Deputado Coronel Alberto Feitosa parabeniza a equipe do Aeroporto pela premiação internacional

O parlamentar Coronel Alberto Feitosa foi o responsável pelo Aeroporto quando o terminal aéreo foi totalmente reformado. Acompanhou de perto as obras de reforma como superintendente do Aeroporto do Recife naquela época e posteriormente como secretário estadual de turismo contribuiu para inclusão de 7 vôos internacionais na rota turística do Estado.

“Sinto-me muito feliz com toda conquista deste Aeroporto que tive a honra de contribuir para potencializar e parabenizo a equipe que lá está. Como gestor sei que nenhum resultado é possível sem uma equipe comprometida”, disse o deputado.

O Aeroporto Internacional do Recife Guararapes – Gilberto Freyre foi considerado o melhor terminal aéreo regional do Brasil pelo World Airport Awards 2020. A premiação britânica avaliou 500 aeroportos de todo o mundo considerando a opinião dos seus usuários. O terminal aéreo recifense foi o aeroporto brasileiro mais bem colocado na categoria de melhor terminal regional do país, à frente de Congonhas, em São Paulo, e do Galeão, no Rio de Janeiro.

Também foi apontado como o segundo melhor do mundo em uma pesquisa realizada pela AirHelp, especialista em direitos dos passageiros aéreos.

Almoço self service e espaço de gastronomia italiana conquistam clientes do Supermercado Palato

Dois espaços deliciosos estão conquistando os clientes do supermercado Palato, inaugurado em novembro, no Shopping RioMar: o Palato Foods e o Panini. Com uma gastronomia rica em referências locais, o Foods oferece refeições no sistema buffet a quilo para o almoço. Já o Panini é um grande passeio à culinária italiana.

Operando como self service, o Foods está aberto todos os dias, das 12h às 15h, e conta com uma grande variedade de alimentos práticos, saudáveis e saborosos, preparados com muito carinho. São diversas opções de carnes, saladas, peixes, verduras, e pratos especiais, além de deliciosas sobremesas.

Já o Panini funciona de quarta a sábado, das 18h às 22h, e no domingo, das 18h às 21h. O espaço oferece entradinhas italianas, piadinas, e outras delícias. Tudo isso em um ambiente agradável e aconchegante.

O supermercado Palato é referência em sofisticação e boa gastronomia desde 1992, quando inaugurou a sua primeira loja em Maceió. A unidade do Recife é a quinta da rede, sendo a primeira em Pernambuco.

Com mais de 18 mil itens disponíveis, o Palato reúne em um só lugar supermercado, restaurantes e decoração. Traz também o melhor em produtos importados e um mix variado de marcas já conhecidas do público. Conheça mais em: www.palato.com.br e @palato24h

Haddad começa a montar equipe econômica e defende ‘pobre no Orçamento’

Na primeira entrevista coletiva após ser oficializado como futuro ministro da Fazenda, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) confirmou, ontem, os dois primeiros nomes de equipe econômica do novo governo: os economistas Gabriel Galípolo e Bernard Appy, considerados por ele, técnicos respeitados nas respectivas áreas.

Durante o anúncio, Haddad rebateu as críticas do atual governo aos relatórios da equipe de transição que apontam problemas na área fiscal. Nesse sentido, disse que pretende consertar os impactos da “farra eleitoral” de aumento de despesas da atual administração para tentar ganhar as eleições. Sem poupar palavras, o ex-prefeito ressaltou que pretende montar uma nova política econômica que inclua o pobre no Orçamento da União. “Temos que compatibilizar a responsabilidade fiscal com a responsabilidade social”, pontuou.

Na avaliação de Haddad, o governo Bolsonaro tomou “medidas desesperadas” e eleitoreiras, criando despesas que precisarão ser corrigidas no ano que vem, como a falta de critérios de elegibilidade adotada para reduzir, antes das eleições, a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida, segundo ele, gerou uma gasto adicional, para 2023, de R$ 17 bilhões. “Temos que contar a verdade para a sociedade. Não tem fake news em números. Os filtros foram removidos e será preciso acomodar muita despesa que não estava prevista, e isso. no total, dá R$ 450 bilhões”, acrescentou.

Por conta disso, o futuro ministro da Fazenda reforçou a necessidade da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, permitindo aumento de gastos acima da regra do teto em R$ 168 bilhões por dois anos, conforme o projeto aprovado pelo Senado Federal na semana passada, que ainda precisa ser apreciado pela Câmara dos Deputados. O texto inicial elaborado pela transição previa valor e prazos maiores, de R$ 198 bilhões de gastos anuais extras durante todo o terceiro mandato de Lula. “A equipe fez a conta sobre o Orçamento que tem que ser aprovado com o mesmo valor que Bolsonaro teve para despesas no último ano de governo”, justificou.

Primeiros nomes
Galípolo ocupara a Secretaria Executiva e será o número 2 de Haddad no Ministério da Fazenda. A pasta será recriada, juntamente com a do Planejamento, Orçamento e Gestão e a do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Integrante da equipe de transição e ex-presidente do Banco Fator, o economista se aproximou do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na campanha eleitoral e é um importante interlocutor do novo governo com o mercado financeiro. Ele acompanhou Haddad, ontem, nas reuniões de que o futuro ministro participou, no Ministério da Economia e no Banco Central, nas quais foi apresentado aos interlocutores como secretário-executivo da pasta. Haddad disse que os encontros foram positivos e bastante cordiais.

O segundo integrante da equipe confirmado por Haddad é o economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCIF) e autor do projeto da proposta de reforma tributária da Câmara dos Deputados, a PEC 45/2019, que foi desprezada pelo ministro Paulo Guedes e está parada no Congresso. Appy será o secretário especial da Reforma Tributária da pasta.

Havia uma expectativa de que Haddad anunciasse outros nomes, mas ele disse que, por enquanto, somente os dois confirmaram o convite. Ele pediu paciência para o mercado aguardar os demais. “Avaliem minha equipe quando ela estiver montada”, afirmou. Ao ser questionado sobre as nomeações para os bancos públicos, o ex-prefeito paulista respondeu que a escolha será do presidente Lula.

Na visão de Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, Appy foi uma “excelente escolha”, mas Galípolo é uma incógnita, assim como os demais integrantes da equipe. “A escolha de Appy era esperada e necessária para lidar com a reforma tributária, especialmente a PEC 45. Galípolo deve lidar com PPPs (Parcerias-Público-Privadas), mas é uma incógnita. Faltam nomes na questão fiscal, que espero venham na Secretaria de Política Econômica, no Tesouro Nacional, e no Planejamento”, afirmou. Para o economista e consultor André Perfeito, Galípolo será “um ativo importante” para o novo governo, com capacidade de diálogo com o mercado financeiro, apesar de não ser da linha econômica mais ortodoxa.

Arcabouço fiscal

Além de reforçar o alerta sobre a piora das contas públicas no próximo ano, Haddad criticou o teto de gastos. Para ele, essa regra não é confiável, “porque não é exequível”. “Um arcabouço fiscal novo é imprescindível, uma vez que o atual praticamente decaiu e não é respeitado há três ou quatro anos”, disse. Ele adiantou que pretende concluir a proposta da PEC do novo arcabouço fiscal para que ela caminhe junto com a da reforma tributária. “Se houver amadurecimento da parte do governo, eu entendo que essas duas coisas podem caminhar juntas”, afirmou.

FRANÇA X MARROCOS: França busca bater Marrocos e ter chance de bater recorde do Brasil na COPA DO MUNDO

Se os ‘Bleus’ levantarem o troféu no estádio Lusail no domingo (18), a França será a primeira seleção a repetir o feito do Brasil de Pelé, Zagallo e Garrincha

AFP

O sonho do segundo título mundial consecutivo para a França de Kylian Mbappé, um feito que não acontece desde os tempos de Pelé, terá nesta quarta-feira (14) um desafio de alta exigência nas semifinais da Copa do Mundo, contra o Marrocos, surpresa do torneio e que no Catar joga praticamente em casa.

Especialistas em reverter situações complicadas, entre elas a lesão do Bola de Ouro Karim Benzema e de outros nomes como Paul Pogba e N’Golo Kanté, a seleção de Didier Deschamps enfrenta os ‘Leões de Atlas’ que, em solo árabe, souberam se profissionalizar na arte de derrubar gigantes.

Embora expressem abertamente sua admiração pela seleção marroquina, uma equipe defensiva impenetrável que só levou um gol na competição e que tem um contra-ataque mortal, os franceses preferem se concentrar em não perder uma oportunidade histórica.

Se os ‘Bleus’ levantarem o troféu no estádio Lusail no domingo (18), a França será a primeira seleção a repetir o feito do Brasil de Pelé, Zagallo e Garrincha, que faturaram duas edições de forma consecutiva, em 1958 e 1962.

“Quanto mais avançamos na competição, mais nos aproximamos de algo forte e grande, todos queremos levar essa aventura o mais longe possível. Isso exige uma extrema concentração”, disse o capitão francês Hugo Lloris aos jornalistas nesta terça (13).

– Oponente de alto risco –
Para “continuar a aventura”, em que já quebrou a ‘maldição dos campeões’ e sobreviveu a uma chuva de lesões, a França terá que encontrar um caminho para furar a defesa de aço da seleção marroquina, a menos vazada da competição, com apenas um gol sofrido em cinco jogos.

Para tal desafio, Deschamps tem à disposição o astro Mbappé, que já tem cinco gols no Mundial, Olivier Giroud, o maior artilheiro da história dos ‘Bleus’ com 53 gols e que anotou quatro no Catar e os armadores Antoine Griezmann e Ousmane Dembélé, que somam cinco assistências para a equipe.

Destaque na competição pelas suas defesas e simpatia, o goleiro marroquino Yassine Bounou só levou um gol até agora na competição, contra o Canadá, país onde nasceu.

“Quando um time é capaz de superar Bélgica, Espanha e Portugal, e terminar em primeiro lugar no grupo, é muito difícil. Há muitas qualidades dentro de campo e certamente fora dele, em termos de coesão e espírito de equipe. Será um adversário formidável”, avaliou Lloris.

O embate desta quarta também tem contornos para além das quatro linhas: a influência do Estado francês na região do Magrebe, antes da independência do Marrocos, em 1956. Um histórico que traçou laços de dominação e amizade que tornam este encontro muito simbólico para os milhares de marroquinos que vivem em território francês.

“Continua sendo uma partida de futebol, mesmo que haja história e muita paixão”, disse Didier Deschamps em coletiva de imprensa na véspera do confronto.

– Recuperação e apoio da torcida –
A expectativa é que o estádio Al-Bayt seja um caldeirão de torcedores do Marrocos, a primeira seleção africana a alcançar uma semifinal de Copa do Mundo, que se tornou referência em seu continente e conta com o apoio de muitos fãs no primeiro Mundial organizado no mundo árabe.

Essa atmosfera é vital para injetar energia e força a uma equipe que vem crescendo na competição, mas que sofre dificuldades para administrar um elenco com jogadores lesionados, sobretudo pelo intenso ritmo da fase final, como na prorrogação e disputa de pênaltis nas oitavas contra a Espanha.

O lateral-direito Achraf Hakimi tem jogado com problemas físicos desde o início do torneio e a dupla de zagueiros, formada por Nayef Aguerd e Romain Saïss, é dúvida para a semifinal, embora o treinador Walid Regragui tenha tranquilizado a torcida nesta terça ao dizer que o time titular está “recuperado e sem baixas”.

“Temos muitos lesionados, mas estão se recuperando bem, temos uma equipe médica de alto nível, todo dia nos dão boas notícias”, disse Regragui aos jornalistas.

O vencedor da partida enfrenta quem passar da outra semifinal, entre a Argentina de Lionel Messi e a Croácia de Luka Modric, no estádio Lusail, na grande final.