Yago brilha, Brasil vence Costa do Marfim e avança à segunda fase do Mundial de basquete

Após perder para a Espanha, o Brasil conseguiu vencer a Costa do Marfim por 89 a 77, em confronto realizado nesta quarta-feira (30), pelo Mundial de basquete.

Com o resultado, a seleção comandada por Gustavo de Conti avançou à segunda fase do torneio. O próximo adversário será o Canadá, nesta sexta-feira (1), às 10h30.

Um novo grupo será formado na segunda fase. Além do Canadá, o Brasil vai encarar Letônia e Espanha. Duas seguem no Mundial.

Os resultados do Brasil na primeira fase foram vitória contra Irã e Costa do Marfim e derrota para a Espanha.

O Brasil conseguiu a vitória com uma ótima atuação de Yago. O armador foi eleito o MVP com 24 pontos e onze assistências. Ele chegou a sentir dores no joelho, mas retornou no último quarto.

Na reta final, a Costa do Marfim chegou a diminuir a vantagem brasileira para apenas três pontos. Porém, o Brasil reagiu e consolidou a vitória com uma diferença de 18 pontos.

Pernambucanas são campeãs brasileiras de Copa de ‘futebol de rua’ e garantem vaga no Mundial

Em Bragança Paulista (SP), ‘As que ninguém quer’ (feminino) e ‘Os Guri FC’ (misto) vencem primeira edição do Red Bull Quatro em Quadra e vão para etapa global, na Alemanha.

Mini-traves no lugar dos travessões, campo reduzido e apenas quatro jogadores de cada lado. Após centenas de jogadores inscritos ao longo dos últimos meses, o clássico ‘futebol de rua’ invadiu o gramado do estádio Estádio Municipal Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP), neste domingo (25), para definir as equipes brasileiras que representarão o País na Alemanha, na primeira edição do Red Bull Quatro em Quadra, uma Copa 4×4 de alcance global. Em disputas eletrizantes, repletas de belos dribles e golaços, os times ‘As que ninguém quer’, de Pernambuco, e ‘Os Guri FC’, do Rio Grande do Sul, se tornaram campeões nacionais nas categorias feminina e mista, respectivamente, e carimbaram o passaporte rumo ao Mundial.

Sob um forte calor, as equipes ‘As que ninguém quer’ (PE) superaram ‘As Ousadas’ (RS) e Resenha 013 (SP) e conquistaram o título na categoria feminina. As campeãs, aliás, contam com jogadoras profissionais do Sport, lideradas por Vanessa Swaan, atacante e fã de Marta. Invictas, elas aplicaram a maior goleada do evento (10 a 2) e, na decisão diante da equipe paulista, empataram por 0 a 0 e, no desempate (disputa de x1), Debinha, xará da atacante da Seleção Brasileira, garantiu o título.

“Desde o começo, entramos no campo com alegria, nos divertindo e jogando com responsabilidade. É um ótimo campeonato para descobrir vários talentos”, analisa Debinha, a meio-campista do Sport, que já projeta a etapa internacional. “Temos de chegar do mesmo jeito que a gente jogou as classificatórias aqui: com felicidade. E temos tudo para sair de lá campeãs”, completa.

Já na categoria mista, jogos truncados, com marcação forte e belos gols levaram o público ao delírio. ‘Eurose7e’ (CE), ‘Os Guri FC’ (RS) e ‘Comigo não tá’ (SP) venceram as qualificatórias regionais e entraram em campo para a decisão nacional. Melhor para ‘Os Guri FC’, que chegou invicto à final com estilo clássico gaúcho, venceu por 2×0 o ‘Eurose7e’ e subiu ao lugar mais alto do pódio.

“Esse é o nosso estilo de jogo, inspirado na dupla Grenal. Em Porto Alegre (RS), os times jogam assim. Vibrando, dando carrinho e não desistindo de nenhuma bola”, afirma Rafael Silveira. “A nossa expectativa ao Mundial é a melhor possível. Temos a nossa característica de marcar muito, mas os meninos também têm qualidade com a bola no pé”, completa.

Agora, os vencedores vão representar o Brasil na etapa mundial, neste segundo semestre, na estrutura do RB Leipzig (Alemanha), local que desfilam estrelas da nova geração do futebol, como Gvardiol, Dani Olmo e Timo Werner. Além do Brasil, potências como Espanha, Holanda, Reino Unido, além da anfitriã alemã, estão confirmadas.

 

Equipes carimbaram o passaporte rumo ao Mundial Red Bull Quatro em Quadra na Alemanha. (Crédito: Marcelo Maragni/ Red Bull Content Pool)
Atletas famosos e sistema de jogo inovadorEm sua primeira temporada, o Red Bull Quatro em Quadra contou com duas categorias: mista e feminina. Os times poderiam ser compostos por até cinco jogadores, sendo quatro titulares e um reserva. Em uma área reduzida, sem goleiro e sem poder pisar na área delimitada perto dos gols, os times tinham de mostrar todas as suas habilidades durante 10 minutos em um formato exclusivo: gols nos primeiro e último minutos valiam o dobro.  
Os participantes do evento ainda contaram com as presenças ilustres de jogadores profissionais do Red Bull Bragantino, como os zagueiros Léo Ortiz e Lucas Cunha, que se recuperam de lesão, e da técnica Rosana Augusto, que atualmente comanda o time feminino. “Essa é uma experiência que os participantes jamais vão esquecer. A chance de jogar em outro país, conhecer outra cultura, é grandioso”, analisa a treinadora. 
Confira, abaixo, os resultados de cada partida:
Categoria feminina
‘As que ninguém quer’ (PE) 10 x 2 ‘As Ousadas’ (RS) ‘Resenha 013’ (SP) 4 x 2 ‘As Ousadas’ (RS) ‘Resenha 013’ (SP) 1x 2 ‘As que ninguém quer’ (PE)
Final: ‘Resenha 013’ (SP) 0 x 0 ‘As que ninguém quer’ (PE) – Vitória no X1, do time pernambucano, por 1 x 0, no desempate. 
Categoria mista
‘Eurose7e’ (CE) 0 x 1 ‘Os Guri FC’ (RS)‘Comigo não tá’ (SP) 0 x 3 ‘Eurose7e’ (CE)‘Comigo não tá’ (SP) 2 x 2 ‘Os Guri FC’ (RS)
Final: ‘Eurose7e’ (CE) 0 x 2 ‘Os Guri FC’ (RS)

 

Pernambucanas são campeãs brasileiras de Copa de ‘futebol de rua’ e garantem vaga no Mundial

Em Bragança Paulista (SP), ‘As que ninguém quer’ (feminino) e ‘Os Guri FC’ (misto) vencem primeira edição do Red Bull Quatro em Quadra e vão para etapa global, na Alemanha.

Mini-traves no lugar dos travessões, campo reduzido e apenas quatro jogadores de cada lado. Após centenas de jogadores inscritos ao longo dos últimos meses, o clássico ‘futebol de rua’ invadiu o gramado do estádio Estádio Municipal Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP), neste domingo (25), para definir as equipes brasileiras que representarão o País na Alemanha, na primeira edição do Red Bull Quatro em Quadra, uma Copa 4×4 de alcance global. Em disputas eletrizantes, repletas de belos dribles e golaços, os times ‘As que ninguém quer’, de Pernambuco, e ‘Os Guri FC’, do Rio Grande do Sul, se tornaram campeões nacionais nas categorias feminina e mista, respectivamente, e carimbaram o passaporte rumo ao Mundial.

Sob um forte calor, as equipes ‘As que ninguém quer’ (PE) superaram ‘As Ousadas’ (RS) e Resenha 013 (SP) e conquistaram o título na categoria feminina. As campeãs, aliás, contam com jogadoras profissionais do Sport, lideradas por Vanessa Swaan, atacante e fã de Marta. Invictas, elas aplicaram a maior goleada do evento (10 a 2) e, na decisão diante da equipe paulista, empataram por 0 a 0 e, no desempate (disputa de x1), Debinha, xará da atacante da Seleção Brasileira, garantiu o título.

“Desde o começo, entramos no campo com alegria, nos divertindo e jogando com responsabilidade. É um ótimo campeonato para descobrir vários talentos”, analisa Debinha, a meio-campista do Sport, que já projeta a etapa internacional. “Temos de chegar do mesmo jeito que a gente jogou as classificatórias aqui: com felicidade. E temos tudo para sair de lá campeãs”, completa.

Já na categoria mista, jogos truncados, com marcação forte e belos gols levaram o público ao delírio. ‘Eurose7e’ (CE), ‘Os Guri FC’ (RS) e ‘Comigo não tá’ (SP) venceram as qualificatórias regionais e entraram em campo para a decisão nacional. Melhor para ‘Os Guri FC’, que chegou invicto à final com estilo clássico gaúcho, venceu por 2×0 o ‘Eurose7e’ e subiu ao lugar mais alto do pódio.

“Esse é o nosso estilo de jogo, inspirado na dupla Grenal. Em Porto Alegre (RS), os times jogam assim. Vibrando, dando carrinho e não desistindo de nenhuma bola”, afirma Rafael Silveira. “A nossa expectativa ao Mundial é a melhor possível. Temos a nossa característica de marcar muito, mas os meninos também têm qualidade com a bola no pé”, completa.

Agora, os vencedores vão representar o Brasil na etapa mundial, neste segundo semestre, na estrutura do RB Leipzig (Alemanha), local que desfilam estrelas da nova geração do futebol, como Gvardiol, Dani Olmo e Timo Werner. Além do Brasil, potências como Espanha, Holanda, Reino Unido, além da anfitriã alemã, estão confirmadas.

 

Equipes carimbaram o passaporte rumo ao Mundial Red Bull Quatro em Quadra na Alemanha. (Crédito: Marcelo Maragni/ Red Bull Content Pool)
Atletas famosos e sistema de jogo inovadorEm sua primeira temporada, o Red Bull Quatro em Quadra contou com duas categorias: mista e feminina. Os times poderiam ser compostos por até cinco jogadores, sendo quatro titulares e um reserva. Em uma área reduzida, sem goleiro e sem poder pisar na área delimitada perto dos gols, os times tinham de mostrar todas as suas habilidades durante 10 minutos em um formato exclusivo: gols nos primeiro e último minutos valiam o dobro.  
Os participantes do evento ainda contaram com as presenças ilustres de jogadores profissionais do Red Bull Bragantino, como os zagueiros Léo Ortiz e Lucas Cunha, que se recuperam de lesão, e da técnica Rosana Augusto, que atualmente comanda o time feminino. “Essa é uma experiência que os participantes jamais vão esquecer. A chance de jogar em outro país, conhecer outra cultura, é grandioso”, analisa a treinadora. 
Confira, abaixo, os resultados de cada partida:
Categoria feminina
‘As que ninguém quer’ (PE) 10 x 2 ‘As Ousadas’ (RS) ‘Resenha 013’ (SP) 4 x 2 ‘As Ousadas’ (RS) ‘Resenha 013’ (SP) 1x 2 ‘As que ninguém quer’ (PE)
Final: ‘Resenha 013’ (SP) 0 x 0 ‘As que ninguém quer’ (PE) – Vitória no X1, do time pernambucano, por 1 x 0, no desempate. 
Categoria mista
‘Eurose7e’ (CE) 0 x 1 ‘Os Guri FC’ (RS)‘Comigo não tá’ (SP) 0 x 3 ‘Eurose7e’ (CE)‘Comigo não tá’ (SP) 2 x 2 ‘Os Guri FC’ (RS)
Final: ‘Eurose7e’ (CE) 0 x 2 ‘Os Guri FC’ (RS)

 

F1 fecha as portas definitivamente para Rússia após guerra

CEO da categoria, Stefano Domenicali justificou decisão por valores inegociáveis; país recebia corridas desde 2014 e teve etapa de 2022 cancelada após invasão à Ucrânia.

Embora o assunto sobre a Guerra da Ucrânia seja menos recorrente no esporte desde a eclosão do conflito, a F1 não mudou seu posicionamento sobre a Rússia, que invadiu o país vizinho em 24 de fevereiro deste ano. Depois de cancelar o GP da Rússia, que seria em 25 de setembro deste ano, a categoria rescindiu contratos e reafirmou que seus valores impedem um futuro retorno ao calendário.

– Eles nos pagaram quantias insanas, mas há coisas que não são negociáveis. Não vamos mais lidar com eles. Não haverá mais corridas lá – sentencia Stefano Domenicali, presidente da F1.

O conflito que já se estende há seis meses provocou após certa resistência da F1 o cancelamento da etapa, promovida desde 2014 no Circuito de Sochi – dentro do Parque Olímpico da cidade que sediou as Olimpíadas de Inverno no mesmo ano.

Uma série de medidas sucedeu a decisão inicial, como a proibição do uso de símbolos, hinos e bandeiras por pilotos da Rússia e Belarus – atletas dos dois países passaram a utilizar a bandeira da Federação Internacional do Automobilismo (FIA), caso de Alexander Smolyar, da Fórmula 3.

Sebastian Vettel com seu capacete em protesto pedindo o fim da guerra na Ucrânia — Foto: Dan Istitene/F1 via Getty Images

A entidade ainda afastou temporariamente, de sua comissão, representantes das nacionalidades em questão, e vetou a realização de eventos nos territórios.

Em março, a Haas, até então mantida na F1 pelo patrocínio do magnata russo de fertilizantes Dmitry Mazepin, anunciou a saída do piloto Nikita Mazepin, filho do bilionário, e da marca da família, a empresa Uralkali.

No mesmo mês, a F1 rescindiu definitivamente o contrato com o GP da Rússia, inviabilizando ainda a transferência da prova de Sochi para o Circuito de Igora Drive em São Petesburgo, que seria concluída em 2023.

Stefano Domenicali, chefe da Fórmula 1 — Foto: Lars Baron/Getty Images

Stefano Domenicali, chefe da Fórmula 1 — Foto: Lars Baron/Getty Images

 

Permanência polêmica, ausência questionada

Se a F1 não hesitou em encerrar suas atividades na Rússia por razões sociais – devido à guerra -, a categoria se mantém firme no Oriente Médio, correndo há anos no Bahrein e na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi. No último ano, foram inclusas provas no Catar e Arábia Saudita, países acusados de mortes e violações aos direitos humanos.

Pilotos discutiram situação do GP da Arábia Saudita após atentados em Jeddah por mais de 4 horas — Foto: Clive Rose - Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Pilotos discutiram situação do GP da Arábia Saudita após atentados em Jeddah por mais de 4 horas — Foto: Clive Rose – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Enquanto a corrida no Circuito de Losail fará uma pausa em 2022 devido à Copa do Mundo de futebol no Catar, Jeddah já retornou ao calendário na atual temporada, em etapa marcada por ameaças de grupos armados e um atentado a menos de 10 km do circuito durante o GP.

Fumaça de atentado na Arábia Saudita é vista do Circuito de Jeddah — Foto: Intel Omarion

Fumaça de atentado na Arábia Saudita é vista do Circuito de Jeddah — Foto: Intel Omarion

Apesar das críticas do público, entidades de direitos humanos e até pilotos como Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, Domenicali defendeu a permanência da F1 no Oriente Médio:

– Queremos usar a força do nosso esporte para impulsionar a mudança. E vemos que algo está acontecendo.

Outro ponto abordado pelo italiano foi a ausência da F1 na Alemanha, que recebeu a categoria de 1951 até 2020 com os GPs da Alemanha, Luxemburgo e Eifel, revezando-se nos últimos anos nos Circuitos de Nurburgring e Hockenheimring.

Pilotos da F1 no GP de Eifel, em Nürburgring — Foto: Bryn Lennon/Getty Images

Pilotos da F1 no GP de Eifel, em Nürburgring — Foto: Bryn Lennon/Getty Images

Domenicali alfinetou os organizadores da corrida alemã que, apesar da intenção da categoria de viabilizar o retorno ao país, não conseguiu trazer a F1 de volta.

 

– Eles falam, falam, falam, mas no final você precisa de fatos. É um mistério para mim como alguém não consegue construir um negócio em torno de um GP. Uma corrida em Hockenheim ou Nurburgring seria atraente, mas tem valer a pena. Não podemos arcar com todos os custos – explicou.

Domenicali alfinetou os organizadores da corrida alemã que, apesar da intenção da categoria de viabilizar o retorno ao país, não conseguiu trazer a F1 de volta.

 

– Eles falam, falam, falam, mas no final você precisa de fatos. É um mistério para mim como alguém não consegue construir um negócio em torno de um GP. Uma corrida em Hockenheim ou Nurburgring seria atraente, mas tem valer a pena. Não podemos arcar com todos os custos – explicou.