Maioria dos vereadores de Garanhuns declara apoio a Marília Arraes e reforça palanque de Lula em Pernambuco

Pré-candidata ao Senado recebe adesão de 14 dos 17 vereadores do município, amplia base política no Agreste Meridional e fortalece aliança com João Campos, Sivaldo Albino e o presidente Lula para as eleições de 2026

A pré-candidata ao Senado, Marília Arraes segue ampliando sua base aliada e garantiu, nesta segunda-feira, o apoio da absoluta maioria dos vereadores de Garanhuns, a maior cidade do Agreste Meridional. Dos 17 parlamentares, 14 anunciaram adesão total à pré-campanha da pedetista e do pré-candidato ao Governo, João Campos, que já contava com o referendo do prefeito Sivaldo Albino e do deputado estadual, Cayo Albino. Com cerca de 150 mil habitantes, dos quais 99.6 mil estão aptos a votar, a cidade é um dos principais colégios eleitorais da região.  

Durante o encontro, realizado nesta manhã, na Câmara Municipal, Marília agradeceu a parceria e confiança dos vereadores e destacou a importância da cidade para o projeto nacional liderado peço presidente Lula. “Receber esse apoio tem um significado muito especial para mim. Afinal, estamos falando de uma das cidades mais importantes de Pernambuco e uma referência para todo o Agreste Meridional. Isso demonstra que cada vez mais lideranças estão se somando ao projeto que defende um Pernambuco mais justo, com desenvolvimento, inclusão e parceria com o presidente Lula. Recebo essa demonstração de confiança com muita gratidão e responsabilidade. Ela fortalece nossa caminhada e renova o compromisso de lutar, no Senado Federal, para ajudar o presidente Lula a ampliar as conquistas do povo pernambucano e garantir que mais investimentos e oportunidades cheguem ao nosso estado”, destacou Marília.

Entre os parlamentares que se somam ao palanque de Marília estão o presidente da Casa, Johny Albino; o vice-presidente, Marcos Lins e os vereadores Alcindo Correia; Juca Viana; Professor Márcio; Leleu Andrade; Luizinho Roldão; Luzia da Saúde; Professora Nelma; Darliane de Natalício; Fabiana Zoobi; Bruno Taveira; Erivan Pitta e Matheus Martins.

Ainda em Garanhuns, Marília realizou várias reuniões com lideranças políticas de outros municípios para debater o cenário político, organizar agendas de atividades na região ao longo das próximas semanas e debater novas alianças.

Com muita música e queima de fogos, municípios pernambucanos realizam festas de Réveillon

Além do Recife, as cidades de Olinda, Paulista e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, voltam a celebrar a virada do ano após dois anos

Após dois anos de restrições devido à pandemia da Covid-19, as praias pernambucanas voltam a receber famílias e grupos de amigos para a virada do ano. Além do Recife, as cidades de Olinda, Paulista e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, planejam uma programação musical extensa e queima de fogos.

Recife
No Recife, o público poderá conferir atrações nacionais, artistas locais e um espaço inteiramente comandado por rainhas do Brega da cidade. Em Boa Viagem, Maestro Forró, Almério e Martins, Marcelo Falcão (virada), Jorge Aragão e Patusco sobem ao palco em frente ao prédio Acaiaca, a partir das 19h30 deste sábado (31).

No polo Pina, Valquíria Santana, Priscilla Senna, Raphaela Santos, Tayara Andreza (virada) e Michelle Melo dão as boas-vindas ao Ano Novo, a partir das 19h no dia 31. Os dois palcos contarão com DJs para iniciar os festejos e animar os intervalos.

Na capital pernambucana, a queima de fogos acontecerá em três pontos distintos entre as praias do Pina e Boa Viagem e irá durar 15 minutos.

Jaboatão dos Guararapes
A chegada de 2023 em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, terá como principais atrações musicais Priscila Senna, Raphaela Santos e Nattan. Também se apresentam Allan Carlos, Marcelo Pernambucano e a Orquestra 90°. Os shows começam às 19h do sábado (31) e terminam às 4h do domingo (1º) em um palco montado na praia de Candeias, nas proximidades da rua Jangadeiro.

À meia-noite, a virada do ano será marcada por fogos de artifício com duração de 12 minutos. Também haverá show pirotécnico de 10 minutos em Jaboatão Centro, ao lado da Igreja de Santo Amaro.

Paulista
Com três dias de duração, o “Paulista na Virada” começa nesta sexta-feira (30) e segue até o domingo (1º) com diversas atrações musicais na orla do Janga, em um palco montado nas proximidades das Quatro Torres. Todos os dias, os shows têm início às 18h. Na virada do ano a queima de fogos irá durar 10 minutos.

Nesta sexta, se apresentam Alceu Valença, Nonô Germano, Banda Sedutora e Jessica A Famosa. Já no sábado (31), Los Cubanos, Rodrigo Barros, Banda Kebraew e a Orquestra Só Mulheres agitam o público. No primeiro dia do ano, a animação fica por conta de Jorge Aragão, Sem Compromisso, Tayara Andreza, Belo Xis, Banda Amarula e Wellington do Pandeiro.

Olinda
Com muito frevo, maracatu e samba, o público poderá se reunir na avenida Ministro Marcos Freire, à beira-mar de Olinda, para aproveitar diversas atrações musicais. Antes da virada do ano, a partir das 20h do sábado (31), cinco orquestras de frevo irão fazer um cortejo no trecho da Praça do Antigo Quartel, em Bairro Novo, até o Flat Quatro Rodas, na Orla Marítima, em Casa Caiada.

Na virada do ano, o Bloco da Pitombeira, Maracatu Maracambuco e Escola de Samba D’Breck se apresentam. Os shows acontecem até às 2h do dia 1º (domingo).

O cortejo também acontece no Alto da Sé, no mesmo horário, até a meia-noite, com duas orquestras de frevo e Escola de Samba Preto Velho. Às 5h, duas orquestras de frevo animam a orla nas boas-vindas a 2023.

A queima de fogos acontecerá de forma descentralizada em quatro pontos da cidade: na Ilha da Amizade, em Bairro Novo; na altura do Colégio Dom, em Casa Caiada; na Igreja do Carmo, no Carmo; e no Campo Noroeste, no Alto Nova Olinda.

PDT Manifesta Interesse em Volta de Túlio Gadêlha, mas Migração Enfrenta Desafios Eleitorais e Crise Partidária

Deputado Federal Túlio Gadêlha Pode Retornar ao PDT, Mas Risco de Perda de Mandato Gera Cenário Desafiador.

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) expressa o interesse em reintegrar às suas fileiras o deputado federal Túlio Gadêlha, que deixou a legenda no final de 2021. Contudo, a possibilidade enfrenta desafios consideráveis, principalmente devido ao risco iminente de perda do mandato parlamentar, tornando o cenário político um campo minado.

A saída de Gadêlha do PDT no ano passado ocorreu em meio a discordâncias fundamentais com o partido, notadamente relacionadas ao apoio pedetista à candidatura de João Campos (PSB) à Prefeitura de Recife em 2020.

As atuais negociações entre o deputado e o PDT ocorrem em um momento estratégico, com movimentações intensas visando as eleições municipais. Gadêlha, cogitando disputar a prefeitura, encontra resistência na federação PSOL-Rede, que já planeja lançar a deputada estadual Dani Portela (PSOL) como candidata.

Entretanto, o cenário eleitoral ganha complexidade diante da crise interna no PDT no Ceará, onde o senador Cid Gomes, irmão do ex-presidenciável Ciro Gomes, pode migrar para o PSB. Uma eventual ruptura entre os partidos no Ceará poderia reverberar em Pernambuco, especialmente pela pressão do PT para indicar a vice do atual prefeito, retirando o PDT da gestão municipal.

A possível migração de Gadêlha para o PDT enfrenta um impasse significativo: a ameaça de perda do mandato parlamentar. Conforme as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a desfiliação justificada ocorre somente em casos de desvio do programa partidário, discriminação política pessoal e durante a chamada janela partidária.

Além disso, Gadêlha enfrenta tensões internas na Rede, sendo acusado por aliados de Heloísa Helena de agir em conjunto com uma tesoureira afastada pela presidente do partido, a ministra Marina Silva (Meio Ambiente). O retorno do deputado ao PDT não apenas representa um desafio pessoal, mas também reflete as nuances e instabilidades do atual cenário político no estado.

Partido de Ciro Gomes anuncia se apoia Lula ou Bolsonaro no segundo turno. Confira

Notícia foi dada pelo presidente do partido, Carlos Lupi, durante transmissão ao vivo na tarde desta terça-feira (4).

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, anunciou na tarde desta terça-feira (4) que a sigla marchará ao lado do ex-presidente Lula (PT) no segundo turno do pleito deste ano. A sigla participou da primeira fase da disputa com Ciro Gomes, candidato à Presidência da República que ficou na quarta colocação geral da corrida, atrás do próprio Lula, de Jair Bolsonaro (PL) e Simone Tebet (MDB).

“Nós tivemos uma hora e meia de reunião com toda a Executiva Nacional do partido, presidentes estaduais, presidentes de movimentos, os deputados federais de mandato e senadores e tivemos a decisão unânime de apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula, que eu chamo de candidatura do 12 mais 1”, afirmou o dirigente partidário, que já ocupou o cargo de ministro do Trabalho e Emprego na gestão do petista.

De acordo com Lupi, desde a última segunda-feira (3) foram iniciadas conversas com a direção do PT para alinhavar a aliança, quando foram apresentadas ao partido quatro propostas que a agremiação deseja que sejam avaliadas e incorporadas ao projeto petista nesta fase da campanha.

“A primeira é a questão da renda mínima, que é um projeto do Eduardo Suplicy, que o nosso Ciro aprovou e colocou na sua plataforma de governo; a renegociação da dívida do SPC e das pequenas empresas; e a questão das escolas em tempo integral e o código brasileiro do trabalho”, explicou o pedetista.

Na ocasião, Carlos Lupi destacou que, diferentemente de 2018, quando Ciro Gomes seguiu para Paris após ficar em terceiro lugar no primeiro turno, o aliado não deixará o País desta vez. Ele afirmou, ainda, que não enxerga incoerências no partido pelo fato de Ciro ter feito críticas duras a Lula na campanha deste ano.

“O processo político às vezes se acirra de uma maneira e eu vivenciei isso com Brizola e Lula em 1989. Um teria que engolir o ‘sapo barbudo’, o outro ‘fugiu com a saia da mãe’. Era uma coisa muito forte. Mas isso não impediu Brizola de apoiar Lula na campanha. O processo político às vezes descamba, no calor da emoção. Mas partido político existe para isso, quando ele decide, todos os seus filiados têm que acatar”, frisou Lupi.