Coração Nordestino: Nova Banda de Forró da Bahia Prepara Lançamento Audiovisual e Promete Conquistar o Público com Raízes Nordestinas

Nova banda de forró une Forró, Vaquejada, Piseiro, Axé e Frevo com a liderança de Valter Cachorrão. Audiovisual será lançado em dezembro, com shows em várias regiões.

Às vésperas do Dia Nacional do Forró (13/12), o Brasil ganha uma nova banda do gênero que promete conquistar o público. Batizada como “Coração Nordestino”, o grupo lançado agora, no fim de 2024, promete um estilo único que une o Forró, a Vaquejada e o Piseiro, trazendo influencias de expressões culturais, como a Axé Music e o Frevo. A banda traz uma celebração autêntica das raízes nordestinas, garantindo emoção e energia em cada apresentação.

À frente do grupo está o experiente cantor Valter Dias, conhecido artisticamente como “Valter Cachorrão”. Com mais de 30 anos de trajetória, o artista é um verdadeiro conhecedor da música nordestina e acumula experiências como produtor musical, arranjador e multi-instrumentista. Ao longo de sua carreira, ele colaborou com grandes nomes e bandas como Arreio de Ouro, Mano Walter, Forró da Brucelose, Fulô de Mandacaru, Forró do Muído, dentre outros.

A banda gravou o seu primeiro projeto audiovisual em Salvador, o que seus integrantes consideram um marco. O produto será lançado em dezembro e promete encantar o público com uma mistura de músicas inéditas e interpretações marcantes de grandes clássicos nordestinos. “O projeto busca traduzir em imagem e som a essência do Nordeste, reafirmando o compromisso da Banda Coração Nordestino com nossa cultura”, explica Valter.

Com shows já agendados para os estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba e Minas Gerais, a Banda Coração Nordestino se prepara para festas como o carnaval e o São João 2025.

Doriel Barros Convoca Audiência Pública para Debater Perímetros Irrigados do Sistema Itaparica

Na próxima terça-feira (28), a partir das 9h30, a Comissão de Agricultura da Alepe, presidida pelo deputado estadual Doriel Barros (PT), irá realizar, no auditório Sérgio Guerra, uma importante audiência pública sobre a escassez de água no perímetro irrigado do Sistema Itaparica.

Com o tema “Famílias de Itaparica: quase 40 anos de convivência com os desafios do acesso à água e a outras políticas públicas“, foram convidados para a audiência representantes da Chesf, Fetape, Contag, Governo Federal e Governo do Estado.

São mais de 45 mil famílias de Pernambuco e da Bahia prejudicadas por conta da escassez. Desde o começo do nosso primeiro mandato, chamamos a atenção para esse assunto. A gente sabe que a região tem um perímetro irrigado e que hoje produz muitos alimentos“, afirma Doriel.

Para o presidente do PT em Pernambuco, o diálogo com o Governo Federal e o Governo do Estado será fundamental para resolver a situação dessas pessoas da região. “Estamos em intenso diálogo com o governo do presidente Lula e também com o governo estadual para criar um plano que nos permita resolver essa situação construindo e desenvolvendo projetos de energia solar, por exemplo. A audiência pública será fundamental para tratarmos sobre o assunto“, ressalta.

Após férias na Bahia, Lula participa de reuniões com a equipe de transição

Com informações da Agência OGlobo

Depois de dias de descanso na Bahia, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa de reuniões com a equipe de transição de governo, nesta segunda-feira (7), a partir das 10h, em São Paulo (SP). O foco está na manutenção do auxílio de R$ 600, retomando o Bolsa Família. O valor não está assegurado no Orçamento de 2023, e o desafio é negociar os ajustes com o Congresso Nacional. Lula vai tomar posse em 1º de janeiro de 2023.

Esta semana, ele desembarcará em Brasília para uma intensa agenda com autoridades do Legislativo e do Judiciário. Lula chegará à capital federal ao lado do vice-presidente eleito e coordenador da transição, Geraldo Alckmin (PSB), e de ampla comitiva.

O petista tem reuniões previstas com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, e com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Será a primeira agenda oficial com Lira, que até então se posicionou como aliado de primeira hora do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A transição em Brasília começará com reuniões marcadas no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), espaço em Brasília a cerca de 7 km do Palácio do Planalto.

O CCBB abriga exposições, shows e cinema durante o ano. Desde 2002, quando Lula foi eleito pela primeira vez, o local é cedido para a equipe de transição de governo. Em 2018, foi lá que a equipe nomeada por Bolsonaro se reuniu com integrantes da gestão de Michel Temer (MDB). Lula também transferiu seu governo para lá em 2009, durante reforma do Palácio do Planalto.

Avaliação das contas

O chefe da transição é Alckmin. Assim como Lula, ele terá seu próprio gabinete instalado nas salas de reunião do CCBB. Também haverá um espaço de reuniões e algumas salas para as equipes técnicas.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, visitou o local na última sexta-feira, acompanhada do coordenador do programa de governo da campanha, Aloizio Mercadante, e de parlamentares do partido, e disse que serão necessários os dois andares do prédio, já que haverá pessoas trabalhando como voluntárias.

O governo eleito deve indicar 50 nomes para avaliar as contas e os programas do atual governo, além de debater a viabilidade de promessas de campanha. Esses nomes serão divididos em grupos temáticos. O ex-ministro da Educação Fernando Haddad, por exemplo, vai liderar reuniões com colaboradores na área. A ideia é reunir sugestões de diversos setores incluindo fundações, parlamentares, organizações do terceiro setor e entidades representativas da educação.

Nem todos os participantes vão compor a equipe de transição, mas fornecerão subsídios para o grupo da linha de frente. A sistematização das sugestões dos colaboradores ficará sob responsabilidade de Henrique Paim, ex-ministro da Educação durante o governo Dilma Rousseff e braço direito de Fernando Haddad. Não há definição, no entanto, de que Paim será o coordenador da transição nesta área.

Área de educação

Entre os que foram chamados para a equipe da área de educação estão quadros do PT, como a senadora eleita Teresa Leitão, a deputada federal Rosa Neide e Heleno Araújo, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Também há representantes ligados a fundações como Neca Setubal, pessoa de confiança da ex-ministra Marina Silva (Rede); e a organizações do terceiro setor, como Daniel Cara, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Embora esteja à frente das discussões, Haddad tem deixado claro a interlocutores quer não quer assumir a área novamente. A pasta é uma das mais caras ao PT e uma das vitrines dos governos de Lula e Dilma.