Daniel França mira espaço no Remo e sonha com oportunidade no futebol profissional

Após superar a perda do pai e passar por equipes como União Barbarense e Galo Maringá, atleta aposta no trabalho e na dedicação para construir sua trajetória no clube paraense

A paixão de Daniel França pelo futebol nasceu ainda na infância, inspirada pelo exemplo dos irmãos, que atuavam em equipes de sua cidade. Desde cedo, o atleta acompanhava partidas e treinamentos, despertando o desejo de seguir o mesmo caminho dentro das quatro linhas.

O primeiro passo rumo ao futebol competitivo aconteceu aos 16 anos, quando ingressou no União Barbarense. Durante sua passagem pelo clube, Daniel teve a oportunidade de disputar o Campeonato Paulista, experiência que marcou o início de sua trajetória no esporte. No entanto, um momento difícil interrompeu seus planos. Seu pai enfrentou problemas de saúde e acabou falecendo, fato que impactou profundamente sua vida pessoal e profissional.

Após a perda, Daniel continuou atuando em equipes da cidade, mantendo vivo o sonho de construir uma carreira no futebol. Foi nesse período que conheceu o empresário Jean, que passou a acompanhar sua trajetória e contribuir para a busca de novas oportunidades.

Com o apoio do empresário, Daniel recebeu a chance de integrar o elenco do Galo Maringá, onde permaneceu por alguns meses. Depois da passagem pelo clube paranaense, o jogador seguiu treinando e se preparando para novos desafios até surgir uma oportunidade considerada especial em sua carreira: defender o Remo.

Foto: Divulgação

Agora no clube paraense, Daniel França vive um novo momento e mantém o foco em conquistar seu espaço. Determinado a alcançar o sonho de atuar profissionalmente, o atleta garante que seguirá trabalhando com dedicação máxima para aproveitar cada oportunidade.

“Espero permanecer no clube e conquistar uma oportunidade como profissional. Vou dar o meu melhor todos os dias para alcançar esse objetivo”, destacou o jogador.

Superliga Feminina de Vôlei retorna ao Recife em março com jogos no Geraldão

Confrontos entre Flamengo x Sorocaba e Minas x Bauru fazem parte do Projeto Vôlei Tour da CBV

A capital pernambucana volta a integrar o circuito nacional da Superliga Feminina de Vôlei em março, com dois jogos programados para o Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães (Geraldão), no bairro da Imbiribeira. As partidas fazem parte do Projeto Vôlei Tour, iniciativa da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) que leva a principal competição do país a diferentes regiões brasileiras.

De acordo com a tabela oficial da Superliga, disponível no site da CBV, o primeiro confronto acontece na quarta-feira, 19 de março, às 21h, entre Renasce Sorocaba e o Sesc Flamengo, atual líder da competição. A partida já consta no sistema oficial da confederação com o Geraldão confirmado como sede.

No dia seguinte, quinta-feira (20 de março), às 19h30, será a vez de Sesi Bauru e Minas entrarem em quadra no Recife. O duelo reúne duas equipes que ocupam posições de destaque na parte de cima da tabela e promete ser um dos jogos mais disputados desta etapa da Superliga fora do eixo Sudeste.

Além do nível técnico elevado, os confrontos contarão com várias jogadoras que integram ou já integraram a Seleção Brasileira de Vôlei, tornando a passagem da Superliga pelo Recife uma oportunidade única para o público acompanhar de perto atletas de projeção internacional.

A última vez que o Recife recebeu partidas da Superliga Feminina foi na temporada 2023/2024, quando a cidade sediou jogos decisivos da competição. Na ocasião, o título foi definido em confrontos entre Minas e Praia Clube, reforçando o protagonismo da capital pernambucana no calendário nacional do voleibol.

Com a retomada dos jogos no Geraldão, o Recife volta a se consolidar como uma das praças estratégicas para grandes eventos esportivos, ampliando o acesso do público local ao voleibol de alto rendimento.

Último adeus ao Rei: confira detalhes de como será o velório de Pelé

Vila Belmiro, palco principal do maior atleta de todos os tempos, atrairá hoje olhares de todo o mundo no velório do ex-jogador

Palco principal do maior atleta de todos os tempos, a Vila Belmiro atrairá nesta segunda (2) os olhares de todo o mundo. Será no estádio do Santos em que acontecerá, a partir das 10h, o velório de Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, falecido na última quinta-feira, em decorrência da falência múltipla dos órgãos, provocada por um câncer de cólon.

Esquema do velório

Duas tendas foram instaladas no gramado do estádio Urbano Caldeira. A principal, no centro do gramado, receberá o caixão com o corpo de Pelé, com espaço para 80 cadeiras para familiares e amigos próximos.

A segunda tenda acomodará autoridades, que terão acesso ao estádio pelo Salão de Mármore. O presidente da Fifa, Gianni Infantino; o mandatário da Conmebol Alejandro Domínguez; o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues; o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; e o vice-presidente do País e torcedor santista, Geraldo Alckmin, estarão no local.

O velório de Pelé será o primeiro evento da agenda oficial de Lula (PT), que embarcará em avião que o levará até Guarujá (SP), cidade vizinha de Santos. De lá, o presidente da República irá para o estádio do Peixe. Tarcísio de Freitas (Republicanos), novo governador de São Paulo, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também estarão no velório do Rei, assim como o prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).

Por outro lado, ainda não se sabe quais jogadores e ex-companheiros de Pelé estarão presentes. Nomes como Gerson Canhotinha, Rivellino e Jairzinho, campeões da Copa do Mundo do México, não confirmaram presença. Assim como eles, Neymar e Gabigol, ídolos revelados no Santos e que utilizaram a camisa 10 de Pelé, também não confirmaram presença. Suspenso, o jogador do PSG não entrou em campo na partida do time pelo campeonato francês ontem.

O público geral entrará na Vila pelos portões 2 e 3, podendo circular em um espaço que será colocado a sete metros de distância do caixão, em um tablado. A saída será nos portões 7 e 8. Os jornalistas não terão acesso ao gramado, ficando somente no setor das cadeiras cativas e das cabines de imprensa.

Cercas impedirão que torcedores acessem o gramado onde não há o tablado de madeira. Jogadores do atual elenco do Santos chegarão juntos, em vans, no fim do dia. Faixas de torcedores santistas serão penduradas na arquibancada.

O corpo ficará no centro do gramado. A previsão é que o velório termine às 10h de amanhã. Haverá ainda um cortejo pelas ruas de Santos. O trajeto se iniciará na Vila Belmiro, passará pelo Canal 2 até a orla da praia. Seguirá ao Canal 6, em frente à casa de dona Celeste, mãe de Pelé, encerrando-se no Canal 1. Por fim, o sepultamento no Memorial Necrópole Ecumênica, em momento reservado para a família.

Um mês de tensão

Tricampeão mundial pela Seleção Brasileira, Pelé estava internado desde o dia 29 de novembro, no hospital Albert Einstein, em São Paulo. O Rei deu entrada por conta de uma infecção respiratória após contrair a Covid-19, além de passar por uma reavaliação do tratamento de um câncer no cólon.

Anteriormente, o ex-jogador tinha feito uma cirurgia no cólon, em setembro de 2021. Desde então, vinha fazendo sessões de quimioterapia. No dia 21 de dezembro, o hospital divulgou, por meio de um boletim médico, que Pelé apresentou uma progressão da doença oncológica, necessitando de maiores cuidados relacionados às disfunções renal e cardíaca.

Com show de Messi e muita emoção, Argentina vence a França nos pênaltis e é tricampeã mundial

Montiel marcou o gol decisivo na decisão; Mbappé fez um hat trick e Messi deixou dois

Talvez nem o melhor dos roteiros seria escrito da forma que foi. A ‘Era Messi’, enfim, chegou ao seu ápice neste 18 de dezembro de 2022. Com show do craque, choro e muita emoção, a Argentina empatou em 3 a 3 com a França, mas conquistou o título da Copa do Mundo do Catar na decisão por pênaltis. O pênalti decisivo foi cobrado por Montiel. Já no tempo regulamentar, os gols foram marcados por Messi, duas vezes, e Di Maria. Mbappé, fez um ‘hat-trick’ para os franceses.

A Copa do Mundo do Catar foi o grande capítulo dessa geração, que tinha apenas a Copa América de 2019. O camisa 10 mostrou sua magia, foi decisivo e encerrou o jejum de 36 anos sem conquistar o Mundial. Os argentinos haviam vencido apenas em 1978 e 1986

O jogo
 
Como as duas seleções buscavam o tricampeonato, o confronto começou aberto, com várias investidas, principalmente, da Argentina. A França recuava e esperava um momento para puxar o contra-ataque e explorar a velocidade de Mbappe. Só que do outro lado tinha um ‘extraterrestre’, como é conhecido por muitos. Lionel Messi liderava os Hermanos e se conectava muito bem com Di Maria.
 
Em uma dessas jogadas trabalhadas pela dupla, Di Maria driblou Dembele na linha de fundo e invadiu a área, mas foi derrubado pelo atacante. Pênalti. Na cobrança, Messi deslocou Llorris e abriu o placar na final. Empolgados com o gol, os argentinos tinham mais posse de bola e tentavam controlar o adversário.
 
Os franceses não ofereciam perigo e apenas rondavam a intermediária. Só que se expor dessa forma contra a Argentina teve seu preço. Em um contra-ataque rápido, Messi achou Mac Allister em profundidade. O meia recebeu e tocou para Di Maria dentro da área, que chutou e fez o segundo gol dos sul-americanos.
 
Após o intervalo, os franceses melhoraram e passaram a ocupar mais o campo de ataque. A Argentina tentava controlar e acertar a marcação. Em um desses descuidos, Otamendi derrubou Koulo Muani dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Mbappé foi para a cobrança e diminuiu a vantagem.
 
Para desespero dos argentinos, não deu tempo nem de tentar controlar a partida novamente. Apenas um minuto depois, Mbappé tabelou com Muani e acertou uma bomba para fazer o segundo gol e empatar o jogo. Com o placar igual, as duas seleções não quiseram se jogar ao ataque por causa da prorrogação, então a partida teve momentos de controle de ambos os lados, porém sem êxito.
FRANÇA X MARROCOS: França busca bater Marrocos e ter chance de bater recorde do Brasil na COPA DO MUNDO

Se os ‘Bleus’ levantarem o troféu no estádio Lusail no domingo (18), a França será a primeira seleção a repetir o feito do Brasil de Pelé, Zagallo e Garrincha

AFP

O sonho do segundo título mundial consecutivo para a França de Kylian Mbappé, um feito que não acontece desde os tempos de Pelé, terá nesta quarta-feira (14) um desafio de alta exigência nas semifinais da Copa do Mundo, contra o Marrocos, surpresa do torneio e que no Catar joga praticamente em casa.

Especialistas em reverter situações complicadas, entre elas a lesão do Bola de Ouro Karim Benzema e de outros nomes como Paul Pogba e N’Golo Kanté, a seleção de Didier Deschamps enfrenta os ‘Leões de Atlas’ que, em solo árabe, souberam se profissionalizar na arte de derrubar gigantes.

Embora expressem abertamente sua admiração pela seleção marroquina, uma equipe defensiva impenetrável que só levou um gol na competição e que tem um contra-ataque mortal, os franceses preferem se concentrar em não perder uma oportunidade histórica.

Se os ‘Bleus’ levantarem o troféu no estádio Lusail no domingo (18), a França será a primeira seleção a repetir o feito do Brasil de Pelé, Zagallo e Garrincha, que faturaram duas edições de forma consecutiva, em 1958 e 1962.

“Quanto mais avançamos na competição, mais nos aproximamos de algo forte e grande, todos queremos levar essa aventura o mais longe possível. Isso exige uma extrema concentração”, disse o capitão francês Hugo Lloris aos jornalistas nesta terça (13).

– Oponente de alto risco –
Para “continuar a aventura”, em que já quebrou a ‘maldição dos campeões’ e sobreviveu a uma chuva de lesões, a França terá que encontrar um caminho para furar a defesa de aço da seleção marroquina, a menos vazada da competição, com apenas um gol sofrido em cinco jogos.

Para tal desafio, Deschamps tem à disposição o astro Mbappé, que já tem cinco gols no Mundial, Olivier Giroud, o maior artilheiro da história dos ‘Bleus’ com 53 gols e que anotou quatro no Catar e os armadores Antoine Griezmann e Ousmane Dembélé, que somam cinco assistências para a equipe.

Destaque na competição pelas suas defesas e simpatia, o goleiro marroquino Yassine Bounou só levou um gol até agora na competição, contra o Canadá, país onde nasceu.

“Quando um time é capaz de superar Bélgica, Espanha e Portugal, e terminar em primeiro lugar no grupo, é muito difícil. Há muitas qualidades dentro de campo e certamente fora dele, em termos de coesão e espírito de equipe. Será um adversário formidável”, avaliou Lloris.

O embate desta quarta também tem contornos para além das quatro linhas: a influência do Estado francês na região do Magrebe, antes da independência do Marrocos, em 1956. Um histórico que traçou laços de dominação e amizade que tornam este encontro muito simbólico para os milhares de marroquinos que vivem em território francês.

“Continua sendo uma partida de futebol, mesmo que haja história e muita paixão”, disse Didier Deschamps em coletiva de imprensa na véspera do confronto.

– Recuperação e apoio da torcida –
A expectativa é que o estádio Al-Bayt seja um caldeirão de torcedores do Marrocos, a primeira seleção africana a alcançar uma semifinal de Copa do Mundo, que se tornou referência em seu continente e conta com o apoio de muitos fãs no primeiro Mundial organizado no mundo árabe.

Essa atmosfera é vital para injetar energia e força a uma equipe que vem crescendo na competição, mas que sofre dificuldades para administrar um elenco com jogadores lesionados, sobretudo pelo intenso ritmo da fase final, como na prorrogação e disputa de pênaltis nas oitavas contra a Espanha.

O lateral-direito Achraf Hakimi tem jogado com problemas físicos desde o início do torneio e a dupla de zagueiros, formada por Nayef Aguerd e Romain Saïss, é dúvida para a semifinal, embora o treinador Walid Regragui tenha tranquilizado a torcida nesta terça ao dizer que o time titular está “recuperado e sem baixas”.

“Temos muitos lesionados, mas estão se recuperando bem, temos uma equipe médica de alto nível, todo dia nos dão boas notícias”, disse Regragui aos jornalistas.

O vencedor da partida enfrenta quem passar da outra semifinal, entre a Argentina de Lionel Messi e a Croácia de Luka Modric, no estádio Lusail, na grande final.

Quem vai substituir Tite no comando da Seleção Brasileira? CBF deve receber algumas indicações

Especulações em cima de nomes estrangeiros já estão sendo feitas, como a do espanhol Pep Guardiola

Após a eliminação do Brasil da Copa do Mundo de 2022, Tite deu uma entrevista confirmando que não continuará no comando da Seleção Brasileira. A declaração de que não continuaria já havia sido feita pelo ex-técnico outras vezes. Assim que Tite afirmou sua saída, na última sexta-feira, começaram as especulações de qual será o próximo treinador.

Muito se vem comentando se a Seleção será comandada pela primeira vez por um técnico estrangeiro ou se continuará sendo algum brasileiro. A verdade é que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tem essa tarefa importante na cobrança.

Entre alguns nomes estrangeiros cogitados estão o do espanhol Pep Guardiola, técnico do Manchester City, e o italiano Carlo Ancelotti, que comanda o Real Madrid. No entanto, vinculados como nomes difíceis, até por questões salariais.

Por outro lado, existem estrangeiros considerados mais acessíveis ao cargo, justamente pela relação que já tem com o Brasil. Esses são os casos dos portugueses Abel Ferreira, que comanda o Palmeiras, e o Jorge de Jesus, que foi técnico do Flamengo, entre 2019 e 2020, com vários títulos.

Os nomes brasileiros ventilados para assumir a Seleção são Fernando Diniz, do Fluminense, Dorival Júnior, que comandou o Flamengo, e Mano Menezes, do Internacional.

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, tem dito que não terá pressa para escolher o novo nome e que isso poderá ser feito no início de 2023. Segundo o Globo Esporte, Rodrigues não descarta contratar um treinador de fora do Brasil.

Na análise do comentarista esportivo da CBN, Léo Medrado, o nome de Pep Guardiola seria bem recebido. “Só um nome, hoje, eu seria fã, que é o de Guardiola. Ele assumindo o Brasil não tem contraindicação. A CBF gasta tanto dinheiro e ganha tanto dinheiro com amistosos do Brasil, que poderia investir nele. No Brasil, só tem um que eu gostaria que é o Dorival Júnior, conheço de perto, da época do Sport. Sempre falei que ele ia longe, fez bons trabalhos no Santos, Internacional, Flamengo”, comentou.

A avaliação do comentarista Cássio Zirpoli, do NE45, é de que a “porta está se abrindo” para um treinador estrangeiro. “Não porque o estrangeiro será melhor que um brasileiro, mas porque a safra atual brasileira já está esgotada. Nesse momento, dos principais nomes quase todos já foram, e dos principais que não foram, não tem um nome que seja unanimidade ou algo perto de índice de aprovação grande”, analisou.

Ainda em entrevistas recentes, analisadas pelo Globo Esporte, o presidente da CBF afirmou que quer “alguém que trabalhe com jovens, dando prosseguimento à reformulação feita pelo Tite”. Ednaldo Rodrigues deve receber diversas sugestões de nomes, mas deve centralizar a decisão.

O próximo compromisso da Seleção Brasileira masculina será em março do próximo ano, provavelmente pelas Eliminatórias da Copa de 2026. O calendário ainda será aprovado pela Fifa.

 

O que esperar das semifinais da Copa do Mundo do Catar

Yassine Bounou tentará parar Giroud, enquanto Modric e Messi farão semifinal dos maestros 

Assim como tudo que é bom, a Copa do Mundo do Catar está próxima de acabar. A edição, que já é histórica por marcar a primeira vez que um país do Oriente Médio sedia o torneio, chegou às fases de semifinais e o roteiro das partidas pode render algo ainda mais grandioso. Quatro seleções seguem vivas na competição: Argentina e Croácia, que duelam por vaga na final na próxima terça-feira (13), às 16h; e França e Marrocos, que se enfrentam na quarta-feira (14), no mesmo horário e buscam a tão sonhada taça. A final da Copa do Mundo do Catar acontecerá no dia 18 de dezembro.

Argentina x Croácia
Os argentinos vivem altos e baixos no Catar, mas seguem fortes em busca do tricampeonato mundial. Apesar de terem perdido na estreia para a Arábia Saudita, por 2 a 1, a albiceleste conseguiu se organizar ao redor do seu maior craque e capitão, Lionel Messi e enfrenta a Croácia por vaga na final. As seleções já se encontraram em outras duas edições de Copa do Mundo: em 1998, com vitória argentina por 1 a 0 e em 2018, com triunfo croata por 3 a 0. Se passarem de fase, os argentinos podem realizar uma final inédita contra Marrocos ou buscar uma revanche por 2018 contra a França, que eliminou os hermanos nas oitavas de final daquele ano.

Os croatas estão disputando a sexta edição de Copa do Mundo em sua história. Já em 1998, na sua primeira participação, a Croácia terminou em terceiro lugar e, em 2018, fez a melhor campanha da sua história, quando ficaram na segunda colocação do Mundial após serem derrotados pela França na final. Embalados após eliminarem o Brasil nas quartas de final, os croatas podem se vingar por 2018 e enfrentar os franceses novamente. Outro possível confronto seria contra o Marrocos, sensação da Copa até aqui.

França x Marrocos

A França segue a todo vapor no Catar. Campeões em 2018, na Rússia, os franceses vêm em busca do terceiro título de sua história. Na atual edição, passaram com facilidade no Grupo D e eliminaram a Polônia, nas oitavas, e a Inglaterra, nas quartas. Favoritos, agora irão enfrentar os marroquinos em busca de mais uma final de Copa do Mundo. Se levantar a taça, a França poderá ser a primeira seleção a conquistar um bicampeonato seguido do torneio desde o Brasil, que levou os títulos de 1958 e 1962. Além disso, o astro da equipe e artilheiro da Copa do Mundo com 5 gols, Kyliian Mbappé pode chegar ao seu segundo título mundial ainda aos 23 anos e estaria atrás apenas de Pelé como jogador mais novo a ter conquistado duas Copas.

Marrocos é a primeira seleção da África a chegar às semifinais da Copa do Mundo em 92 anos de história do torneio. Após eliminarem Espanha, nas oitavas, e Portugal, nas quartas, Marrocos terá pela frente a poderosa seleção francesa. Por mais que os franceses sejam claros favoritos, os marroquinos já provaram que podem encarar qualquer time de igual para igual dentro de campo. Com a melhor defesa da competição, Marrocos está contando que o goleiro Yassine Bounou, herói do time na Copa, feche o gol novamente nas semifinais e garanta uma vaga inédita na final da competição.

Brasil perde nos pênaltis para a Croácia e dá adeus ao sonho do hexa

Com o resultado, agora a equipe aguarda o vencedor entre Argentina e Holanda, que duelam às 16h (horário de Brasília).

A Seleção Brasileira perdeu nos pênaltis para a Croácia, deu adeus ao sonho do hexa e se despediu da Copa do Mundo no Catar nesta sexta-feira, 9, no Education City.

A partida válida pelas quartas de final ficou empatada sem gols no tempo normal e foi para a prorrogação. No último minuto da primeira etapa do tempo extra, em uma linda jogada trabalhada, Neymar brilhou o goleiro e fez o gol brasileiro. Mas a vantagem não durou muito. No segundo tempo, Petkovic deixou tudo igual e levou a disputa para os pênaltis. Marquinhos e Rodrygo desperdiçaram as cobranças.

O Brasil mantém o tabu de 20 anos sem vencer seleções europeias no mata-mata do Mundial. A última vez que a Seleção Brasileira saiu vitoriosa em um embate diante de uma seleção do Velho Continente foi contra a Alemanha na final do Mundial na Coreia do Sul e no Japão, em 2002.

Com o resultado, a Croácia avança para as semifinais e aguarda o vencedor entre Argentina e Holanda, que duelam às 16h (horário de Brasília).

Sem Alex Sandro, veja a provável escalação do Brasil para enfrentar a Croácia

Sem Alex Sandro, veja a provável escalação do Brasil para enfrentar a Croácia

Ainda com problemas físicos no elenco, o técnico Tite deve manter a escalação do Brasil da vitória contra a Coreia do Sul para o embate diante da Croácia, marcado para esta sexta-feira (9) às 12h, no Estádio Cidade da Educação, pelas oitavas de final da Copa do Mundo do Catar. O lateral-esquerdo Alex Sandro, único de origem para a posição, será relacionado, mas não deve começar jogando.

“O Alex Sandro vai treinar de tarde para ver a disponibilidade para ir ao jogo. A tendência é a não participação, porque não há um trabalho muito forte ainda. São lesões diferentes. Eu tenho que ver com o departamento médico e físico essa situação. É diferente do Neymar, mas vai depender de hoje à tarde se estará disponível ou não”, respondeu o treinador. Na véspera do jogo anterior, Tite cravou a escalação de Neymar e Danilo, ambos recuperados de lesões no tornozelo.

Sem Alex Sandro, Danilo deve ser mantido no setor diante dos croatas. O reserva Alex Telles foi cortado do mundial depois de se lesionar na derrota para Camarões por 1 a 0, ainda na fase de grupos. Éder Militão seguiria na direita e o time teria a seguinte formação: Alisson; Éder Militão, Marquinhos, Thiago Silva e Danilo; Casemiro e Lucas Paquetá; Raphinha, Neymar e Vinicius Junior; Richarlison.

Danilo lembrou que a lateral esquerda não é novidade para ele. “Eu joguei assim (pela esquerda) durante um bom tempo no Manchester City. Na Juventus jogo assim há alguns anos”, lembrou. Segundo ele, o comportamento variado tem a ver com disposição.

“O segredo do sucesso na Seleção, dessa nossa capacidade de transformar os esquemas táticos, acho que é a disponibilidade dos jogadores. A comissão trabalha, vê de acordo com cada um o que pode ser melhor para o jogo, mas a disponibilidade dos jogadores em quererem fazer as coisas serem possíveis tem feito com que isso seja mais fácil”, argumentou.

Gato que apareceu em entrevista de Vini Jr. vira mascote da seleção e recebe nome de “Hexa”

Final feliz! O gato que apareceu sorrateiramente enquanto o atacante Vinicius Junior, da seleção brasileira, dava uma entrevista coletiva em Doha, no Catar, virou mascote da seleção brasileira e recebeu o nome de “Hexa” para dar sorte ao Brasil na reta final da Copa do Mundo.

A aparição do gato gerou polêmica após o assessor de imprensa da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Vinicius Rodrigues, retirar o animal, que estava em cima do balcão de entrevistas, segurando-o pelo pescoço, após fazer carinho no felino.

Nas redes sociais, internautas desaprovam a atitude do assessor e afirmam que o gato foi retirado de forma bruta.

Porém, mesmo no chão, o bichano seguiu ‘assistindo’ a coletiva em que Vini Jr. destacou a sua participação na Copa. Após o episódio, o gatinho começou a ser admirado, virou o xodó da equipe técnica brasileira e recebeu o carinho de algumas pessoas que estavam no local.

O Brasil se prepara para enfrentar a Croácia pelas quartas de final nesta sexta-feira (9), às 12h (horário de Brasília).