Nova enquete no site da Alepe

Projeto adia proibição de fogos de artifício ruidosos para 2030, opine

A aplicação da norma que proíbe fogos de artifício ruidosos em Pernambuco pode ser adiada para janeiro de 2030. É o que pretende o Projeto de Lei (PL) nº 2179/2021, de iniciativa do deputado Antônio Moraes (PP), atualmente em tramitação na Assembleia Legislativa. A matéria é tema da enquete deste mês de junho no site da Alepe.

A Lei nº 17.195 impõe a restrição nos eventos realizados em locais abertos ou próximos a unidades de conservação ambiental. Promulgada no último dia 8 de abril, a norma entrará em vigor 90 dias após a publicação – ou seja, no início de julho.

Ao sugerir a alteração, Moraes argumentou que o grande impacto econômico que o setor sofreria com a medida. Além disso, para ele, a elaboração da norma “não levou em consideração a importância desses fogos para celebrações tradicionais do Estado, como as festas juninas e os eventos de fim de ano”. Da mesma forma, prossegue, deve-se levar em conta a “cadeia produtiva associada a tais festejos e a grandes eventos, que atraem turistas e geram empregos e divisas”.

O texto foi alterado pela Comissão de Justiça, que propôs ajustes na redação. Durante a votação nesse colegiado, alguns parlamentares observaram que o setor precisa de mais tempo para se adaptar às mudanças. Outros, por sua vez, ressaltaram os prejuízos ambientais e à saúde causados pelos estampidos. 

O PL 2179 foi aprovado pela Comissão de Administração Pública, rejeitado pelo colegiado de Saúde e recebeu pedido de vista na Comissão de Esporte e Lazer.

A enquete oferece três opções de resposta aos internautas. A consulta estará disponível no site da Alepe (www.alepe.pe.gov.br) até o início de julho.

Eduardo da Fonte defende prorrogação e valor maior para o auxílio emergencial.

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) classificou como positiva a confirmação feita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o Governo Federal vai prorrogar o pagamento do auxílio emergencial, mas o parlamentar defendeu que o valor seja reajustado para R$ 600, como era quando o benefício começou a ser pago. O deputado apresentou o PL 2550/20, que fixa o valor do benefício em R$ 600 e também é autor do PL 3023/20, que institui um programa de renda básica e pode servir como base para criar o Renda Brasil ou para ampliar o Bolsa Família.

“Estamos ampliando a vacinação, o que vai nos permitir vencer essa pandemia, mas até a imunização de toda a população, nós precisamos garantir condições para que as famílias enfrentem essa crise sanitária e econômica com dignidade. O auxílio beneficia diretamente as famílias que mais precisam e provou ser uma medida positiva e que ajudou a colocar comida no prato dos brasileiros”, disse Eduardo da Fonte.