Deputada Dulci Amorim participa do maior encontro de parlamentares da América Latina

O evento, que começou na quarta (24), segue até sexta-feira (26)

A deputada estadual Dulci Amorim (PT-PE) está em Campo Grande-MS, participando da 24ª Conferência Nacional da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE). O evento, que começou na quarta (24) e segue até sexta-feira (26), tem como tema: “Redesenhando os Caminhos do Parlamento”.

A parlamentar sertaneja destacou a importância do encontro. “Quem representa o povo, precisa buscar cada vez mais informações e ferramentas para propor leis e para fiscalizar, de maneira eficiente, o trabalho do poder executivo. Por isso, participar dessa conferência, além de fazer parte do nosso compromisso com as pessoas, é um ótimo momento de aprendizado”, pontuou Dulci Amorim.

Com expectativa de público (online e presencial) de cerca de 30 mil pessoas, o evento está promovendo debates em prol do desenvolvimento nacional. Vale destacar que a conferência é o maior encontro de parlamentares da América Latina.

Personalidades de renome mundial, entre ministros, parlamentares, servidores legislativos, ministros, candidatos presidenciáveis e delegações internacionais participam do evento. A exemplo do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin; da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina; e do Governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja Silva.

Energia renovável do Nordeste assegura fornecimento de energia

São Paulo, setembro de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no país. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Renato Amaral Renova Energia
                                                                     Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Lula pontua de 34% a 36% e Bolsonaro tem de 27% a 29%, diz PoderData

Pesquisa PoderData realizada de 2ª a 4ª feira desta semana (22-24.nov.2021) mostra que Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido) seguem isolados em 1º e 2º lugar no 1º turno da corrida eleitoral para as eleições presidenciais de 2022. O ex-presidente tem de 34% a 36% das intenções de voto, dependendo do cenário testado, enquanto o atual chefe do Executivo marca de 27% a 29%.

Na 1ª simulação, com o nome de João Doria como candidato do PSDB, Lula fica com 34% contra 29% de Bolsonaro. O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) aparece com 8%, empatado tecnicamente com Ciro Gomes (PDT), que tem 7%, e com Doria, que disputa as prévias do PSDB para a candidatura ao Palácio do Planalto e marca 5%. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Henrique Mandetta (DEM), com 3%, Cabo Daciolo (Brasil 35), com 2%, e Alessandro Vieira (Cidadania), com também 2%, aparecem na sequência. Luiz Felipe d’Ávila (Novo) e Rodrigo Pacheco (PSD) não tiveram menções suficientes para chegar em 1%. 

O Poder360 mostrou que o União Brasil, fruto da fusão entre o DEM e o PSL, concluiu na 3ª feira (23.nov) que a única 3ª via possível em 2022 é o ex-juiz Sergio Moro. O partido pretendia apresentar o nome do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Ele deverá abrir mão da disputa.