Recife prepara lançamento do Bike Recife, novo sistema de bicicletas compartilhadas

Projeto está na fase final de implantação e substituirá o Bike PE na capital, mantendo a Tembici como operadora e oferecendo bicicletas elétricas de pedal assistido, além da ampliação do número de estações

Informações do JC

O futuro sistema de bicicletas compartilhadas do Recife, a versão municipal do Bike PE – que desde 2011 é gerida pelo governo de Pernambuco – está mais perto de virar realidade. Segundo a Prefeitura do Recife, o projeto se encontra em fase preparatória para implantação, sendo concluídas as aprovações dos planos de trabalho, definições de localização das estações e demais procedimentos necessários previstos em contrato para iniciar a nova operação.

O novo sistema da capital, inclusive, vai se chamar Bike Recife, segundo a Tembici, que opera a rede gerida pelo Estado e permanecerá como operadora do sistema recifense após vencer a licitação pública realizada no fim de 2025. A empresa explicou, ainda, que está com dois contratos ativos: Recife e governo de Pernambuco – este último renovado em março deste ano por mais 12 meses.

Com o novo contrato, a gestão das futuras estações do Recife ficará com a Prefeitura do Recife e, não mais, com o governo do Estado. Mas as estações disponíveis em Jaboatão dos Guararapes e Olinda, no Grande Recife, seguirão sob gestão do Estado. A Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi) confirmou a renovação do contrato por mais um ano.

A reportagem tentou conversar com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento do Recife (Sedul) – responsável pela coordenação do novo sistema recifense em conjunto com a Secretaria Executiva de Parcerias Estratégicas do Recife -, mas como tem sido comum na relação com a Prefeitura do Recife, nenhuma entrevista foi autorizada. A Tembici também não disponibilizou representantes para detalhar as futuras mudanças.

O QUE MUDA PARA O USUÁRIO DO SISTEMA DE BICICLETAS COMPARTILHADAS

A necessidade de um novo sistema de bike share é urgente para toda a RMR e, ainda mais, para a capital pernambucana – JAILTON JR./JC IMAGEM

A expectativa para os usuários do atual sistema Bike PE – que será substituído pelo Bike Recife – é de algumas melhorias. Principalmente em relação às inovações tecnológicas, como as bicicletas elétricas de pedal assistido. O número de estações também aumentará.

Atualmente, o Bike PE tem 90 estações e 1.300 bicicletas no Recife, em Jaboatão dos Guararapes e em Olinda. Quase a totalidade das estações, entretanto, está instalada no Recife e deverá permanecer na capital.

O novo serviço de bike share municipal – pensado para ocupar as lacunas deixadas pela operação do Bike PE -, prevê um contrato de dez anos para o fornecimento, implantação, gestão e manutenção de novos equipamentos em toda a cidade. Em dezembro do ano passado, quando o sistema começou a ser formatado, a explicação da prefeitura para a criação do bike share próprio era a busca por uma operação mais moderna, ampla e eficiente do que a oferecida atualmente pelo Estado.

Com um investimento estimado em até R$ 101.983.914,11, a gestão municipal fará a fiscalização direta do contrato, acompanhando metas e indicadores de desempenho para aplicar sanções quando cabível e garantir a qualidade do serviço – uma das principais falhas atuais da operação do Bike PE, que parece não sofrer gerência por parte do governo de Pernambuco. 

TECNOLOGIA E EXPANSÃO SÃO AS GRANDES DIFERENÇAS PROMETIDAS PARA O NOVO SERVIÇO

Sem a manutenção devida, a expansão e a integração intermodal prometida desde que foi criado ainda em 2011, o Bike PE vem perdendo a confiabilidade, requisito número um para qualquer tipo de modal de transporte, mesmo os ativos – JAILTON JR./JC IMAGEM

Pelas informações que foram divulgadas no edital de licitação e repassadas pela PCR em dezembro do ano passado – quando a licitação estava em andamento -, a frota total será de 1.200 bicicletas, um aumento substancial em relação às 700 unidades convencionais do sistema atual disponíveis na capital pernambucana.

O grande diferencial será a inclusão de 240 bicicletas elétricas (pedal assistido), uma modalidade inédita no compartilhamento público da cidade. A infraestrutura de estações também receberá um reforço considerável. O projeto prevê a instalação de 120 estações distribuídas pela cidade, o que representa uma expansão de 51,90% em relação aos 79 pontos que o sistema Bike PE mantém hoje na capital.

E outra promessa importante é a integração dessas estações à malha cicloviária de 200 km da cidade para incentivar o uso da bike especialmente em áreas de tráfego de veículos intenso. Assim como funciona hoje no Bike PE, todas as 1.200 bicicletas terão monitoramento via GPS, e os usuários poderão retirar e devolver os equipamentos utilizando um aplicativo e site próprios.

Julho Amarelo: especialista alerta para avanço silencioso das hepatites virais

Hepatologista do Hospital Memorial São José destaca a importância do diagnóstico precoce para prevenir complicações como cirrose, insuficiência hepática e câncer de fígado, além de orientar sobre prevenção e testagem

As hepatites B e C podem permanecer silenciosas por anos, fazendo com que muitas pessoas só descubram a infecção durante exames de rotina ou quando a doença já apresenta comprometimento mais avançado do fígado. No Julho Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre as hepatites virais, o hepatologista Vitor Madeiro, do Hospital Memorial São José, da Rede D’Or, alerta sobre a importância da testagem como parte dos cuidados de rotina com a saúde e reforça o papel da prevenção.

“Você pode ter uma doença séria no fígado e não sentir absolutamente nada. Pode viver com ela por anos sem apresentar nenhum sintoma”, afirma o especialista.

Segundo o hepatologista, quando aparecem, os sintomas podem estar associados a fases mais avançadas da infecção ou ao comprometimento do fígado. Entre os sinais de alerta estão cansaço, desconforto ou dor abdominal e icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e dos olhos.

O diagnóstico precoce é fundamental para identificar as infecções crônicas e iniciar o tratamento adequado, reduzindo o risco de complicações. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que as hepatites virais provocam cerca de 1,3 milhão de mortes por ano no mundo. As hepatites B e C, quando não diagnosticadas e tratadas, podem evoluir para complicações graves, como cirrose, insuficiência hepática e câncer de fígado.

Prevenção e tratamentos

“As hepatites podem ser prevenidas. A boa notícia é que temos vacinas contra as hepatites A e B e, no caso da hepatite C, contamos com tratamento oral, de baixo perfil de efeitos colaterais e alta eficácia”, destaca o hepatologista.

O médico também orienta quem deve realizar a testagem: “Quaisquer pessoas podem realizar essas testagens, em especial aquelas que tem alterações nos exames do fígado ou foram submetidas a cirurgias, que fizeram piercing ou tatuagens, ou que, em algum momento, foram expostas a sangue de outras pessoas ou tiveram relações sexuais desprotegidas, precisam fazer esses testes virais”, detalha.

“Cuide da sua saúde, visite seu médico e faça uma avaliação”, reforça Vitor Madeiro.

Mineração brasileira concentra benefícios fora das estatísticas e amplia custo fiscal aos Estados

Cerca de 90% da produção nacional de minério de ferro não paga ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por ser destinada à exportação — um dos fatores que colocam a mineração brasileira entre os setores menos onerados do mundo e impõem perdas bilionárias aos cofres estaduais. Sustentado por desonerações pouco visíveis nas estatísticas oficiais, o modelo, segundo a Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (AMIG Brasil), reforça a especialização do país na exportação de commodities com baixo valor agregado e limita os efeitos da atividade sobre a industrialização.

Esse arranjo ajuda a explicar a ausência de mineradoras na lista de beneficiários de incentivos fiscais divulgada pelo governo de Minas Gerais, em 23 de junho. Para Waldir Salvador, consultor de relações institucionais e econômicas da AMIG Brasil, o dado não indica falta de benefícios ao setor, mas reflete a forma como essas vantagens são estruturadas. “Parcela relevante dos incentivos à mineração opera fora dos registros formais de renúncia tributária”, afirma.

A tributarista e consultora da AMIG Brasil, Flávia Vilela Caravelli, explica que os dados divulgados por Minas Gerais contemplam benefícios fiscais relacionados à isenção, crédito presumido, base de cálculo reduzida e redução de alíquotas, não envolvendo os benefícios fiscais caracterizados como imunidade. Embora, inicialmente a desoneração sobre a exportação tenha sido veiculada como isenção heterônoma por lei complementar, a Emenda Constitucional nº 42/2003 elevou, formalmente, o benefício à categoria constitucional, caracterizando-o como imunidade. Esta alocação constitucional afastou a própria incidência tributária, enquanto na isenção ocorre a incidência mas há uma dispensa legal de sua cobrança.

O levantamento da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) inclui  apenas as empresas que operam na fase de industrialização do minério e seus subprodutos, titulares de Tratamentos Tributários Setoriais celebrados com o Estado de Minas Gerais através de Regimes Especiais. Na relação aparecem grupos como ArcelorMittal e Usiminas, mas os valores estão concentrados nas operações siderúrgicas, e não na extração de minério de ferro.

A principal explicação está no fato de que, desde 1996, inicialmente com a Lei Kandir e hoje com a Constituição de 1988, não incide o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas exportações. Na prática, a maior parte do minério produzido no país não sofre incidência do imposto. “A desoneração das exportações produz um efeito relevante, mas não entra na contabilidade oficial das renúncias”, diz Salvador.

O impacto sobre as finanças estaduais é expressivo. Estimativas indicam que Minas Gerais deixa de arrecadar entre R$ 7 bilhões e R$ 9 bilhões por ano em função desse mecanismo, sendo cerca de 30% desse valor diretamente relacionado ao minério de ferro. Como a desoneração não é classificada juridicamente como renúncia fiscal, ela fica fora dos cálculos oficiais, o que tende a subestimar o nível de benefício concedido ao setor.

Mesmo nos casos em que há incidência de ICMS nas cadeias anteriores— como na aquisição de insumos e energia elétrica — as empresas em o direito à manutenção de créditos com a exportação, ampliando, na prática, o alcance das desonerações.

Os municípios também suportam perdas com a não incidência do ICMS sobre as exportações. Estudo realizado pela UFMG considerando os dados de tributação de 2023 e a simulação da incidência do ICMS em MG antes da Lei Kandir, demonstrou que haveria “ganho de 9,9% na receita com a incidência de 6% de ICMS nas atividades mineradoras. Este aumento resulta do fato dos municípios mineradores se apropriarem de 65% do adicional de ICMS estimado. (…) Nos municípios mineradores, a receita de ICMS  aumenta 56% e a receita da CFEM reduz 12%, contudo, o saldo fiscal é amplamente positivo.”

O caso mineiro ilustra um padrão mais amplo: enquanto estados e municípios produtores concentram perdas de arrecadação, a maior parte dos incentivos diretos é concedida no âmbito federal.

Incentivos federais ampliam vantagens

No plano federal, os benefícios são mais explícitos. Empresas instaladas em áreas da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) têm acesso a incentivos como redução de até 75% do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a possibilidade de reinvestimento de até 30% do tributo devido.

Companhias com operações em Carajás (PA) e no Vale do Jequitinhonha (MG) estão entre as beneficiadas. Dados do Portal da Transparência indicam que, em 2023, os incentivos fiscais concedidos a mineradoras de minério de ferro somaram R$ 5,2 bilhões.

Levantamento do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração (CNDTM) aponta R$ 26,29 bilhões em incentivos e renúncias fiscais em um único ano para empresas do setor. Nove mineradoras figuram entre as 100 maiores beneficiárias do país, incluindo Vale, Yara, Mosaic, Braskem, ArcelorMittal, Usiminas, Ternium, Paranapanema e Mineração Caraíba.

A tributarista e consultora da AMIG, Flávia Vilela Caravelli, aponta para a natureza fiscal do imposto de renda e obrigatória adoção do princípio da capacidade contributiva, o que não justifica a eleição de projetos de mineração na região da Sudam para obtenção de vantagens fiscais. “Há uma completa inversão do princípio da capacidade contributiva, tendo em vista que o poder econômico das mineradoras está evidente em seus balanços, sendo demonstrada, ao contrário, a baixa tributação a que são submetidas no país.” 

Por outro lado, os benefícios fiscais para a região da Sudam têm por finalidade atrair projetos e investimentos para atividades e setores econômicos que poderiam ser realizadas em outros locais do território nacional, com menor custo. “A atividade de mineração não precisa de incentivo pois só pode ser realizada nos territórios em que há a riqueza mineral, contrariando a lógica da finalidade do benefício fiscal.” Destaca e cita como exemplo, a qualidade da riqueza mineral do norte do país, em razão do teor altíssimo de ferro, o que, per si, já é suficiente para atrair as grandes mineradoras para atuar na região. 

O estudo também associa o setor a impactos sociais relevantes. Entre 2020 e 2022, essas empresas estiveram ligadas a 776 ocorrências de violência e violações territoriais, afetando ao menos 768,7 mil pessoas. No caso da Vale, que recebeu R$ 19,2 bilhões em renúncias em 2021, o levantamento considera também ocorrências envolvendo a Samarco.

Baixa tributação e desindustrialização

Estudo do Cedeplar/UFMG, contratado pela AMIG Brasil, indica que “Os dados da PIA 2021 mostram que a extração de ferro recolhe 0,94% do faturamento bruto com ICMS, a indústria de transformação recolhe 7,89% e a indústria como um 444 todo são 7,40%” evidenciando a desigualdade tributária entre os setores industriais nacionais. 

A nível mundial, o Brasil está entre as menos oneradas do mundo, inclusive em comparação com Austrália, Canadá, Estados Unidos e China.

Apesar disso, o país mantém baixa agregação de valor. “O Brasil é o segundo maior exportador de minério de ferro do planeta, mas ocupa apenas a nona posição na produção de aço”, afirma Salvador.

Esse padrão se conecta ao processo de desindustrialização. A participação da indústria de transformação no PIB, que já superou 30% na década de 1980, hoje gira em torno de 10% a 11%.

Entre os fatores estão a concorrência internacional — especialmente da China —, o câmbio valorizado, os juros elevados e a ausência de políticas industriais consistentes.

Minerais críticos expõem fragilidades

A corrida global por minerais críticos e terras raras amplia esse diagnóstico. O Brasil detém cerca de 21 milhões de toneladas desses elementos — aproximadamente 23% das reservas globais —, mas sua produção ainda é residual: cerca de 20 toneladas no último ano, menos de 0,01% do consumo mundial.

A China produziu cerca de 270 mil toneladas no mesmo período e domina as etapas de processamento. O padrão se repete: o Brasil exporta matéria-prima de baixo valor e reimporta produtos tecnológicos com alto valor agregado, muitas vezes até 100 vezes mais caros. A entidade alerta que o Projeto de Lei nº 2780/2024 e apensados, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, aprovado na Câmara dos Deputados e que aguarda apreciação do Senado Federal, não muda este cenário. 

No texto apresentado, o relator prevê garantias para a realização de pesquisas e desenvolvimento por parte das empresas que irão explorar os territórios. A AMIG Brasil questiona: “haverá medidas que garantam que essas pesquisas promovam, de fato, o desenvolvimento dos territórios explorados e políticas de fomento à transformação econômica dos minerais críticos em bens de maior valor agregado nos próprios territórios de onde a matéria-prima será extraída? Onde estão os mecanismos obrigatórios de industrialização local? Quem garante que os municípios não continuarão apenas exportando minério bruto enquanto absorvem destruição ambiental, pressão sobre infraestrutura pública e degradação territorial? Ninguém!”, ressalta Waldir Salvador.

A AMIG Brasil alerta que o país não dispõe de política consolidada de industrialização mineral nem de estrutura regulatória robusta. A Agência Nacional de Mineração (ANM) enfrenta limitações de pessoal e recursos, o que compromete a fiscalização.

Relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) já apontaram falhas no monitoramento de barragens e fragilidades institucionais. Ainda assim, projetos em discussão no Congresso buscam ampliar a atividade mineral sem necessariamente fortalecer o órgão regulador.

Impacto local e retorno limitado

Nos territórios mineradores, a ausência de políticas de agregação de valor limita os efeitos positivos da atividade. Municípios permanecem dependentes da extração, absorvendo impactos ambientais, pressão sobre serviços públicos e conflitos territoriais, enquanto parcela significativa da renda é capturada fora dessas regiões.

Sem mecanismos que estimulem a industrialização local, a mineração segue como vetor de exportação de recursos naturais, com baixo efeito multiplicador e elevado custo fiscal para estados produtores. “O país naturalizou um modelo que transfere riqueza para fora, penaliza estados e municípios e ainda é tratado como se fosse neutro do ponto de vista fiscal. Isso não é apenas uma distorção — é uma escolha política. Se o Congresso Nacional e o governo federal não enfrentarem essa agenda de forma direta, revisando incentivos e criando condições reais para agregar valor no país, o Brasil continuará abrindo mão de receita, aprofundando desigualdades regionais e comprometendo sua própria estratégia de desenvolvimento”, afirma Salvador.

Pesquisa Simplex: Raquel Lyra lidera corrida pelo Governo de Pernambuco com 48,2%; João Campos tem 36,5%

Levantamento divulgado pelo Blog do Elielson e CBN aponta vantagem da governadora na disputa estadual. Nos votos válidos, Raquel Lyra aparece com 56,3%, contra 42,5% de João Campos. Pesquisa ouviu 1.067 eleitores entre 15 e 20 de julho

Informações do Blog do Elielson

A pesquisa Simplex para o Governo de Pernambuco, divulgada nesta terça-feira (21) pelo Blog do Elielson em parceria com a CBN, mostra a governadora Raquel Lyra com 48,2%, à frente na disputa, João Campos aparece com 36,5% e Ivan Moraes com 1,1%. Faltando pouco mais de 2 meses para as eleições que definirão o comando de Pernambuco.

Cenário Espontâneo

Raquel Lyra (PSD) – 40,3%
João Campos (PSB) – 27,9%
Ivan Moraes (Federação Psol/Rede) – 0,3%
Branco/Nulo/Nenhum – 3,7%
NS/NR – 27,8%

Cenário 1

Raquel Lyra (PSD) – 48,2%
João Campos (PSB) – 36,5%
Ivan Moraes (Federação Psol/Rede) –1,1%
Branco/Nulo/Nenhum – 5,9%
NS/NR – 8,3%

Nos votos válidos, Raquel Lyra (PSD) aparece com 56,3%, João Campos (PSB) com 42,5% e Ivan Moraes com 1,2%.

Cenário 2

Raquel Lyra (PSD) – 49,0%
João Campos (PSB) – 36,8%
Branco/Nulo/Nenhum – 6,2%
NS/NR – 8,0%

Nos votos válidos do 2º cenário, Raquel Lyra (PSD) apresenta 57,1% e João Campos (PSB) 42,9%.

O Instituto Simplex ouviu 1.067 pessoas em Pernambuco, por telefone, entre os dias 15 e 20 de julho de 2026. A margem de erro é de 3% e o grau de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número PE-03323/2026.

O novo alicerce das campanhas de sucesso: por que a excelência jurídica é a nova ferramenta de engajamento

No cenário atual de grandes eventos, onde a visibilidade é massiva, a eficácia de uma campanha promocional não se mede apenas pelo alcance, mas pela segurança com que a promessa de marca é entregue ao torcedor. A criatividade, orquestrada por parceiros estratégicos como a agência FanClub, atua como o motor do engajamento. No entanto, é a excelência jurídica nos bastidores que permite que essas ideias audaciosas alcancem seu potencial máximo sem barreiras.

Como observa Pedro Micuci, CVO no setor de soluções promocionais:

“Muitos acreditam que o marketing promocional vive apenas do impacto visual, mas a realidade é que a criatividade só floresce sem barreiras quando existe um alicerce sólido. Nosso trabalho, em parceria com agências como a FanClub, é garantir que a marca respire aliviada, sabendo que cada ação — desde um sorteio simples até uma campanha nacional de Copa do Mundo — está blindada e em total conformidade.”

Essa blindagem não é apenas uma salvaguarda administrativa; é uma estratégia de reputação. A união entre a visão criativa da FanClub e a precisão técnica na gestão promocional cria um ciclo virtuoso: a agência entrega a experiência que conecta o torcedor à marca, enquanto a retaguarda jurídica assegura a lisura e a transparência de todo o processo.

Sandra Otsuka, gestora de processos jurídicos em promoções comerciais, reforça essa necessidade de precisão:

“Em um cenário de eventos de massa, qualquer falha na operacionalização pode transformar uma oportunidade em crise. O papel da consultoria é traduzir a complexidade jurídica em processos transparentes. Quando o consumidor escaneia um QR Code, ele quer apenas a chance de ganhar; nossa responsabilidade é garantir que todo o processo de auditoria por trás daquele clique seja impecável.”

Ao alcançar a marca de mais de 500 mil inscritos em ações de grande escala, torna-se evidente que o consumidor moderno valoriza, acima de tudo, a credibilidade. O sucesso, portanto, reside na capacidade de unir a paixão do futebol à segurança do compliance, transformando a proteção jurídica em um diferencial competitivo que sustenta o crescimento das marcas no longo prazo.