Pernambuco garante 6º lugar entre os 27 estados do País no quesito economia de gastos de custeio no 1º semestre de 2023

O governo Raquel Lyra garantiu para Pernambuco o sexto melhor desempenho entre os 27 entes subnacionais estaduais do País (26 estados e Distrito Federal) no quesito controle das despesas correntes no primeiro semestre de 2023. Os dados relativos ao desempenho de receitas e despesas dos estados foram divulgados nessa segunda-feira (21) pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Segundo os números do “RREO em Foco – Estados + Distrito Federal”, entre janeiro e junho as despesas correntes de Pernambuco cresceram 6%, próximo ao ritmo da inflação do período (4%), enquanto as receitas recuaram em 1%. No conjunto de estados do Norte e Nordeste, o aumento médio de despesas foi de 13%.

Para a governadora Raquel Lyra, os resultados confirmam a eficácia do Plano de Qualidade dos Gastos, uma das primeiras medidas da nova gestão, iniciado a partir da assinatura do Decreto Estadual nº 54.394, em 6 de janeiro de 2023. “Nosso trabalho tem sido intenso para que os recursos arrecadados em Pernambuco sejam utilizados da forma mais responsável e eficiente possível, permitindo fazer a mudança que Pernambuco precisa. Esse resultado confirma que estamos fazendo a nossa parte para garantir que as ações cheguem para quem mais precisa”, afirma.

O Plano de Qualidade dos Gastos tem como objetivo principal a melhoria da qualidade dos gastos no Estado, garantindo a organização das contas estaduais e o direcionamento de investimentos que efetivamente melhorem a qualidade de vida da população. Segundo a Secretaria da Fazenda, a economia de gastos não obrigatórios (que exclui salários e seus reajustes, por exemplo) foi de R$ 428 milhões no primeiro semestre, destacando-se itens como serviços de consultoria (redução de R$ 22,2 milhões), materiais gráficos (R$ 8,9 milhões) e combustíveis (R$ 8,3 milhões), por exemplo. Nos dados da STN divulgados hoje, estão contabilizadas despesas obrigatórias com pessoal, incluindo reajustes concedidos em 2022 com repercussão em 2023.

Para o secretário da Fazenda, Wilson José de Paula, os dados da Secretaria do Tesouro Nacional vão ao encontro do objetivo da gestão Raquel Lyra nesse primeiro ano de gestão. “Nós temos feito um esforço muito grande para usar o dinheiro dos impostos de forma racional, cortando supérfluos, e garantindo mais recursos na ponta, para o cidadão que mais precisa. Como se vê, tivemos um decréscimo de um por cento na receita corrente, algo que está ocorrendo em todo o País, por isso o Plano de Qualidade do Gasto se mostra fundamental”, registra.

Conforme os dados do STN, os seis estados que mais conseguiram controlar as despesas de custeio no primeiro semestre foram Minas Gerais (-11%), São Paulo (-6%), Distrito Federal (-4%), Maranhão (4%), Sergipe (5%) e Pernambuco (6%). Na outra ponta, onde houve maior crescimento dos gastos de custeio no primeiro semestre do ano foi no Amapá (30%).

Foto: Miva Filho/ Secom

 

 

Dia do estudante é marcado por mobilizações em todo o país

Entre as demandas está a revogação do novo ensino médio

Entidades estudantis vão às ruas em diversas cidades do país pedindo melhorias na educação, desde a educação básica até a pós-graduação. Neste dia do estudante, as principais reivindicações são a revogação do Novo Ensino Médio, mais assistência estudantil para todas as etapas de ensino, direitos previdenciários para os mestrandos e doutorandos, além da defesa do orçamento da educação.

A mobilização nacional é convocada pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubs), pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG). “A gente vai às ruas pela garantia dos direitos dos estudantes”, diz a presidenta da UNE, Manuella Mirella. O presidente da ANPG, Vinícius Soares, acrescenta: “O dia 11 é o Dia do Estudante, então, historicamente as entidades estudantis convocam as jornadas de lutas em defesa da educação”.

Neste ano, o Novo Ensino Médio está no centro do debate. As entidades estudantis pedem a revogação da Lei 13.415/2017, que institui o novo modelo para a etapa. As escolas começaram a implementar os novos currículos no ano passado. O ensino médio passa a contar com uma parte do currículo comum, definida pela Base Nacional Comum Curricular, que estabelece o mínimo que todos os estudantes devem ter acesso. Na outra parte do currículo, os estudantes escolhem itinerários formativos, dependendo da capacidade de oferta de cada rede de ensino.

Desigualdade
Um dos argumentos dos estudantes é que o modelo gera muita desigualdade, especialmente entre escolas públicas e privadas. Isso porque a parte comum seria insuficiente, por si só, para que os estudantes pudessem, por exemplo, ter acesso a uma universidade. A formação completa dependeria do aprofundamento nos itinerários que, por sua vez, dependem das condições e da infraestrutura de cada localidade.

De acordo com a presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Jade Beatriz, na prática, os estudantes acabam tendo aulas que não lhes acrescentam e deixam de ter conteúdos que poderiam ajuda-los a ingressar no ensino superior.

“Os estudantes falaram da dificuldade de não ter todas as matérias de base, de estarem com medo do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] por conta disso”, diz e acrescenta que eles buscam também a garantia de que “os itinerários, as matérias que são dadas além das matérias de base, sejam de qualidade e não só para preencher espaço com aulas de brigadeiro caseiro, aulas de como fazer bolo de pote ou o que seu dinheiro pode fazer por você. Todo esse tipo de matéria a gente deixou claro que precisa ser substituída por matérias que façam sentido”.

Revisão do Novo Ensino Médio
O Ministério da Educação (MEC) comprometeu-se a rever o Novo Ensino Médio. No primeiro semestre deste ano foi aberta a Consulta Pública para Avaliação e Reestruturação da Política Nacional de Ensino Médio. Na segunda-feira (7), o MEC divulgou o sumário com os principais resultados da consulta. Ao todo, foram recebidas mais de 11 mil contribuições entre 9 de março a 6 de julho.

Entre as propostas de mudança estão a ampliação da carga horária da parte comum, a recomposição de componentes curriculares e o fim da educação a distância (EaD) para a Formação Geral Básica, com exceção da educação profissional técnica, que terá oferta de até 20% nesse formato. A EaD também poderá ser aplicada em situações específicas, como no caso da pandemia.

As mudanças, no entanto, ainda demorarão para chegar na sala de aula. Enquanto isso, a lei segue em vigor. O documento apresentado pelo MEC será encaminhado para apreciação do setor educacional e dos órgãos normativos para que, até o dia 21 de agosto, enviem as considerações para a pasta consolidar as propostas na versão final do relatório. Esse documento será enviado para apreciação do Congresso Nacional.

Segundo o MEC, as propostas para o ensino médio também serão apresentadas para as Comissões de Educação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, para que possam contribuir com o relatório final, com base nas informações coletadas em audiências públicas realizadas pelas casas legislativas.

Beatriz ressalta que os estudantes pedem a revogação imediata do modelo atual para que um novo seja implementado. Ela diz que está otimista com o processo conduzido pelo MEC.

“A gente viu que foi muito escutado. A gente tem visto de forma positiva, mas para conseguir que seja aprovado esse novo modelo, precisa da revogação da reforma. A gente está com expectativa positiva de que pode dar certo”.

Assistência estudantil
Outra pauta defendida pelos estudantes é a ampliação da assistência estudantil, tanto na educação básica, sobretudo para estudantes de escola em tempo integral, quanto para aqueles que já estão na universidade, para que consigam concluir a formação. A intenção é que, sobretudo os estudantes em condições de vulnerabilidade, tenham acesso a alimentação, transporte, moradia, além de uma bolsa para que possam concluir os estudos.

“A permanência, para os estudantes, é garantir que eles cheguem na universidade e que consigam se manter na universidade. É a luta pelo passe livre [no transporte público], é a construção de restaurantes universitários, que é uma das políticas mais importantes para a permanência dos estudantes. É também garantir que tenham condições de comprar material, de tirar uma xérox”, diz a presidenta da UNE.

Mirella enfatiza que ainda é muito caro se manter na universidade. “Por isso nossa luta pela permanecia é fundamental para que se consiga construir uma universidade do futuro, com os estudantes e povo brasileiro nela, com negros e negras, com indígenas, quilombolas”.

Na pós-graduação, a principal pauta é que os pesquisadores possam contar o tempo em que se dedicam à formação e a produção de conhecimento em mestrados e doutorados como tempo para aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). “A previdência é uma demanda de 40 anos da pós-graduação no Brasil. Hoje, um jovem cientista passa dois anos no mestrado e quatro anos no doutorado e esse tempo não é contabilizado para nosso tempo de previdência. Ou seja, são seis anos atrasando a entrada no mercado formal de trabalho. Essa demanda surge para pavimentar um caminho de valorização do jovem pesquisador no Brasil”, diz, o presidente da ANPG, Vinícius Soares.

Dia do estudante
Ao todo, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), são mais de 47 milhões de estudantes na educação básica, etapa que vai da educação infantil até o ensino médio, e quase 9 milhões no ensino superior. Apenas os estudantes da educação formal – sem contar aquelas pessoas que seguem fazendo cursos e melhorando a formação – representam mais de um quarto de toda a população brasileira.

A data do dia do estudante faz alusão ao 11 de agosto de 1827, quando o imperador D. Pedro I instituiu os dois primeiros cursos brasileiros de ensino superior na Faculdade de Direito de Olinda (PE) e na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (SP), nas áreas de ciências jurídicas e ciências sociais. Também no dia 11 de agosto, em 1937, na Casa do Estudante do Brasil, no Rio de Janeiro, foi fundada a União Nacional dos Estudantes, que nesta sexta-feira, comemora 86 anos.

O dia do estudante tornou-se um marco do direito à educação, garantido na Constituição Federal, junto com o direito a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados.

Governadora Raquel Lyra recebe nova cônsul-geral dos Estados Unidos no Recife, consolidando as relações entre Pernambuco e o país americano

A governadora Raquel Lyra recebeu, nesta quinta-feira (03), no Palácio do Campo das Princesas, a nova cônsul-geral dos Estados Unidos no Recife. O encontro, que aconteceu dez dias após a chegada de May Baptista, teve como objetivo estreitar as relações institucionais, comerciais e culturais entre Pernambuco e o país americano, além da troca de experiências e protocolos relacionados à segurança pública.

Em abril deste ano, o Governo de Pernambuco firmou um Memorando de Entendimento com a embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Elizabeth Frawley Bagley. A iniciativa consolidou a intenção de expandir parcerias em diversas áreas, como educação, saúde, meio ambiente, mudanças climáticas, ciência e tecnologia, migração, comércio e investimento, agricultura e turismo.

“As relações internacionais são um marco na ampliação da cooperação internacional e na atração de investimentos para Pernambuco. Desde o começo do governo temos nos reunido com as maiores economias do mundo, buscando acordos de cooperação. A exemplo, teremos a retomada e consolidação da plataforma Ganhe o Mundo. Em breve, queremos enviar nossos professores e alunos para os Estados Unidos e outros países para que possam aprender uma nova cultura e idioma, permitindo que eles enxerguem o mundo de uma maneira diferente, ajudando Pernambuco no seu retorno”, destacou Raquel Lyra

Os destaques do encontro foram temas como energias renováveis, cooperação na segurança pública, desenvolvimento econômico para projetos futuros do Porto de Suape e educação, com a retomada do Programa Ganhe o Mundo. A cônsul-geral sinalizou o interesse em discutir essas e outras parcerias em diversas áreas. “Temos bastante prioridades para trabalhar juntos em temas que precisamos aprofundar”, ressaltou May Baptista.

NOVA CÔNSUL – Nascida no Havaí e criada na Califórnia, May Baptista se formou com mestrado científico em Estratégia de Recursos e Segurança Nacional pela Escola Dwight D. Eisenhower, da National Defense University; atuou como presidente do comitê da Escola Eisenhower de Mulheres na Segurança Nacional (WINS-ES); tem mestrado em Relações Internacionais pela University of California, San Diego; e bacharelado em Relações Internacionais e Economia pela California State University, Long Beach.

Também participaram do encontro os secretários estaduais Fernando Holanda (Assessoria Especial), Ivaneide Dantas (Educação e Esportes) e Mariana Melo (Mulher); o cônsul de assuntos Econômicos e Políticos, John O´Brien; o cônsul de Diplomacia Pública, Jeff Lodermeier.

Fotos: Miva Filho/Secom

Readaptação escolar: o papel dos pais e da escola

O processo de retorno à vida escolar é um período importante para o desenvolvimento da aprendizagem do estudante

Após o período de férias escolares, que duram em média de 15 a 30 dias, crianças e adolescentes tendem a sentirem mais o retorno à vida escolar. Isso porque, durante o período de descanso muitos acabam mudando a rotina, acordando mais tarde, dormindo mais, além de ser um momento que acabam não tendo muito contato com os estudos, levando a sentirem quando retornam ao dia a dia.

Por isso, o processo de readaptação escolar é um período importante para o desenvolvimento da aprendizagem do estudante, pois o momento envolve aspectos sociais, emocionais e cognitivos e deve ser feito de forma tranquila, para proporcionar melhores resultados, principalmente, na educação infantil, onde a criança precisará da referência familiar a retornar ao vínculo escolar.

Contudo, para que o processo seja feito de modo que não gere nenhum resultado negativo, é necessário a participação e a união dos pais e educadores escolares, cada um com a sua função. No caso dos responsáveis pelo estudante, dentro do ambiente familiar, é importante já no final das férias os pais irem readequando a rotina aos poucos, sem forçar uma atitude drástica. Além disso, é necessário a família ter todo conhecimento da proposta e rotina escolar, para motivar o estudante sentir-se sentir convidado para o ambiente escolar.

Já a escola, deve estar unida com o objetivo de tornar o ambiente escolar o mais acolhedor e motivador. É o que explica a pedagoga e professora do Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG), Bety Coutinho. “De acordo com a neurociência a aprendizagem acontece a partir da motivação, através desta é que ocorre o engajamento e, automaticamente, a aprendizagem. No momento atual um dos maiores desafios para os professores é proporcionar aulas prazerosas onde o estudante tenha a sede de voltar para escola, pois, temos um mundo de novidades concorrendo com a sala de aula, se faz necessário o aluno ser agente ativo no processo”, explica.

A especialista ainda complementa. “O grande desafio é conseguir seguir o tripé professores, pais e alunos com a mesma linguagem, fortalecendo os laços e vencendo desafios, onde cada instituição assume o seu papel na vida acadêmica desse ser em desenvolvimento”.

Dicas para os pais tornarem a readaptação escolar mais tranquila:

·         Mostrar o quanto a escola é maravilhosa.

·         Participar do processo diário das atividades escolares através da agenda.

·         Manter o ambiente de estudo em casa em um espaço organizado e prazeroso.

·         Organizar todo o material escolar.

·         Observar as dificuldades dos(as) filhos ao retornarem para escola.

Olhar empático: executivo do mercado cripto investe pesado em incentivo ao esporte no país

Clélio Cabral é gerente da gestora de criptoativos Braiscompany e segue os passos do CEO da empresa, Antonio Neto Ais que também é destaque no incentivo ao desporto no Brasil.

Não restam dúvidas da importância do esporte na vida das pessoas, especialmente quando ele é usado como meio de transformação social. E é justamente esse lado que chama a atenção de executivos, empresários e empresas que estão cada vez mais apoiando atletas, competições e projetos sociais voltados ao incentivo e prática de esportes.

Um desses exemplos é o executivo do mercado cripto Clélio Cabral, que atua na Brascompany, empresa especializada em gestão de criptoativos e a maior referência do segmento na América Latina. Clélio sempre apoiou projetos sociais e viu no incentivo ao esporte uma forma de impactar pessoas.

 

“O esporte é subvalorizado no Brasil, temos atletas e competições incríveis, mas que não vão mais longe por falta de patrocínio. Tenho olhado com atenção para essa realidade e buscado fazer a minha parte, contribuir com o incentivo ao esporte e para levar equipes e atletas brasileiros para competições nacionais e internacionais. Além de claro, apoiar projetos sociais que ajudam a formar atletas. Parece simples, mas o impacto desse apoio na vida das pessoas é enorme”, explicou.

Entre as parcerias firmadas pelo executivo está a competição Internacional Dubai Cup, que aconteceu no mês de setembro em Dubai e reuniu times de vários países. Clélio foi um dos patrocinadores que possibilitou a ida da equipe que representou o Brasil na competição.

Outra competição semelhante também será patrocinada por ele em 2023, a Map Cup, que acontecerá na Grécia e reunirá times de futebol de diversos países. Ele também apoia financeiramente arenas de beach tênis, equipes de vôlei e um piloto de automobilismo.

O interesse por apoiar o esporte, no entanto, não surgiu do nada. O gerente financeiro tem como inspiração o CEO da Braiscompany, Antonio Neto Ais, que tem uma longa trajetória no incentivo ao esporte, patrocinando, através da gestora de criptoativos e do projeto social Ser Mais, diversas competições, atletas e projetos ligados ao esporte no Brasil e no mundo.

“Eu comecei a olhar mais para esse segmento por ver o empenho do Antonio Neto em apoiar tudo que é ligado ao esporte. Ele me mostrou a importância que patrocinar equipes, atletas e competições tem e eu abracei isso como uma missão. Se eu posso ajudar, por que não fazer?”, concluiu.

PESQUISA ELEITORAL: Saiba como estão os candidatos de Lula e Bolsonaro no maior estado do país

A pesquisa eleitoral realizada pela Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira (1), além do voto dos paulistas para a presidência da República, mostrou como o eleitorado de São Paulo pretende votar para governador.

Fernando Haddad (PT), o candidato de Lula, lidera a corrida com 33,2% das intenções de voto. O petista é seguido pelo bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos), que alcança 22,5% dos votos totais.

Rodrigo Garcia (PSDB) apareceu em terceiro, com 14%. Por fim, Vinicius Poit (Novo) está com 1,2%.

Os demais candidatos não chegaram a 1%.

CONFIRA INTENÇÕES DE VOTO PARA O GOVERNO DE SÃO PAULO
Fernando Haddad (PT): 33,2%
Tarcísio de Freitas (Rep): 22,5%
Rodrigo Garcia (PSDB): 14%
Vinicius Poit (Novo): 1,2%
B/N: 16,3%
NS/NR: 10,7%

SOBRE A PESQUISA ELEITORAL PARANÁ PESQUISAS
Para a realização desta pesquisa foram entrevistados pessoalmente 1880 eleitores de São Paulo em 75 municípios. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 28 de julho de 2022.

O nível de confiança é de 95% para uma margem de erro estimada em 2,3 pontos percentuais.