acrescentar a hotelaria ao seu portfólio, marcando uma nova fase de expansão.

Mentor Capital Group inaugura Mentor Capital Hall e amplia atuação na formação de líderes empresariais

Novo espaço em São Paulo será dedicado a mentorias, certificações, encontros executivos e eventos corporativos, fortalecendo a institucionalização da mentoria empresarial no Brasil

A Mentor Capital Group (MCG) inaugurou, na noite desta quinta-feira (6), o Mentor Capital Hall (MC Hall), novo espaço da empresa localizado no Edifício Riverview Corporate Tower, em São Paulo. Concebido para sediar mentorias, certificações, encontros executivos e eventos corporativos, o ambiente representa um marco na trajetória da organização e reforça seu compromisso com a profissionalização da mentoria empresarial no Brasil.

A cerimônia reuniu empresários, investidores, mentores e convidados em uma noite marcada pelo networking, pela troca de experiências e pela apresentação da proposta que norteia a atuação da Mentor Capital Group: contribuir para a formação de líderes capazes de impulsionar empresas por meio do conhecimento, da experiência prática e de conexões estratégicas.

Fundada pelo empresário e educador Janguiê Diniz, fundador e presidente do Conselho de Administração da Ser Educacional, em sociedade com o pastor, escritor e palestrante Cláudio Duarte e com o educador e empresário Gilberto Augusto, a Mentor Capital Group nasceu com o propósito de estruturar a mentoria empresarial como um instrumento permanente de desenvolvimento de pessoas, empresas e organizações.

Durante a inauguração, Janguiê Diniz conduziu a palestra “A institucionalização da mentoria empresarial no Brasil”, na qual abordou a evolução da mentoria no ambiente corporativo e a necessidade de transformar uma prática, muitas vezes informal, em uma metodologia estruturada para apoiar empresários na tomada de decisões, no fortalecimento da liderança e no crescimento sustentável de seus negócios.

Segundo ele, a inauguração do Mentor Capital Hall simboliza exatamente esse momento de amadurecimento. “O Mentor Capital Hall representa muito mais do que uma nova sede. Este espaço materializa a nossa visão sobre o futuro da mentoria empresarial no Brasil. Queremos construir um ambiente onde empresários encontrem conhecimento, direcionamento estratégico, relacionamento qualificado e oportunidades reais de crescimento. Acreditamos que empresas fortes são consequência de líderes preparados, e é para formar esses líderes que este projeto foi concebido.”

A proposta da Mentor Capital Group também reflete a experiência de seus sócios-fundadores. Reconhecido nacionalmente por seu trabalho voltado ao desenvolvimento humano, à liderança e aos relacionamentos, Cláudio Duarte acredita que o ambiente empresarial precisa investir, antes de tudo, no crescimento das pessoas. “Negócios crescem quando seus líderes crescem. O Mentor Capital Hall nasce para ser um espaço de aprendizado contínuo, onde empresários poderão compartilhar experiências, ampliar sua visão de futuro e desenvolver competências que impactam diretamente suas empresas e suas equipes.”

Para o educador e empresário Gilberto Augusto, que há décadas atua na formação de líderes e no desenvolvimento de pessoas, o novo espaço fortalece um ecossistema que valoriza o conhecimento como ferramenta de transformação. “O conhecimento só produz transformação quando encontra pessoas dispostas a compartilhá-lo. O MC Hall foi criado para conectar empresários, estimular relacionamentos estratégicos e transformar experiências em resultados concretos para quem empreende. Nosso objetivo é construir uma comunidade de líderes que crescem juntos.”

À frente da Diretoria Executiva da Mentor Capital Group, o diretor Mario Frazão destaca que o novo espaço também representa um avanço importante na estrutura operacional da empresa e na qualidade da experiência oferecida aos clientes e parceiros. “Cada ambiente do Mentor Capital Hall foi pensado para proporcionar uma experiência de excelência. Queremos que empresários, mentores e parceiros encontrem aqui um espaço preparado para gerar conexões relevantes, promover aprendizado e fortalecer um ecossistema empresarial baseado em colaboração e desenvolvimento.”

Além da inauguração oficial do espaço, o evento proporcionou momentos de relacionamento entre empresários de diferentes setores, reforçando um dos principais pilares da Mentor Capital Group: conectar pessoas que compartilham o propósito de desenvolver empresas mais sólidas, inovadoras e preparadas para os desafios do mercado.

Com o Mentor Capital Hall, a Mentor Capital Group amplia sua capacidade de realizar programas de mentoria, certificações, encontros executivos e eventos corporativos, consolidando uma estrutura permanente voltada ao fortalecimento da cultura da mentoria empresarial no Brasil.

Sobre a Mentor Capital Group
A Mentor Capital Group é uma rede de mentores empresariais especializada em mentoria empresarial, desenvolvimento de líderes e aceleração de negócios. Fundada por Janguiê Diniz, Cláudio Duarte e Gilberto Augusto, a organização reúne empresários, executivos e especialistas em um ecossistema voltado ao compartilhamento de conhecimento, à formação de lideranças e ao desenvolvimento estratégico de empresas por meio da mentoria.
Saiba mais: https://mentorcapitalgroup.com.br/

O PREÇO DO TEMPO: Clube R1 reúne grandes líderes brasileiros em encontro exclusivo para empresários em São Paulo

GRUPO R1 promove dois dias de imersão sobre liderança, estratégia, negócios e propósito, com participações confirmadas de Romeu Zema, Moacyr Franco, Mario Sergio Cortella, Wellington Vieira, Vinicius Hamzi e o anfitrião Ricardo Nunes Eletro.

Nos dias 12 e 13 de agosto, a Casa Petra, em São Paulo, será palco de um dos mais relevantes encontros de desenvolvimento empresarial do país. O Encontro Clube R1 – O Preço do Tempo reunirá centenas de empresários, empreendedores e executivos para uma imersão voltada à construção de negócios mais sólidos, liderança de alta performance e decisões estratégicas capazes de transformar empresas e vidas.

Mais do que um evento, o encontro representa a essência do Clube R1, comunidade criada para conectar empresários que acreditam no poder do conhecimento, da colaboração e da execução como pilares para o crescimento sustentável. O Clube R1 tornou-se uma das maiores comunidades empresariais do Brasil, promovendo networking qualificado, mentorias, experiências exclusivas e acesso a conteúdos de alto impacto para quem deseja acelerar resultados e ampliar sua visão de mercado.

A programação reunirá nomes que são referência nacional em diferentes áreas do conhecimento, proporcionando aos participantes uma experiência marcada por conteúdo, inspiração e reflexões profundas sobre negócios, comportamento humano e liderança.

Entre os convidados confirmados estão: Romeu Zema, Governador de Minas Gerais e empresário, reconhecido por sua visão de gestão eficiente e administração pública baseada em resultados, Moacyr Franco, Um dos maiores artistas da história brasileira, escritor, compositor, ator e comunicador, que compartilhará lições sobre longevidade, reinvenção e propósito, Mario Sergio Cortella, Filósofo, escritor e um dos mais respeitados pensadores do país, trazendo reflexões sobre ética, liderança, tempo e significado; Wellington Vieira – Empresário e especialista em gestão, reconhecido por sua trajetória de construção de negócios de alta performance, Vinicius Hamzi – Referência em desenvolvimento empresarial, inovação e estratégias de crescimento, contribuindo com uma visão prática para os desafios do empreendedor contemporâneo e Ricardo Nunes Eletro, que além de protagonista e anfitrião, é a mentalidade brilhante do empreendedorismo raiz.

Cada palestra foi cuidadosamente selecionada para provocar novas perspectivas, estimular decisões estratégicas e fortalecer a capacidade dos empresários de liderarem em um cenário cada vez mais competitivo.

O tempo como maior ativo de um líder

O tema “O Preço do Tempo” propõe uma reflexão sobre o recurso mais valioso e irrecuperável da vida e dos negócios. Em um ambiente onde velocidade, foco e capacidade de decisão definem o sucesso das organizações, compreender como investir o tempo torna-se uma das competências mais importantes para qualquer líder.

Para Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e do Grupo R1 e idealizador do Clube R1, o encontro representa muito mais do que uma agenda de palestras.

“O tempo é o único ativo que todos recebem em igualdade, mas poucos aprendem a investir com inteligência. O Clube R1 nasceu para aproximar pessoas que desejam crescer, compartilhar experiências e construir um legado. Reunimos grandes nomes porque acreditamos que conhecimento transforma empresas, mas principalmente transforma pessoas. Nosso compromisso é formar empresários mais preparados para gerar riqueza, oportunidades e impacto positivo na sociedade.”

Ao lado de Ricardo, Rodrigo Nunes, Diretor de Operações do Grupo R1 destaca que o verdadeiro diferencial do Clube R1 está na qualidade das conexões criadas entre seus membros.

“Empreender pode ser uma jornada solitária quando você não está cercado das pessoas certas. O Clube R1 existe para conectar empresários que pensam grande, que compartilham experiências e que entendem que crescimento acontece quando conhecimento, relacionamento e execução caminham juntos. Este encontro foi desenhado para provocar reflexões que permanecerão muito além dos dois dias de evento.”

Um ambiente para quem busca evolução constante

O Encontro Clube R1 consolida a proposta da comunidade de oferecer experiências transformadoras para empresários de diferentes segmentos e portes, promovendo um ambiente onde aprendizado, networking e troca de experiências acontecem de forma prática e estratégica. Durante os dois dias de programação, os participantes terão acesso a conteúdos inéditos, histórias inspiradoras e debates conduzidos por líderes que acumulam décadas de experiência na gestão de empresas, no serviço público, na filosofia, na comunicação e no desenvolvimento humano.

Mais do que tendências de mercado, o evento pretende provocar uma reflexão essencial: qual é, afinal, o verdadeiro preço do tempo para quem deseja construir uma empresa sólida, uma liderança relevante e um legado duradouro?

 

 

Sobre o Grupo R1

Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à  profissionalização  do empresariado  brasileiro.  Com metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada  vez mais  competitivo e  dinâmico.

Serviço

Evento: Encontro Clube R1 – O Preço do Tempo
Data: 12 e 13 de agosto
Local: Casa Petra
Endereço: Av. Aratãs, 1010 – Moema – São Paulo/SP

SAIBA MAIS

ricardonuneseletro.com.br 
instagram.com/ricardonuneseletro
instagram.com/r1Clube
instagram.com/oficialgrupor1

Realização: Clube R1 / Grupo R1

Amazônia Mix amplia presença nacional e fortalece estratégia de expansão no mercado brasileiro

Com mais de 20 anos de atuação, marca referência em açaí e gelados comestíveis investe em inovação, amplia a rede de distribuidores e reforça parcerias para expandir sua presença em todo o país

Com mais de 20 anos de atuação, a Amazônia Mix se consolidou como uma das principais referências em açaí e gelados comestíveis no Nordeste. Pioneira na popularização do açaí na região, a marca reúne um portfólio com diferentes linhas de açaí, cremes gourmet e outros produtos voltados tanto para o consumidor final quanto para o mercado de food service.

Atualmente, a empresa está presente em diversos estados brasileiros por meio de uma ampla rede de distribuidores, além de abastecer açaíterias, sorveterias, supermercados e outros pontos de venda. Reconhecida pelo padrão de qualidade de seus produtos, a Amazônia Mix segue investindo em inovação e na ampliação de sua atuação nacional.

O crescimento da marca também tem atraído o interesse de distribuidores e empreendedores que buscam agregar uma marca consolidada aos seus negócios. Com uma estratégia voltada para expansão e fortalecimento de parcerias, a Amazônia Mix continua ampliando sua presença no mercado e levando seus produtos para cada vez mais consumidores em todo o país.

A taça pertence ao time: Janguiê Diniz destaca a força do coletivo na conquista da Espanha

Em artigo, empresário utiliza a campanha da seleção espanhola na Copa do Mundo para refletir sobre liderança, trabalho em equipe e a importância de construir organizações onde o sucesso é resultado da colaboração, e não do protagonismo individual

Coluna Janguiê Diniz

Obstinados, quando o árbitro encerra uma final de Copa do Mundo, as câmeras imediatamente procuram um rosto que possa representar a dimensão daquela conquista. O capitão ergue a taça, o autor do gol decisivo é cercado pelos companheiros e o melhor jogador recebe os aplausos de um estádio que tenta transformar uma história coletiva em uma imagem simples, fácil de guardar na memória.

É natural que seja assim. Toda grande narrativa parece precisar de um herói. Quando a Espanha conquista uma Copa do Mundo, muitos nomes surgem para ocupar esse lugar. Tem o destaque para enaltecer o talento dos jovens que simbolizam uma nova geração, quem exalte a segurança dos mais experientes e quem atribua ao treinador o mérito de ter organizado uma equipe capaz de chegar ao último jogo sem conhecer a derrota.

Mas talvez a maior força dessa seleção esteja justamente na dificuldade de escolher apenas um protagonista. A Espanha não venceu porque um jogador decidiu todas as partidas sozinho, nem porque depositou o destino de uma nação sobre os ombros de um único craque. Sua conquista é consequência de algo menos vistoso, embora muito mais difícil de construir: um sistema no qual o talento individual não desaparece, mas aprende a trabalhar a serviço do coletivo.

O futebol costuma nos seduzir com a ideia do salvador. Esperamos pelo atleta capaz de resolver a partida em um lance genial, da mesma forma que, nas empresas, muitas vezes imaginamos que a contratação de uma pessoa extraordinária será suficiente para corrigir problemas que se acumularam durante anos. Raramente é.

Um grande talento pode decidir um jogo, mas dificilmente sustenta sozinho uma campanha inteira. Da mesma forma, um profissional brilhante pode produzir resultados importantes, mas não consegue compensar indefinidamente a ausência de processos, confiança, liderança e clareza de propósito.

Os campeões não são apenas grupos que reúnem os melhores indivíduos. São equipes que conseguem fazer com que habilidades diferentes se completem, de maneira que cada pessoa compreenda não apenas aquilo que deve fazer, mas também por que sua participação é indispensável para o funcionamento do conjunto. Essa é uma diferença fundamental. Em um grupo, as pessoas dividem o mesmo espaço. Em um time, elas compartilham o mesmo destino.

A Espanha campeã representa exatamente essa ideia. A bola passa por muitos pés antes de chegar ao gol, a defesa começa muito antes da própria área e cada movimento individual depende da leitura do que os demais estão fazendo. Mesmo o jogador mais criativo precisa confiar que encontrará um companheiro no lugar certo, assim como aquele que atua longe dos holofotes precisa compreender que sua movimentação pode abrir o espaço que outro usará para decidir a partida. O público vê o chute final. O time conhece todas as escolhas que o tornaram possível.

No mundo empresarial, ocorre algo semelhante. Os resultados mais visíveis costumam ser associados ao fundador, ao presidente ou ao executivo que aparece no centro da fotografia, embora nenhuma organização alcance relevância duradoura apenas pela força de uma pessoa.

Por trás de todo negócio consistente existe uma rede de profissionais que assumem responsabilidades diferentes, tomam pequenas decisões diariamente e sustentam a execução quando o entusiasmo inicial já não é suficiente. Há pessoas criando, vendendo, atendendo, organizando, corrigindo e protegendo a cultura da empresa, muitas vezes sem receber os mesmos aplausos destinados à liderança.

Um líder verdadeiramente competente não é aquele que se torna indispensável para todas as decisões, mas aquele que constrói um ambiente no qual as pessoas conseguem entregar o melhor de si sem disputar permanentemente o centro do palco.

Essa talvez seja uma das tarefas mais difíceis da liderança, porque exige conciliar duas forças que parecem contraditórias. É necessário estimular o protagonismo individual sem permitir que o ego se torne maior do que o projeto; reconhecer talentos sem transformar a organização em uma coleção de estrelas isoladas; e cobrar resultados sem destruir a confiança que permite às pessoas cooperarem. Grandes equipes não anulam as diferenças. Elas encontram uma forma de transformá-las em complementaridade.

Uma seleção campeã precisa do atleta capaz de improvisar, mas também daquele que obedece ao plano quando seria mais atraente procurar a glória individual. Precisa de quem marca o gol, de quem oferece a assistência e de quem faz uma corrida silenciosa que arrasta a defesa e abre o caminho. Algumas contribuições entram para as estatísticas; outras permanecem invisíveis, embora tenham sido igualmente decisivas.

Por isso, uma taça nunca pertence somente a quem a levanta. Ela pertence ao jogador que aceitou mudar de função, ao reserva que manteve o nível dos treinamentos, à comissão que corrigiu os detalhes, ao profissional que cuidou da preparação física e a todos aqueles que compreenderam que o sucesso coletivo exigiria, em determinados momentos, a renúncia a uma parcela do próprio protagonismo.

A vitória da Espanha também se torna uma lembrança importante para uma época obcecada por figuras individuais. Celebramos gênios, criadores e grandes líderes, mas frequentemente esquecemos que até os talentos mais raros dependem de estruturas capazes de transformar sua capacidade em resultados consistentes.

Sem o coletivo, o brilho pode produzir momentos extraordinários. Com ele, pode construir uma era. A fotografia mostrará um capitão segurando o troféu, já a história, porém, registrará uma equipe. Porque os grandes campeões podem até ter rostos que o mundo aprende a admirar, mas toda taça realmente importante é conquistada muito antes de chegar às mãos de quem a ergue.

Ela começa a ser levantada quando um grupo deixa de ser apenas um conjunto de pessoas e passa, finalmente, a agir como um time obstinado.

Janguiê Diniz – Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group; diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

O IPO de 1602 e a corrida espacial de 2026: por que o futuro sempre pertence aos obstinados

Em artigo, Janguiê Diniz compara a criação da Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC) com a trajetória da SpaceX para refletir sobre inovação, risco e a construção do futuro

Coluna Janguiê Diniz

Em 1602, um grupo de investidores decidiu financiar algo que jamais havia sido feito. Sob a liderança do estadista holandês Johan van Oldenbarnevelt, eles colocaram dinheiro em uma empresa que prometia navegar por oceanos desconhecidos, atravessar tempestades imprevisíveis e alcançar terras que poucos acreditavam existir.

Mais de quatro séculos depois, investidores fizeram algo semelhante. Apostaram bilhões em uma empresa cujo objetivo não era cruzar mares, mas conquistar o espaço. Separadas por 424 anos, a Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC) e a SpaceX contam, na essência, a mesma história: a história de pessoas que transformaram o impossível em uma oportunidade de investimento. É também a história da obstinação humana, essa capacidade de seguir adiante mesmo quando o caminho parece incerto.

A tecnologia mudou. Os meios mudaram. Mas a natureza humana permanece a mesma. O progresso sempre foi financiado por aqueles que acreditaram antes das provas definitivas. Em outras palavras, por aqueles que tiveram a coragem de agir com obstinação quando a maioria preferiu esperar.

Quando a VOC foi criada, em 1602, o mundo era muito diferente. Não existiam bolsas de valores modernas, fundos de investimento ou mercados globais. Uma viagem da Europa até a Ásia podia durar mais de oito meses. Tempestades destruíam embarcações, doenças matavam tripulações inteiras e piratas atacavam rotas comerciais.

Mesmo assim, havia um prêmio gigantesco esperando do outro lado. Especiarias como pimenta, canela, noz-moscada e cravo tinham valor extraordinário na Europa, chegando a ser negociadas por preços equivalentes ao ouro. O problema era o financiamento. Nenhum comerciante individual possuía capital suficiente para bancar expedições tão arriscadas.

Foi então que Oldenbarnevelt ajudou a viabilizar uma ideia revolucionária: unir seis companhias rivais e dividir o risco entre milhares de investidores. A VOC captou aproximadamente 6,5 milhões de florins holandeses, uma quantia monumental para a época. Pela primeira vez na história, pessoas comuns podiam adquirir participação em uma empresa e compartilhar seus lucros.

Nascia o mercado de capitais moderno. Mais do que uma inovação financeira, era uma inovação de confiança. Hoje, quando um investidor compra ações pelo celular em poucos segundos, é difícil compreender o nível de incerteza existente em 1602.

Os acionistas da VOC não recebiam relatórios trimestrais. Não havia internet. Não havia comunicação instantânea. Muitas vezes, passavam anos sem saber se uma frota havia chegado ao destino ou desaparecido no mar. Era um investimento baseado em visão. Era preciso acreditar antes de ver. Era preciso, acima de tudo, ter obstinação.

Quatro séculos depois, o oceano deixou de ser o principal desafio e o novo território desconhecido passou a ser o espaço. Quando Elon Musk fundou a SpaceX, em 2002, a empresa parecia um projeto improvável. A indústria aeroespacial era dominada por governos e gigantes centenários. Especialistas afirmavam que foguetes reutilizáveis eram economicamente inviáveis.

Entre 2006 e 2008, os três primeiros lançamentos do Falcon 1 fracassaram. Após o terceiro desastre, a empresa estava próxima da falência e tinha recursos para apenas mais uma tentativa. Se o quarto lançamento falhasse, provavelmente deixaria de existir. Mas ele funcionou e mudou a história.

Aquele momento se tornou um exemplo emblemático de que grandes transformações raramente nascem da conveniência. Elas nascem da obstinação de continuar tentando quando todos os indicadores sugerem desistência.

A grande inovação da SpaceX não foi apenas construir foguetes. Foi tornar o acesso ao espaço muito mais barato por meio da reutilização. O resultado foi uma revolução econômica que transformou a empresa em uma das mais valiosas do mundo e protagonista da nova corrida espacial.

À primeira vista, uma empresa marítima do século XVII e uma companhia espacial do século XXI parecem não ter relação alguma. Mas possuem mais semelhanças do que diferenças. Ambas nasceram para explorar territórios desconhecidos. Ambas precisaram captar recursos para financiar jornadas extremamente arriscadas. E ambas exigiram investidores e líderes obstinados, capazes de enxergar décadas à frente.

Os continentes asiáticos eram a grande fronteira dos investidores da VOC. Marte representa esse mesmo conceito para os investidores da SpaceX. A geografia mudou, mas a mentalidade não.

O futuro nunca é construído pelos que esperam garantias absolutas. A VOC não possuía mapas completos e a SpaceX não possuía certeza de sucesso. Os grandes avanços surgem quando alguém decide agir antes que todas as respostas estejam disponíveis.

Vivemos uma época semelhante. A inteligência artificial, a biotecnologia, a computação quântica e a nova economia digital estão criando oportunidades comparáveis às grandes revoluções do passado. Muitos observam essas mudanças com medo. Outros observam com curiosidade. Mas poucos têm coragem de investir tempo, energia e recursos para participar delas.

Historicamente, são esses poucos que mudam o mundo. São os obstinados que enxergam possibilidades onde a maioria vê obstáculos. O verdadeiro otimismo não é ingenuidade. É a confiança de que vale a pena construir algo mesmo sem garantias.

No fim das contas, a história não recompensa quem prevê o futuro. Ela recompensa quem ajuda a criá-lo. E eu acredito profundamente que a diferença entre sonhadores e realizadores não está no tamanho da visão. Está na capacidade de convencer outras pessoas a acreditarem nela.

Johan van Oldenbarnevelt fez isso em 1602. Elon Musk faz isso no século XXI. E todo empreendedor que constrói algo relevante precisa aprender a fazer o mesmo.

Porque o futuro, ontem como hoje, continua pertencendo aos obstinados.

Janguiê Diniz  – Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group; diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

Batalha das Startups estreia 4ª temporada com foco em empreendedores que desafiam limites

Programa comandado por Janguiê Diniz reúne 32 startups brasileiras e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar novos talentos do empreendedorismo nacional

Comandado por Janguiê Diniz, programa da Record News reúne 32 startups de todo o país e aposta em formato inspirado nos esportes de combate para revelar os empreendedores que estão construindo o futuro do Brasil.

O principal game show de empreendedorismo da televisão brasileira está de volta. O Batalha das Startups estreia sua quarta temporada no dia 5 de setembro de 2026, às 21h15, na Record News, apresentando ao público um novo conceito, novos desafios e uma proposta ainda mais conectada à realidade dos empreendedores brasileiros.

Com o tema “O Código dos Obstinados”, a temporada parte de uma premissa simples: antes de toda grande empresa existe alguém que se recusou a desistir.

Capitaneado pelo empreendedor empresarial, investidor e educador Janguiê Diniz, o programa amplia sua missão de fomentar a cultura empreendedora no país ao colocar no centro da narrativa não apenas startups promissoras, mas principalmente os homens e mulheres que enfrentam diariamente os desafios de construir negócios, gerar empregos, criar soluções e transformar mercados.

Ao longo da competição, 32 startups de diferentes regiões do Brasil disputarão o título de Startup Mais Promissora do Brasil. Mais do que apresentar modelos de negócio, os participantes serão submetidos a uma série de provas, desafios e avaliações que testarão competências essenciais para o sucesso empresarial, como liderança, gestão, inovação, comunicação, vendas, negociação, estratégia e capacidade de execução.

UMA TEMPORADA INSPIRADA NOS ESPORTES DE COMBATE

A grande novidade da quarta edição está em sua construção narrativa e visual. Inspirado no universo dos esportes de combate, o programa transforma a jornada empreendedora em uma verdadeira preparação para a arena. Os participantes passam por treinamentos, mentorias, resistência mental, desafios estratégicos e confrontos eliminatórios que simbolizam as batalhas enfrentadas por quem decide empreender.

A competição acontece em um ambiente que remete a uma grande academia de preparação, onde cada fase representa um novo nível de evolução até a chegada à Grande Arena, espaço reservado aos competidores que demonstrarem possuir o verdadeiro Código dos Obstinados.

“O empreendedor é alguém que aprende a conviver com a incerteza. Alguém que cai, levanta, corrige a rota e continua avançando. A obstinação é uma das características mais presentes nos grandes realizadores e é exatamente isso que queremos mostrar ao Brasil nesta temporada”, afirma Janguiê Diniz.

SQUAD TÉCNICO REÚNE REFERÊNCIAS NACIONAIS

Para avaliar, orientar e desafiar os participantes, o programa contará com um Squad Técnico formado por empresários, investidores, especialistas e influenciadores reconhecidos nacionalmente.

Entre os nomes já confirmados estão Gilberto Augusto, um dos maiores especialistas brasileiros em marketing e posicionamento de mercado; Pastor Cláudio Duarte, referência nacional em liderança, desenvolvimento humano e valores; o ex-lutador e empresário Rodrigo Minotauro, um dos maiores ícones do esporte brasileiro; Willian Bardi, especialista em crescimento empresarial; Gilmar Theobald, empresário e mentor; Carollyne Mota, executiva e estrategista de negócios; Adriana Duarte, conselheira e advogada empresarial; Cândida Catalde, referência em gestão e desenvolvimento empresarial; Mariana Scribel, especialista em posicionamento e inovação; Raony Falceta, empreendedor e investidor; Raul Canal, jurista e empresário; Janaína Guerra, especialista em liderança e gestão; Jenny Garzon, executiva internacional; Rosane Oliveira, empresária e mentora; e Ricardo Rodrigues, referência em desenvolvimento empresarial.

O grupo representa diferentes setores da economia e contribuirá para enriquecer a experiência dos participantes com avaliações práticas, mentorias e provocações estratégicas ao longo da competição.

CONVIDADOS ESPECIAIS E PARTICIPAÇÕES DE DESTAQUE

Além do Squad Técnico, a quarta temporada contará com a participação de convidados especiais que atuarão como sparrings, mentores, avaliadores e provocadores estratégicos ao longo da competição.

Entre os nomes convidados estão: Jânyo Diniz, Joaldo Diniz, Eduardo Cavalcante, Guto Galamba, Samuel Pereira, Kaká Diniz, Thiago Reis, Roberto Shiniashiki, Tathiana Deandhela, Victor Damázio, Popó Freitas e Reinaldo Zanon.

A temporada também contará com a participação de jurados convidados e especialistas reconhecidos em suas áreas de atuação, entre eles Sandra Cristina Janguiê, Alisson Zirgulick, Cristiane Costa, Danilo Vasconcelos, Graziela Cabral, Thomaz Otonari, Leandro Moura, Omar Faria, Paulo Mendes e Hugo Fernandes Damasceno.

As participações especiais ampliam a diversidade de experiências presentes no programa e proporcionam aos competidores contato direto com empresários, investidores, mentores e profissionais que são referência em seus segmentos, enriquecendo ainda mais a jornada de desenvolvimento dos participantes.

MAIS DO QUE UM PROGRAMA DE TELEVISÃO

Desde sua criação, o Batalha das Startups consolidou-se como uma das principais vitrines do empreendedorismo nacional, conectando startups, investidores, empresários e especialistas em uma plataforma de conteúdo, inspiração e desenvolvimento de negócios.

Ao longo das temporadas, o programa já apresentou dezenas de empresas inovadoras, histórias de superação e soluções capazes de impactar positivamente diferentes segmentos da economia brasileira. Mais do que descobrir empresas promissoras, o objetivo é revelar líderes, pessoas capazes de inspirar, inovar, superar desafios e construir o futuro.

LANÇAMENTO OFICIAL

O lançamento da nova temporada acontecerá em um coquetel exclusivo no dia 10 de julho de 2026, em São Paulo, reunindo participantes, investidores, empresários, patrocinadores, influenciadores, parceiros estratégicos e representantes da imprensa para conhecer em primeira mão os bastidores e as novidades desta superprodução.

SERVIÇO

Coquetel de Lançamento
Batalha das Startups – 4ª Temporada
Tema: O Código dos Obstinados
Data: 10 de julho de 2026
Horário: 19h

-O acesso demanda confirmação de presença com Carol Figueiredo pelo
Fone 11.96403.1073
Local:
Mentor Capital Group Hall
Ed. Riverview Corporate Tower
Av. Dr. Chucri Zaidan, 246 – Conj. 111 – 11º andar
São Paulo/SP

Estreia:
5 de setembro de 2026
Record News
21h15

Connection 26 amplia atuação nacional e aposta em tecnologia para transformar a comunicação estratégica

Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil

Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma de soluções.

Fundada pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, a empresa nasce com a proposta de conectar pessoas, marcas e oportunidades, utilizando ferramentas modernas para atender empresas, instituições, lideranças políticas e organizações dos mais diversos segmentos.

A Connection 26 reúne uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, especialistas em marketing digital, criadores de conteúdo, profissionais de tecnologia, analistas de dados, especialistas em inteligência artificial e gestores de tráfego pago, oferecendo soluções completas para quem busca posicionamento, crescimento e resultados.

Entre os serviços oferecidos estão comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, produção de conteúdo, mídia digital, desenvolvimento de plataformas, inteligência artificial e campanhas de tráfego pago de alta performance.

Um dos diferenciais da empresa é sua forte atuação na comunicação política, utilizando tecnologia avançada, análise de dados e estratégias digitais inovadoras para ampliar o alcance e a eficiência das campanhas de comunicação.

A empresa também se destaca pelo acesso a uma ampla rede de portais de notícias em todo o Brasil, fortalecendo a divulgação de marcas, projetos e ações institucionais em nível nacional.

Para Robson Ouro Preto, a comunicação do futuro será cada vez mais impulsionada pela tecnologia e pela inteligência de dados.

“A comunicação está vivendo uma transformação histórica. Hoje não basta apenas divulgar, é preciso conectar, compreender comportamentos, utilizar tecnologia e criar estratégias capazes de gerar resultados reais. A Connection 26 nasceu para liderar esse novo momento”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 segue expandindo sua presença nacional e se posicionando como uma das empresas mais inovadoras do setor, contribuindo para a evolução da comunicação digital e da tecnologia aplicada ao mercado brasileiro.

A expectativa é que a empresa amplie ainda mais sua atuação nos próximos anos, consolidando Brasília como um importante polo de inovação, comunicação estratégica e transformação digital para todo o país.

Empresário Robson Ouro Preto funda a Connection 26 em Brasília e amplia atuação nacional na comunicação e tecnologia

Nova empresa pretende conectar marcas, instituições e projetos dos 26 estados brasileiros por meio de estratégias digitais e soluções tecnológicas

Brasília (DF) – O empresário, publicitário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto dá mais um importante passo em sua trajetória empresarial com a fundação da Connection 26, uma empresa sediada em Brasília que nasce com a proposta de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros por meio da comunicação, tecnologia e inovação.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 chega ao mercado com uma estrutura moderna e uma equipe especializada para atender empresas, instituições, personalidades públicas, organizações e projetos em todo o território nacional.

A escolha de Brasília como sede da empresa não foi por acaso. Além de ser o centro político e administrativo do Brasil, a capital federal oferece uma posição estratégica para a expansão nacional da marca, fortalecendo a conexão entre diferentes regiões, mercados e oportunidades.

Segundo Robson Ouro Preto, a Connection 26 foi criada para atender às novas demandas do mercado digital e tecnológico.

A Connection 26 nasce com o propósito de conectar o Brasil. Estamos em Brasília, mas nossa atuação será nacional, ligando o Distrito Federal aos 26 estados através da comunicação, da tecnologia e da inovação. Queremos aproximar pessoas, marcas e oportunidades, oferecendo soluções modernas e eficientes para nossos clientes”, destacou Robson.

A empresa atuará em diversas áreas estratégicas, entre elas:

* Comunicação Corporativa
* Marketing Digital
* Assessoria de Imprensa
* Tecnologia
* Desenvolvimento de Plataformas
* Inteligência Artificial
* Produção de Conteúdo
* Mídia Digital
* Tráfego Pago

Um dos grandes diferenciais da Connection 26 será sua equipe especializada em campanhas de tráfego pago para o segmento político, utilizando metodologias avançadas, inteligência de dados e ferramentas exclusivas desenvolvidas para maximizar resultados e ampliar o alcance de campanhas e projetos de comunicação.

A empresa também nasce com foco em inovação, investindo em inteligência artificial, automação de processos e soluções digitais capazes de transformar a forma como marcas e instituições se relacionam com seus públicos.

Com a criação da Connection 26, Robson Ouro Preto reforça sua presença no cenário nacional da comunicação, consolidando sua experiência no setor e ampliando sua atuação a partir da capital federal.

A expectativa é que a empresa se torne uma referência nacional em comunicação integrada, tecnologia e estratégias digitais, conectando empresas, governos, organizações e profissionais em todas as regiões do país.

Connection 26
Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

Em artigo alusivo ao Dia do Trabalhador, educador e empreendedor destaca o papel do trabalho na geração de oportunidades, mobilidade social e desenvolvimento econômico, além da importância de ambientes corporativos que valorizem pessoas e incentivem o intraempreendedorismo

O mês de maio se inicia com o Dia do Trabalhador. A data nos convida à reflexão sobre o papel do trabalho na vida das pessoas e na construção da sociedade. Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo. O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental. Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes. Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo. Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre o Dia do Trabalhador, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

Janguiê Diniz  –     Fundador,  controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. – diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular