Nelson Wilians Group é vetor para internacionalização de empresas brasileiras

Além de orientação de negócios, o grupo promove encontros com grandes investidores estrangeiros em três continentes

A globalização rompeu muitas barreiras, inclusive para marcas que desejam atravessar oceanos e atuar em novos mercados. Diante das possibilidades oferecidas em outros países, empreendedores brasileiros passaram a ampliar o leque de atuação oferecendo produtos e serviços para clientes no exterior. Contudo, entender as diferentes culturas, legislações, concorrências e logísticas que norteiam essas praças pode ser decisivo para diferenciar uma operação frustrada de uma empreitada de sucesso. Para auxiliar empresários e marcas que desejam traçar o caminho da internacionalização dos negócios, o mercado pode contar com o Nelson Wilians Group (NWGroup), composto pela tríade NW Soluções, Instituto Nelson Wilians e NW Negócios & Investimentos, esta última sendo a responsável por essa atividade focada, inicialmente, em três continentes (América, Asia e Europa) desde 2018.

O grupo disponibiliza serviços de assessoria para formalização de projetos em outros países, principalmente onde já possui operações em curso (China, India, Portugal, Estados Unidos, Colômbia, Paraguai, Uruguai, Chile e Peru), além de auxiliar na captação de players estrangeiros que desejam investir no Brasil. Também ajuda na identificação de fornecedores que possam contribuir na logística e outras vertentes para os negócios.

O NW Negócios & Investimentos já promoveu, inclusive, uma série de roadshows financeiros para grandes empresas brasileiras que atuam nas áreas de mineração, infraestrutura e agronegócio em países como Japão, Índia, EUA, Portugal e Chile.

Para otimizar o atendimento aos clientes, o Nelson Wilians Group pretende abrir filiais em todas as capitais do Brasil, além de algumas cidades estratégicas, até o fim de 2022. A sede da organização fica em São Paulo e a sua filial de Brasília está em estruturação. Esse, inclusive, é um dos diferenciais do grupo. A empresa faz questão de abrir filiais próprias para manter a qualidade do atendimento, formada por pessoas locais que entendem a forma regional de se fazer negócios.

Origem

O início das operações do NW Group ocorreu em 2013, quando foi criada a NW Soluções, que fornece serviços de recuperação de créditos extrajudiciais e desenvolvimento de soluções digitais relacionadas ao negócio. Hoje sua sede fica em Campo Grande – MS, contando com aproximadamente 500 colaboradores diretos.

Já em 2017, o grupo desenvolveu um braço focado no Terceiro Setor: o Instituto Nelson Wilians (INW). Uma organização sem fins lucrativos que atua pelo empoderamento social como condição para superar desigualdades, focado na vertente educacional. Para isso, trabalha em parceria com instituições locais por meio de programas focados em Educação e Direito, fortalecendo o exercício da cidadania, a democratização de oportunidades e a mitigação das desigualdades. Mais de 60 mil pessoas já foram atendidas pelas ações promovidas pelo INW, fundado e presidido por Anne Carolline Wilians.

Tríade

As três operações já estavam bem encaminhadas, mas cada uma seguindo um caminho próprio. Foi então que o vice-presidente do NWGroup, Fernando Cavalcanti, resolveu consolidar e formalizar a tríade como braços do mesmo grupo, definindo melhor os escopos e aumentando o alcance das ações.

Em seguida, Cavalcanti deu início à empreitada de levar o grupo a várias partes do país. “É preciso fornecer um serviço personalizado e em constante lapidação. Temos uma atuação que considera, primordialmente, as particularidades e características locais de cada região”, explica. “Apesar das incertezas da pandemia, nossos planos não mudaram. Desde o início, nos atentamos e atendemos às mudanças necessárias. O trabalho segue firme e com grandes projetos, como os que já temos desenvolvido”, acrescenta.

Assim, o vice-presidente do NWGroup tem visitado capitais e cidades visando a estruturação das filiais do Grupo, que, além de São Paulo e Campinas (SP), está sendo formalizadas em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Cuiabá (MT) e Caruaru (PE).

Governo de Pernambuco limita público nos estádios para até 500 torcedores

O Governo de Pernambuco anunciou novas medidas de restrições por conta do avanço da Covid-19. Uma delas interfere diretamente no futebol. A capacidade máxima de público nos jogos, que já estava limitada em três mil pessoas devido à pandemia, foi diminuída para 500 torcedores. A medida vale a partir da quarta (9) e vai até 1º de março.

O jogo do Sport contra o Sousa, terça (8), na Ilha do Retiro, pela Copa do Nordeste, ainda continuará com a limitação de três mil. Porém, os demais jogos já serão afetados. A começar pelos embates da quarta (9) no Campeonato Pernambucano e na Copa do Nordeste. Como exemplo, o duelo do Timbu ante o Retrô, nos Aflitos, pelo Estadual, só poderá receber 500 torcedores.

 

Ministério Publico recomenda restrições de banho de mar e estudos para reduzir risco de ataque de tubarão em Noronha

Por causa do ataque de tubarão a uma menina de 8 anos, em Fernando de Noronha, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou a realização de estudos e apontou a necessidade de restrição de banho de mar na ilha. Nicole, de 8 anos, teve uma perna amputada, segundo boletim do Hospital Português, no Recife, onde ela ficou internada.

A garota foi atacada por um tubarão na Praia do Sueste, em 28 de janeiro. No mesmo dia, teve que ser transferida para o Recife. Em 3 de fevereiro, deixou o Português e seguiu para tratamento em São Paulo. Por causa do ataque, duas praias estão proibidas para banho em Noronha e ganharam placas.

Nesta segunda-feira (7), a promotoria responsável pelas questões de Noronha enviou um ofício à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O MPPE quer que os órgãos apresentem, em até 30 dias, um termo de referência para um estudo ambiental sobre as espécies de tubarões existentes em Noronha.

O Ministério Público quer também que o estudo indique medidas que possam ser adotadas para evitar novos acidentes.

O promotor Flávio Falcão afirmou que a realização desse estudo “é essencial para uma maior compreensão sobre as populações de tubarões existentes em Noronha, quais áreas oferecem maiores riscos aos banhistas e que providências podem ser implementadas para evitar novos acidentes”.

A promotoria indica que o termo de referência pode ser elaborado com o apoio do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit).

O MPPE recomendou à Administração de Fernando de Noronha e à concessionária dos serviços turístico do Parque Nacional Marinho (EcoNoronha) que executarem, em conjunto ou separadamente, o estudo ambiental nas praias sob responsabilidade de cada entidade.

A Administração da Ilha e a empresa têm um prazo de 90 dias após o recebimento do termo de referência para encaminhar o estudo ao MPPE.

O MPPE alertou que, na hipótese de novos acidentes com banhistas, “adotará as medidas para responsabilizar civil, administrativa e criminalmente quem não adotar as medidas mitigadoras”.

Restrições

A Promotoria de Justiça de Fernando de Noronha também recomendou ao governo local e à concessionária que promovam restrições ao banho de mar até que sejam finalizados os estudos e implementadas as medidas apontadas para evitar a ocorrência de novos acidentes.

Como alternativa às restrições ao banho, o MPPE propôs a instalação de mirantes de observação e estrutura de aviso sonoro para alertar os banhistas e a presença de guarda-vidas civis ou de efetivo do Corpo de Bombeiros equipado com equipamentos de primeiros socorros.

Com informações do G1