Opinião: Marília lidera e Raquel vem em segundo

Faltando um ano e seis meses para as eleições de 2022, o Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), foi a campo, com exclusividade para este blog, aferir o primeiro e inédito cenário na disputa para o Governo de Pernambuco. No quadro em que aparecem todos os prováveis candidatos, Marília Arraes (PT) lidera numa posição bastante confortável. Apontado como nome natural das forças governistas, o ex-prefeito do Recife Geraldo Júlio (PSB) não parece competitivo. Está abaixo de Raquel Lyra (PSDB) e de Anderson Ferreira (PL), além de despontar como o mais rejeitado entre todos os pré-postulantes.

Se as eleições para governador fossem hoje, Marília teria 26,8% dos votos, três vezes a mais do que Raquel Lyra, que aparece em segundo lugar, com 9%, seguida de Anderson, com 7,4%. Geraldo Júlio vem em seguida, mas empatado, tecnicamente, com Miguel Coelho (MDB). Tem 6,7% e Miguel 5,6%. Também incluído entre os pré-candidatos, o ex-ministro José Múcio Monteiro (sem filiação partidária) aparece com 3,3%. Colocado como opção governista, o secretário da Casa Civil, Zé Neto, embora seja o mais desconhecido de todos, ainda foi citado por 2,1% dos entrevistados.

Brancos e nulos somam 19% e indecisos formam um batalhão de 20%. Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é estimulado a citar o nome do candidato sem o auxílio da lista, Marília também lidera. Aparece com 6,6%, seguida de Raquel, com 3,7%, Anderson (1,6%), Geraldo (1,4%), José Múcio e Zé Neto, ambos com 0,5%. Neste cenário, os indecisos sobem ao impressionante índice de 68,2% e brancos e nulos ficam na faixa dos 13,3%.

Quando o Opinião pesquisa o cenário entre todos os candidatos, trocando o nome de Marília Arraes pelo do senador Humberto Costa (PT), quem passa a liderar, numericamente, embora num cenário de empate técnico, é Raquel Lyra, prefeita de Caruaru, apontada com pré-candidata do PSDB ao Palácio das Princesas.

Neste cenário, se as eleições fossem hoje, a prefeita da capital do Agreste seria a mais votada, com 11,3% dos votos, seguida de Humberto, com 9,9% e Geraldo Júlio, com 9%. Anderson vem em seguida, com 7,8%, Miguel Coelho aparece na sequência, com 5,8%, José Múcio chega a 3,6% e Zé Neto, 2,4%. Brancos e nulos representam 23,8% e indecisos chegam a 26,4% dos eleitores consultados.

Quanto à rejeição, Geraldo Júlio é o primeiro. Entre os que disseram que não votariam nele de jeito nenhum, 10,3%. Marília vem seguida, com uma taxa de 8% de eleitores que não votariam nela em nenhuma hipótese, seguida de José Múcio (7%), Zé Neto (5%), Raquel Lyra (3,5%), Anderson (3,1%) e Miguel Coelho, o menos rejeitado, com 2,6% dos eleitores que disseram que não votariam nele de jeito nenhum.

A pesquisa foi a campo entre os dias 7 e 11 últimos, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares.

ESTRATIFICAÇÃO – Estratificando o levantamento, Marília detém a preferência entre os eleitores mais jovens, na faixa etária entre 16 e 24 anos, alcançando 29%. Já a tucana Raquel Lyra tem seu maior percentual de intenção de voto entre os eleitores na faixa etária entre 25 e 34 anos (10,7%), enquanto Anderson Ferreira alcança seu maior percentual de intenção de voto entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários mínimos, chegando a 9,9%.

Geraldo Júlio, por sua vez, tem sua melhor taxa de intenção de voto entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos, 8,9%. José Múcio tem seu melhor indicador entre os eleitores na faixa etária entre 45 a 59 anos – 4,8%. Zé Neto, por fim, alcança a maior taxa de intenção de voto entre os eleitores com renda superior a dez salários mínimos, chegando ao patamar de 3,6%.

Por região, Marília Arraes está melhor situada na Zona da Mata e não na Região Metropolitana, como se esperava. Enquanto nos municípios do canavial ela tem 34,3% das intenções de voto, na Metropolitana alcança 27,8%. A petista tem ainda 24% das intenções de voto no Agreste, 26,6% nos demais sertões e 16,8% no Sertão do São Francisco.

Já Raquel Lyra, que vem em segundo, como era de se esperar, aparece bem no Agreste, sua região de atuação política. Se as eleições fossem hoje, a tucana teria 24,7% dos votos naquela região, cuja capital é a sua Caruaru, município que administra pela segunda vez. Por ordem, Raquel tem seu segundo melhor percentual na Zona da Mata (8,2%), nos sertões gerais (5%), na Região Metropolitana (1,8%) e no São Francisco aparece menos de 1% – exatos 0,8%.

Diferente de Marília, Anderson tem maior intenção de voto em sua própria região de atuação, a Metropolitana. Se as eleições fossem hoje, ele teria 15,4% dos votos no Grande Recife. Na sequência, por ordem crescente, conquistaria 3,6% dos votos na Zona Mata, 1,4% no Agreste, 0,8% no São Francisco e 0,4% nos demais sertões.

Geraldo Júlio, naturalmente, apresenta seu melhor percentual de intenção de voto no Grande Recife, com 12,5%. Por ordem, 4,6% na Zona da Mata, 1,9% no Agreste, 2,9% nos sertões em geral e 0% no Sertão do São Francisco, região onde detém também a maior taxa de rejeição.

Miguel Coelho dispara em sua região de atuação – o Vale do São Francisco. Se as eleições fossem hoje, ele partiria de lá com 48% das intenções de voto, a maior entre todos os candidatos em suas respectivas áreas de gestão. Pela ordem, nos demais sertões também tem bom percentual, 10,4% das intenções de voto. No Agreste, tem 2,5% das citações, na Zona da Mata aparece com 1,6% e na Metropolitana, região com baixo conhecimento, tem apenas 1,3% das intenções de voto.

José Múcio se situa também com maior taxa de intenção de voto na região onde começou sua vida pública – a Zona da Mata. Aparece ali com 6,6%, nos sertões tem 3,8%, na Metropolitana 2,8% e 0% de intenção de voto no Sertão do São Francisco.

Por fim, Zé Neto, tem sua maior taxa de intenção de voto no Agreste (3,3%), seguindo-se, pela ordem, os sertões (2,9%), Metropolitana (1,8%) e Zona da Mata, 15%. Como Geraldo Júlio, com quem divide as preferências na aliança governista, não pontua na Região do São Francisco. 

 

Do Blog do Magno Martins 

Como diria Carmem Lúcia: “Cala boca já morreu!”, escreve Adriana Vasconcelos

A falta de cerimônia com que vice-líder do governo no Senado Marcos Rogério (DEM-RR) atropelou na semana que termina a fala de sua colega Leila Barros (PSB-DF), durante o depoimento de Fábio Wajngarten na CPI da Covid, expôs mais uma vez as entranhas do machismo encarado diariamente por mulheres no seu dia a dia. Dentro e fora da política.

Não satisfeito em interromper a colega, Marcos Rogério ainda se sentiu no direito de desqualificar a reação de Leila do Vôlei, como é mais conhecida. “Calma, a senhora não precisa ficar nervosa”, provocou, cortando mais uma vez a senadora.

Leila Barros foi interrompida a primeira vez quando tentava exibir um trecho do áudio da entrevista concedida por Wajngarten à revista Veja, no qual o ex-secretário de Comunicação do Governo Bolsonaro admitiu a “incompetência” do Ministério da Saúde na aquisição de vacinas da Pfizer.

Por diversas vezes a senadora tentou recuperar a palavra, sendo totalmente ignorada por Marcos Rogério.

O senador Marcos Rogério, aliás, foi um dos governistas que se rebelou, na 1ª semana de trabalhos da comissão, contra o acordo feito pelo presidente Omar Aziz (PSD-AM) que assegurou a participação de pelo menos uma representante da bancada feminina nas oitivas da CPI, apesar de nenhuma delas ser titular ou suplente.

Em março passado, o plenário do Senado aprovou a criação da liderança da bancada feminina na Casa, o que garantiu às senadoras o direito a indicação de uma líder e uma vice-líder. E agora tais prerrogativas de representação começam a se expandir naturalmente, incomodando congressistas que não estavam acostumados a dividir a cena política com mulheres.

DIREITOS IGUAIS – A tentativa de silenciar a voz feminina ou desqualificá-la, muitas vezes com insinuações de que não teríamos equilíbrio emocional ou competência para estar ali, é recorrente. Embora o texto constitucional assegure que todos os brasileiros são iguais perante a lei, na prática nem sempre isso é aplicado.

Foi o que aconteceu em Brasília com uma mulher, no dia 7 de maio, enquanto andava de bicicleta em um dos principais pontos de lazer da orla do Lago Paranoá.

A servidora pública Patrícia Nogueira registrou em seu celular a diferença de tratamento do segurança dispensada a ela e a um homem que circulava nas mesmas condições que as suas, só que sem ser incomodado.

Patrícia estava sem camisa, usava a parte de cima do biquíni e um short. Um homem que passava, enquanto ela era repreendida pelo segurança por estar em “trajes inapropriados” para o local, estava igualmente sem camisa, trajando apenas um short.

“Eu não posso de short e a parte de cima do biquíni, mas homem sem camisa pode, é isso?”, indagou Patrícia ao segurança, que, constrangido diante do questionamento sobre a diferença de tratamento para situações semelhantes, entregou que as ordens tinham vindo de seus superiores hierárquicos.

Não estamos livres da discriminação nem mesmo dentro de nossas próprias casas. Mas aprendemos a reagir, denunciar e cobrar respeito a nossos direitos básicos. Não somos mais uma minoria, batalhamos para conquistar nosso espaço no mercado de trabalho. E agora, estamos preparadas para fazer valer nossas opiniões em debates sobre políticas públicas e a influenciar decisões que definirão os rumos do Brasil. Além, é claro, de participar das investigações da CPI da Covid.

O NOVO PAPEL DAS MULHERES – Por mais resistências que a presença feminina ainda provoque em pleno século 21, estamos avançando. E a pandemia acabou dando mais visibilidade ao papel estratégico que desempenhamos na sociedade.

Por isso recorro ao ditado popular, magistralmente usado em algumas ocasiões pela ministra Cármen Lúcia, do STF, em defesa do direito à liberdade de expressão, e que se aplica como uma luva aos senadores da CPI da Covid que ainda acham que a voz masculina deve prevalecer sobre a feminina, embora ambas tenham sido igualmente legitimadas pelo eleitor: “Cala boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu!” (Do Poder 360)

Senador Jarbas Vasconcelos lamenta morte de Bruno Covas

O Brasil perdeu hoje um homem público de princípios e de uma trajetória marcada por muito trabalho e dedicação. Já São Paulo se despediu hoje de um grande prefeito, que atuou sempre com muita competência em favor de seu povo e sua cidade. Bruno Covas lutou bravamente por sua saúde, dando a todos nós um exemplo de força e vontade de viver. Tive o privilégio de conhecê-lo e de ter convivido de perto com seu avô e sua grande inspiração, o ex-governador Mário Covas. Não tenho dúvidas que Bruno trilharia um caminho de muitas conquistas e sucesso não só em seu estado, mas em todo País. Aos seus familiares e amigos, deixo aqui meus sinceros sentimentos. Que eles possam encontrar conforto nas lembranças e no exemplo deixado por ele.

Jarbas Vasconcelos

Senador de República

À FRENTE NAS PESQUISAS, LULA ADMITE NA FRANÇA DISPUTAR A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Entrevistado pela revista francesa Paris Match, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), admitiu pela primeira vez se candidatar na eleição de 2022, para enfrentar Jair Bolsonaro (sem partido).

Lula conseguiu reaver seus direitos políticos de volta por decisão do Supremo Tribunal Federal e desde então vem crescendo nas pesquisas de opinião pública.

Pelo Datafolha e Ipespe já está na frente do atual presidente, vencendo no primeiro e segundo turnos.

“Se estiver na melhor posição para ganhar as eleições e estiver com boa saúde, sim, não hesitarei”, disse Lula à revista europeia. Ele acredita ter se saído bem quando governou o país, por ter criado programas que ajudaram a população mais vulnerável e ter mantido um bom relacionamento com outros países, praticando uma política reconhecida internamente e no exterior.

Apesar da liderança, o petista não se acomoda e tem procurado ampliar seu arco de alianças

Pelo que se vê, pode ter apoios à esquerda, no centro e até de setores da direita.

Adversários históricos do PSDB, como o também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, admitiu dias atrás votar em Lula para derrotar Bolsonaro.

Com o nome em alta, não faltam especulações de quem poderá ser o vice de Luiz Inácio.

Já foram mencionados os nomes do governador de Pernambuco, Paulo Câmara e do ex-governador de São Paulo, Márcio França, ambos do PSB. Se falou também que Geraldo Alckmin poderia se filiar ao Partido Socialista Brasileiro para ser o vice de Lula.

Outro nome citado foi o da empresária Luíza Trajano, que desempenharia na chapa do PT, em 2022, papel semelhante ao de José de Alencar em 2002, quando o petista venceu sua primeira eleição.

Marília Arraes, líder na primeira pesquisa para a disputa de governador de Pernambuco, no próximo ano, comemorou pelas redes sociais a entrevista do ex-presidente a Paris Match.

Efeitos da pandemia na saúde mental: as principais consequências e como amenizá-las

A piora do estado de saúde mental das pessoas em época de quarentena é real. De acordo com pesquisa feita por um grupo de especialistas e publicada pela revista Psychiatry Research, do Canadá, os casos de depressão, ansiedade e transtorno por estresse pós-traumático foram, respectivamente, três, quatro e cinco vezes mais comuns, quando comparados com os dados normalmente divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em suas recentes divulgações, a OMS mostra que grande parte dos brasileiros sofre de ansiedade, enfermidade que muitas vezes traz desconfortos extremos, sudorese intensa e palpitações, durante uma crise.

 

Para a psicóloga e professora do mestrado do Centro Universitário UniFBV, Jesuína Ferreira, a saúde mental foi afetada principalmente pelo agravamento das doenças não tratadas e pela intensificação de outros sintomas físicos e emocionais, como irritabilidade, insônia e déficit de atenção. Pelo fato das pessoas não terem uma rede de apoio emocional tende a agravar a situação ou causar o aparecimento de problemas emocionais. Para minimizar esses danos, houve a procura, por meio da população, de ajuda profissional, seja psiquiátrica ou psicológica”, destaca.

 

A professora conta que a demanda por ajuda foi tanta que os profissionais não conseguiram atender todos que solicitaram e, por isso, professores e alunos foram essenciais para o atendimento da população. Segunda ela, as campanhas das universidades e faculdades de atendimento psicológico online ou por telefone, com engajamento de professores de psicologia e seus alunos já em estágio clínico pôde favorecer às pessoas que não têm condições de pagar pelo atendimento psicológico.

 

O aumento foi visto também em Porto Alegre, no Hospital das Clínicas de Porto Alegre, onde a procura por esse tipo de atendimento pelos funcionários do hospital aumentou de 1088, em 2019, para 4467, no ano passado. E como a saúde mental na pandemia preocupa tantos profissionais, a Upjohn, um setor da Pfizer, junto com o Instituto de Ciências Integradas (INI), criou o Guia de Saúde Mental Pós-Pandemia, que traz algumas atividades como aliadas à manutenção da saúde mental, além de abordagens sobre os diversos grupos em que o indivíduo pode estar inserido.

 

 

Somado ao que está exemplificado no Guia, cabe a cada um manter uma rotina, quando se está dentro de casa na maioria do tempo, é fundamental para que haja concentração e estabilidade emocional, além de elaborar uma agenda diária com tarefas possíveis de serem realizadas naquele dia para prevenir futuras frustrações. A psicóloga vê a psicoterapia e a rede de apoio, mesmo que virtual, como grandes aliadas durante a pandemia por promoverem o equilíbrio das emoções. “Fazer psicoterapia, aulas de alongamento, meditação, yoga e musculação online. A psicoterapia deve ser feita regularmente e não somente quando sentir que os problemas se agravaram. É interessante alternar essas atividades. Evitar as redes sociais e jornais até tarde da noite. Isso sobrecarrega o estado emocional e pode dificultar o sono. Por fim, mas não menos importante, é necessário criar uma rede de apoio virtual. Estamos isolados fisicamente, porém não virtualmente. A tecnologia, quando usada adequadamente, pode nos ajudar e muito a passar por esse momento e com menos prejuízos físicos e psicológicos”, conclui.

Eriberto destaca papel social da Defensoria Pública e anuncia parceria da Alepe com a entidade

A TV Alepe disponibilizará espaço para que o órgão produza material sobre os direitos do cidadão e divulgue os serviços oferecidos gratuitamente à população

No Dia Nacional da Defensoria Pública, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Eriberto Medeiros (PP), participou, nesta quarta-feira (19), da cerimônia de posse de seis novos defensores públicos do Estado. Durante a solenidade, ele recebeu da Defensoria Pública de Pernambuco (DPPE) a Medalha Eduardo Campos 2020, concedida a personalidades do Estado que tenham contribuído para o trabalho da entidade.

Em seu discurso, o presidente da Alepe agradeceu a homenagem, ressaltou que – ao lado dos demais deputados e deputadas da Casa de Joaquim Nabuco – sempre buscou fortalecer as ações da Defensoria Pública e destacou a função social da entidade, especialmente na promoção da inclusão social. “A Defensoria Pública é guardiã dos direitos da população, principalmente das pessoas que vivem em estado de vulnerabilidade e precisam dos serviços jurídicos gratuitos. Tem um papel fundamental. A Alepe se sente muito feliz em fazer parcerias com a Defensoria Pública. Com isso a gente também presta mais serviços à população”.

Depois de parabenizar os novos defensores públicos, Eriberto aproveitou o discurso para a anunciar a nova parceria entre o Poder Legislativo estadual e a Defensoria Pública de Pernambuco: a abertura, em breve, de um espaço na grade de programação da TV Alepe para exibição de um programa da DPPE. “Essa política de aproximação com diferentes Poderes e órgãos tem sido uma das marcas de nossa gestão à frente da Alepe, na medida em que vemos esse tipo de cooperação como fundamental para implantarmos de projetos e ações importantes para o povo pernambucano”, destacou.

Após fazer um balanço dos avanços e da atuação da entidade nos últimos anos, o Defensor Público-Geral do Estado, José Fabrício Silva de Lima, afirmou que uma das metas da DPPE é chegar a todas as comarcas com mais de 30 mil habitantes, até maio de 2022. “Faltam 12 comarcas para atingirmos nossa meta. Com o apoio do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa, não temos dúvida de que vamos concretizar esse sonho e, assim, poder levar mais dignidade, cidadania e acesso à Justiça a essas comarcas menores, que tanto necessitam do apoio do estado para fazermos o acesso à Justiça aos mais vulneráveis”.

O governador Paulo Câmara foi homenageado com uma placa, como reconhecimento pelo apoio hipotecado pelo Poder Executivo à instituição. “Gostaria de parabenizar os novos defensores e ressaltar que estou muito grato em participar desta celebração, no Dia Nacional da Defensoria Pública. Eles emprestarão força e talento à defesa da causa social e com um olhar para aqueles que mais precisam”, enfatizou o socialista.

A nova defensora Pública Débora da Silva Andrade, uma das empossadas, discursou em nome dos demais colegas. Também foram empossados Luciana Freire Losse, Giovana Figueiredo Leite, Joseph Brandão, Bernardo Augusto Ferreira Duarte e Nelson Mendes Silva. Também participaram da solenidade o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Fernando Cerqueira, o procurador Geral de Justiça, Paulo Augusto, e o presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado, Edmundo Siqueira, entre outras personalidades.

Vem aí o 23º Congresso Internacional de Educação da LBV – edição on-line!

De 28 a 30 de junho, professores e educadores vão apresentar estratégias educacionais e práticas pedagógicas como contribuição à educação brasileira e internacional durante a edição on-line do 23º Congresso Internacional de Educação da LBV, sob o tema “Estratégias para aulas remotas — tecnologia, jogos e inclusão: uma visão além do intelecto”.

 

O evento, que inicia às 19h30, contará com a participação de renomados palestrantes, entre eles a professora Donalda Baeta, doutora honoris causa em Ciências da Educação e Neuroeducação, mestre em Psicologia da Educação, com especialização em Necessidades Educacionais Especiais; e psicóloga, com especialização nas áreas educacional e de reabilitação pela Universidade do Algarve, em Portugal. Ela abordará o tema O “Ensino inclusivo Intervenções pedagógicas e práticas nas escolas de Portugal”, na segunda-feira (28/6). 

 

Na sequência, o professor Júlio Furtado, doutor em Educação pela Universidade de Havana, em Cuba, mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), consultor educacional e professor de pós-graduação e do ensino básico, falará sobre “As aprendizagens da escola na pandemia”.

 

Na terça-feira (29/6), é a vez da professora Fátima Alves, que trará importante contribuição a respeito da temática “O movimento, o intelecto e o afeto: a base da Psicomotricidade para a escola e a família em tempos de aulas remotas”.Ela é mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente; docente da pós-graduação presencial e coordenadora de pós-graduação em Psicomotricidade da AVM Educacional, da Universidade Cândido Mendes (UCM) e da licenciatura à distância em Pedagogia da Faculdade Unyleya, no Rio de Janeiro.

 

A preleção de encerramento na sexta-feira (30/6) será da professora Suelí Periotto, doutora e mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e supervisora da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, da LBV que abordará as “Estratégias para a realização de aulas remotas: o uso da tecnologia, dos jogos e a inclusão: uma visão além do intelecto”, cujas ações são aplicadas na rede de ensino da Legião da Boa Vontade.

 

Para inscrições acesse a página www.lbv.org/congresso-de-educacao.

 

Serviço: 

Evento: 23º Congresso Internacional de Educação da LBV — Edição on-line

Tema: “Estratégias para aulas remotas — tecnologia, jogos e inclusão: uma visão além do intelecto”.

Para quem: Professores e educadores sociais, gestores escolares e sociais, assistentes sociais, psicólogos e demais profissionais ligados às áreas da educação e da assistência social.

Data e horário: 28, 29 e 30 de junho, às 19h30.

Inscrições: www.lbv.org/congresso-de-educacao.

Avanço da vacinação em Palmares

Com articulação diretamente com o governo do estado, o prefeito da cidade dos Palmares, Júnior de Beto conseguiu vacinas Pfizer para as grávidas e puérperas de Palmares e também para a região.

Palmares se tornou um centro de distribuição de vacinas para este grupo prioritário de extrema importância.
A cidade dos Poetas ficou responsável pela logística e vai vacinar as gestantes e puérperas da cidade e também de cidades próximas como: Primavera, São Benedito do Sul, Tamandaré, Xexéu e Escada.

Nas palavras do prefeito, Júnior Melo: “ Palmares se consolida como o centro e a cidade mais importante da mata-sul pernambucana e terá essa responsabilidade, levando a vacinação com seriedade e empenho.”
E finaliza: “A vacina é a nossa única saída para este mal, então vamos juntos nesta luta e com fé em Deus, seremos os vencedores desta guerra”.

Clodoaldo quer estender Programa Professor Conectado aos contratados

O deputado estadual Clodoaldo Magalhães esteve nontem (19.05) na Secretaria de Educação e Esportes. O parlamentar entregou um ofício ao secretário Marcelo Barros, o qual sugere que o Programa Professor Conectado – que vai disponibilizar mais de 21 mil computadores para professores efetivos, analistas e assistentes em gestão educacional, seja estendido.

A ideia de Clodoaldo é contemplar também os professores e demais servidores da educação que são contratados pela gestão pública estadual. De acordo com o deputado, os aparelhos ficariam na posse dos profissionais até o encerramento dos seus contratos. “O secretário não fechou as portas. Ele vai analisar a situação com a Procuradoria do Estado. É preciso ver também a questão operacional, ou seja, de que forma a devolução das máquinas seria monitorada”.

Clodoaldo ainda informou que o secretário já estuda a possibilidade de enviar um Projeto de Lei à Assembleia Legislativa de Pernambuco, para que essas máquinas, em comodato, possam ser doadas depois de três anos de uso.

O governador Paulo Câmara lançou hoje uma nova edição do Programa Professor Conectado, ofertando os computadores e um pacote de conectividade, com valor mensal de R$ 50, para cada profissional efetivo. O programa conta com um investimento de R$ 115 milhões.