Hérnia de disco: fisioterapeuta explica sobre a importância do diagnóstico precoce

Limitação para se locomover, dormência e dores constantes são alguns dos sintomas de quem sofre de hérnia de disco, problema que afeta mais de 2 milhões de pessoas por ano no Brasil. Essa lesão normalmente não tem cura, sendo tratada com medicamentos e fisioterapia, mas podendo evoluir para procedimentos cirúrgicos em cerca de 5 a 8 % dos pacientes que fazem fisioterapia.

De acordo com o fisioterapeuta, Paulo Koury, as hérnias de disco surgem em sua maioria por alterações genéticas ou por causas ambientais. Por isso, a atenção para os sintomas devem ser redobrada, pois, somente a dor de cabeça supera a dor lombar. “Sentar de qualquer jeito para trabalhar, assistir à televisão, dirigir e até mesmo dormir na posição incorreta pode causar dores ou lesões na coluna com o passar do tempo. Se não tratada de forma correta, a hérnia pode virar a principal causa de invalidez aliada à idade”, explica.
Seu principal sintoma é uma dor forte na parte da perna onde a raiz nervosa afetada é responsável pela sensibilidade. Conforme a localização do disco intervertebral que apresentou a hérnia, a dor será em locais diferentes. Para a tratamento, é aconselhável analgésicos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares e remédios para dor neuropática, além da fisioterapia.
Inicialmente, a fisioterapia é analgésica, com medidas físicas que ajudam a diminuir a dor. Quando ela cede, passa a ser motora e serão realizados exercícios para estabilizar a coluna, com o condicionamento e fortalecimento dos músculos da região lombar, abdômen e região da cervical.
SERVIÇO
Clinica Ortho Fisioterapia
Zona Norte do Recife – Rua Dr. Virgilio Mota, 48, Parnamirim
Contato: (81) 32665789

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Lula assume presidência do Mercosul com desafio de destravar negociação com a União Europeia

Presidente precisa construir posição unificada entre os países e manter relevância do bloco em acordos internacionais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assume a presidência rotativa do Mercosul a partir desta terça-feira (4), com o desafio de tentar destravar o acordo entre o bloco e a União Europeia.

No comando da organização, o presidente brasileiro terá que tentar construir uma posição unificada no continente, diante das novas exigências dos europeus. Outro obstáculo é o processo de aproximação da China junto à Argentina e ao Uruguai.

Presidido por Luis Lacalle Pou, líder da direita no país, o Uruguai cogita construir um acordo bilateral com os chineses separadamente. Mas o governo brasileiro argumenta que qualquer negociação desse tipo precisa primeiro da concordância dos demais sócios do Mercosul.

A 62ª cúpula de presidentes do Mercosul começa oficialmente nesta segunda-feira, quando acontecerá uma reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC), que reúne os ministros das Relações Exteriores e da Fazenda de cada país. Os chefes de Estado só devem entrar em cena na terça-feira, quando a Argentina passará o comando temporário para o Brasil pelos próximos seis meses. A reunião será realizada em Puerto Iguazú, cidade argentina localizada na tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

De acordo com secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Mauricio Carvalho Lyrio, o Brasil está “muito próximo” de fazer uma proposta ao Mercosul sobre qual deve ser a resposta do bloco à União Europeia. Isso porque, no último mês de maio, os países da UE apresentaram um documento adicional que contém novas exigências, como, um maior rigor no combate à derrubada de florestas.

Do lado brasileiro, a principal preocupação diz respeito às compras governamentais. O motivo é que o texto do acordo, construído até 2019, prevê a abertura de licitações para empresas estrangeiras em condição de igualdade com as locais. Além disso, causa preocupação no Itamaraty o fato de a União Europeia sugerir que o acordo traga também a possibilidade de sanções ao Mercosul, caso os países sul-americanos não cumpram com exigências ambientais.

— Tem umas preocupações específicas sobre o conjunto de textos herdados de 2019 [quando o acordo quase foi concluído] mais o documento adicional no que se refere às compras governamentais — explicou o embaixador. — Numa relação de países de confiança não cabe abordagem por meio de sanções comerciais. Então este é outro tema que temos que discutir.

Um dos aspectos que podem pesar contra o esforço da diplomacia brasileira para que essas questões sejam solucionadas já nesta semana é o fato de que dois dos quatro países do bloco estão passando por processos eleitorais. A Argentina terá novo presidente em outubro e o atual chefe de Estado do país, Alberto Fernández, sequer irá concorrer à reeleição. Já o Paraguai elegeu, recentemente, o economista Santiago Peña, mas este assumirá o cargo apenas em agosto. Portanto, não participará das negociações em relação à resposta do Mercosul neste momento.

Na prática, isso colocará foco justamente sobre os presidentes Lula e Lacalle Pou, que têm adotado posições divergentes no bloco. O Valor apurou que a chancelaria brasileira pretende insistir no argumento de que, caso o Uruguai continue reivindicando a possibilidade de negociar diretamente com a China, estará optando também por abdicar de privilégios comerciais aduaneiros da região, como é o caso da Tarifa Externa Comum (TEC).

O Itamaraty diz que o Mercosul tem a seu favor os números do comércio na região. Após uma queda substantiva nas relações comerciais entre os países-membros por conta da pandemia, o volume de negócios voltou a crescer no bloco em 2021 (US$ 35 bilhões) e 2022 (US$ 40 bilhões). Além disso, o Mercosul tem negociações “avançadas”, segundo o secretário Mauricio Carvalho Lyrio, com a “Efta”, como é conhecida a área de livre comércio formada por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

Outro assunto que tem colocado Brasil e Uruguai em lados opostos é a questão venezuelana. Lula defende o retorno da Venezuela ao bloco, mas, recentemente, Lacalle Pou criticou duramente o brasileiro por amenizar as denúncias de violação de direitos humanos no país de Nicolás Maduro. Neste contexto, o governo brasileiro deve ignorar o assunto na cúpula.

— O Brasil pretende levar [este tema para a reunião do Mercosul]? Não. É do interesse do Brasil ter a Venezuela [no bloco]? Sim, mas precisa discutir as condições — disse a embaixadora Gisela Padovan, secretária para América Latina e Caribe do Itamaraty. — A razão da suspensão [da Venezuela] foi o não cumprimento do calendário de ações de qualquer país que queira ingressar [no Mercosul] e evidentemente a questão democrática é importante.

José Valadares confirma candidatura à presidência do Sport

O torcedor e empresário José Valadares, 72, vai concorrer à presidência do Sport. A eleição está marcada para acontecer no dia 16 de dezembro, das 8h às 18h, na Ilha do Retiro. Os sócios e sócias aptos a votar vão escolher a Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo para o biênio 2023/24.

Valadares, que já foi vice-presidente do clube em 2001 e ocupou cargos como diretor de futebol e vice-presidente de engenharia e patrimônio, promete reerguer a imagem do leão no cenário nacional, além da requalificação do patrimônio físico.

“Vamos dar ao futebol, nosso carro chefe, uma gestão que ele merece, voltando a garimpar novos talentos no Norte/Nordeste, implementando um setor de análises de atletas, entre outras coisas”, declara José Valadares.

Ainda de acordo com o ex-vice-presidente, não vai faltar esforços para cuidar do patrimônio físico. “Iremos atrás de parcerias com empresas, vamos destinar um percentual das receitas do clube oriundas de contratos comerciais, entre outras estratégias para fazer a requalificação. Queremos oferecer melhores condições dos equipamentos para os sócios e torcedores”, afirmou.

Além de José Valadares, a chapa Sport Raiz é composta por Gustavo Meira Lins, vice-presidente. Se eleito, Valadares já anunciou os nomes de Rodrigo Miranda e Pedro Rabelo para presidente do Conselho Deliberativo e vice-presidente de Engenharia, respectivamente.

Pleno Revestimento inaugura novo showroom no Recife

O espaço com 800m2 traz novidades e lançamentos exclusivos, além de tendências expostas na CasaCor 2022

Referência no mercado de mármores e acabamentos, a empresa pernambucana Pleno Revestimentos inaugura, nesta terça-feira (12), um novo showroom localizado na avenida Desembargador José Neves, 268, em Boa Viagem. O local funcionará das 9h às 18h e estará aberto para visitas até quinta (14), com novidades e lançamentos exclusivos. O novo projeto arquitetônico do local é assinado pela arquiteta Carolina Bonetti.

Para a sócia Maria Eduarda Pedrosa, a novidade é mais um passo importante para a Pleno. “O novo showroom é a ampliação do nosso espaço, trazendo novas marcas, exposições e exclusividades, atualizando o nosso Estado com o que há de mais novo no mercado”, comenta. No local, mais de 10 marcas estarão presentes, entre elas Deca, Tramontina, Elettromec, DeBacco e Venax.

Além das novas pedras de mármore exclusivas, Maria Eduarda Pedrosa adianta que o novo showroom terá uma vitrine com exposição das novas cubas da marca DECA e todos os lançamentos da CasaCor 2022.

Fundada há 15 anos pela sócia diretora Kátia Peixoto, a Pleno Revestimento tem se destacado na importação e comercialização de pedras e pisos prontos em mármore, além de produtos das linhas premium de algumas marcas.

“Louças, metais e eletrodomésticos com múltiplos designs e acabamentos. Hoje, a Pleno é referência de inovação, sofisticação e qualidade em acabamentos”, destaca Kátia Peixoto.

Entre as marcas que a Pleno trabalha estão as empresas Jacuzzi, líder global e inovadora no setor de produtos de luxo para banho e spa; Elettromec, marca conceituada na comercialização de eletrodomésticos de luxo; e DeBacco, conhecida pelo design inovador, tecnologia, alto padrão de sofisticação e praticidade.

A Pleno Revestimentos trabalha com os principais mercados exportadores de pedras especiais do mundo, como Grécia, Itália, Espanha e Turquia. Mais informações estão disponíveis através do site www.plenorevestimentos.com.br

Rafael Peixoto recebe apoios para a candidatura da presidência do time Sete de Setembro

O Sete de Setembro, time de Garanhuns, jogou ontem contra o Central e perdeu de 6 x 1 para o time de Caruaru. O time Garanhuense já veio de um rebaixamento, com o resultado do jogo dessa última quarta-feira (2),

Um dos articuladores políticos de Garanhuns, administrador, Rafael Peixoto, filho do saudoso, Laercio Peixoto, se lança candidato à presidência do Sete de Setembro e imediatamente recebeu uma chuva de apoios nas redes sociais. Muita gente deposita expectativa para que Rafael possa mudar a história do Clube,  após uma baixa temporada do time, acompanhada de mal administração e uma série de desgastes.

Rafael também já passou pelo Águia , antigo Clube de Futebol de Garanhuns. “Amigos da Desportiva Tigre sempre tratei todos como meus amigos, familiares e continuarei. Me reuni com alguns empresários e falamos sobre o Sete de Setembro, agremiação essa que tenho dois títulos patrimoniais, títulos esse que me dão legitimidade para concorrer a presidência do glorioso, estou com um projeto desde de 2021, projeto muito sólido que trará de volta o lobo guará para o lugar de elite do futebol” , afirmou Rafael Peixoto.

O administrador falou ainda que o  projeto promete  tratar de gramado, refletores, salão de jogos para os associados, estacionamento,  cuidar de toda estrutura de pintura, de cadeiras e arquibancadas dando assim a melhor  estrutura para o Sete de Setembro, além de uma cabine de imprensa.

Bolsonaro transforma o silêncio como marca da derrota nas urnas
O presidente Jair Bolsonaro (PL) se recolheu em silêncio, sem comentar o resultado da disputa com seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com assessores próximos, “foi dormir” e não recebeu nenhum dos ministros e auxiliares que procuraram por ele. Da mesma forma que um ocupante da Presidência, pela primeira vez, não obtém a reeleição, também é a primeira vez que um candidato derrotado não reconhece que perdeu a disputa. A expectativa é de que ele se pronuncie hoje sobre o pleito.
 
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, anunciou, ao confirmar o resultado do pleito, que ligou tanto para Lula quanto para Bolsonaro comunicando os percentuais de cada um. Mas não disse como cada candidato recebeu a notícia.
 
“Liguei pessoalmente para conversar com ambos os candidatos, Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, dizendo que a Justiça Eleitoral já estava apta para proclamar o resultado. O presidente Bolsonaro me atendeu com extrema educação, assim como o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva”, salientou.
 
Apoiadores que estavam na Esplanada se dirigiram ao Palácio da Alvorada com vuvuzelas e fogos de artifício chamando pelo chefe do Executivo ao som de “Bolsonaro, cadê você, eu vim aqui só para te ver” e “A nossa bandeira jamais será vermelha” — também gritavam “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”. No entanto, os apelos dos apoiadores do presidente não foram atendidos e as luzes da residência oficial foram apagadas por volta das 22h.
 
Ao longo da tarde, o presidente recebeu visitas do ministro da Justiça, Anderson Torres, e do senador, o filho Flávio Bolsonaro (PL-RJ), um dos coordenadores da campanha. Mesmo aliados do governo, que tentaram visitar o presidente, como o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, não foram recebidos. Depois de decretado o resultado, os filhos do presidente seguiram o exemplo do pai e não fizeram publicações nas redes sociais.
 
Desde a notícia da vitória de Lula, a imprensa seguiu à espera de um posicionamento de Bolsonaro e recorreu a assessores palacianos e a do próprio PL, que também se calou e ignorou questionamentos sobre uma eventual coletiva durante toda a noite.
 
Otimismo mais cedo
Ontem pela manhã, ao votar no Rio de Janeiro, Bolsonaro se disse otimista com o resutado das eleições: “Expectativa de vitória”. Após a votação, recebeu jogadores do Flamengo no Aeroporto Internacional do Galeão, após a vitória na final da Libertadores contra o Athlético-PR, no Equador.
 
No sábado, Bolsonaro escolheu Belo Horizonte para sua última motociata antes das eleições. Mas também foi derrotado por Lula no estado, a exemplo do primeiro turno. Hoje, o presidente segue sem agenda oficial.
 
Na reta final do segundo turno, a campanha de Bolsonaro sofreu impactos diante de declarações sobre adolescentes venezuelanas refugiadas em Brasília, com o “pintou um clima”. O caso foi seguido dos ataques do presidente de honra do PTB, Roberto Jefferson, à ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, e ao ataque que fez contra policiais federais que foram levá-lo de volta ao regime fechado de prisão.
 
Outra notícia que integrantes da campanha e do governo tentaram contra-atacar durante a semana foram as críticas à ideia do Ministério da Economia de deixar de corrigir o salário mínimo e a aposentadoria pela inflação passada. Pesou ainda o fracasso de colocar sobre as costas do TSE a culpa por inserções da campanha que não teria ido ao ar em rádios do Nordeste.
 
Após o último debate presidencial, na sexta-feira, o presidente afirmou que respeitaria o resultado das eleições. Segundo ele, levaria o pleito aquele candidato que conseguisse mais votos. “Quem tiver mais votos assume o governo. Não há a menor dúvida: quem tiver mais votos leva, isso que é democracia”, salientou.
 
Pelas redes sociais, o ministro da Casa Civil e coordenador da campanha do presidente, Ciro Nogueira, comentou brevemente o resultado das eleições. “Para sempre ao seu lado, capitão”, disse, com a publicação acompanhada de uma foto dos dois abraçados.
 
Já o ministro das Comunicações, Fábio Faria, agradeceu Bolsonaro por ter “resgatado o orgulho” do país de “ser brasileiro” — mesmo tendo afirmado, dias, antes que se arrependera de tentar jogar sobre o TSE a culpa pelas inserções de rádio que supostamente não foram ao ar.
 
Apesar do silêncio do presidente, ainda não se sabe se ele respeitará o resultado do sistema eleitoral ou se haverá a tentativa de judicialização das eleições. Isso porque, no dia seguinte ao episódio das inserções, ele anunciou que iria “até às últimas consequências”, além de ter afirmado, várias vezes, que apenas respeitaria um resultado de uma eleição que considerasse “limpa”.
Ipec: Lula tem 55% dos votos válidos, enquanto Bolsonaro marca 45%

A nova pesquisa do Ipec para o segundo turno das eleições presidenciais mostra uma diferença de 10 pontos percentuais entre os dois candidatos. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 55% dos votos válidos, enquanto Jair Bolsonaro (PL) marcou 45%. Os números são os mesmos da última pesquisa, divulgada na última quarta-feira (5).

A métrica dos votos válidos é a mesma adotada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições, onde brancos e nulos são desconsiderados.

Em relação aos votos totais, Lula se manteve com 51%, enquanto Bolsonaro oscilou um ponto para baixo, e marcou 42%. Brancos e nulos são 5%, e 2% ainda não decidiram em quem votarão.

O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 130 municípios, entre sábado (8) e segunda-feira (10), e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02853/2022. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi encomendado pelo Grupo Globo pelo valor de R$ 237.301,76.

Segundo turno: a distância que Bolsonaro e Lula devem percorrer para a vitória

O ex-presidente Lula ficou a dois pontos percentuais de ser eleito como o próximo presidente da República garantido do pleito de domingo (2). A marca representa pouco mais de 1,8 milhões de votos válidos. O petista atingiu 48,43% da preferência do eleitorado — 57.258.115 milhões de votos —, seguido pelo presidente, que recebeu 43,20% dos votos — 51.072.345 milhões.

Com isso, Bolsonaro precisaria de mais de 8 milhões de votos para triunfar sobre o adversário e conquistar a reeleição. Os votos que irão eleger Lula ou Bolsonaro devem partir da migração dos votos de quem escolheu Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT) para presidir o país.

Tebet recebeu 4,9 milhões de votos e Ciro, 3,6 milhões. A soma dos dois é o número que Bolsonaro precisaria para ganhar o segundo turno, até com uma folga a mais. Os dois candidatos anunciaram no início da semana passada que apoiam Lula no segundo turno. Para vencer a eleição, o candidato precisa obter, no mínimo, 50% mais um dos votos depositados nas urnas em 30 de outubro.

Partido de Ciro Gomes anuncia se apoia Lula ou Bolsonaro no segundo turno. Confira

Notícia foi dada pelo presidente do partido, Carlos Lupi, durante transmissão ao vivo na tarde desta terça-feira (4).

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, anunciou na tarde desta terça-feira (4) que a sigla marchará ao lado do ex-presidente Lula (PT) no segundo turno do pleito deste ano. A sigla participou da primeira fase da disputa com Ciro Gomes, candidato à Presidência da República que ficou na quarta colocação geral da corrida, atrás do próprio Lula, de Jair Bolsonaro (PL) e Simone Tebet (MDB).

“Nós tivemos uma hora e meia de reunião com toda a Executiva Nacional do partido, presidentes estaduais, presidentes de movimentos, os deputados federais de mandato e senadores e tivemos a decisão unânime de apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula, que eu chamo de candidatura do 12 mais 1”, afirmou o dirigente partidário, que já ocupou o cargo de ministro do Trabalho e Emprego na gestão do petista.

De acordo com Lupi, desde a última segunda-feira (3) foram iniciadas conversas com a direção do PT para alinhavar a aliança, quando foram apresentadas ao partido quatro propostas que a agremiação deseja que sejam avaliadas e incorporadas ao projeto petista nesta fase da campanha.

“A primeira é a questão da renda mínima, que é um projeto do Eduardo Suplicy, que o nosso Ciro aprovou e colocou na sua plataforma de governo; a renegociação da dívida do SPC e das pequenas empresas; e a questão das escolas em tempo integral e o código brasileiro do trabalho”, explicou o pedetista.

Na ocasião, Carlos Lupi destacou que, diferentemente de 2018, quando Ciro Gomes seguiu para Paris após ficar em terceiro lugar no primeiro turno, o aliado não deixará o País desta vez. Ele afirmou, ainda, que não enxerga incoerências no partido pelo fato de Ciro ter feito críticas duras a Lula na campanha deste ano.

“O processo político às vezes se acirra de uma maneira e eu vivenciei isso com Brizola e Lula em 1989. Um teria que engolir o ‘sapo barbudo’, o outro ‘fugiu com a saia da mãe’. Era uma coisa muito forte. Mas isso não impediu Brizola de apoiar Lula na campanha. O processo político às vezes descamba, no calor da emoção. Mas partido político existe para isso, quando ele decide, todos os seus filiados têm que acatar”, frisou Lupi.

Esteves Jacinto diz que o povo pernambucano é solidário e tá fazendo a diferença na vida das pessoas atingidas pelas fortes chuvas

O pré-candidato a governador pelo PRTB criticou a ausência de políticas para as famílias que estão sofrendo com a tragédia.     

O pré-candidato a governador de Pernambuco pelo PRTB, o cantor evangélico Esteves Jacinto, disse que o povo pernambucano tem feito a diferença na vida das pessoas que foram atingidas pelas fortes.

Esteves afirma que de forma solidária, vários grupos estão realizando doações de maneira independente.  

“Várias entidades de classes, associações de moradores , igrejas e grupos amigos se organizaram e estão fazendo doações de alimentos, colchões, cadeiras e até eletrodomésticos para aqueles que perderam tudo, enquanto isso o governo estadual e os prefeitos desfilam nos forrós elitizados de Caruaru e Petrolina”

Esteves lembra que as chuvas diminuíram, mas os danos acusados continuam.

“O forró pode dançar em qualquer época do ano, mas a fome não espera, ela avança. Os pré-candidatos dessa elite busca votos. Não estamos fazendo para aparecer como político. Fazemos através de igrejas e associações. Acorda Pernambuco”, pontuou Esteves Jacinto.

Candidatura de Mirinda à presidência da FPF é registrada oficialmente nesta quinta-feira

Chapa encabeçada pelo empresário tem uma mulher como primeira vice-presidente. Essa é a primeira vez que uma mulher concorre ao cargo na FPF.

Agora é oficial. A candidatura de Alexandre Mirinda à presidência da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) foi registrada na tarde desta quinta-feira (08), na sede da FPF. A chapa de oposição encabeçada pelo empresário e desportista é composta por Alexandre Miranda na presidência e tem como vice-presidentes: Bianca Sales, José Roberto Moura e Ricardo Rocha. Para Conselheiros Fiscais constam os nomes de Paulo Cannizzaro, Guilherme Guerra e Frederico Carvalho, com os suplentes Elda Caldas, Cel. José Lopes e Cel. Eden Vespasiano.

O candidato à presidência detalha as ações que tem planejado para a Federação caso vença as eleições no próximo dia 18 de setembro. “A partir de janeiro a mudança será radical. Nada do que acontece atualmente vai permanecer. Falta entendimento de futebol. Vamos interiorizar o futebol, criando cinco diretorias regionais para prestar total apoio aos clubes e ligas de Pernambuco”, destacou Mirinda.

Sobre as propostas relacionadas ao investimento e parcerias entre a FPF com empresas privadas e órgãos governamentais, Mirinda destaca a importância dos patrocínios na realização de eventos esportivos em todas as regiões pernambucanas. “Um futebol forte precisa de patrocínio. Então, vamos buscar investidores para os clubes e ligas do Estado, seja na esfera pública ou privada”, reforçou.

De acordo com representantes da chapa de oposição registrada hoje, após muitos anos a disputa pela presidência da FPF terá duas chapas. Quem elege a chapa vencedora são os presidentes de clubes e ligas esportivas do Estado de Pernambuco.

Essa é a primeira vez, em toda a história da FPF, que uma mulher concorre ao cargo de vice-presidente. Bianca Sales foi escolhida pelo empresário para compor a chapa pela sua trajetória no futebol. A empresária trabalhou na Federação por quase seis anos e integrou a Diretoria de Competições e o Departamento de Futebol Amador e Ligas da entidade.

O candidato da oposição, Alexandre Mirinda, falou sobre a importância de tê-la em sua chapa. “Bianca conhece bem o futebol amador e as ligas da FPF. Ela esteve à frente do Departamento de Futebol Amador e Ligas durante muitos anos e conhece a realidade de cada um deles. Tenho certeza que ela vai somar muito e que juntos vamos conseguir trazer de volta competições mais fortes para os clubes do interior e seleções, além, claro, para o Futebol Feminino. Vamos unir forças para resgatar o que foi perdido na atual gestão. Nossos clubes e ligas precisam participar de competições com premiações, precisam ter patrocínios para movimentar o caixa dos clubes. Nós vamos em busca disso”, destacou.

Mirinda também falou sobre o segundo e terceiro vice-presidentes. “O José Roberto Moura conhece bem o futebol, já participou de decisões importantes à frente da diretoria de futebol do Sport e vem somar na minha gestão. Já o Ricardo Rocha dispensa qualquer tipo de comentário. Foi um grande atleta do futebol nacional, colecionador de títulos importantíssimos, inclusive pela Seleção Brasileira e até hoje é referência de desportista e um apaixonado pelos clubes aqui da terra. Tem um trabalho fundamental para a revelação de atletas, através de projetos sociais. Então, acredito que com esses nomes o futebol pernambucano voltará a ser referência no cenário nacional, finalizou.

*CONHEÇA A TRAJETÓRIA DOS COMPONENTES DA CHAPA 02*:

*Alexandre Mirinda* – Candidato à Presidência da FPF: Além de empresário bem sucedido e com breve passagem pelo mundo político como vereador de Olinda, a vida de Mirinda também é marcada pela paixão pelo futebol. Desde a infância atuou como jogador de futebol de salão. Como atleta, conquistou títulos pelo Náutico, Santa Cruz e Seleção Pernambucana.

Aos 13 anos de idade tornou-se presidente do Estrela de Olinda (clube de futebol amador). Mirinda foi também Presidente do Santa Cruz Futebol Clube no biênio 1993-1994. Como gestor também foi vitorioso. No Santa Cruz Futebol Clube foi campeão como presidente do executivo, conselho e patrimonial. Atualmente Mirinda enfrenta o desafio da candidatura à presidente da FPF, cuja eleição acontece no dia 18 de setembro.

*Bianca Sales*, 1ª vice-presidente: Primeira mulher a concorrer em uma chapa para presidência da FPF na história da instituição, além de ser a interlocução dos clubes das séries A2 e A3 e das Ligas com a federação, como também do Futebol Feminino, quando lá trabalhava. Bianca também já passou pelo o Clube Náutico Capibaribe e pela Federação Pernambucana de Futsal, esporte no qual ela já foi atleta. Na FPF, ela também prestou relevantes serviços no atendimento e acompanhamento do futebol feminino e no futebol amador.

*José Roberto Moura*, 2º vice-presidente: filho do ex-presidente do Sport Club do Recife, José Moura tem uma bonita trajetória no futebol pernambucano, sendo um dos diretores de esportes mais bem avaliados da história do Sport Club do Recife na gestão Gustavo Dubeux.

*Ricardo Rocha*, 3º vice-presidente: Um dos grandes jogadores de futebol que o país já teve. O pernambucano, campeão mundial de 1994 com a seleção brasileira, Ricardo traz a experiência e a expertise que acumulou durante toda uma vida dedicada ao futebol para a composição da chapa.

*Seguem as propostas da CHAPA 02 FPF –  “CONSTRUINDO PONTES PARA O FORTALECIMENTO DO FUTEBOL DE PERNAMBUCO”:*

– Criação de 5 Diretorias Regionais para cobertura dos Clubes e Ligas do Sertão, Mata Sul, Mata Norte, Agreste e RMR;

– Criação de Uma Diretoria de Captação de Recursos para Federação Pernambucana de Futebol;

– A Regionalização dos cursos de formação e capacitação de árbitros, fortalecendo a arbitragem pernambucana;

– Mais Transparência na gestão da Federação Pernambucana de Futebol;

– A reabertura do espaço destinado aos profissionais da Crônica Esportiva;

– Trazer de volta os jogos preliminares antes das partidas profissionais;

– Criar um Calendário de Competições coerente e que preencha a agenda dos times pernambucanos;

– Criar Portal da Transparência para publicidade de todos os recursos recebidos e os respectivos gastos da federação;

– Parceria com Universidades e Conselhos e profissionais ligados à áreas correlacionadas ao futebol, para capacitação de atletas, treinadores, árbitros e dirigentes de futebol;

– Reabrir o espaço dentro da sede da FPF destinado aos profissionais da imprensa esportiva;

– Criar incentivos para a participação dos clubes e ligas em competições oficiais realizados pela Federação;

– Criar um calendário em que clubes e ligas não fiquem muito tempo sem jogar;

– Criar um ambiente de fortalecimento dos clubes para que a federação volte a ocupar sua posição de destaque à nível nacional;

– Desenvolver ferramentas para melhorias no tocante à tecnologia da informação no site da FPF;

– Estímulo à regularização fiscal e municipal das Ligas Desportivas de Pernambuco;

– Elaboração e inserção de projetos do novo Sistema da Lei de Incentivo ao Esporte (SLIE);

– Assessoria de Convênios com prefeitura municipal e circunvizinhas;

– Maior integração com eventos esportivos relacionados à clubes, empresas, escolas, universidades, etc;

– Incentivo à filiação ou vinculação em outras Federações e suas respectivas modalidades;

– Resolução de Sedes para Ligas que não possuem / Reformas das Sedes existentes;

– Criação do FPF Academy, as Escolinhas de Futebol da Federação Pernambucana de Futebol;

– Assessoria contábil e jurídica para os clubes e ligas.