Instituto Nelson Wilians lança 6ª edição do Edital INW com apoio financeiro de até R$ 60 mil para Organizações Sociais

O Instituto Nelson Wilians (INW), braço social do Nelson Wilians Group (NWGROUP), anunciou o lançamento da 6ª edição do “Edital INW”, que será executado em 2025. O objetivo é selecionar e apoiar até seis Organizações da Sociedade Civil (OSC) em todo o Brasil, focando em projetos que promovam a inclusão produtiva, a educação cidadã e a redução das desigualdades sociais, alinhados com a Agenda 2030 da ONU. As inscrições são gratuitas e estão abertas até às 17h do dia 20 de outubro.

As organizações selecionadas receberão um aporte financeiro do INW de até R$ 60 mil, distribuído ao longo de 10 meses, além de acesso a duas metodologias educacionais inovadoras: o curso de Educação em Direitos Humanos e Cidadania e o curso profissionalizante de Negociação e Recuperação de Crédito. Os cursos visam capacitar jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo o desenvolvimento de habilidades urbanas e técnicas para o mercado de trabalho.

Para participar, as OSCs devem atender a critérios como estar incluídos há pelo menos um ano, atuar com inclusão produtiva e já ter capacitado pelo menos 150 jovens em cursos profissionalizantes. Entre os benefícios, além do apoio financeiro, está a assessoria jurídica consultiva gratuita, oferecida por meio do projeto “Pro Bono NW”, especializado no terceiro setor.

O edital também prevê a realização de visitas técnicas e acompanhamento contínuo das OSCs selecionadas, garantindo que os projetos sejam executados conforme as diretrizes condicionais.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através do site oficial do INW. O processo de seleção será dividido em duas fases: a primeira consiste em análise eliminatória e classificatória, enquanto a segunda abrange visitas técnicas e análise documental. Mais informações e detalhes sobre os critérios e benefícios do edital, acesse o site oficial: https://inw.org.br ou siga o perfil oficial no Instagram: @institutonw.

Camila Souza amplia vantagem na corrida pela prefeitura de Iati, aponta nova pesquisa

Candidata do PSB lidera com 55,67% dos votos válidos, enquanto Maria Augusta aparece com 42,78%.

Na reta final da campanha eleitoral em Iati, a candidata Camila Souza (40) aumentou sua liderança sobre a principal adversária, Maria Augusta (70), conforme apontado por uma nova pesquisa do Instituto Contextto, divulgada nesta sexta-feira (4). No cenário de intenção de votos espontânea, Camila aparece com 42,08% dos votos válidos, enquanto Maria Augusta tem 38,12%. Fábricio Fernandes (12) surge com 0,50% das intenções, e 11,39% dos eleitores ainda não decidiram seus votos. Além disso, 7,91% planejam votar em branco ou anular.

No cenário de intenção de votos estimulada, Camila Souza consolida sua vantagem com 53,47%, contra 41,09% de Maria Augusta e 1,49% de Fábrício Fernandes. Considerando apenas os votos válidos, a diferença aumenta: Camila tem 55,67%, e Maria Augusta 42,78%.

A pesquisa também investigou a rejeição dos candidatos. Fábricio Fernandes é o mais rejeitado, com 40,10% dos eleitores afirmando que não votariam nele. Maria Augusta e Camila Souza possuem a mesma taxa de rejeição, 22,77%. Já 10,40% dos entrevistados afirmaram não rejeitar nenhum dos candidatos, enquanto 3,46% não souberam ou não quiseram opinar.

O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-03791/2024, foi realizado nos dias 28 e 29 de setembro, com 399 eleitores. A margem de erro é de 4,85 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.

Violência contra a mulher: Maria Arraes propõe uso de tornozeleira eletrônica pelo agressor e criação de sistema de alerta à vítima

Deputada federal protocolou projeto de lei que pretende reforçar a eficácia das medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha.

Em resposta ao alarmante número de casos de violência doméstica e familiar no Brasil, a deputada federal Maria Arraes (SD-PE) apresentou o Projeto de Lei 553/2023, que visa coibir esse tipo de crime contra a mulher com a implementação de mecanismos de monitoramento eletrônico do agressor e de sistema de alerta para a vítima. A iniciativa da parlamentar se soma às recentes mudanças na Lei Maria da Penha, sancionadas na última quinta-feira pelo presidente Lula.

De acordo com um levantamento do Instituto Patrícia Galvão e Ipec, quase quatro a cada 10 mulheres brasileiras já sofreram algum tipo de violência doméstica, seja física, sexual, moral, psicológica ou patrimonial. Em 2022, uma mulher foi morta a cada 6 horas no País, conforme dados do Monitor da Violência e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“Diante da escalada da gravidade dos casos, é nosso dever buscar soluções efetivas para prevenir situações de risco e proteger as mulheres e suas famílias. A tornozeleira eletrônica tem se mostrado um método eficaz para evitar reincidências de crimes. Precisamos agir com todos os meios disponíveis para que as agressões não se repitam nem evoluam para o feminicídio”, afirma Maria Arraes, que integra a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica.

O projeto de lei 553/2023 protocolado pela deputada indica que o juiz poderá determinar o monitoramento eletrônico do agressor em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas cabíveis. Além disso, será disponibilizado um dispositivo de alerta que informe a aproximação do agressor. Dessa forma, ao detectar a proximidade, a autoridade policial será obrigada a contatar a vítima imediatamente, a fim de impedir encontros indesejados e garantir a sua segurança.

Se o acusado driblar ou descumprir de alguma maneira os termos previstos no monitoramento eletrônico, a medida cautelar poderá ser revertida em prisão preventiva, para assegurar maior proteção às mulheres e responsabilização do agressor por suas ações.

O projeto de lei da deputada Maria Arraes pretende reforçar a eficácia da Lei Maria da Penha. As alterações recentes na legislação passaram a garantir a concessão de medidas protetivas de urgência no momento em que a mulher fizer a denúncia a uma autoridade policial, independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou de registro de boletim de ocorrência.

Essas medidas serão aplicadas quando houver riscos à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da vítima ou de seus dependentes e permanecerão válidas enquanto os riscos persistirem.

Com a monitoração eletrônica do agressor e o sistema de alerta à vítima, espera-se aumentar ainda mais a efetividade das medidas protetivas e salvar vidas. “Estaremos dando um passo importante rumo à diminuição dos índices de violência e na luta pelo respeito ao direito das mulheres”, finaliza Maria Arraes.

Dr. Severininho lidera corrida eleitoral em Floresta com 47,25% dos votos, aponta pesquisa TML

Com 5% de vantagem, Dr. Severininho abre frente sobre Rorró Maniçoba na disputa pela prefeitura de Floresta, revela pesquisa TML.

A corrida eleitoral para a prefeitura de Floresta entra na reta final com Dr. Severininho ampliando sua vantagem. De acordo com uma nova pesquisa realizada pelo Instituto TML, divulgada nesta sexta-feira (4), no cenário estimulado, Dr. Severininho lidera com 47,25% dos votos válidos, abrindo vantagem sobre Rorró Maniçoba, que registra 42,75%. Essa diferença coloca Severininho em uma posição mais confortável nesta fase decisiva da campanha. Além disso, 6,75% dos eleitores ainda não decidiram e 3,25% optaram por votar em branco ou anular seus votos.

O estudo também revelou a taxa de rejeição dos principais concorrentes. Rorró Maniçoba foi o candidato mais rejeitado, com 46,75% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Dr. Severininho, por sua vez, tem 41,25% de rejeição. Ainda, 8,75% dos eleitores não souberam ou não quiseram opinar sobre os candidatos, e 3,25% disseram que votariam em branco ou nulo.

A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores sobre a gestão atual da prefeitura de Floresta. O resultado indica que apenas 22,50% dos entrevistados consideram a administração boa, 11,75% a classificaram como ótima, e 31,75% a veem como regular. Em contrapartida, 16,50% dos eleitores acham a gestão péssima, e 12,25% a consideram ruim. Outros 5,25% não souberam ou não quiseram opinar.

Quanto à aprovação da administração municipal, 39,75% dos entrevistados disseram aprovar a gestão atual, enquanto 42,50% desaprovam. Uma parcela significativa de 17,75% preferiu não opinar.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-01775/2024. O levantamento foi realizado entre os dias 28 de setembro e 3 de outubro, com 420 eleitores ouvidos. A margem de erro é de 4,86 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.