“Grupo Ouro Preto mira hotelaria e negocia grande empreendimento no litoral nordestino”

Negociação conduzida pelo CEO Robson Ouro Preto pode marcar a entrada do grupo no mercado hoteleiro e ampliar sua presença nos segmentos de turismo e hospitalidade

O Grupo Ouro Preto está próximo de dar mais um passo importante em seu processo de expansão. Já presente em diferentes segmentos, o grupo prepara sua entrada no ramo hoteleiro e estaria nos últimos detalhes para concluir a aquisição de um empreendimento de grande porte no litoral do Nordeste.

As informações sobre a negociação ainda são mantidas sob reserva. O nome do empreendimento e a localização não foram divulgados, mas, segundo informações obtidas pela nossa equipe, o empresário Robson Ouro Preto, CEO do Grupo Ouro Preto, conduz pessoalmente as tratativas e a negociação estaria em estágio avançado.

A possível chegada à hotelaria representa mais uma frente de atuação do grupo, que já desenvolve atividades nos setores de comunicação, eventos e esportes. A estratégia sinaliza uma diversificação dos negócios e uma aproximação ainda maior com os segmentos de turismo, entretenimento e serviços.

Experiência internacional na gastronomia

O setor de hospitalidade também não é totalmente novo para Robson Ouro Preto. O empresário já teve experiência no ramo gastronômico em Portugal, onde esteve à frente do conhecido Restaurante Mercado do Peixe, na Ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores.

Essa trajetória pode contribuir para o novo projeto, principalmente pela relação direta entre gastronomia, turismo e hotelaria.

Nos bastidores, a expectativa agora fica para o anúncio oficial. Caso a negociação seja concluída, o Grupo Ouro Preto passará a acrescentar a hotelaria ao seu portfólio, marcando uma nova fase de expansão.

Evento da ACP promove networking e oportunidades para empreendedores no Recife

A Associação Comercial de Pernambuco (ACP) realiza, nesta quarta-feira (29), às 14h, uma rodada de cafés e negócios voltada para empresários, empreendedores e profissionais de diferentes segmentos. A iniciativa, intitulada de ACP Reforma, tem como objetivo promover conexões, ampliar o networking e incentivar a geração de novas oportunidades de negócios. O encontro acontece no Palácio do Comércio, no Bairro do Recife, com entrada gratuita.

Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de apresentar seus negócios, trocar experiências, ampliar sua rede de contatos e estabelecer parcerias estratégicas em um ambiente voltado à colaboração e ao desenvolvimento empresarial.

“Mais do que um encontro de networking, o nosso encontro é um espaço para criar conexões que geram resultados. Acreditamos que grandes oportunidades surgem quando empresários compartilham experiências, identificam interesses em comum e fortalecem o ecossistema empreendedor de Pernambuco. Essa será a primeira edição”, destaca o presidente da ACP, Tiago Carneiro.

A iniciativa reforça o compromisso da Associação Comercial de Pernambuco em estimular o empreendedorismo, fortalecer o ambiente de negócios e promover a integração entre empresas, profissionais e instituições que contribuem para o desenvolvimento econômico do estado.

Fundada em 1839, a Associação Comercial de Pernambuco é a entidade empresarial mais antiga do estado. Ao longo de sua história, atua na defesa dos interesses do setor produtivo, incentivando o associativismo, o diálogo e a participação ativa da classe empresarial no desenvolvimento de Pernambuco.

Serviço:
Rodada de cafés e negócios – ACP
Local: Palácio do Comércio – Av. Alfredo Lisboa, 18, Bairro do Recife
Data: 29 de julho (quarta-feira)
Horário: 14h
Entrada gratuita

Pernambuco lidera crescimento da atividade econômica no Nordeste e registra 2º maior avanço do Brasil

Dados do Banco Central apontam alta de 5,1% entre janeiro e maio de 2026, desempenho acima das médias regional e nacional, com recorde na série histórica do IBCR

Pernambuco acelera sua atividade econômica em 2026. Dados divulgados pelo Banco Central mostram que o Estado lidera o crescimento da atividade econômica no Nordeste e registra o segundo maior avanço do Brasil no acumulado de janeiro a maio, com alta de 5,1% — resultado bem acima da média da região (2,7%) e do país (1,2%). Na comparação com abril, a economia pernambucana também apresentou desempenho superior, com crescimento de 0,5%, enquanto o Nordeste recuou 0,6% e o Brasil avançou 0,1%.

Na comparação com maio de 2025, Pernambuco cresceu 1,5%, superando novamente o Nordeste (0,7%) e o Brasil (0,8%). No acumulado dos últimos 12 meses, o Estado registrou expansão de 3,2%, mantendo a liderança entre os estados nordestinos.

Em maio, o índice dessazonalizado alcançou 111,56 pontos, o maior patamar já registrado por Pernambuco na série histórica do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR). O resultado indica que a atividade econômica estadual está 11,6% acima da média de 2022, ano-base do indicador.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto, os números demonstram a consistência do desempenho da economia pernambucana.  “Os dados confirmam que Pernambuco mantém uma trajetória consistente de crescimento, mesmo em um cenário de desaceleração da economia nacional. O desempenho reflete um ambiente mais favorável aos investimentos, à geração de empregos e ao fortalecimento da atividade econômica no Estado, consolidando Pernambuco entre os principais destaques do país em 2026”, afirma.

Cenário – A expectativa para os próximos meses é de continuidade desse desempenho, impulsionado principalmente pelo setor de serviços, pela recuperação da indústria e pelo bom momento do mercado de trabalho formal. O cenário reforça a posição de Pernambuco como um dos principais motores do crescimento econômico do Nordeste.

Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor e afeta parte das exportações

Nova taxação atinge cerca de 18% das exportações brasileiras para o mercado norte-americano, enquanto mais de 2 mil produtos foram isentos; governo federal ainda avalia medidas de resposta

Entrou em vigor nesta quarta-feira, 22, a tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A taxação foi justificada pelo governo americano como uma “punição” por práticas comerciais consideradas desleais após uma investigação que envolveu temas díspares como o Pix, etanol e desmatamento na Amazônia.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a nova tarifa deve atingir cerca de 18% das exportações brasileiras destinadas ao mercado norte-americano – o equivalente a US$ 7,4 bilhões, considerando os embarques registrados em 2024. Se considerada a pauta exportadora de 2025, a participação dos setores alcançados pela medida cai para 15% das vendas aos Estados Unidos, correspondendo a US$ 5,8 bilhões.

Isso porque junto com o anúncio da nova tarifa veio também uma grande lista de exceções. Ao todo, 2.126 produtos brasileiros ficaram de fora da sobretaxa de 25%. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) justificou a isenção afirmando que tais insumos são matérias-primas que poderiam levar à indisponibilidade de oferta doméstica e causar “perturbações” na economia americana caso fossem submetidas à nova tarifa. Dentre os produtos que ficaram de fora estão café, suco de laranja e carne bovina.

O governo brasileiro considerou a taxação injustificável do ponto de vista técnico, uma vez que os Estados Unidos têm superávit no comércio com o Brasil. Mas especialistas consideram improvável que haja uma retaliação na mesma moeda, com o Brasil sobretaxando produtos americanos.

Nesta terça-feira, 21, após reuniões com o setor privado afetado pela tarifa de 25% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse que a Lei da Reciprocidade Econômica é um processo que tem etapas. Ele foi indagado por jornalistas sobre o fato de alguns dos setores se posicionarem contra a aplicação da lei.

“Foi aprovada uma lei, a Lei da Reciprocidade, por unanimidade (pelo Congresso). É um processo que tem um conjunto de etapas, passando por audiências públicas, enfim. A ideia não é retaliação. Dizem que olho por olho, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos”, disse Alckmin. “A reciprocidade é: ‘olha, nós estamos sendo injustiçados e nós queremos corrigir isso. Nós temos instrumentos para fazê-lo, no momento oportuno, da forma adequada'”, continuou.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que não há prazo para anunciar as medidas em resposta à tarifa de 25% anunciada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. “Não tem prazo. Nós estamos colhendo as informações, colhendo os dados”, afirmou o ministro.

“Continuar negociando, essa é a orientação e, mais do que isso, continuar dialogando aqui internamente com o setor produtivo de modo a assimilar essa decisão do governo norte-americano, que não deixa de ser injusta, indevida, descabida”, disse. E prosseguiu: “Mas o fato de ser injusta, descabida, indevida não significa que o governo brasileiro não vá adotar todas as medidas para, primeiro, socorrer quem precisa do governo brasileiro, o nosso setor produtivo, e, ao mesmo tempo, tentar reverter a decisão”.

Produtor rural Adailton Maturino firma parceria com empresa chinesa para modernizar cultivo de cacau no Brasil

Acordo com a DAYU Irrigation Group levará tecnologia de irrigação eficiente às plantações, com foco em produtividade, sustentabilidade e inovação no campo

O produtor rural Adailton Maturino dos Santos anunciou uma parceria estratégica com a DAYU Irrigation Group, uma das maiores empresas de irrigação da China, com o objetivo de levar inovação tecnológica e soluções sustentáveis para o cultivo de cacau no Brasil.

A iniciativa une a experiência de Adailton no campo com o conhecimento da empresa chinesa em sistemas avançados de irrigação, criando novas possibilidades para o desenvolvimento da cacauicultura nacional. A parceria busca ampliar a eficiência no uso da água, melhorar o desempenho das lavouras e contribuir para uma produção mais sustentável e competitiva.

Com a adoção de tecnologias de irrigação inteligente, os produtores poderão contar com ferramentas voltadas ao manejo eficiente dos recursos naturais, redução de desperdícios e melhores condições para o crescimento das plantas, fortalecendo a qualidade e a produtividade do cacau brasileiro.

Para Adailton Maturino, a união representa um avanço importante para o setor agrícola nacional, aproximando o Brasil das principais tendências mundiais em tecnologia no campo.

Estamos conectando a tradição e o conhecimento do produtor brasileiro com soluções tecnológicas que podem transformar a forma como produzimos. O futuro do cacau passa pela inovação, sustentabilidade e valorização de quem está na terra”, destaca.

A parceria entre Adailton e a DAYU Irrigation Group reforça o potencial do Brasil no mercado internacional do cacau, colocando a tecnologia como aliada do desenvolvimento agrícola e da geração de oportunidades no campo.

Da terra à inovação. Do Brasil para o mundo.

Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz

Em artigo alusivo ao Dia do Trabalhador, educador e empreendedor destaca o papel do trabalho na geração de oportunidades, mobilidade social e desenvolvimento econômico, além da importância de ambientes corporativos que valorizem pessoas e incentivem o intraempreendedorismo

O mês de maio se inicia com o Dia do Trabalhador. A data nos convida à reflexão sobre o papel do trabalho na vida das pessoas e na construção da sociedade. Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo. O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental. Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes. Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo. Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre o Dia do Trabalhador, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

Janguiê Diniz  –     Fundador,  controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. – diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

Café brasileiro amplia protagonismo global e impulsiona novos investimentos no agronegócio

Valorização do produto no mercado internacional, crescimento dos cafés especiais e modernização da produção fortalecem o setor e ampliam oportunidades para produtores e investidores

O café brasileiro vive um dos momentos mais promissores de sua história recente, consolidando o Brasil como uma das principais potências do mercado cafeeiro mundial. Com forte presença nas exportações, crescente valorização internacional e investimentos voltados à inovação e sustentabilidade, o setor segue ampliando sua relevância para a economia nacional.

Reconhecido mundialmente pela qualidade e diversidade de seus grãos, o café produzido no Brasil ganha cada vez mais espaço em mercados estratégicos. O avanço tecnológico nas lavouras, aliado à experiência dos produtores e às condições favoráveis de cultivo, tem contribuído para elevar a competitividade do produto brasileiro e atender às exigências dos consumidores globais.

Além do impacto econômico, a cadeia produtiva do café desempenha papel fundamental na geração de emprego e renda, movimentando milhares de postos de trabalho em diferentes etapas da produção, beneficiamento, comercialização e exportação. O setor também fortalece economias locais e contribui para o desenvolvimento de diversas regiões produtoras do país.

Dentro desse cenário de expansão, o empresário Adailton Maturino dos Santos, por meio da GMA Agronegócio, acompanha de perto as transformações do mercado e participa de iniciativas voltadas ao fortalecimento do setor produtivo nacional. A atuação da empresa está alinhada ao incentivo de novos projetos, à valorização do campo e ao estímulo ao crescimento sustentável do agronegócio brasileiro.

O crescimento do consumo de cafés especiais em diferentes países, somado à busca por práticas produtivas mais modernas e sustentáveis, abre novas perspectivas para o segmento. Esse movimento reforça a posição estratégica do Brasil no mercado global e amplia as oportunidades para produtores, investidores e empresas ligadas ao agronegócio.

Mais do que uma das bebidas mais consumidas do mundo, o café representa um importante vetor de desenvolvimento econômico e social. Com perspectivas positivas para os próximos anos, o setor segue como um dos pilares do agronegócio nacional, contribuindo para a geração de riqueza, inovação e fortalecimento da economia brasileira.

Empresário Adailton Maturino destaca potencial do mercado do cacau para impulsionar o agronegócio brasileiro

À frente da GMA Group, empresário defende investimentos na cadeia produtiva do cacau como estratégia para geração de empregos, renda e fortalecimento da economia nacional

O mercado do cacau vem ganhando cada vez mais relevância no cenário global e se consolidando como uma das commodities agrícolas mais promissoras da atualidade. Impulsionado pela crescente demanda da indústria de chocolates finos e pela busca por produtos sustentáveis e de origem rastreável, o setor tem atraído investidores e ampliado oportunidades para produtores rurais em diversas regiões do Brasil.

Para o empresário Adailton Maturino dos Santos, fundador da GMA Group, investir na cadeia produtiva do cacau é apostar em um segmento estratégico para o futuro do país. Segundo ele, o Brasil reúne condições favoráveis para ampliar sua participação no mercado internacional e fortalecer uma atividade capaz de gerar impactos positivos em diferentes áreas da economia.

O cacau representa uma das maiores oportunidades de desenvolvimento econômico do agronegócio brasileiro. Estamos falando de um setor que movimenta bilhões de dólares, gera renda no campo, cria empregos e contribui para a transformação de realidades em diversas comunidades produtoras”, destaca o empresário.

Adailton ressalta ainda que a valorização do cacau está diretamente ligada às novas exigências do mercado consumidor, cada vez mais atento à sustentabilidade, à qualidade dos produtos e à rastreabilidade da produção. Nesse contexto, o Brasil desponta como um importante protagonista, reunindo clima favorável, tradição agrícola e capacidade de expansão produtiva.

À frente da GMA Group, o empresário acredita que o fortalecimento da cadeia do cacau pode contribuir para impulsionar o agronegócio nacional, promovendo inovação, desenvolvimento regional e novas oportunidades de negócios. “O Brasil tem todas as condições para se tornar ainda mais protagonista nesse mercado, conectando o presente às oportunidades do futuro”, afirma.

Mais informações:
GMA Group

XP apresenta relatório “Onde Investir em 2026” para clientes no Recife

Evento exclusivo reuniu investidores e contou com apresentação do CIO da XP, Artur Wichmann, sobre o cenário macroeconômico

Recife foi uma das cidades brasileiras escolhidas para sediar o evento ‘Onde Investir em 2026’. O evento exclusivo reuniu investidores e assessores de investimentos na capital pernambucana. A apresentação do relatório foi liderada pelo CIO da XP, Artur Wichmann
 
Ele apresentou o cenário macroeconômico atual para o mercado financeiro. A iniciativa faz parte de uma agenda que percorrerá diferentes cidades do país ao longo do primeiro semestre.

Para o CIO da XP,  a realização do evento na capital reforça a proximidade da instituição com o investidor da região e reforça o compromisso da XP em democratizar o acesso a análises qualificadas, oferecendo não apenas leitura de cenário, mas também soluções integradas e um time altamente capacitado para apoiar empresários e investidores em decisões estratégicas de alocação de investimentos.

Ainda segundo Wichmann,  levar esse conhecimento ao investidor é especialmente importante neste início de ano, período decisivo para a revisão do planejamento financeiro de curto, médio e longo prazo.

Com mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro, Artur Wichmann é economista formado pela PUC-RJ, com mestrado em Engenharia da Produção pela mesma instituição. Ao longo de sua carreira, passou por instituições como Icatu e Pactual, além de ter atuado internacionalmente pelo UBS, com experiências na Suíça e no Canadá. De volta ao Brasil, foi responsável pela gestão da estratégia de ações globais da Verde Asset. Atualmente, é CIO da XP e presidente do Comitê de Alocação da XP Advisory Brasil.

Amigo Card: o cartão que une saúde, economia e proteção para você

Com telemedicina, odontologia, plano funeral e descontos exclusivos, o Amigo Card oferece praticidade e cuidado para toda a família.

Mais que um simples cartão, o Amigo Card chega ao mercado como uma solução completa de tranquilidade, economia e cuidado para você e sua família. Com ele, é possível acessar diversos serviços de saúde e benefícios exclusivos de forma prática, rápida e segura.

Entre os destaques estão:

  • Telemedicina: consultas médicas sem sair de casa;
  • Odontologia: cuidado completo com seu sorriso;
  • Plano Funeral: segurança para momentos delicados;
  • TelePet: consultas médicas para seu pet sem sair de casa
  • Remédios com desconto: economia que faz diferença no dia a dia;
  • Descontos em compras: vantagens exclusivas em diversos parceiros.

“Criamos o Amigo Card para ser um verdadeiro aliado, unindo saúde, proteção e economia em um só lugar”, afirma Robson Ouro Preto, presidente do grupo.

Com o Amigo Card, cada benefício chega rápido e de forma prática, tudo na palma da sua mão. Mais do que um cartão, ele se torna um amigo presente em cada momento da vida.