Dias de calor: como cuidar dos pets durante a estação mais quente do ano?

Médica-veterinária fala sobre alguns cuidados para os pets sentirem menos os efeitos do calor.

Com a chegada do verão e os dias de calor, os seres humanos sofrem com o aumento da temperatura. O mesmo acontece com os animais, principalmente, os cães e gatos que fazem a troca do calor pela respiração e através dos coxins, as famosas “almofadinhas” das patas. Segundo a médica-veterinária Annie Tenório, que atua na Vet4All – aplicativo que oferece atendimento veterinário 24h de forma online, os sinais que os pets apresentam quando estão com excesso de calor é a boca aberta tentando respirar e fazer a troca de calor, pupilas dilatadas, fraqueza, aumento de temperatura corporal, salivação em excesso, entre outros.

Às vezes, alguns começam a apresentar sinal de cianose (mucosas e língua com aparência roxa), que é quando a oxigenação é insuficiente para a respiração. A progressão é a hipertermia (temperatura corporal mais alta) que é uma emergência clínica e pode ser fatal. Alguns cães podem apresentar quando estão em momentos de estresse ou excesso de calor, ruídos estranhos que podem ter como causa o colapso de traqueia (estreitamento da traqueia). Existem também aqueles que ficam tentando procurar lugares mais frios para fazer a troca”, explica ela.

As consequências que o excesso de calor pode causar nos animais dependem ao que eles foram expostos, explica a veterinária da Vet4All. “Por exemplo, se durante o passeio eles queimarem as patinhas, são queimaduras de patinhas. Caso tenha aumento de temperatura corporal e excesso de salivação, boca aberta, pupila dilatada, fraqueza e cianose, a evolução poderá levar a hipertermia, que pode ser letal. Os pets nesse caso, precisam ser levados para atendimentos de emergência em hospital veterinário. A incidência do sol sobre a pele pode resultar numa queimadura, principalmente nas partes mais claras do corpo, como o focinho, o que provoca muita agitação, dor e ferida”, afirma Annie Tenório.

A temperatura mais alta também faz com que o consumo de alimentoS diminua, por isso alguns animais apresentam falta de apetite e emagrecimento. Para ajudar os animais a sentirem menos os efeitos do calor, os tutores podem manter alguns cuidados necessários. “Oferecer sempre um ambiente ventilado. Se a casa não tiver muita ventilação, colocar ventilador e ar-condicionado. Aumentar o número de bebedouros, oferecer água gelada, estimular até alimento natural com mais água porque favorece a ingestão do líquido, que faz com que a sensação térmica diminua para eles. Os passeios devem ser em horários mais frios, até 9h da manhã ou a partir das 16h”, recomenda a médica veterinária do aplicativo Vet4All.

Annie Tenório explica que algumas raças de cachorro apresentam maior dificuldade com a troca de calor, como por exemplo, os braquicefálicos, caracterizados pelo crânio e focinho mais curtos, o que dificulta a respiração. “Às vezes eles também podem apresentar o alongamento de palato e estreitamento de traqueia. Há outros animais, que não precisam ser exatamente de uma raça específica e apresentam um colapso na traqueia e por isso precisam de uma atenção especial na troca de respiração”, informa.

Sobre a Vet4All

A Vet4All oferece um serviço inovador: teleatendimento veterinário 24h, a fim de auxiliar na saúde pet, com qualidade, segurança e valor acessível. Por meio de um plano de assinatura no aplicativo Vet4All, os tutores de cães e gatos têm acesso facilitado a veterinários 24 horas por dia, sete dias por semana.

No aplicativo, é possível ter acesso ao mapa de clínicas, hospitais veterinários e lojas parceiras, ficando ciente de todas as possibilidades na região onde reside. Nessa rede, o assinante conta com benefícios e descontos exclusivos em produtos e serviços. Bastará informar que é assinante da Vet4All. No app, também é possível consultar todo o histórico de atendimentos do pet.

Mais informações através do site https://www.vet4all.com.br/ e pelo Instagram @vet4all.br

Pets contribuem para a saúde física e mental dos seres humanos

Ter um bichinho de estimação em casa promove benefícios e gera a sensação de bem-estar e felicidade

Pequeno ou de grande porte, os pets vêm compondo ainda mais os lares de diversas famílias brasileiras. Ter um animal de estimação em casa promove diversos benefícios como: ajuda a reduzir o estresse, a superar o luto, faz bem ao coração, alivia a solidão, dentre outros.

De acordo com o psicólogo e professor do Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG), Aluísio Soares, ter um pet aumenta o bem-estar físico, mental, psicológico e emocional. “A qualidade de vida do tutor aumenta devido às relações que são estabelecidas com o animal de estimação, gerando sentimentos positivos, que aparecem em razão da produção do neurotransmissor chamado serotonina, que produz sensação de bem-estar e felicidade”, informa.

O especialista reforça que não há contraindicações para adotar um pet. “Em sua grande maioria, não existem contraindicações na convivência de um animal de estimação com as pessoas. O bem-estar e a sensação de pertencer e cuidar, são fatores muito presentes nestas relações. O que pode acontecer são algumas pessoas não se identificarem com esta rotina de vida ou até mesmo preferirem outros tipos de animais para convivência, ou até mesmo não preferirem animais”, ressalta.

Além disso, ter um animal de estimação em casa, também, estimula uma rotina mais organizada e saudável, devido a responsabilidade de cuidar do animalzinho, dedicando tempo com a alimentação e passeios. Com isso, o tutor transforma a rotina, que poderia estar em uma situação mais triste ou sem sentido. A organização, rotina e bem-estar, são questões evidenciadas nas relações estabelecidas com os pets.

Do Brasil para a Europa: quem é o artista que ganhou os palcos de 10 países europeus e se prepara para novos lançamentos

Goiano de nascimento, o cantor Masca Rodrigues definitivamente caiu nas graças dos europeus. Desde que pisou no velho continente já se passaram 10 anos e, de de lá pra cá, o artista realizou turnês internacionais passeando pelos diferentes países do bloco, incluindo França, Alemanha e Holanda.

Agora, já consolidado através do ritmo do Reggaeton, Masca – que passou a residir na Bélgica – promete novidades para 2022. “Durante esses anos, tenho tido uma experiência incrível vivendo aqui e mesclando tudo o que trouxe do Brasil com a cultura europeia. Tive um amadurecimento nesse intervalo e tudo isso estará representado nesses novos trabalhos que estão por vir”, explica.

Seus planos para este ano de 2022 incluem os lançamentos de quatro novos singles já batizados (DND, Eu e Você, Lolo e Volta). Além disso, o artista também se prepara para encarar uma turnê nova, e deixa no ar a possibilidade de trazer o novo show também para Brasil. “Seria um sonho poder mostrar no meu país tudo o que aconteceu nesses anos por aqui. Levar de volta um som dançante, cheio de influências e que vem conquistando o público”, diz.

Masca Rodrigues nasceu em Goiás, mas aos 12 anos foi para o Norte do Brasil, onde começou os primeiros contatos com a música. Participou de uma banda gospel por muitos anos. Sua trajetória na Bélgica acontece há quase 15 anos, onde começou ministrando aulas de música para alunos de igrejas e interessados em violão, principalmente.