Empresa criada por Robson Ouro Preto avança em Brasília e chama atenção de lideranças políticas em todo o Brasil

A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital.

Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas para ampliar sua presença digital e fortalecer a comunicação com a população.

Reconhecido nacionalmente por sua trajetória na comunicação, Robson Ouro Preto já havia se destacado ao criar uma das maiores redes de comunicação digital do país, conectando centenas de portais de notícias e ampliando o alcance da informação em todo o Brasil. Agora, o empresário dá um novo passo ao investir fortemente em tecnologia aplicada à comunicação estratégica e ao marketing político.

A Connection 26 atua nas áreas de comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, inteligência artificial, desenvolvimento de plataformas, produção de conteúdo, mídia digital e gestão de tráfego pago, oferecendo soluções modernas para clientes em diferentes segmentos.

Um dos destaques da empresa é a utilização de tecnologias avançadas para análise de dados, segmentação de público, automação de processos e estratégias digitais voltadas para campanhas de comunicação. A proposta é permitir que instituições, empresas e lideranças tenham acesso a ferramentas inovadoras capazes de potencializar resultados e fortalecer o relacionamento com seus públicos.

Com sede na capital federal, a Connection 26 tem ampliado sua presença em Brasília e em diversos estados, consolidando-se como uma empresa voltada para o futuro da comunicação e da tecnologia.

Para Robson Ouro Preto, o mercado vive uma transformação sem precedentes e exige soluções cada vez mais inteligentes.

Estamos vivendo uma nova era da comunicação. A tecnologia passou a ser uma ferramenta indispensável para quem deseja se conectar com as pessoas de forma eficiente. A Connection 26 nasceu justamente para unir inovação, estratégia e resultados, oferecendo ao mercado soluções modernas e alinhadas com as novas demandas digitais”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa segue expandindo sua atuação nacional e reforçando seu posicionamento como uma das novas referências em comunicação estratégica e tecnologia aplicada ao ambiente digital brasileiro.

Ensino superior privado entra em nova fase: preço deixa de ser único diferencial para atrair estudantes

Pesquisa aponta queda nas mensalidades e mostra que instituições precisam investir em qualidade, inovação e experiência acadêmica para se manter competitivas

Coluna de Janguiê Diniz

O ensino superior privado brasileiro vive um momento de transformação. Durante anos, a dinâmica do setor foi marcada pela expansão da demanda e pela possibilidade de reajustar as mensalidades sem impactos significativos sobre a captação de estudantes. Hoje, contudo, a realidade é outra. Em um ambiente cada vez mais competitivo, marcado por mudanças regulatórias, pressões econômicas e um novo perfil de consumidor, a definição dos preços tornou-se um reflexo da capacidade das instituições de demonstrar valor.

Essa é uma das constatações da pesquisa Cenário de Precificação da Graduação – Brasil 2026. O mapeamento é realizado há 15 anos pela Hoper Educação e, nesta edição, contou com a parceria da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Mais do que registrar valores de mensalidades, o levantamento ajuda a compreender os movimentos que estão redesenhando o mercado da educação superior privada brasileira.

Os dados revelam uma realidade emblemática: as mensalidades presenciais registraram queda real de 4,3% em 2026 na comparação com o ano anterior. A mediana nacional dos valores efetivamente praticados pelas instituições chegou a R$ 835, enquanto a educação a distância manteve-se em um patamar significativamente inferior, com R$ 214.

À primeira vista, essa redução pode parecer contraditória em um período de inflação acumulada e aumento dos custos operacionais. No entanto, ela revela uma mudança estrutural importante: o estudante está mais atento à relação entre investimento e retorno. Hoje, mais do que perguntar quanto custa, ele avalia se a formação vale o investimento.

Nesse contexto, a decisão de ingresso já não se baseia apenas na tradição ou no prestígio da marca institucional. Infraestrutura física, recursos tecnológicos, experiências acadêmicas, empregabilidade, flexibilidade dos formatos de oferta e qualidade percebida passaram a exercer influência crescente sobre a escolha.

Não por acaso, a pesquisa conclui que a precificação deixou de ser apenas uma estratégia financeira para se tornar uma expressão do posicionamento institucional. Em um ambiente de forte competição, instituições que não conseguem demonstrar diferenciais concretos acabam pressionadas a disputar mercado por meio de descontos e reduções de preço.

A transformação também é impulsionada pelo novo marco regulatório da educação a distância. A publicação do Decreto nº 12.456/2025 inaugurou uma nova configuração para o setor, impulsionando a expansão do formato semipresencial. O movimento já produz efeitos sobre o mercado. Combinando maior flexibilidade que o ensino presencial e experiências acadêmicas mais robustas que a EAD convencional, o semipresencial vem ocupando um espaço estratégico na oferta das instituições. Contudo, segundo a pesquisa, muitas delas ainda praticam mensalidades próximas às da EAD, apesar dos custos mais elevados.

Essa nova configuração também ajuda a explicar parte da pressão sobre os preços dos cursos presenciais. Em geral, o estudante encontra no semipresencial o equilíbrio entre custo, flexibilidade e experiência acadêmica. Trata-se de uma variável que influenciará cada vez mais a dinâmica concorrencial dos próximos anos.

Os resultados observados em áreas específicas também reforçam a tendência de queda. As Engenharias, tradicionalmente associadas a cursos de maior valor agregado, apresentaram uma das maiores reduções de preço da série histórica. A mediana das mensalidades presenciais caiu de R$ 1.743, em 2016, para R$ 967, em 2026, refletindo a combinação entre retração da demanda, ampliação da oferta e aumento da concorrência.

Já Medicina permanece como o curso mais caro do país. Entretanto, o cenário também começa a apresentar sinais de amadurecimento competitivo. As mensalidades variam entre R$ 6,4 mil e R$ 15,8 mil, dependendo de fatores como reputação institucional, localização geográfica e infraestrutura. Contudo, a existência de vagas ociosas (cenário impensável há poucos anos) é um indicativo de que mesmo cursos com alta demanda não estão imunes às mudanças de comportamento dos estudantes.

Há, ainda, um componente econômico relevante. O orçamento das famílias brasileiras continua pressionado por diferentes fatores, o que torna o preço uma variável ainda mais sensível. Por isso, muitas instituições têm ampliado suas políticas de desconto para manter a competitividade. O desafio consiste justamente em equilibrar acessibilidade financeira e sustentabilidade institucional.

Apesar dos desafios, o cenário também traz oportunidades. Maior competição estimula inovação, aprimoramento da qualidade acadêmica, modernização da infraestrutura e desenvolvimento de novas experiências de aprendizagem. Para os estudantes, isso significa acesso a um mercado mais diversificado, com maior variedade de formatos, preços e propostas de valor.

Em síntese, o que os dados de precificação mostram é que o setor ingressou em uma nova etapa, em que crescimento, qualidade, inovação e sustentabilidade precisam caminhar juntos. Mais do que definir quanto custa um curso, é preciso demonstrar que ele vale a pena. Este é o novo cenário para o qual todas as instituições que quiserem se manter relevantes precisam estar preparadas.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular; fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.