Pesquisa Múltipla: Raquel Lyra lidera disputa pelo Governo de Pernambuco com 44%; João Campos tem 40%

Levantamento divulgado pelo Instituto Múltipla em parceria com o Blog do Nill Júnior aponta empate técnico dentro da margem de erro entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito João Campos (PSB). Na simulação de segundo turno, Raquel aparece com 45% contra 41%

A mais recente pesquisa de intenção de voto para o Governo de Pernambuco, divulgada nesta segunda-feira (27) pelo Instituto Múltipla, em parceria com o Blog do Nill Júnior, mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) na liderança da disputa eleitoral de 2026. No cenário estimulado, a atual chefe do Executivo estadual aparece com 44% das intenções de voto, seguida pelo ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), que registra 40%. O pré-candidato Ivan Moraes (PSOL) soma 1%.

Ainda de acordo com o levantamento, 8% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo, 7% disseram estar indecisos e 1% preferiu não responder.

Considerando a margem de erro de 3,3 pontos percentuais, para mais ou para menos, o cenário configura empate técnico entre Raquel Lyra e João Campos. A governadora oscila entre 40,7% e 47,3%, enquanto o socialista varia entre 36,7% e 43,3%.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra mantém a dianteira, com 45% das intenções de voto, contra 41% de João Campos. Outros 7% declararam voto branco ou nulo, 6% estão indecisos e 1% não opinou.

Assim como no primeiro cenário, a diferença entre os candidatos também está dentro da margem de erro, caracterizando empate técnico.

Evolução dos levantamentos

Em comparação com as pesquisas anteriores realizadas pelo Instituto Múltipla, o cenário permanece equilibrado.

  • Fevereiro/2026: João Campos 42% | Raquel Lyra 29%
  • Maio/2026: Raquel Lyra 43% | João Campos 39%
  • Junho/2026: João Campos 43% | Raquel Lyra 38%
  • Julho/2026: Raquel Lyra 44% | João Campos 40%

Os números indicam estabilidade nas intenções de voto, com alternância na liderança entre os dois principais pré-candidatos ao longo dos últimos levantamentos.

Rejeição

O levantamento também mediu o índice de rejeição dos principais nomes da disputa.

  • Raquel Lyra: 33% afirmam que não votariam nela de jeito nenhum;
  • João Campos: 29% dizem que não votariam no socialista.

Quando questionados sobre voto certo, 41% afirmaram que votariam com certeza em Raquel Lyra, enquanto 37% disseram o mesmo em relação a João Campos. Outros 24% afirmaram que poderiam votar na governadora e 28% disseram que talvez votassem no candidato do PSB.

Metodologia

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 26 de julho de 2026, com 900 entrevistados em Pernambuco. O levantamento possui registro PE-00028/2026, margem de erro de 3,3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Cenário estimulado Percentual
Raquel Lyra (PSD) 44%
João Campos (PSB) 40%
Ivan Moraes (PSOL) 1%
Branco/Nulo 8%
Indecisos 7%
Não opinaram 1%
Segundo turno Percentual
Raquel Lyra 45%
João Campos 41%
Branco/Nulo 7%
Indecisos 6%
Não opinaram 1%
Violência contra a mulher: Maria Arraes propõe uso de tornozeleira eletrônica pelo agressor e criação de sistema de alerta à vítima

Deputada federal protocolou projeto de lei que pretende reforçar a eficácia das medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha.

Em resposta ao alarmante número de casos de violência doméstica e familiar no Brasil, a deputada federal Maria Arraes (SD-PE) apresentou o Projeto de Lei 553/2023, que visa coibir esse tipo de crime contra a mulher com a implementação de mecanismos de monitoramento eletrônico do agressor e de sistema de alerta para a vítima. A iniciativa da parlamentar se soma às recentes mudanças na Lei Maria da Penha, sancionadas na última quinta-feira pelo presidente Lula.

De acordo com um levantamento do Instituto Patrícia Galvão e Ipec, quase quatro a cada 10 mulheres brasileiras já sofreram algum tipo de violência doméstica, seja física, sexual, moral, psicológica ou patrimonial. Em 2022, uma mulher foi morta a cada 6 horas no País, conforme dados do Monitor da Violência e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“Diante da escalada da gravidade dos casos, é nosso dever buscar soluções efetivas para prevenir situações de risco e proteger as mulheres e suas famílias. A tornozeleira eletrônica tem se mostrado um método eficaz para evitar reincidências de crimes. Precisamos agir com todos os meios disponíveis para que as agressões não se repitam nem evoluam para o feminicídio”, afirma Maria Arraes, que integra a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica.

O projeto de lei 553/2023 protocolado pela deputada indica que o juiz poderá determinar o monitoramento eletrônico do agressor em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas cabíveis. Além disso, será disponibilizado um dispositivo de alerta que informe a aproximação do agressor. Dessa forma, ao detectar a proximidade, a autoridade policial será obrigada a contatar a vítima imediatamente, a fim de impedir encontros indesejados e garantir a sua segurança.

Se o acusado driblar ou descumprir de alguma maneira os termos previstos no monitoramento eletrônico, a medida cautelar poderá ser revertida em prisão preventiva, para assegurar maior proteção às mulheres e responsabilização do agressor por suas ações.

O projeto de lei da deputada Maria Arraes pretende reforçar a eficácia da Lei Maria da Penha. As alterações recentes na legislação passaram a garantir a concessão de medidas protetivas de urgência no momento em que a mulher fizer a denúncia a uma autoridade policial, independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou de registro de boletim de ocorrência.

Essas medidas serão aplicadas quando houver riscos à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da vítima ou de seus dependentes e permanecerão válidas enquanto os riscos persistirem.

Com a monitoração eletrônica do agressor e o sistema de alerta à vítima, espera-se aumentar ainda mais a efetividade das medidas protetivas e salvar vidas. “Estaremos dando um passo importante rumo à diminuição dos índices de violência e na luta pelo respeito ao direito das mulheres”, finaliza Maria Arraes.

Dr. Severininho lidera corrida eleitoral em Floresta com 47,25% dos votos, aponta pesquisa TML

Com 5% de vantagem, Dr. Severininho abre frente sobre Rorró Maniçoba na disputa pela prefeitura de Floresta, revela pesquisa TML.

A corrida eleitoral para a prefeitura de Floresta entra na reta final com Dr. Severininho ampliando sua vantagem. De acordo com uma nova pesquisa realizada pelo Instituto TML, divulgada nesta sexta-feira (4), no cenário estimulado, Dr. Severininho lidera com 47,25% dos votos válidos, abrindo vantagem sobre Rorró Maniçoba, que registra 42,75%. Essa diferença coloca Severininho em uma posição mais confortável nesta fase decisiva da campanha. Além disso, 6,75% dos eleitores ainda não decidiram e 3,25% optaram por votar em branco ou anular seus votos.

O estudo também revelou a taxa de rejeição dos principais concorrentes. Rorró Maniçoba foi o candidato mais rejeitado, com 46,75% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Dr. Severininho, por sua vez, tem 41,25% de rejeição. Ainda, 8,75% dos eleitores não souberam ou não quiseram opinar sobre os candidatos, e 3,25% disseram que votariam em branco ou nulo.

A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores sobre a gestão atual da prefeitura de Floresta. O resultado indica que apenas 22,50% dos entrevistados consideram a administração boa, 11,75% a classificaram como ótima, e 31,75% a veem como regular. Em contrapartida, 16,50% dos eleitores acham a gestão péssima, e 12,25% a consideram ruim. Outros 5,25% não souberam ou não quiseram opinar.

Quanto à aprovação da administração municipal, 39,75% dos entrevistados disseram aprovar a gestão atual, enquanto 42,50% desaprovam. Uma parcela significativa de 17,75% preferiu não opinar.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-01775/2024. O levantamento foi realizado entre os dias 28 de setembro e 3 de outubro, com 420 eleitores ouvidos. A margem de erro é de 4,86 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.