Prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino chega com vereadores para somar ao palanque de Raquel

A prefeita do município de Bezerros, Lucielle Laurentino, é outra gestora do Agreste a declarar apoio a Raquel Lyra no 2° turno, trazendo consigo a vice, Socôrro Silva e vereadores, incluindo o presidente da Câmara Municipal, Emanuel de Boas Novas (PSD).

“Pernambuco vive um novo momento. Agora, iremos para uma nova fase, após dialogar com nosso time, eu e Socôrro Silva, firmamos o compromisso de apoiar Raquel Lyra e Priscila Krause para o governo de Pernambuco. Iniciamos o segundo turno buscando fortalecer o grupo de pessoas que estão buscando o mesmo propósito que a gente”, declarou em suas redes sociais.

“Aqui, reafirmo o apoio junto com Mendonça Filho, deputado federal, e os vereadores Eduardo, Ade Motos, Antônio Amorim, Luisinho do Sindicato (Solidariedade), Junior do Boi Gordo (MDB) e Vando (PSB). Além do presidente da Câmara de Vereadores. Emanuel de Boas Novas (PSD), e a vereadora Tatai (PSB)”, detalhou a prefeita de Bezerros em suas redes sociais. “Peço o seu engajamento, para elegermos a primeira governadora de Pernambuco! É Raquel 45”, finalizou.

Briga no palanque: Paulinho da Força insinua que PSB botou ‘faca no pescoço’ de Lula

Mesmo no palanque de Lula na eleição nacional, Solidariedade e PSB estão em pé de guerra em Pernambuco, onde disputam o Governo do Estado.

O Solidariedade, comandado por Paulinho da Força, e o PSB, presidido por Carlos Siqueira, apoiam Lula (PT) na eleição para a Presidência da República. Em Pernambuco, porém, as legendas estão em pé de guerra, disputando o Governo do Estado.

Durante a convenção de Marília Arraes (SD), realizada nesse domingo (31), Paulinho da Força fez uma provocação ao PSB. Insinuou que o partido adversário, que lança Danilo Cabral para disputar o Governo, fez ameaças a Lula.

“Fizemos nossa convenção na última quarta-feira e confirmamos o nosso apoio a Lula para presidente da República. Agora fazemos parte, oficialmente, da coligação que vai eleger Lula presidente do Brasil. Mas nós não vamos colocar a faca no pescoço de Lula, nem vamos ficar fazendo chantagem”, disse Paulinho da Força.

O PSB e o PT, apesar da aliança fechada, enfrentam algumas rusgas. Elas ficaram evidentes no Rio de Janeiro, onde os socialistas ignoraram os aliados ao fechar a chapa majoritária sem a presença petista, e em Santa Catarina, onde o imbróglio só foi resolvido no fim do mês.

Em Santa Catarina, o impasse era sobre a candidatura ao Governo. O PT lançou a pré-candidatura de Décio Lima, mas o PSB queria o senador Dário Berger concorrendo ao Governo. O petista foi oficializado como candidato ao executivo.