Acuidar inaugura uma nova unidade a cada seis dias em 2023

A marca lidera como a franquia de cuidadores que mais cresce no Brasil

O setor de franquias de saúde, beleza e bem-estar contou com um crescimento de 17% no primeiro semestre de 2023, se comparado a 2022, segundo relatório da ABF – Associação Brasileira de Franchising. Diversas marcas têm sido prova desse crescimento, com sucesso ascendente e retorno financeiro positivo. A Acuidar, franquia de cuidadores, é um exemplo.

O empreendimento surgiu da união do médico Vitor Hugo Nascimento, 36, e da fisioterapeuta, Jéssica Soares Ramalho, 32. Os profissionais da área da saúde fundaram a marca em 2016, com objetivo de oferecer a melhor assistência médica aos seus pacientes. Com a entrada para o setor de franquias em 2020, o sucesso foi progressivo, rendendo conquistas como o Selo de Excelência em Franchising, no ano de 2023, concedido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Hoje, a marca se consolida como a franqueadora de cuidadores que mais cresce no Brasil, além de ser a única do setor presente em todos os estados do Nordeste. Inaugurando um total de 29 unidades em 6 meses, a Acuidar já possui mais de 90 franquias, números que se converteram em um faturamento superior a R$36 milhões no primeiro semestre de 2023.

O sucesso da Acuidar deve-se à quantidade de vantagens oferecidas pelo franchising, com modelo de negócios enxuto, preço acessível, baixo investimento, com possibilidade de alto faturamento e alta demanda de procura, já que se encaixa na categoria de negócios mais procurados – serviços, saúde e bem-estar.

A franqueadora também se mostra ativa na realização de programas e projetos inovadores, como é o caso do recente “Quem Cuida Indica”. A ideia é conceder retorno financeiro para os clientes que fizerem indicações e levem novos pacientes à franqueadora.

O “Café com franqueados”, reuniões semanais com os responsáveis pelas unidades, também garante que a comunicação da marca e, por consequência, seus serviços, sejam realizados de maneira adequada. A partir dessas ações, a Acuidar mantém seu crescimento sustentável, uma vez que satisfaz tanto aqueles que são atendidos pela marca, quanto os que decidem empreender através dela.

Raio X

Modelo Home Based ou Escritório Fixo

Investimento inicial total: a partir de R$24.000,00

Taxa de franquia: R$20.000,00 a R$50.000,00

Capital de Giro: R$3.000,00 a R$5.000,00

Royalties: 3% sob o faturamento, a partir do 6° mês

Faturamento médio mensal: R$60 mil mensal após 12 meses e R$300 mil mensal após 36 meses

Lucro médio mensal: 15% a 30% de acordo com o modelo empregado e a região de atuação

Prazo de retorno: 6 a 15 meses

Sobre a Acuidar:

Fundada em 2016 pelo médico Vitor Hugo de Oliveira e pela fisioterapeuta Jéssica Soares Ramalho, a Acuidar conta com mais de 80 unidades inauguradas e entrou para o mercado de franchising em 2020. A rede oferece serviços no domicílio do cliente ou durante acompanhamento hospitalar, com as opções de diárias avulsas e planos mensais. Também estão disponíveis serviços de cuidados multiprofissionais, com fisioterapia, atendimento médico, acupuntura, psicólogo, enfermagem, nutricionista, terapia ocupacional e fonoaudiólogo.

Para saber mais, acesse: https://www.acuidarbr.com.br/ 

Após eleição de Lula, autoridades fazem apelo à pacificação do Brasil

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), falou à imprensa logo depois do anúncio do resultado do segundo turno e declarou que Luiz Inácio Lula da Silva precisará trabalhar pela reunificação do Brasil. Ele se colocou à disposição para contribuir na apreciação de projetos do atual governo (Jair Bolsonaro) pelos próximos dois meses, assim como para ajudar na transição de poder. “Houve uma clara divisão da sociedade, por votações quase simétricas, muito próximas umas das outras, para um candidato e para outro candidato. O papel dos novos mandatários é seguramente o de reunificarem o Brasil. Buscarem encontrar, por meio da União, as soluções reclamadas pela sociedade brasileira”, disse.

De acordo com Pacheco, as instituições devem procurar acalmar os ânimos. Ele frisou que o futuro presidente da República deve governar para toda a sociedade, dar um “basta ao ódio e à intolerância” e recuperar o respeito pelas divergências. “Temos um país plural e diverso. O exemplo das instituições é fundamental para que a sociedade brasileira possa se reunir novamente e que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, possa governar para todos”, continuou.

Pacheco elogiou a apuração e disse que as eleições mostraram a confiabilidade das urnas eletrônicas. “No fim, o que identificamos foi a segurança, a lisura, a confiabilidade das urnas eletrônicas, que deram (…) resultados fidedignos da vontade popular de cada voto depositado nelas. Isso acabou sendo uma questão superada, em função desse trabalho duradouro e constante das instituições na afirmação da confiabilidade da Justiça Eleitoral”, admitiu Pacheco.

Propostas
Em relação à transição, o presidente do Senado prometeu que os parlamentares trabalharão para discutir e votar as propostas que faltam nos dois meses finais de governo e prometeu que a Casa trabalhará pela máxima eficiência da transferência de informações à próxima gestão (de Lula). Ele admitiu que o comportamento e a postura de Bolsonaro contribuirão para a transição. “Que a transição seja a mais eficiente possível. Para que novo governo possa colocar em prática o plano de governo a partir de 1º de janeiro. Acredito em transição pacífica e civilizada, não quero admitir hipótese contrária.”

Por sua vez, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a decisão dos brasileiros de eleger Lula “jamais deverá ser contestada”. “Ao presidente eleito, a Câmara dos Deputados lhe dá os parabéns e reafirma o compromisso com o Brasil, sempre com muito debate, diálogo e transparência. É preciso ouvir a voz de todos, mesmo divergentes, e trabalhar para atender às aspirações mais amplas.”

Lira afirmou que, passado o processo eleitoral, é hora de desarmar os espíritos, estender a mão aos adversários, debater, construir pontes, propostas e práticas que tragam mais desenvolvimento, empregos, saúde, educação e marcos regulatórios eficientes. “Tudo que for feito daqui para frente tem que ter um único princípio: pacificar o Brasil e dar melhor qualidade de vida ao povo”, defendeu. “A vontade da maioria jamais deverá ser contestada. Seguiremos em frente, na construção de um país soberano. Um Brasil no caminho das reformas, um Estado menor e mais eficiente. E esse recado foi dado e deverá ser levado a sério”, disse.

Segundo Lira, o momento não é de revanchismo ou de perseguições, mas de debater, dentro das instâncias democráticas, e avançar na melhoria da vida de todos e, principalmente, dos mais vulneráveis. O ex-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) disse que cumpria “o saudável dever democrático” de cumprimentar Lula. “Desejo ao presidente eleito toda a felicidade na honrosa missão a si concedida pela maioria de nosso povo.”

Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, avaliou que “saem de cena o grotesco, a barbárie e a intimidação como elementos indissociáveis do exercício cotidiano do poder; e a violação sistemática das leis e da Constituição como método de governar e como atalho para o atingimento de objetivos políticos e pessoais”.

Democracia
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que declarou seu apoio a Lula nos últimos dias da campanha, limitou-se a postar uma curta mensagem em seu perfil no Twitter: “Parabéns Lula pela vitória. Venceu a democracia, venceu o Brasil!”, escreveu. FHC publicou uma foto em que aparece ao lado do presidente eleito.

No mesmo tom do ex-presidente, Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, destacou que, “acima de tudo, o país escolheu a democracia”. “Agora, temos que reconstruir um país destruído pela irresponsabilidade e pela incompetência. Na área ambiental, será uma longa jornada para refazer o que foi arrasado, a começar pela retirada dos invasores das áreas indígenas e pela retomada do combate ao crime ambiental. O pesadelo está quase no fim, porém não podemos esquecer que Bolsonaro ainda tem mais três meses com a caneta na mão e ainda pode, neste fim de mandato, promover mais retrocessos na agenda ambiental”, frisou.