Edson José Bandeira Braga Filho destaca que o futuro do empreendedorismo exigirá mais sabedoria do que inteligência

Para Edson Braga, em um mundo no qual inteligência artificial, algoritmos e dados tornarão decisões cada vez mais rápidas e precisas, o verdadeiro diferencial dos líderes estará na capacidade de escolher o que não fazer e compreender o impacto humano de cada decisão

A tecnologia está ampliando rapidamente a capacidade das empresas de analisar informações, prever cenários, automatizar processos e tomar decisões.

Planilhas tornam-se mais sofisticadas.

Algoritmos conseguem processar volumes de informação que seriam impossíveis para uma equipe humana analisar manualmente.

Ferramentas de inteligência artificial ajudam empresas a interpretar dados, organizar operações, criar estratégias e identificar padrões.

Mas, para Edson José Bandeira Braga Filho, também conhecido como Edson Braga, quanto mais inteligência estiver disponível, maior poderá ser a necessidade de uma qualidade que nenhuma ferramenta deveria substituir:

sabedoria.

Em uma reflexão sobre inteligência artificial, empreendedorismo e liderança, Edson chama atenção para uma transformação que poderá definir os empresários das próximas décadas.

Segundo ele, o futuro não pertencerá necessariamente a quem possuir mais informação.

Pertencerá a quem souber o que fazer com ela.

E, talvez ainda mais importante, a quem desenvolver consciência suficiente para saber o que não fazer.

O mundo empresarial terá cada vez mais inteligência disponível

Durante muito tempo, conhecimento representou vantagem competitiva.

Quem possuía melhores informações conseguia decidir antes.

Quem entendia determinado mercado tinha vantagem sobre concorrentes.

Quem conseguia interpretar números com mais precisão tomava decisões melhores.

A inteligência artificial modifica parte dessa dinâmica.

Ferramentas tecnológicas podem ampliar significativamente o acesso à análise.

Informações que antes exigiam equipes inteiras podem ser organizadas rapidamente.

Cenários podem ser simulados.

Documentos analisados.

Dados comparados.

Estratégias estruturadas.

Para Edson Braga, isso significa que possuir acesso à inteligência, por si só, poderá deixar de representar um diferencial suficiente.

Saber mais não significa necessariamente decidir melhor

Uma empresa pode possuir enorme quantidade de informação e ainda tomar decisões ruins.

Pode conhecer todas as métricas e seguir na direção errada.

Pode encontrar uma oportunidade financeiramente interessante e ignorar os efeitos que ela produzirá sobre cultura, reputação ou liberdade.

Para Edson José Bandeira Braga Filho, inteligência ajuda a compreender possibilidades.

Sabedoria ajuda a escolher entre elas.

Essa diferença será cada vez mais importante.

Porque, quanto maior a capacidade tecnológica, maior também será a quantidade de caminhos disponíveis.

A máquina pode calcular, mas alguém ainda precisa escolher

Um sistema pode estimar retorno.

Identificar tendências.

Comparar alternativas.

Calcular riscos.

Sugerir estratégias.

Mas existe uma etapa posterior que continua exigindo responsabilidade humana.

Devemos realmente fazer isso?

Para Edson Braga, essa pergunta possui uma natureza diferente.

Ela não trata apenas de eficiência.

Trata de direção.

Um negócio pode ser possível e ainda assim não valer a pena.

Uma expansão pode ser lucrativa e comprometer aquilo que o fundador considera importante.

Uma aquisição pode apresentar números interessantes e aumentar excessivamente a complexidade da organização.

É nesse ponto que inteligência e sabedoria deixam de ser sinônimos.

O empreendedor maduro aprende o que não fazer

No começo de uma trajetória, empresários frequentemente aprendem a dizer sim.

Sim para oportunidades.

Sim para clientes.

Sim para desafios.

Sim para mercados.

Sim para crescimento.

Essa disposição pode ser fundamental para construir.

Mas Edson José Bandeira Braga Filho considera que existe uma segunda fase da maturidade empresarial.

A fase em que o empreendedor aprende a dizer:

não.

Não para oportunidades desalinhadas.

Não para sociedades que comprometem valores.

Não para negócios que custam paz demais.

Não para crescimento sem estrutura.

Não para projetos que alimentam mais o ego do que o propósito.

Nem toda oportunidade precisa ser otimizada

A tecnologia possui uma característica natural: procura eficiência.

Como fazer mais rápido?

Como reduzir custos?

Como aumentar resultados?

Como escalar?

Essas perguntas são importantes.

Mas Edson Braga propõe uma anterior:

“Isso deveria ser feito?”

Porque aperfeiçoar uma escolha ruim apenas torna a escolha ruim mais eficiente.

É possível otimizar uma empresa na direção errada.

Escalar um modelo que produz problemas.

Acelerar uma estratégia que deveria ser revista.

Segundo Edson, talvez uma das maiores responsabilidades dos líderes do futuro seja exatamente impedir que capacidade tecnológica seja confundida com direção.

Inteligência constrói; sabedoria seleciona

A inteligência ajuda a solucionar problemas.

A sabedoria também questiona quais problemas merecem ser resolvidos.

A inteligência identifica oportunidades.

A sabedoria pergunta quais delas correspondem ao propósito.

A inteligência mostra quanto determinada escolha pode render.

A sabedoria pergunta quanto ela poderá custar em dimensões que não aparecem imediatamente no balanço.

Tempo.

Liberdade.

Família.

Reputação.

Consciência.

Paz.

Para Edson José Bandeira Braga Filho, algumas das decisões mais importantes do empreendedor não podem ser reduzidas a cálculos financeiros.

A pergunta deixará de ser apenas “quanto rende?”

Em um mundo cada vez mais orientado por otimização, existe o risco de avaliar tudo pela eficiência.

Quanto produz?

Quanto cresce?

Quanto retorna?

Quanto escala?

Mas Edson Braga acredita que líderes precisarão acrescentar uma pergunta muito mais humana:

“O que isso está me transformando?”

A questão também pode ser aplicada à empresa.

Que tipo de organização esse crescimento está criando?

Que cultura está surgindo?

Que tipo de líder estou precisando me tornar para sustentar isso?

Que valores estão sendo fortalecidos?

Quais estão sendo abandonados?

Crescer mais rápido do que a consciência acompanha pode ser perigoso

Tecnologia permite acelerar.

Esse é justamente um de seus maiores benefícios.

Mas Edson José Bandeira Braga Filho observa que nem tudo consegue acelerar na mesma proporção.

Cultura leva tempo.

Maturidade leva tempo.

Confiança leva tempo.

Formação de lideranças exige tempo.

O mesmo vale para o desenvolvimento interior de quem conduz uma organização.

Uma empresa pode aumentar de tamanho mais rapidamente do que seu fundador consegue amadurecer para liderá-la.

Nesse cenário, crescimento deixa de ser apenas oportunidade.

Também pode se transformar em risco.

O maior desafio pode deixar de ser fazer e passar a ser escolher

Quando executar se torna mais fácil, escolher se torna mais importante.

Essa é uma das consequências que Edson Braga identifica na evolução tecnológica.

Se ferramentas conseguem ajudar a produzir, analisar, automatizar e organizar, o empresário precisará concentrar cada vez mais energia em questões de direção.

O que merece nosso tempo?

Onde devemos investir?

O que precisa permanecer humano?

Que tipo de empresa desejamos construir?

O que não estamos dispostos a negociar?

Consciência será um ativo empresarial

Empresas possuem ativos financeiros.

Tecnológicos.

Intelectuais.

Humanos.

Mas Edson José Bandeira Braga Filho acrescenta outra dimensão:

consciência.

Consciência para reconhecer motivações.

Para identificar quando uma decisão está sendo tomada por medo.

Por ego.

Por comparação.

Por necessidade de reconhecimento.

Um algoritmo pode analisar a viabilidade de um negócio.

Mas dificilmente será suficiente para dizer ao fundador se ele está realizando aquela aquisição porque a empresa precisa dela ou porque deseja provar alguma coisa.

Esse nível de pergunta exige autoconhecimento.

A tecnologia pode ampliar também os nossos excessos

Toda ferramenta poderosa pode ampliar aquilo que já existe.

Nas mãos de um líder consciente, tecnologia pode aumentar eficiência e capacidade de impacto.

Nas mãos de alguém sem clareza, pode acelerar decisões equivocadas.

Para Edson Braga, essa é outra razão pela qual desenvolvimento tecnológico precisa ser acompanhado de maturidade humana.

Quanto maior o poder disponível, maior a responsabilidade de quem decide como utilizá-lo.

O empreendedor do futuro precisará continuar humano

Talvez uma das maiores ironias da era da inteligência artificial seja justamente esta:

quanto mais tecnologia estiver disponível, mais importantes poderão se tornar determinadas características humanas.

Discernimento.

Caráter.

Empatia.

Coragem.

Sensibilidade.

Responsabilidade.

Capacidade de reconhecer limites.

Para Edson José Bandeira Braga Filho, competir com máquinas na capacidade de processamento não deveria ser a missão de um líder.

O desafio está em desenvolver aquilo que torna a própria liderança humana.

Escolher com o coração não significa abandonar a razão

Edson Braga também procura evitar uma oposição simplista entre racionalidade e sensibilidade.

Escolher com o coração não significa ignorar números.

Decisões empresariais precisam de análise.

Risco.

Dados.

Governança.

Planejamento.

Mas nenhuma dessas ferramentas elimina completamente a dimensão humana da escolha.

O empresário pode analisar racionalmente uma oportunidade e, ainda assim, concluir que ela não corresponde ao tipo de vida ou de organização que deseja construir.

Essa não é necessariamente uma decisão irracional.

Pode ser uma decisão mais completa.

Dados precisam de contexto

Um número isolado não conhece toda a história.

Uma empresa pode apresentar excelente retorno e possuir uma cultura destrutiva.

Um projeto pode gerar receita e comprometer reputação.

Uma oportunidade pode aumentar patrimônio e retirar liberdade.

Para Edson José Bandeira Braga Filho, dados são essenciais.

Mas precisam estar subordinados a uma visão maior.

A tecnologia informa.

A liderança interpreta.

A sabedoria escolhe.

Crescimento não deveria custar a essência

Uma das preocupações de Edson Braga está justamente na velocidade com que empresas podem crescer quando novas tecnologias reduzem barreiras.

Escalar se torna mais fácil.

Automatizar também.

Mas o crescimento precisa continuar conectado àquilo que a organização pretende representar.

Quando a empresa cresce muito mais rapidamente do que sua cultura consegue acompanhar, problemas podem surgir.

O mesmo acontece com o fundador.

Existe o risco de construir uma empresa maior do que aquilo que sua própria consciência consegue sustentar.

A sabedoria aparece também na renúncia

É relativamente fácil associar sucesso ao que foi conquistado.

Mais difícil é perceber o valor daquilo que foi recusado.

Um negócio não realizado.

Uma sociedade rejeitada.

Uma expansão adiada.

Um projeto abandonado.

Para Edson José Bandeira Braga Filho, algumas das melhores decisões da trajetória de um empresário talvez nunca apareçam publicamente.

São decisões sobre aquilo que ele poderia fazer, mas escolheu não fazer.

O futuro também precisará de limites

Tecnologia cria possibilidades.

Mas nem toda possibilidade precisa virar realidade.

Esse princípio será cada vez mais importante.

Empresas precisarão estabelecer limites.

Não apenas técnicos.

Mas éticos.

Humanos.

Estratégicos.

Segundo Edson Braga, o líder capaz de estabelecer limites para si mesmo poderá possuir uma vantagem importante sobre aquele que transforma toda capacidade em obrigação.

Poder fazer não significa precisar fazer.

Inteligência pode escalar negócios

Com tecnologia, uma empresa pode atender mais clientes.

Processar mais informações.

Automatizar operações.

Ganhar produtividade.

Tomar decisões com maior velocidade.

Tudo isso representa transformação real.

Mas Edson José Bandeira Braga Filho chama atenção para aquilo que acontece depois.

O que será feito com essa capacidade?

Para onde ela será direcionada?

Com quais princípios?

Com qual finalidade?

Sabedoria sustenta legado

Empresas podem desaparecer.

Tecnologias mudam.

Mercados se reorganizam.

Modelos de negócio tornam-se obsoletos.

Mas determinadas decisões permanecem na história de uma organização.

A maneira como pessoas foram tratadas.

A cultura criada.

A reputação construída.

Os princípios preservados quando seria mais fácil abandoná-los.

Para Edson Braga, é nessa dimensão que a sabedoria encontra o legado.

A grande escassez do futuro talvez não seja informação

Durante muito tempo, informação foi escassa.

Hoje, a quantidade disponível já é enorme.

Com inteligência artificial, a capacidade de organizar e utilizar essa informação tende a se ampliar ainda mais.

Por isso, Edson José Bandeira Braga Filho considera que a escassez poderá migrar.

Não necessariamente faltará inteligência.

Talvez falte discernimento.

Não faltarão respostas.

Poderá faltar capacidade para fazer as perguntas certas.

Não faltarão possibilidades.

Talvez falte sabedoria para escolher.

Máquinas terão inteligência; líderes precisarão de consciência

Essa talvez seja a síntese da reflexão de Edson Braga.

O futuro empresarial será profundamente influenciado por inteligência artificial.

Ignorar essa transformação seria um erro.

Empresas precisam aprender.

Adaptar.

Utilizar tecnologia.

Aumentar eficiência.

Mas o verdadeiro desafio começa depois que todas essas ferramentas estiverem disponíveis.

O que faremos com elas?

Para Edson José Bandeira Braga Filho, é nesse ponto que aparece o diferencial humano.

Não apenas possuir inteligência.

Possuir consciência para direcioná-la.

Não apenas saber como crescer.

Saber por que crescer.

Não apenas compreender o que pode ser feito.

Saber aquilo que não deveria ser feito.

Porque inteligência pode construir empresas extraordinariamente eficientes.

Mas será a sabedoria que determinará se aquilo que foi construído realmente valeu a pena.

MegaG coloca donos de pizzarias frente a frente com CEO para ouvir quem vive o setor

Na maioria dos encontros empresariais, a empresa fala e o cliente escuta. Na MegaG, desta vez, aconteceu também o contrário. 

Na segunda-feira, 24, empresários de 30 pizzarias da região de São Paulo participaram de uma experiência diferente no Centro de Distribuição da MegaG, em Vargem Grande Paulista. Mais do que apresentar produtos ou tendências, a proposta do Conexão MegaG – Edição Pizzarias foi abrir espaço para quem está diariamente atrás do balcão, administrando custos, equipes, cardápios, delivery e as mudanças no comportamento do consumidor. 

Um dos momentos mais importantes da programação colocou o CEO da MegaG, Gonzalo Bruzzone, frente a frente com os empresários em grupos de discussão. Sem palco separando empresa e cliente, a dinâmica foi construída para ouvir experiências, dificuldades, ideias e percepções de quem vive o mercado de pizzarias na prática. 

Os participantes foram divididos em grupos menores, permitindo conversas mais próximas e aprofundadas. A iniciativa transformou o encontro em uma espécie de laboratório de ideias, no qual a MegaG pôde ouvir diretamente seus clientes e entender oportunidades para evoluir produtos, serviços e a própria relação com o mercado. 

Conhecimento aplicado ao negócio 

A programação também contou com palestra do chef Isaías Soares, que abordou temas que estão diretamente ligados ao futuro e à rentabilidade das pizzarias, como comportamento do consumidor para 2026 e 2027, posicionamento, engenharia de cardápio, fichas técnicas, formação de preços, CMV, estoque, delivery, inteligência artificial, automação e novos modelos de negócio. 

O conteúdo foi pensado para sair do campo teórico e chegar à rotina do empresário, com informações capazes de impactar operação, produtividade e resultado. 

Outro momento da experiência foi a Cozinha Show, com demonstrações de aplicações, receitas, rendimento, padronização e degustações, aproximando os empresários também de soluções e representantes da indústria. 

Por dentro de uma operação de distribuição 

Os convidados ainda tiveram acesso aos bastidores do Centro de Distribuição da MegaG em Vargem Grande Paulista. 

Durante o tour, puderam acompanhar etapas como recebimento, armazenagem, separação de pedidos, controle de temperatura, qualidade, expedição, tecnologia e logística, conhecendo de perto a estrutura que existe por trás do abastecimento dos estabelecimentos atendidos pela companhia. 

Ao reunir conhecimento, indústria, operação e, sobretudo, escuta, a MegaG reforça uma estratégia que vai além da relação tradicional entre distribuidor e cliente: estar perto de quem empreende para compreender seus desafios e construir soluções junto com o mercado. 

O Conexão MegaG nasce justamente com esse propósito: conectar pessoas, ideias e negócios.

Aeroporto de Aracati conclui auditoria da ANAC às vésperas da transferência para a GRU Airport

Reunião de encerramento reuniu ANAC, concessionária, operadora atual e Governo do Ceará; terminal do Litoral Leste receberá R$ 43 milhões em investimentos após a transição prevista para outubro.

 

O Aeroporto Regional de Aracati, no Litoral Leste do Ceará, concluiu na quinta-feira (13) a etapa de campo de auditoria conduzida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A reunião de encerramento reuniu os auditores da agência, representantes da GRU Airport, que assumirá a administração do terminal, da VISAC, empresa atualmente contratada pelo Governo do Estado para operar o equipamento, e a equipe da Secretaria do Turismo do Ceará (Setur-CE), liderada pelo Superintendente de Aeroportos, Evandro Santiago.

A auditoria ocorre em momento estratégico. O Aeroporto de Aracati foi arrematado pela Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos no leilão do programa federal AmpliAR, realizado na B3, em São Paulo, e será administrado pela iniciativa privada por 30 anos. O terminal receberá R$ 43,1 milhões em melhorias, com foco na ampliação do pátio de aeronaves e na reforma do terminal de passageiros, preparando a infraestrutura para a retomada de operações comerciais regulares. A transferência das operações para a GRU Airport está prevista para o fim de outubro.

Na avaliação preliminar apresentada pelos auditores na reunião de encerramento, o aeroporto foi destacado pela infraestrutura, pelo cercamento operacional, pela qualidade dos controles e pela documentação. O relatório final da ANAC será apresentado nas próximas semanas.

O Secretário Executivo do Turismo, João Dantas, acompanhou a reunião representando a Setur-CE. “O Governo do Estado tem o compromisso de entregar o aeroporto em plenas condições e garantir uma transição fluida, com foco total na segurança operacional. Chegar a esta etapa com a auditoria concluída e os processos organizados é o que esperávamos deste momento”, afirmou.

A GRU Airport assumiu formalmente em abril a gestão de 12 aeroportos regionais do Nordeste e da Amazônia Legal, com aportes previstos de R$ 630 milhões para modernização da infraestrutura desses terminais. No Ceará, o pacote inclui Aracati, porta de entrada de Canoa Quebrada e terminal estratégico para o Vale do Jaguaribe. A concessão integra a estratégia estadual de descentralizar o fluxo turístico, hoje concentrado em Fortaleza, e integrar os terminais regionais à agenda de conectividade aérea do destino.

Sobre o Aeroporto Regional de Aracati:

O Aeroporto Regional de Canoa Quebrada Dragão do Mar (SBAC) está localizado no município de Aracati, no Litoral Leste do Ceará, a cerca de 150 km de Fortaleza e a 20 km da praia de Canoa Quebrada. Inaugurado em 2012 pelo Governo do Estado, conta com pista de 1.800 metros e infraestrutura para aeronaves de médio porte, e é a principal porta de entrada aérea para o litoral leste cearense e o Vale do Jaguaribe. Arrematado pela GRU Airport no leilão do programa federal AmpliAR, o terminal passará à gestão da concessionária em outubro de 2026, com R$ 43,1 milhões em investimentos previstos para ampliação do pátio de aeronaves e reforma do terminal de passageiros.

Gigante do varejo, Lojas Marabraz pede recuperação judicial após R$ 140 milhões de dívidas, mas tenta manter operação de até 135 unidades no Brasil

A tradicional Lojas Marabraz, uma das marcas mais conhecidas do setor de móveis e eletrodomésticos em São Paulo, protocolou um pedido de recuperação judicial em caráter de urgência na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A empresa acumula dívidas estimadas em R$ 140 milhões e busca o respaldo da Justiça para conseguir renegociar os débitos e manter o funcionamento de sua operação comercial.

A crise financeira da companhia é resultado de uma combinação fatal para o setor varejista: taxas de juros elevadas, retração no consumo das famílias, avanço da inadimplência e sérias disputas societárias e familiares. A união desses fatores estrangulou a capacidade do grupo de captar recursos e renovar suas linhas de crédito no mercado financeiro.

O estopim da crise das Lojas Marabraz

Para entender como a gigante do varejo chegou a esse ponto, é preciso analisar a estrutura de capital do grupo. Historicamente, a família fundadora captava recursos no mercado financeiro para sustentar as atividades da rede, um modelo de negócio que exige intenso capital de giro. Essas operações eram garantidas principalmente por ativos imobiliários pertencentes aos sócios.

 

Compras presenciais em queda e juros altos pressionam o setor, que somou 194 pedidos de recuperação judicial no 1º trimestre de 2026Foto: Marabraz/Divulgação/ND Mais

Contudo, os conflitos internos provocaram um impasse direto na gestão do patrimônio imobiliário do grupo:

 

  • Perda do controle patrimonial: Em meio aos litígios familiares, os administradores à frente da rede perderam o controle sobre as sociedades detentoras dos imóveis.
  • Bloqueio de garantias: Sem os ativos imobiliários para oferecer como garantia, a Marabraz perdeu o lastro exigido pelas instituições financeiras.
  • Asfixia de crédito: A falta de garantias comprometeu a renovação das linhas de crédito existentes, impediu a contratação de novas operações e endureceu as condições de financiamento.

Além dos gargalos internos, a empresa enfrenta as transformações do varejo físico impulsionadas pela digitalização do comércio e pela mudança no hábito de consumo dos clientes.

 

Onda de recuperações judiciais atinge o varejo em 2026

O movimento da Lojas Marabraz, que chegou a somar 135 lojas espalhadas pela Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista, Vale do Paraíba e interior do estad, reflete um cenário de forte pressão sobre o empresariado brasileiro. O cenário macroeconômico atual segue marcado por crédito restrito e custo financeiro elevado.

 

 

Lojas Marabraz chegou a operar 135 unidades distribuídas entre a Grande SP, litoral e interior paulistaFoto: Marabraz/Divulgação/ND Mais

Cenário geral do mercado

Aumento nos pedidos de socorro: Segundo dados da Serasa Experian, o Brasil registrou 194 pedidos de recuperação judicial apenas no primeiro trimestre de 2026.

 

Grandes marcas sob pressão: Diversas companhias de grande porte estão recorrendo a processos de reestruturação de passivos. Exemplo disso é a Raízen, que recorreu à recuperação extrajudicial, e a Casas Bahia, que avalia novas alternativas de reestruturação para ajustar suas dívidas.

A petição de urgência da Lojas Marabraz visa agora congelar a cobrança de execuções de dívidas para permitir que a administração elabore um plano de reestruturação viável, garantindo a preservação das atividades da empresa e a manutenção dos empregos gerados pela rede.

 

O PREÇO DO TEMPO: Clube R1 reúne grandes líderes brasileiros em encontro exclusivo para empresários em São Paulo

GRUPO R1 promove dois dias de imersão sobre liderança, estratégia, negócios e propósito, com participações confirmadas de Romeu Zema, Moacyr Franco, Mario Sergio Cortella, Wellington Vieira, Vinicius Hamzi e o anfitrião Ricardo Nunes Eletro.

Nos dias 12 e 13 de agosto, a Casa Petra, em São Paulo, será palco de um dos mais relevantes encontros de desenvolvimento empresarial do país. O Encontro Clube R1 – O Preço do Tempo reunirá centenas de empresários, empreendedores e executivos para uma imersão voltada à construção de negócios mais sólidos, liderança de alta performance e decisões estratégicas capazes de transformar empresas e vidas.

Mais do que um evento, o encontro representa a essência do Clube R1, comunidade criada para conectar empresários que acreditam no poder do conhecimento, da colaboração e da execução como pilares para o crescimento sustentável. O Clube R1 tornou-se uma das maiores comunidades empresariais do Brasil, promovendo networking qualificado, mentorias, experiências exclusivas e acesso a conteúdos de alto impacto para quem deseja acelerar resultados e ampliar sua visão de mercado.

A programação reunirá nomes que são referência nacional em diferentes áreas do conhecimento, proporcionando aos participantes uma experiência marcada por conteúdo, inspiração e reflexões profundas sobre negócios, comportamento humano e liderança.

Entre os convidados confirmados estão: Romeu Zema, Governador de Minas Gerais e empresário, reconhecido por sua visão de gestão eficiente e administração pública baseada em resultados, Moacyr Franco, Um dos maiores artistas da história brasileira, escritor, compositor, ator e comunicador, que compartilhará lições sobre longevidade, reinvenção e propósito, Mario Sergio Cortella, Filósofo, escritor e um dos mais respeitados pensadores do país, trazendo reflexões sobre ética, liderança, tempo e significado; Wellington Vieira – Empresário e especialista em gestão, reconhecido por sua trajetória de construção de negócios de alta performance, Vinicius Hamzi – Referência em desenvolvimento empresarial, inovação e estratégias de crescimento, contribuindo com uma visão prática para os desafios do empreendedor contemporâneo e Ricardo Nunes Eletro, que além de protagonista e anfitrião, é a mentalidade brilhante do empreendedorismo raiz.

Cada palestra foi cuidadosamente selecionada para provocar novas perspectivas, estimular decisões estratégicas e fortalecer a capacidade dos empresários de liderarem em um cenário cada vez mais competitivo.

O tempo como maior ativo de um líder

O tema “O Preço do Tempo” propõe uma reflexão sobre o recurso mais valioso e irrecuperável da vida e dos negócios. Em um ambiente onde velocidade, foco e capacidade de decisão definem o sucesso das organizações, compreender como investir o tempo torna-se uma das competências mais importantes para qualquer líder.

Para Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e do Grupo R1 e idealizador do Clube R1, o encontro representa muito mais do que uma agenda de palestras.

“O tempo é o único ativo que todos recebem em igualdade, mas poucos aprendem a investir com inteligência. O Clube R1 nasceu para aproximar pessoas que desejam crescer, compartilhar experiências e construir um legado. Reunimos grandes nomes porque acreditamos que conhecimento transforma empresas, mas principalmente transforma pessoas. Nosso compromisso é formar empresários mais preparados para gerar riqueza, oportunidades e impacto positivo na sociedade.”

Ao lado de Ricardo, Rodrigo Nunes, Diretor de Operações do Grupo R1 destaca que o verdadeiro diferencial do Clube R1 está na qualidade das conexões criadas entre seus membros.

“Empreender pode ser uma jornada solitária quando você não está cercado das pessoas certas. O Clube R1 existe para conectar empresários que pensam grande, que compartilham experiências e que entendem que crescimento acontece quando conhecimento, relacionamento e execução caminham juntos. Este encontro foi desenhado para provocar reflexões que permanecerão muito além dos dois dias de evento.”

Um ambiente para quem busca evolução constante

O Encontro Clube R1 consolida a proposta da comunidade de oferecer experiências transformadoras para empresários de diferentes segmentos e portes, promovendo um ambiente onde aprendizado, networking e troca de experiências acontecem de forma prática e estratégica. Durante os dois dias de programação, os participantes terão acesso a conteúdos inéditos, histórias inspiradoras e debates conduzidos por líderes que acumulam décadas de experiência na gestão de empresas, no serviço público, na filosofia, na comunicação e no desenvolvimento humano.

Mais do que tendências de mercado, o evento pretende provocar uma reflexão essencial: qual é, afinal, o verdadeiro preço do tempo para quem deseja construir uma empresa sólida, uma liderança relevante e um legado duradouro?

 

 

Sobre o Grupo R1

Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à  profissionalização  do empresariado  brasileiro.  Com metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada  vez mais  competitivo e  dinâmico.

Serviço

Evento: Encontro Clube R1 – O Preço do Tempo
Data: 12 e 13 de agosto
Local: Casa Petra
Endereço: Av. Aratãs, 1010 – Moema – São Paulo/SP

SAIBA MAIS

ricardonuneseletro.com.br 
instagram.com/ricardonuneseletro
instagram.com/r1Clube
instagram.com/oficialgrupor1

Realização: Clube R1 / Grupo R1

Com o Brasil fora da Copa, empresas voltam a disputar a atenção do consumidor nos buscadores

A eliminação do Brasil da Copa do Mundo costuma marcar o fim de um período de forte movimentação para diversos setores da economia. Bares, restaurantes, supermercados, e-commerces, varejistas e empresas que estruturaram campanhas em torno da competição naturalmente enfrentam uma redução no ritmo de consumo após o encerramento da participação da Seleção. Esse movimento, no entanto, não atinge todas as empresas da mesma maneira.

Para Giovanni Ballarin, estrategista digital e fundador da agência Mestres, os negócios que construíram presença digital de forma consistente chegam a esse momento em vantagem. Enquanto parte do mercado procura novas ações para recuperar o volume de vendas, essas empresas continuam sendo encontradas diariamente por consumidores que pesquisam soluções na internet.

“A Copa cria um pico de atenção, mas ela passa. O comportamento de pesquisar antes de comprar permanece. É justamente por isso que empresas que trabalham presença digital durante o ano inteiro sofrem menos quando termina um grande evento como esse”, afirma.

Na avaliação do especialista, um dos erros mais comuns é concentrar praticamente todo o orçamento em campanhas sazonais, deixando em segundo plano iniciativas que geram resultados contínuos.

“O empresário costuma investir muito para aparecer durante alguns dias, mas pouco para ser encontrado todos os outros. Quando termina o evento, a campanha acaba junto. Já quem investiu em conteúdo e posicionamento continua recebendo visitas, gerando oportunidades e fechando negócios.”

Segundo Ballarin, a jornada de compra mudou significativamente nos últimos anos. Antes de decidir uma compra, consumidores pesquisam avaliações, consultam comparativos, assistem a vídeos, buscam recomendações e procuram empresas que demonstrem conhecimento sobre aquilo que oferecem.

Nesse contexto, estar bem posicionado nos buscadores deixou de ser apenas uma questão técnica.

“Hoje não basta existir na internet. É preciso ser relevante. Quando alguém faz uma pesquisa, o buscador procura entregar a resposta que considera mais útil. Empresas que produzem conteúdo consistente aumentam suas chances de aparecer exatamente nesse momento.”

O especialista ressalta que esse conceito vai além do Google. A busca por informações acontece em diferentes plataformas, como YouTube, marketplaces, redes sociais e, cada vez mais, ferramentas baseadas em inteligência artificial.

“O consumidor não pensa mais em canais. Ele simplesmente procura respostas. Pode pesquisar no Google, perguntar para uma IA, buscar um vídeo ou consultar uma rede social. Para as empresas, o desafio é construir autoridade em todos esses ambientes.”

Na prática, isso significa que artigos, estudos de caso, páginas institucionais bem estruturadas, conteúdos educativos e informações atualizadas passaram a desempenhar um papel importante na geração de negócios.

Ballarin observa que empresas que iniciaram esse trabalho meses ou anos antes da Copa tendem a enfrentar menos oscilações agora que o torneio já não mobiliza o consumidor brasileiro.

“SEO não produz resultado da noite para o dia. É um trabalho de construção. Quem começou antes está colhendo agora. Quem deixou para pensar nisso apenas quando as vendas desaceleraram provavelmente vai precisar de mais tempo para recuperar espaço.”

Para o estrategista, a saída do Brasil da Copa representa também uma mudança de foco para o mercado. Se durante o torneio boa parte da comunicação estava voltada para o calendário esportivo, agora as empresas precisam voltar a disputar atenção com base em relevância, informação e confiança.

“O consumidor continua comprando. O que muda é o motivo da compra. Sem o fator emocional da Copa, ele passa a pesquisar mais, comparar mais e decidir com mais calma. É nesse cenário que uma estratégia consistente de conteúdo faz diferença.”

Na visão de Ballarin, a principal lição para empresários é que grandes eventos devem potencializar uma estratégia de marketing, e não sustentá-la.

“Empresas que dependem exclusivamente de datas comemorativas vivem de picos. Empresas que investem continuamente em presença digital constroem uma operação comercial muito mais previsível. No fim das contas, o objetivo não é vender apenas durante a Copa. É ser encontrado todos os dias do ano.”

Sobre Giovanni Ballarin

Giovanni é fundador e CEO da Mestres, atua no mercado de Marketing Digital há mais de 23 anos. Especialista em Geração de Demanda pela Internet já posicionou mais de 3.500 empresas no Google e ChatGPT.

Sobre a Mestres 

A Mestres é uma agência de marketing digital e presença online, especializada em criação de sites, estratégias de marketing digital, geração de leads e oportunidades de negócio para empresas de diferentes setores. Pensada e estruturada por Giovanni Ballarin, a empresa nasceu para preencher uma lacuna de mercado relacionada à eficiência e inteligência embarcada em portais e sites voltados a variados segmentos de negócios. Para empresas que buscam crescimento previsível e dominância dos ambientes digitais frente a seus concorrentes, a Mestres é uma agência digital que entrega uma metodologia exclusiva que engloba todas as soluções de marketing digital com foco em geração de leads qualificadas. Ao contrário das agências tradicionais que focam nos meios (Ferramentas), a Mestres fala sobre Crescimento, Previsibilidade e Resultado (Ativo gerador de caixa), os meios (Ferramentas) são apenas o caminho para atingir o objetivo central. Há mais de uma década, a empresa atua no mercado nacional e internacional e já impactou positivamente a trajetória de milhares de negócios. A empresa conta com um método proprietário e exclusivo, validado em mais de 4 mil empresas e direcionado à orientação de processos de análise, planejamento e execução das estratégias, com foco em conversão e crescimento sustentável para os clientes.

 

Saiba mais
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Excesso de chuvas compromete o acúmulo de ATR e desafia a colheita da cana-de-açúcar

Umidade acima do esperado prolonga o crescimento vegetativo da cana, dificulta a concentração de açúcares e reforça a importância de estratégias para preservar a qualidade da matéria-prima

 

As condições climáticas têm imposto um novo desafio ao setor sucroenergético brasileiro. Em um período tradicionalmente marcado por temperaturas mais amenas e redução das chuvas, favoráveis ao acúmulo de sacarose na cana-de-açúcar, a safra 2026/27 vem sendo marcada por um volume de chuvas acima do esperado para a época e elevada umidade do solo. O cenário prolonga o crescimento vegetativo da cultura, retarda a maturação e limita o acúmulo de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), principal indicador da qualidade da matéria-prima destinada à produção de açúcar e etanol.

Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Michel Tomazela, a instabilidade climática tornou a definição da janela ideal de colheita um dos principais desafios da safra. “Antes era mais fácil prever como a lavoura iria evoluir. Hoje, a cada previsão de chuva, aumento da umidade ou mudança nas condições do tempo, aumenta a incerteza sobre o comportamento da maturação. Quando essa previsibilidade diminui, cresce o risco de perder parte do potencial de ATR que a cana construiu ao longo da safra. Nesse cenário, identificar o momento que entrega mais valor para a operação é fundamental. Essa decisão deve considerar o comportamento da lavoura, as condições climáticas e uma estratégia de colheita bem planejada”, afirma.

Previsão climática mantém o setor em alerta e impacta diretamente a rentabilidade

As perspectivas para as próximas semanas indicam que o desafio deve continuar. De acordo com informações da Rural Clima, a segunda quinzena de julho deverá marcar o retorno das chuvas em importantes regiões produtoras de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A tendência é que esse padrão também se estenda ao Centro-Oeste no início de agosto, sob influência do El Niño.

Embora a disponibilidade hídrica seja importante para o desenvolvimento da cultura, a manutenção da umidade durante um período em que normalmente predomina o clima seco retarda a concentração natural de açúcares e exige ainda mais atenção ao planejamento da colheita.

O excesso de umidade altera o comportamento fisiológico da planta. Em vez de concentrar seus recursos no acúmulo de sacarose nos colmos, a cana mantém o crescimento vegetativo, atrasando a maturação. “Como consequência, a concentração de açúcar diminui justamente no período em que o setor espera obter os maiores índices de ATR, impedindo que a cana atinja o ponto ideal de colheita no tempo esperado. Se a colheita for antecipada para atender ao cronograma industrial, a matéria-prima pode chegar à usina com menor teor de sacarose e menor potencial de ATR”, explica Tomazela.

Além dessa redução, o encharcamento do solo dificulta a oxigenação das raízes, favorece a ocorrência de doenças e compromete as operações no campo. Nessas condições, o tráfego de máquinas torna-se mais difícil, provocando atrasos na colheita, aumento dos custos operacionais e interferindo diretamente no planejamento das usinas.

Os impactos se estendem por toda a cadeia produtiva. Como o ATR determina a quantidade de açúcar recuperável por tonelada de cana, sua redução afeta diretamente a rentabilidade da operação, o rendimento industrial e a competitividade do setor.

“Produzir grande volume de cana já não é suficiente. O que determina o retorno econômico é a qualidade da matéria-prima. O ATR é o indicador que transforma produtividade em rentabilidade”, explica Tomazela.

Quando a concentração de sacarose é menor, a indústria precisa processar um volume maior de cana para produzir a mesma quantidade de açúcar ou etanol. Isso aumenta os custos industriais, reduz a eficiência operacional e pode comprometer os resultados econômicos tanto das usinas quanto dos produtores.

Manejo da maturação ganha importância diante da variabilidade climática

Diante desse cenário, cresce a importância de estratégias capazes de reduzir os efeitos da variabilidade climática sobre a maturação da cana e preservar o potencial de ATR.

No Centro-Sul, a maturação ocorre naturalmente entre o outono e o inverno, quando temperaturas mais amenas e menor disponibilidade hídrica favorecem o acúmulo de sacarose. Nesta safra, no entanto, as chuvas frequentes e a elevada umidade alteraram esse padrão, dificultando a evolução da maturação e, consequentemente, o acúmulo de ATR, tornando a definição da janela de colheita ainda mais complexa.

Para enfrentar esse desafio, o consultor da MS Fernandes Consultoria Agrícola, Dr. Michel da Silva Fernandes, destaca que o manejo da maturação deve fazer parte de uma estratégia integrada de produção, associada ao controle de plantas daninhas, pragas e doenças, ao manejo nutricional e à escolha adequada das variedades, com o objetivo de favorecer o acúmulo de sacarose e preservar o potencial de ATR.

Os maturadores podem ser utilizados em diferentes fases da safra. No início do ciclo, ajudam a reduzir o crescimento vegetativo. No meio da safra, favorecem a maturação em regiões com outono e inverno chuvosos. Já no final, contribuem para inibir a retomada do desenvolvimento da planta, preservando níveis elevados de sacarose por mais tempo e ampliando a flexibilidade para definir a melhor janela de colheita, mesmo em cenários de maior instabilidade climática.

Entre as tecnologias utilizadas nesse manejo está o maturador sistêmico RIPER, da IHARA, desenvolvido para auxiliar produtores e usinas no planejamento da maturação ao longo da safra. Utilizado no início, no meio ou no final do ciclo, o produto permite maior flexibilidade na definição da janela de colheita, possibilitando adequar a estratégia às condições climáticas e ao potencial de maturação dos canaviais.

Em condições favoráveis de manejo, o RIPER pode proporcionar incrementos de 4% a 8% no teor de ATR, elevando a produção de toneladas de açúcar por hectare (TAH) e a rentabilidade da operação.

Para Tomazela, em um cenário de maior variabilidade climática, preservar a qualidade da matéria-prima tornou-se tão importante quanto alcançar elevados índices de produtividade. “Hoje, o desafio não é apenas produzir mais cana, mas colher no momento certo. O planejamento da maturação, aliado ao uso estratégico de tecnologias, permite aproveitar melhor o potencial da lavoura, aumentar o rendimento industrial e reduzir os impactos provocados pelas oscilações do clima”, conclui.

 

Sobre a IHARA 

A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que, há mais de 60 anos, leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa, sendo uma marca que possui a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais, somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.  

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Mineração brasileira concentra benefícios fora das estatísticas e amplia custo fiscal aos Estados

Cerca de 90% da produção nacional de minério de ferro não paga ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por ser destinada à exportação — um dos fatores que colocam a mineração brasileira entre os setores menos onerados do mundo e impõem perdas bilionárias aos cofres estaduais. Sustentado por desonerações pouco visíveis nas estatísticas oficiais, o modelo, segundo a Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (AMIG Brasil), reforça a especialização do país na exportação de commodities com baixo valor agregado e limita os efeitos da atividade sobre a industrialização.

Esse arranjo ajuda a explicar a ausência de mineradoras na lista de beneficiários de incentivos fiscais divulgada pelo governo de Minas Gerais, em 23 de junho. Para Waldir Salvador, consultor de relações institucionais e econômicas da AMIG Brasil, o dado não indica falta de benefícios ao setor, mas reflete a forma como essas vantagens são estruturadas. “Parcela relevante dos incentivos à mineração opera fora dos registros formais de renúncia tributária”, afirma.

A tributarista e consultora da AMIG Brasil, Flávia Vilela Caravelli, explica que os dados divulgados por Minas Gerais contemplam benefícios fiscais relacionados à isenção, crédito presumido, base de cálculo reduzida e redução de alíquotas, não envolvendo os benefícios fiscais caracterizados como imunidade. Embora, inicialmente a desoneração sobre a exportação tenha sido veiculada como isenção heterônoma por lei complementar, a Emenda Constitucional nº 42/2003 elevou, formalmente, o benefício à categoria constitucional, caracterizando-o como imunidade. Esta alocação constitucional afastou a própria incidência tributária, enquanto na isenção ocorre a incidência mas há uma dispensa legal de sua cobrança.

O levantamento da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) inclui  apenas as empresas que operam na fase de industrialização do minério e seus subprodutos, titulares de Tratamentos Tributários Setoriais celebrados com o Estado de Minas Gerais através de Regimes Especiais. Na relação aparecem grupos como ArcelorMittal e Usiminas, mas os valores estão concentrados nas operações siderúrgicas, e não na extração de minério de ferro.

A principal explicação está no fato de que, desde 1996, inicialmente com a Lei Kandir e hoje com a Constituição de 1988, não incide o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas exportações. Na prática, a maior parte do minério produzido no país não sofre incidência do imposto. “A desoneração das exportações produz um efeito relevante, mas não entra na contabilidade oficial das renúncias”, diz Salvador.

O impacto sobre as finanças estaduais é expressivo. Estimativas indicam que Minas Gerais deixa de arrecadar entre R$ 7 bilhões e R$ 9 bilhões por ano em função desse mecanismo, sendo cerca de 30% desse valor diretamente relacionado ao minério de ferro. Como a desoneração não é classificada juridicamente como renúncia fiscal, ela fica fora dos cálculos oficiais, o que tende a subestimar o nível de benefício concedido ao setor.

Mesmo nos casos em que há incidência de ICMS nas cadeias anteriores— como na aquisição de insumos e energia elétrica — as empresas em o direito à manutenção de créditos com a exportação, ampliando, na prática, o alcance das desonerações.

Os municípios também suportam perdas com a não incidência do ICMS sobre as exportações. Estudo realizado pela UFMG considerando os dados de tributação de 2023 e a simulação da incidência do ICMS em MG antes da Lei Kandir, demonstrou que haveria “ganho de 9,9% na receita com a incidência de 6% de ICMS nas atividades mineradoras. Este aumento resulta do fato dos municípios mineradores se apropriarem de 65% do adicional de ICMS estimado. (…) Nos municípios mineradores, a receita de ICMS  aumenta 56% e a receita da CFEM reduz 12%, contudo, o saldo fiscal é amplamente positivo.”

O caso mineiro ilustra um padrão mais amplo: enquanto estados e municípios produtores concentram perdas de arrecadação, a maior parte dos incentivos diretos é concedida no âmbito federal.

Incentivos federais ampliam vantagens

No plano federal, os benefícios são mais explícitos. Empresas instaladas em áreas da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) têm acesso a incentivos como redução de até 75% do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a possibilidade de reinvestimento de até 30% do tributo devido.

Companhias com operações em Carajás (PA) e no Vale do Jequitinhonha (MG) estão entre as beneficiadas. Dados do Portal da Transparência indicam que, em 2023, os incentivos fiscais concedidos a mineradoras de minério de ferro somaram R$ 5,2 bilhões.

Levantamento do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração (CNDTM) aponta R$ 26,29 bilhões em incentivos e renúncias fiscais em um único ano para empresas do setor. Nove mineradoras figuram entre as 100 maiores beneficiárias do país, incluindo Vale, Yara, Mosaic, Braskem, ArcelorMittal, Usiminas, Ternium, Paranapanema e Mineração Caraíba.

A tributarista e consultora da AMIG, Flávia Vilela Caravelli, aponta para a natureza fiscal do imposto de renda e obrigatória adoção do princípio da capacidade contributiva, o que não justifica a eleição de projetos de mineração na região da Sudam para obtenção de vantagens fiscais. “Há uma completa inversão do princípio da capacidade contributiva, tendo em vista que o poder econômico das mineradoras está evidente em seus balanços, sendo demonstrada, ao contrário, a baixa tributação a que são submetidas no país.” 

Por outro lado, os benefícios fiscais para a região da Sudam têm por finalidade atrair projetos e investimentos para atividades e setores econômicos que poderiam ser realizadas em outros locais do território nacional, com menor custo. “A atividade de mineração não precisa de incentivo pois só pode ser realizada nos territórios em que há a riqueza mineral, contrariando a lógica da finalidade do benefício fiscal.” Destaca e cita como exemplo, a qualidade da riqueza mineral do norte do país, em razão do teor altíssimo de ferro, o que, per si, já é suficiente para atrair as grandes mineradoras para atuar na região. 

O estudo também associa o setor a impactos sociais relevantes. Entre 2020 e 2022, essas empresas estiveram ligadas a 776 ocorrências de violência e violações territoriais, afetando ao menos 768,7 mil pessoas. No caso da Vale, que recebeu R$ 19,2 bilhões em renúncias em 2021, o levantamento considera também ocorrências envolvendo a Samarco.

Baixa tributação e desindustrialização

Estudo do Cedeplar/UFMG, contratado pela AMIG Brasil, indica que “Os dados da PIA 2021 mostram que a extração de ferro recolhe 0,94% do faturamento bruto com ICMS, a indústria de transformação recolhe 7,89% e a indústria como um 444 todo são 7,40%” evidenciando a desigualdade tributária entre os setores industriais nacionais. 

A nível mundial, o Brasil está entre as menos oneradas do mundo, inclusive em comparação com Austrália, Canadá, Estados Unidos e China.

Apesar disso, o país mantém baixa agregação de valor. “O Brasil é o segundo maior exportador de minério de ferro do planeta, mas ocupa apenas a nona posição na produção de aço”, afirma Salvador.

Esse padrão se conecta ao processo de desindustrialização. A participação da indústria de transformação no PIB, que já superou 30% na década de 1980, hoje gira em torno de 10% a 11%.

Entre os fatores estão a concorrência internacional — especialmente da China —, o câmbio valorizado, os juros elevados e a ausência de políticas industriais consistentes.

Minerais críticos expõem fragilidades

A corrida global por minerais críticos e terras raras amplia esse diagnóstico. O Brasil detém cerca de 21 milhões de toneladas desses elementos — aproximadamente 23% das reservas globais —, mas sua produção ainda é residual: cerca de 20 toneladas no último ano, menos de 0,01% do consumo mundial.

A China produziu cerca de 270 mil toneladas no mesmo período e domina as etapas de processamento. O padrão se repete: o Brasil exporta matéria-prima de baixo valor e reimporta produtos tecnológicos com alto valor agregado, muitas vezes até 100 vezes mais caros. A entidade alerta que o Projeto de Lei nº 2780/2024 e apensados, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, aprovado na Câmara dos Deputados e que aguarda apreciação do Senado Federal, não muda este cenário. 

No texto apresentado, o relator prevê garantias para a realização de pesquisas e desenvolvimento por parte das empresas que irão explorar os territórios. A AMIG Brasil questiona: “haverá medidas que garantam que essas pesquisas promovam, de fato, o desenvolvimento dos territórios explorados e políticas de fomento à transformação econômica dos minerais críticos em bens de maior valor agregado nos próprios territórios de onde a matéria-prima será extraída? Onde estão os mecanismos obrigatórios de industrialização local? Quem garante que os municípios não continuarão apenas exportando minério bruto enquanto absorvem destruição ambiental, pressão sobre infraestrutura pública e degradação territorial? Ninguém!”, ressalta Waldir Salvador.

A AMIG Brasil alerta que o país não dispõe de política consolidada de industrialização mineral nem de estrutura regulatória robusta. A Agência Nacional de Mineração (ANM) enfrenta limitações de pessoal e recursos, o que compromete a fiscalização.

Relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) já apontaram falhas no monitoramento de barragens e fragilidades institucionais. Ainda assim, projetos em discussão no Congresso buscam ampliar a atividade mineral sem necessariamente fortalecer o órgão regulador.

Impacto local e retorno limitado

Nos territórios mineradores, a ausência de políticas de agregação de valor limita os efeitos positivos da atividade. Municípios permanecem dependentes da extração, absorvendo impactos ambientais, pressão sobre serviços públicos e conflitos territoriais, enquanto parcela significativa da renda é capturada fora dessas regiões.

Sem mecanismos que estimulem a industrialização local, a mineração segue como vetor de exportação de recursos naturais, com baixo efeito multiplicador e elevado custo fiscal para estados produtores. “O país naturalizou um modelo que transfere riqueza para fora, penaliza estados e municípios e ainda é tratado como se fosse neutro do ponto de vista fiscal. Isso não é apenas uma distorção — é uma escolha política. Se o Congresso Nacional e o governo federal não enfrentarem essa agenda de forma direta, revisando incentivos e criando condições reais para agregar valor no país, o Brasil continuará abrindo mão de receita, aprofundando desigualdades regionais e comprometendo sua própria estratégia de desenvolvimento”, afirma Salvador.

O novo alicerce das campanhas de sucesso: por que a excelência jurídica é a nova ferramenta de engajamento

No cenário atual de grandes eventos, onde a visibilidade é massiva, a eficácia de uma campanha promocional não se mede apenas pelo alcance, mas pela segurança com que a promessa de marca é entregue ao torcedor. A criatividade, orquestrada por parceiros estratégicos como a agência FanClub, atua como o motor do engajamento. No entanto, é a excelência jurídica nos bastidores que permite que essas ideias audaciosas alcancem seu potencial máximo sem barreiras.

Como observa Pedro Micuci, CVO no setor de soluções promocionais:

“Muitos acreditam que o marketing promocional vive apenas do impacto visual, mas a realidade é que a criatividade só floresce sem barreiras quando existe um alicerce sólido. Nosso trabalho, em parceria com agências como a FanClub, é garantir que a marca respire aliviada, sabendo que cada ação — desde um sorteio simples até uma campanha nacional de Copa do Mundo — está blindada e em total conformidade.”

Essa blindagem não é apenas uma salvaguarda administrativa; é uma estratégia de reputação. A união entre a visão criativa da FanClub e a precisão técnica na gestão promocional cria um ciclo virtuoso: a agência entrega a experiência que conecta o torcedor à marca, enquanto a retaguarda jurídica assegura a lisura e a transparência de todo o processo.

Sandra Otsuka, gestora de processos jurídicos em promoções comerciais, reforça essa necessidade de precisão:

“Em um cenário de eventos de massa, qualquer falha na operacionalização pode transformar uma oportunidade em crise. O papel da consultoria é traduzir a complexidade jurídica em processos transparentes. Quando o consumidor escaneia um QR Code, ele quer apenas a chance de ganhar; nossa responsabilidade é garantir que todo o processo de auditoria por trás daquele clique seja impecável.”

Ao alcançar a marca de mais de 500 mil inscritos em ações de grande escala, torna-se evidente que o consumidor moderno valoriza, acima de tudo, a credibilidade. O sucesso, portanto, reside na capacidade de unir a paixão do futebol à segurança do compliance, transformando a proteção jurídica em um diferencial competitivo que sustenta o crescimento das marcas no longo prazo.

 

Abitte Urbanismo se prepara para lançar novo empreendimento no Vinhedos Oliveiras

Abitte Piemonte será o primeiro condomínio fechado de casas prontas para morar da incorporadora, sobrados de 160 m², três suítes, piscina e duas vagas de garagem

 

 

Reforçando sua presença estratégica em Cuiabá, a incorporadora Abitte Urbanismo está prestes a lançar o quarto empreendimento na capital mato-grossense. O Abitte Piemonte, condomínio exclusivo de casas prontas para morar, está sendo construído no bairro planejado Vinhedos Oliveiras, na Avenida Antártica, uma das regiões que mais crescem na cidade, próxima a shoppings, supermercados, hospitais e centros comerciais. 

Abitte Piemonte contará com apenas 189 casas, cada sobrado com 160 m² construídos, três suítes, piscina e duas vagas de garagem. Com área total de 59 mil m², o empreendimento contará ainda com áreas equipadas com clubhouse completo, academia, piscina, aquaplay, spa, churrasqueira, espaço gourmet com hidromassagem aquecida, parque linear e smart conveniência dentro do próprio condomínio.  

O projeto integra arquitetura contemporânea, paisagismo e lazer. A implantação das áreas comuns foi projetada para criar diferentes momentos de convivência dentro do condomínio. Próximo ao acesso principal há um espaço gourmet voltado para eventos maiores, funcionando como um ponto de encontro logo na entrada do empreendimento. Já junto à área de mata preservada existente no condomínio está a área de lazer, com paisagem natural para estimular o encontro entre moradores e tornar os deslocamentos mais agradáveis. 

Desenvolvido pela Rother Arquitetura, o projeto foi pensado para criar um ambiente com atmosfera de vila, no qual os espaços comuns fossem percebidos como uma continuidade das casas e não apenas como equipamentos coletivos. “A ideia é que o morador se sinta pertencente ao todo, utilizando o condomínio como uma extensão da sua própria residência”, explicou o arquiteto Pedro Rother, sócio-diretor da Rother Arquitetura. 

Com 33 anos de experiência e referência no mercado, a Abitte Urbanismo se consolidou em Cuiabá com o desenvolvimento do primeiro bairro planejado, o Vinhedos Oliveiras, além de outros empreendimentos residenciais de alto padrão.  

“O Abitte Piemonte representa um novo capítulo da trajetória da Abitte em Cuiabá. É o nosso primeiro condomínio de casas prontas para morar, desenvolvido para atender famílias que buscam praticidade, segurança e qualidade de vida, sem abrir mão de uma localização estratégica”, afirma o CEO da Abitte Urbanismo, Francisco Colnaghi Neto.