Alepe fecha semestre com alta produtividade legislativa e ampliação de projetos sociais

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) fechou o primeiro semestre deste ano com alta produtividade Legislativa, implantação de novas regras para votação de matérias financeiras e tributárias e ampliação de projetos sociais, a exemplo do “Alepe Acolhe”. Buscando atender as necessidades da população, a Casa criou Frentes Parlamentares e comissões especiais, ofereceu serviços gratuitos de cidadania e saúde, e ainda desenvolveu ações focadas na valorização de seus servidores terceirizados, efetivos e comissionados.

Atendendo a uma antiga reivindicação dos deputados, a atual Mesa Diretora investiu no fortalecimento do Legislativo aprovando mudanças na Constituição do Estado como a que permite aos deputados propor leis que tratam de matérias financeiras e tributárias. Somente o Poder Executivo tinha essa prerrogativa. Também foi ampliado o valor das emendas impositivas dos parlamentares, cujos recursos são aplicados em melhorias na estrutura e serviços de saúde dos municípios.

Produção Legislativa

O primeiro semestre na Alepe também foi marcado por uma intensa agenda legislativa. Dentre os projetos de Lei Ordinária apresentados, 904 partiram do Legislativo, seis do Executivo, quatro do Judiciário, um do Ministério Público e um do Tribunal de Contas (TCE). Projetos de Lei Complementar foram oito: cinco do Legislativo, dois do Executivo, um do MPPE e um do TCE. Já os projetos de Resolução somaram 47. Houve um Decreto Legislativo de iniciativa da Alepe e 16 Propostas de Emendas Constitucionais (PECs).

Entre 1° de fevereiro e 27 de junho, a Alepe realizou 59 reuniões ordinárias, seis extraordinárias e 20 solenes, totalizando 85 encontros. Foram apresentados 988 projetos e Propostas de Emendas à Constituição (PECs), dos quais 973 de autoria da própria Casa. Oito partiram do Executivo, cinco do Judiciário, um do Ministério Público, um do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Já as indicações e requerimentos dos deputados somaram 3.754, dos quais 3.475 foram aprovados.

Conexão com pautas sociais

O início da atual Legislatura também foi movimentado pelas novas Frentes Parlamentares e comissões especiais pautadas pelas questões sociais que afetam os pernambucanos. No total, foram criadas sete comissões que promoveram debates em torno de questões como combate à fome, defesa das pessoas com transtorno do espectro autista, atenção e promoção à assistência materno infantil, defesa da retomada da economia, além da defesa da bacia leiteira do estado.

As Frentes Parlamentares também tiveram seu papel na atenção às questões em pauta na atualidade. Foram criados colegiados voltados para Combate ao Racismo, em defesa do Cooperativismo, da Transnordestina, do Plano de Macrodrenagem da Região Metropolitana do Recife, da Mata Norte do Estado, da Saúde Mental dos Pernambucanos, dos Direitos da Família, da Vida e de Política sobre Drogas.

O grave problema das chuvas e enchentes que castigam o Estado também mereceu atenção da Alepe na criação de uma Frente voltada para o tema, assim como o Direito à Primeira Infância e a implantação da Escola de Formação e Graduação de Sargentos de Carreira do Exército em Pernambuco.

Para presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto (PSDB), os resultados do semestre foram extremamente positivos para o Estado. “Desde o início da atual gestão, os deputados vêm trabalhando de forma harmoniosa, fortalecendo a autonomia e a independência da Casa, sem deixar de olhar para os servidores, com capacitação e valorização salarial”.

O primeiro secretário da Alepe, deputado Gustavo Gouveia (Solidariedade), entende que a Casa mostrou, nesses primeiros seis meses que “é possível conduzir os trabalhos com transparência, agilidade e responsabilidade”. “Focamos em projetos importantes. Todas as ações foram direcionadas para políticas públicas de inclusão, saúde e educação. Fortalecemos o parlamento em defesa da satisfação dos nossos servidores e dos interesses dos pernambucanos”, afirmou.

Deputado Alberto Feitosa apresenta Projetos que fortalecem o papel da Assembleia Legislativa em defesa da sociedade

Hoje a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) , através de seus parlamentares,

é impedida por lei de apresentar Projetos que tratem sobre matérias financeiras e tributárias. Uma limitação apenas de Pernambuco e do Acre. Enquanto em todas as outras unidades federativas do país é permitido.

O parlamentar ainda falou sobre o efeito dessa limitação na Casa Legislativa de Pernambuco. “ A Ordem do Dia aqui é super pobre. Se resume em grande parte a homenagens, Titulo de Cidadão e indicações quando poderíamos estar atendendo as necessidades e propondo projetos de melhorias para a sociedade”, apontou.

“Nós só estamos na Alepe porque sua excelência, o eleitor, confiou em nós através do voto. É preciso que os cidadãos sejam representados e que o deputado tenha a capacidade e altivez para defender os interesses da sociedade”, reforçou o deputado Alberto Feitosa.

O Coronel Alberto Feitosa, reeleito como o segundo mais bem votado do estado, é autor de duas Propostas de Emendas à Constituição (PECs) que focam nesse tema. Uma delas é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 1/2019 que autoriza os parlamentares a apresentarem Projeto de Lei que tratem sobre matérias financeiras e tributárias .

A PEC 01/2019 já passou pelas Comissões da Casa e aguarda apenas ser colocada em pauta para votação no Plenário. Teve o apoio de 27 parlamentares dos mais diversos partidos.

Alberto Feitosa não poupou críticas às manobras ao Governo do Estado que vez ou outra tem se movimentado para atrapalhar o andamento das PECs. O deputado disse que espera que a proposta entre em pauta o quanto antes, mas não descartou entrar na justiça. “Vai ficar muito ruim para a Casa e para quem estiver no Poder Executivo, agora ou o próximo, não contribuir para que a PEC não só avance, mas que também seja aprovada. Quem se opor a isto desrespeita o parlamento pernambucano”, finalizou Feitosa.

Outra PEC de autoria do Coronel Alberto Feitosa é a PEC 023/2022 que dispõe sobre limites para execução obrigatória de emendas parlamentares individuais à lei orçamentária anual. É tão pequeno o valor de uma emenda e tão grande a burocracia para conseguir a indicação da verba destinada a atender demandas da sociedade que isso afasta os gestores municipais da Alepe. “A verba não pertence ao parlamentar é apenas indicada por ele como representante direto do povo para compras de equipamentos, medicamentos, melhorias de unidades de saúde, saneamento básico, infraestrutura, qualificação profissional, ações sociais, por exemplo”, reforça Feitosa. Além disso, não há respeito à impositividade do cumprimento das emendas por parte do atual Governo Estadual. “Diferentemente do que ocorre aqui na Alepe, na Câmara Federal e no Senado Federal, em época de destinação de Emendas Federais, os corredores e gabinetes dos parlamentares ficam cheios de gestores municipais porque lá as emendas são mais altas e, de fato, impositivas”, explicou o parlamentar.

Raquel: “Vamos honrar o compromisso de construir 5 maternidades”

A pré-candidata a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), segue cumprindo uma intensa agenda de entrevistas a veículos de todo o estado, em paralelo aos encontros presenciais. É uma forma de levar as suas ideias e propostas a todas as regiões do Estado.

Nesta segunda-feira (11), Raquel conversou com a população do Sertão do Pajeú através da Rádio Vilabela FM, no programa Frequência Democrática e, em seguida, com o Agreste, no Cultura Informa, da Rádio Cultura do Nordeste.

Como tem feito em todas as agendas, Raquel reforçou o compromisso com o combate às desigualdades em Pernambuco e apresentou suas propostas para a geração de empregos, o desenvolvimento de todas as regiões, a garantia de melhor atendimento na saúde e na educação, além de uma ação emergencial de combate à fome, com o programa Bom Prato Pernambucano, que tem por objetivo a implementação de restaurantes populares fixos e móveis em todas as regiões.

Raquel também voltou a se comprometer com uma de suas principais propostas na área da saúde; a construção de 5 grandes maternidades, posicionadas de forma estratégica para garantir mais dignidade às mães num momento tão importante e aos bebês o direito de nascer em Pernambuco.

Durante as entrevistas, Raquel também falou da necessidade de requalificação e readequação da rede de hospitais do Estado, e citou o exemplo do Hospital Regional do Agreste, que está saturado: “A gente precisa dar resolutividade no interior do Estado. Há pessoas que sofrem especialmente na questão voltada dos traumas, nas cirurgias ortopédicas. O bloco cirúrgico precisa rodar, fazer credenciamento de hospitais que possam desaguar toda demanda que vem reprimida nos corredores dos hospitais. Mas Paulo Câmara não tem nenhuma sensibilidade com isso e faz com que, hoje, o povo de Pernambuco peleje”, finalizou a pré-candidata.