Robson Ouro Preto é oficializado pelo PL como candidato a deputado estadual em Pernambuco

Empresário e comunicador teve o nome homologado durante a convenção estadual do Partido Liberal e disputará uma vaga na Assembleia Legislativa com apoio da direção da legenda e do presidente estadual Anderson Ferreira

Agora é oficial. O empresário e comunicador Robson Ouro Preto foi oficialmente apresentado pelo Partido Liberal (PL) como candidato a deputado estadual durante a convenção partidária da legenda em Pernambuco, consolidando seu nome na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. A homologação ocorreu na convenção estadual do partido, que oficializou seus candidatos para as eleições de 2026.

Apontado como uma das novas apostas da política pernambucana, Robson Ouro Preto chega à disputa com o respaldo da direção estadual do PL. O presidente estadual da legenda e candidato a deputado federal, Anderson Ferreira, reforça a estratégia de fortalecimento do partido no interior do Estado, especialmente no Agreste Meridional, onde fará dobradinha com Robson durante a campanha.

Com forte atuação nas áreas da comunicação, cultura, esporte e terceiro setor, Robson construiu uma ampla rede de relacionamento em Pernambuco e entra na corrida eleitoral defendendo a renovação política e o fortalecimento das pautas voltadas ao desenvolvimento regional.

A parceria entre Robson Ouro Preto e Anderson Ferreira será intensificada em todo o Agreste Meridional, região considerada estratégica para o crescimento eleitoral do PL. A expectativa da legenda é ampliar sua representatividade na Assembleia Legislativa de Pernambuco e na Câmara dos Deputados.

A oficialização da candidatura marca um novo capítulo na trajetória de Robson Ouro Preto, que passa a integrar oficialmente o time do Partido Liberal na disputa eleitoral de 2026, contando com o apoio e a confiança da direção estadual da sigla para representar os pernambucanos no Legislativo estadual.

Maior convenção partidária do estado marca lançamento da candidatura à reeleição de Raquel Lyra pelo PSD

Convenção realizada neste domingo (2), no Bairro do Recife, oficializou a chapa com Priscila Krause como candidata à reeleição para vice-governadora e Túlio Gadêlha ao Senado, reunindo milhares de militantes, lideranças políticas e aliados em um dos maiores atos da campanha em Pernambuco

O PSD lançou, neste domingo (2), a candidatura da governadora Raquel Lyra à reeleição ao governo de Pernambuco. O anúncio foi feito durante convenção partidária realizada no espaço de festas Parador, no Bairro do Recife.

Raquel Lyra tenta conquistar um segundo mandato à frente do Palácio do Campo das Princesas, de onde saiu, neste domingo, em caminhada junto com militantes e lideranças políticas pelo Bairro do Recife até o local da convenção.

Na chapa encabeçada pela governadora, também foram oficializados os nomes de Priscila Krause (PSD), que vai se candidatar à reeleição como vice-governadora, e do deputado federal Túlio Gadêlha (PSD), candidato ao Senado. No sábado (1º), o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) foi anunciado como o outro candidato a senador pelo grupo.

Advogada de formação, Raquel Lyra é filha do ex-governador João Lyra Neto e procuradora concursada do governo do estado. Iniciou a carreira política como deputada estadual, foi prefeita de Caruaru por dois mandatos e, em 2022, tornou-se a primeira mulher eleita governadora de Pernambuco.

Naquele ano, Raquel venceu a eleição em segundo turno, após terminar a primeira etapa da eleição atrás de Marília Arraes (à época, no Solidariedade) — que, hoje, é candidata ao Senado na chapa do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), principal adversário da governadora.

Em discurso na convenção, Raquel Lyra lembrou do marido, Fernando, que morreu no dia do primeiro turno das eleições de 2022.

Ela afirmou ter assumido o governo “com as contas quebradas” e disse ter ido a Brasília pelo menos 150 vezes, buscar investimentos para Pernambuco. Também falou sobre machismo na política e sobre ter sido a primeira mulher eleita para governar o estado.

“Duvidaram que uma mulher filha do interior pudesse ter a capacidade de devolver Pernambuco. Não a sua capacidade de investir, mas de fazer as pessoas acreditarem no presente, olhando para o futuro. Tentaram segurar nosso mandato de tudo que é jeito, inventaram todas as formas, cobraram de mim como nunca cobraram a um homem governador de Pernambuco”, afirmou.

Raquel Lyra também falou sobre sua própria gestão e afirmou ter andado desde Petrolina, no Sertão, ao Recife, para convocar as pessoas.

“Vim andando de cidade em cidade, conclamando e convocando para que a gente pudesse estar aqui hoje. Porque nada, nada é capaz de superar a força de um povo que se une. Não que se une em torno de um projeto de poder, mas que se une em torno de fazer o nosso estado crescer, sem deixar ninguém para trás”, disse.

Raquel Lyra (PSD) durante a convenção que oficializou a candidatura dela à reeleição no governo de Pernambuco — Foto: Pedro Alves/g1

Quem também teve a candidatura confirmada foi a vice-governadora Priscila Krause, que vai concorrer ao mesmo cargo. Na convenção, ela falou sobre os dois candidatos a senador, e afirmou que eles, se eleitos, vão ajudar na governabilidade. Ela também elogiou a correligionária e disse que as duas estão “mais juntas que nunca”.

“Quando a gente chegou, vocês sabem que a casa estava desarrumada. Que deu um trabalho danado, mas a gente escolheu uma líder, uma governadora que não tem medo de desafios. Aliás, toda vez que a gente diz a Raquel ‘essa bronca é grande, ela fala ‘pois é com ela eu vou me abraçar’. E a gente se abraçou com essa bronca. Diante da sua mesa se colocaram problemas e escolhas para você fazer que não foram as mais fáceis, mas você fez, todas as vezes, as escolhas certas. Você apontou nos apontou os caminhos, juntou um time”, declarou.

Candidatos ao Senado

A composição da chapa foi consolidada após meses de negociações políticas e mudanças nas alianças partidárias.

Um dos principais movimentos ocorreu em março, quando o União Brasil rompeu com o grupo liderado por João Campos (PSB) e passou a integrar a base da governadora.

A aproximação levou Miguel Coelho, presidente estadual do União Brasil, a participar de agendas políticas e entregas do governo. Posteriormente, no entanto, ele perdeu a disputa interna da Federação União Progressista pela candidatura ao Senado para o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e anunciou, no sábado, a retirada de seu nome da disputa.

No mesmo dia, Eduardo da Fonte oficializou seu nome como candidato ao Senado, em convenção partidária do PP.

Na chapa majoritária, Raquel também conta com a candidatura de Túlio Gadêlha ao Senado. Ele era filiado à Rede, que compõe federação com o PSOL, e se filiou ao PSD para viabilizar seu nome como candidato a senador, já que as duas legendas estavam alinhadas com o grupo de João Campos.

Em discurso na convenção, Túlio Gadêlha disse se sentir honrado por ter sido escolhido para ser candidato pelo partido da governadora, e afirmou que, se eleito, terá a missão de construir pontes com o governo Lula (PT), numa eventual reeleição de Raquel Lyra.

“Eu sei que eu posso construir as pontes com o presidente Lula para trazer mais desenvolvimento pra Pernambuco. E eu sei o quanto é importante. Quem é Lula faz o ‘L’, mas eu quero dizer uma coisa muito importante. Nesse palanque aqui não existe ódio. Aqui existe respeito a quem pensa diferente, a quem lutam e trabalham por Pernambuco”, declarou.

Trajetória de Raquel Lyra

Raquel Teixeira Lyra Lucena é advogada e política, nasceu no Recife e é filha do ex-governador João Lyra Neto, que assumiu o governo em 2014, após a renúncia de Eduardo Campos (PSB) para concorrer à Presidência. Ele, que era o pai do atual adversário da governadora, morreu num acidente aéreo.

João Lyra Neto e Mércia Lyra tiveram, além de Raquel, outras duas filhas, Paula e Nara.

Viúva, Raquel Lyra perdeu seu marido, o empresário Fernando Lucena, no dia das eleições de primeiro turno de 2022, quando era candidata a governadora. Ele teve um mal súbito e chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O casal teve dois filhos, João e Fernando, que têm 16 e 14 anos.

Raquel Lyra é formada em direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Já trabalhou como advogada do Banco do Nordeste e, em 2002, assumiu o cargo concursado de delegada da Polícia Federal, onde permaneceu até 2005.

Ela renunciou ao cargo após passar no concurso para a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Durante a gestão de Eduardo Campos, foi chefe da Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo do governo, entre 2007 e 2010.

Foi eleita deputada estadual em 2010, pelo PSB, mas licenciou-se do cargo para assumir a Secretaria da Criança e da Juventude no segundo mandato de Eduardo Campos. Em 2014, foi reeleita deputada estadual com a terceira maior votação do estado.

Durante o mandato na Assembleia Legislativa, presidiu a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça, foi vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente e membra titular da Comissão de Negócios Municipais e suplente da Comissão de Ética.

Saiu do PSB em março de 2016, ano em que lançou candidatura à prefeitura de Caruaru pelo PSDB. Foi eleita em segundo turno, com 93.803, o que corresponde a 53,15% dos votos válidos, e se tornou a primeira mulher a assumir o cargo na cidade. Em 2020, foi reeleita em primeiro turno, com 114.466 votos, ou 66,86% dos votos válidos.

Em 2022, deixou a prefeitura para disputar o governo de Pernambuco. Terminou o primeiro turno na segunda colocação e derrotou Marília Arraes no segundo turno, tornando-se a primeira mulher eleita governadora do estado.

Em março de 2025, Raquel deixou o PSDB e filiou-se ao PSD, legenda pela qual disputa a reeleição.

Calendário de convenções

As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto.

Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte. Nas eleições deste ano, em 4 de outubro, os brasileiros vão votar para:

  • presidente;
  • governador;
  • Senado (duas vagas por estado);
  • deputado federal;
  • deputado estadual.
O Portal 007 noticiou bastidores de contratos culturais e relações políticas ligadas a Luciano Medeiros em Ipojuca

Apuração reúne documentos, registros de eventos e conexões políticas envolvendo artistas, gestão municipal e o cenário eleitoral de 2024

Documentos, registros de contratação e conexões entre personagens do setor de eventos apontam para uma linha de favorecimento que exige explicações públicas: a escalada de pagamentos a artista ligada a Luciano e o ambiente político em torno da candidatura de seu filho em 2024. 

Matéria elaborada a partir de material documental fornecido, com linguagem jornalística e preservação de dados pessoais sensíveis.

O ponto central: não se trata apenas de agenda cultural. O que aparece é uma sequência de vínculos pessoais, políticos e empresariais que coloca Luciano Medeiros no centro de uma engrenagem de influência, contratos e exposição eleitoral.

Luciano Medeiros aparece nos registros como figura de forte circulação dentro da estrutura municipal de Ipojuca entre 2018 e 2024. A informação mais sensível não está apenas no cargo que ocupou, mas no entorno: passagem pela área de Cultura, proximidade com o núcleo político da gestão, influência narrada sobre contratações artísticas e, no mesmo período, a candidatura de seu filho a vereador em 2024.

A linha documental analisada aponta dois eixos de maior impacto político. O primeiro é a suspeita de contratações artísticas com valores superiores aos praticados para atrações do mesmo segmento, com destaque para apresentações ligadas à empresa Gamboa. O segundo é a relação extraconjugal atribuída a Luciano com a cantora Cleyce Beatriz, artista que aparece no centro dessas contratações. Quando esses dois pontos são colocados lado a lado, a narrativa deixa de ser administrativa e passa a ter peso político: os contratos, a intimidade e a campanha familiar passam a ocupar o mesmo tabuleiro.

Esta reportagem não afirma conclusão judicial nem substitui investigação oficial. O que se expõe é a coerência entre documentos, imagens, vínculos e pagamentos que, reunidos, impõem uma pergunta direta: a máquina cultural foi usada como vitrine política, favorecimento pessoal ou instrumento de sustentação de aliados?

1. Da Prefeitura à Cultura: o caminho que abre a porta das contratações

O material situa Luciano Medeiros primeiro no ambiente da Prefeitura e depois no circuito da Cultura, setor em que contratos artísticos, produção de eventos e circulação de empresas privadas costumam se aproximar da agenda política local. É nesse ponto que a história começa a ganhar corpo: as contratações questionadas não surgem isoladas, mas dentro de uma rede de pessoas que se conhecem, interagem e ocupam posições estratégicas.

Imagem 1 – O vínculo pessoal no centro do caso. O registro apresentado associa Cleyce Beatriz à estrutura municipal e à empresa contratada para eventos. A relevância política da imagem está no cruzamento entre função pública, agenda artística e a relação atribuída a Luciano Medeiros, elemento que transforma uma contratação cultural em possível conflito de interesse.Imagem 2 – O início da trilha de contratações. A sequência documental passa a mostrar contratações suspeitas vinculadas a eventos culturais. A imagem funciona como ponto de virada: daqui em diante, a narrativa sai do campo pessoal e entra no uso de recursos públicos.

2. Shows, valores e a pergunta que precisa ser respondida

A documentação reúne contratações de apresentações artísticas e aponta que a cantora teria recebido valores acima dos praticados por atrações semelhantes. O dado é politicamente explosivo porque a artista não aparece como figura aleatória do circuito cultural: ela é apontada como pessoa ligada intimamente a Luciano. Em uma cidade onde a Cultura tem forte apelo popular, cada show vira palco, cada palco vira capital político e cada contratação precisa resistir ao escrutínio público.

O ponto mais grave é a conexão temporal e política com a campanha de 2024 do filho de Luciano, Lucas Medeiros, candidato a vereador e atualmente suplente, segundo o material fornecido. A suspeita que se desenha é direta: contratações culturais podem ter funcionado como estrutura indireta de fortalecimento de presença pública, circulação social e influência política no período eleitoral.

Imagem 3 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 4 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 5 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 6 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 7 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 8 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 9 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 10 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.Imagem 11 – Peça documental da sequência de shows. O registro integra a cronologia das contratações artísticas questionadas. Em conjunto, essas páginas sustentam a leitura de repetição: não é uma ocorrência avulsa, mas uma cadeia de atos administrativos que precisa ser explicada em valores, critérios, justificativas e beneficiários finais.

3. A engrenagem empresarial por trás da contratação

A empresa Gamboa Sonorização, Iluminação e Locações de Máquinas aparece como peça importante na execução dos contratos. O material também aponta conexões com personagens ligados a outras empresas do setor de eventos, o que amplia o problema: a suspeita deixa de mirar apenas uma artista e passa a alcançar a estrutura de intermediação, produção e influência em torno da Cultura de Ipojuca.

Imagem 12 – A ponte entre artista, empresa e pagamentos. O trecho destaca a tese de valores superfaturados e apresenta a Gamboa como empresa central. É uma imagem-chave porque conecta a cantora citada, a contratação pública e a rede empresarial responsável pela execução dos eventos.Imagem 13 – Redes empresariais e produção cultural. A imagem amplia a apuração para outros nomes e empresas do segmento. O interesse jornalístico está no ecossistema: quem contrata, quem produz, quem influencia e quem se beneficia politicamente.Imagem 18 – A conexão declarada entre amizade, Cultura e contratação. O trecho apresenta a tese de que Luciano teria influência sobre contratações e relação com atores do setor de eventos. É uma peça de ligação entre o vínculo pessoal, a estrutura administrativa e a empresa contratada.

4. Redes sociais: o detalhe que confirma proximidade política e empresarial

As interações em redes sociais, quando isoladas, podem parecer banais. Neste caso, elas têm valor contextual: ajudam a mostrar proximidade entre Luciano, a empresa Gamboa e personagens vinculados ao setor de eventos. O problema não é uma curtida ou comentário. O problema é quando esses sinais digitais aparecem dentro de uma sequência maior de contratos, relações pessoais e influência política.

Imagem 19 – Interações que saem do campo informal. O material aponta participação da Gamboa e de personagens do setor em postagens associadas a Luciano. A imagem é relevante porque coloca a relação empresarial também no ambiente público das redes sociais.Imagem 20 – Comentários e marcações como rastros de proximidade. As marcações destacadas reforçam a ligação entre perfis citados. Em uma apuração política, esse tipo de rastro ajuda a contextualizar vínculos que, somados aos contratos, exigem resposta pública.Imagem 21 – Novas conexões no setor de eventos. A página relaciona Weverton a empresas e instituto, ampliando a rede de influência. O interesse está na multiplicidade de CNPJs e relações que aparecem em torno da mesma área: cultura, eventos e contratos públicos.Imagem 22 – Instituto, presença pública e imagem institucional. A fotografia e os documentos apresentados funcionam como prolongamento da rede. A apuração sugere que a influência cultural não se limita ao palco: ela se estende a entidades, eventos e articulação institucional.Imagem 23 – Portal da Transparência e despesas identificadas. A página reúne despesas em nome da Gamboa e reforça a necessidade de confrontar valores, datas, objetos contratados e critérios de escolha. É uma das imagens mais importantes para sustentar a cobrança de fiscalização.Imagem 24 – Registro financeiro final da sequência. O fechamento documental reforça que a questão central é o fluxo de dinheiro público. A matéria termina onde a fiscalização deve começar: nos pagamentos, nos beneficiários e nas justificativas formais de cada contratação.

Conclusão:

A pergunta que Ipojuca não pode engolir em silêncio O caso Luciano Medeiros reúne ingredientes que, em qualquer cidade, exigiriam explicações imediatas: influência política, contratação de artista ligada pessoalmente ao agente público, suspeita de valores acima do mercado, empresa intermediadora recorrente e coincidência com o ciclo eleitoral do filho candidato a vereador.

A defesa poderá apresentar justificativas, documentos e versões. Mas a cobrança pública permanece. Quem ocupou espaço de influência na Prefeitura não pode tratar contratações culturais como zona cinzenta. Se houve pagamento acima do padrão, é preciso explicar. Se houve favorecimento pessoal, é preciso investigar. Se a máquina de eventos serviu para alimentar visibilidade política em torno de uma candidatura familiar, a população precisa saber.

Em política, bastidor também deixa rastro. E quando o rastro passa por dinheiro público, relação pessoal e campanha eleitoral, o silêncio vira confissão política de desprezo pela fiscalização popular.

Nota editorial: dados pessoais sensíveis foram evitados no texto. A matéria foi estruturada a partir de documentos e imagens fornecidos, com foco nos pontos de interesse público: contratações, vínculos políticos, relações pessoais e possível conflito de interesse.

Inmet emite alerta vermelho de chuvas para RMR e Zona da Mata; chuvas podem passar dos 100 mm

Diante do acumulado de chuvas, Recife entrou em estágio de alerta

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) elevou o alerta de chuvas para nível vermelho na Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata de Pernambuco. O aviso de acumulado de precipitação, que indica “grande perigo” para as regiões, vale até 20h desta sexta-feira (7).

De acordo com o Inmet, as chuvas podem ser superiores a 60 mm/h ou 100 mm/dia. Há também “grande risco” de grandes alagamentos e transbordamento de rios, bem como deslizamentos de enconstas, em cidades com essas áreas de risco.

O Centro de Operações do Recife (COP) informou que a cidade entrou em estágio de alerta às 7h33. “Isso indica que a rotina da cidade foi impactada pelo volume de chuvas e pelo agravamento das condições meteorológicas, que provocam ocorrências em diferentes locais. As equipes municipais estão mobilizadas, agindo em diversas frentes e monitorando a situação”, disse o centro.

O sistema nacional do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) está fora do ar e, por isso, o COP não pode informar os índices pluviométricos. Os dados da Apac também estão indisponíveis.

No pluviômetro da Prefeitura do Recife situado na avenida Abdias de Carvalho, na Zona Oeste da cidade, o total chegou a 44 mm nas 24 horas contadas até 7h45.

O transporte de umidade do Oceano Atlântico para o continente contribui para o aumento da nebulosidade e da chuva na costa leste da região, segundo o Inmet. A previsão se estende para a faixa leste da região Nordeste, entre o litoral dos estados da Paraíba e do Sergipe.

Fernando Rodolfo ‘torra’ R$ 4 milhões do PL e fracassa em Caruaru

Com desempenho pífio nas urnas e problemas financeiros, campanha de Fernando Rodolfo causa prejuízos ao PL.

Chama a atenção de todos que acompanharam a campanha em Caruaru o desempenho pífio do candidato a prefeito pelo PL, Fernando Rodolfo, que obteve apenas 8,93% dos votos, não conseguindo alcançar dois dígitos.

Fernando Rodolfo tentou, sem sucesso, se apropriar da bandeira bolsonarista, mas seu discurso não convenceu os direitistas da cidade, que optaram por apoiar outros projetos eleitorais. O prefeito Rodrigo Pinheiro abocanhou a maior parte desse eleitorado, superando os demais candidatos majoritários.

Outro ponto impactante é a quantidade de recursos destinados à candidatura de Fernando Rodolfo: R$ 3.810.000,00, uma quantia milionária para um candidato que se mostrou incapaz de competir em pé de igualdade com seus oponentes.

Informações de bastidores indicam que Fernando Rodolfo não tem conseguido quitar, sequer, compromissos triviais de sua campanha. A desorganização é evidente: embora o dinheiro tenha sido enviado, os acordos não estão sendo cumpridos.

Para agravar ainda mais a situação, o presidente nacional do PL, Waldemar da Costa Neto, enviou um recado claro: “Acabamos com nosso dinheiro”, deixando explícito que não há mais recursos em caixa.

Diante de tudo isso, fica a pergunta: onde foram parar os quase 4 milhões de reais que o PL enviou para a falida campanha de Fernando Rodolfo?

Robson Ouro Preto, Presidente do PRTB-PE, Acompanha Pablo Marçal em Agendas de Campanha em São Paulo

Liderança do PRTB-PE, Robson Ouro Preto, fortalece laços com a executiva nacional do partido ao acompanhar o candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal.

Robson Ouro Preto, presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) em Pernambuco, está em São Paulo acompanhando de perto as agendas de campanha de Pablo Marçal, candidato do partido à prefeitura da capital paulista. Ouro Preto, que tem se destacado por seu trabalho no PRTB em Pernambuco, passa alguns dias na cidade para cumprir compromissos com a executiva nacional do partido.

A presença de Robson Ouro Preto em São Paulo reflete sua crescente influência dentro do PRTB. Conhecido por sua liderança e pelo fortalecimento da legenda em Pernambuco, ele é bem-visto pela direção nacional do partido, que valoriza seu empenho e resultados no estado. O apoio e a colaboração com a campanha de Pablo Marçal são vistos como uma oportunidade de reforçar os laços entre as direções estaduais e nacional do PRTB.

O candidato Pablo Marçal, que já ganhou notoriedade em São Paulo, tem contado com o suporte de líderes do PRTB de outras regiões, como Robson Ouro Preto, para ampliar sua base de apoio e fortalecer sua campanha na corrida pela prefeitura da maior cidade do país.

Wilson Pedroso Assume Coordenação da Campanha de Pablo Marçal para Prefeitura de São Paulo

Estrategista por trás da vitória de Bruno Covas em 2020, Pedroso agora direciona seus esforços para alavancar candidatura de Marçal.

O consultor eleitoral e analista político Wilson Pedroso foi oficializado nesta quarta-feira (7) como coordenador de estrutura e estratégia da campanha de Pablo Marçal na disputa pela prefeitura de São Paulo. Pedroso, que possui 30 anos de experiência em gestão pública e campanhas políticas, incluindo a vitoriosa campanha de Bruno Covas em 2020, agora busca impulsionar o nome de Marçal entre os eleitores paulistanos.

Pedroso destacou que seu foco será ampliar a estrutura e a estratégia da campanha, trabalhando ao lado do presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche. “Estou feliz com o convite e pronto para arregaçar as mangas, aplicando a mesma inteligência e estratégia que me guiaram em outras eleições”, afirmou Pedroso.

Com formação em Direito e MBAs pela Universidade de São Paulo (FIA) e pela ESPM, Wilson Pedroso é coautor do livro “Vencer a Eleição – Como construir uma campanha competitiva, do planejamento à vitória”. Ao longo de sua carreira, ocupou cargos executivos em diversas esferas do governo e na iniciativa privada, consolidando-se como um dos principais consultores eleitorais do país.

Tags: Wilson Pedroso, Pablo Marçal, Campanha Eleitoral, Prefeitura de São Paulo, Eleições 2024, Estratégia Política

Marília perde tempo de TV por associar imagem de Raquel a Bolsonaro

A desembargadora eleitoral Virgínia Gondim Dantas determinou perda de 5 minutos de tempo de televisão da candidatura de Marília Arraes (SD) por tentar associar a imagem da adversária, Raquel Lyra (PSDB), ao atual presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).

O direito de resposta concedido a Raquel Lyra será transmitido em várias inserções ao longo da programação das eleições.

Neste segundo turno Raquel não declarou apoio a nenhum candidato à presidência. Marília cita que “todo mundo em volta de Raquel é contra Lula e a favor de Bolsonaro. Será que ela é?”.

“Qualquer insinuação em sentido diverso é absolutamente inverídica, não passando de ilação desamparada de qualquer suporte fático, de modo a ser suficiente para ensejar o direito de resposta”, afirmou a desembargadora, Virgínia Gondim Dantas, na decisão.