Governadora visita sede da Apac para monitorar chuvas e reforça que Estado está trabalhando de forma integrada

A governadora Raquel Lyra visitou, nesta terça-feira (27), a sede da Agência Pernambucana de Águas de Clima (Apac) para monitorar a situação das chuvas na Região Metropolitana do Recife e na Mata Sul do Estado nos últimos dias. Na sala de situação do órgão, no bairro de Santo Amaro, no Recife, a chefe do Executivo se reuniu com a vice-governadora Priscila Krause, técnicos do órgão, da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento e da Secretaria Executiva de Defesa Civil, destacando que o Estado está trabalhando de forma integrada.

“Estamos acompanhando os mapas meteorológicos. A Apac, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação estão atuando de forma integrada, não só para atender ocorrências, como também para garantir apoio técnico aos municípios”, afirmou Raquel Lyra. Os secretários estaduais José Almir Cirilo (Recursos Hídricos e Saneamento) e Carla Patrícia (Defesa Social) também acompanharam a agenda.

De acordo com a Apac, desde a última segunda-feira (26), o litoral pernambucano registrou chuvas com intensidade moderada a forte. A Região Metropolitana do Recife e a Mata Sul foram as regiões que ocorreram os maiores acumulados, a exemplo dos municípios de Amaraji (120 mm), Ribeirão (88 mm), Recife (85 mm), São Lourenço da Mata e Olinda (82 mm).

Durante a visita da governadora à sede do órgão, a diretora de Regulação e Monitoramento da Apac, Crystianne Rosal, apresentou como é feito o monitoramento hidrometeorológico. “Também mostramos a atual situação dos rios e reservatórios do Estado, além de apresentar a previsão climática para o próximo trimestre em Pernambuco”, ressaltou.

A Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil continua monitorando ativamente todas as informações relacionadas às ocorrências registradas nas últimas 24 horas. De acordo com o secretário executivo da pasta, coronel Clóvis Ramalho, os profissionais estão em contato com as Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC’s) dos municípios afetados, a fim de obter atualizações precisas sobre a situação e garantir que todas as medidas necessárias sejam tomadas.

“Estamos acompanhando de perto a situação de cada município do interior e da Região Metropolitana. Além disso, estamos preparando um projeto de alertas por sirenes, a exemplo do que é feito em outros estados, como o Rio de Janeiro”, acrescentou o secretário executivo.

A Defesa Civil do Estado reitera a importância de que a população permaneça atenta às orientações e comunicados. Em caso de qualquer emergência ou situação de risco, pedimos que entrem em contato imediatamente com a COMPDEC local ou utilize os canais de comunicação de emergência disponíveis.

Fotos: Miva Filho/ Secom

Justiça penhora 30% do salário de vereador

A Justiça do Maranhão determinou a penhora do salário de vereador do Maranhão para pagamento de dívida milionária.
A decisão é da juíza de Direito Ana Célia Santana, da 7ª vara Cível de São Luís (MA).
Os advogados André Menescal e Raissa Freire, do escritório Nelson Wilians Advogados, que atuam pelo credor, solicitaram a penhora nos ativos financeiros do vereador no valor de R$ 1.542.674,78, bem como o bloqueio de 30% sobre a remuneração líquida, em parcelas mensais, até o pagamento total da dívida.
“A decisão demonstra que o judiciário vem amadurecendo sua receptividade a medidas que privilegiem o credor e limitem as manobras de devedores profissionais, que confiam na inação da Justiça para continuar agindo em desrespeito aos compromissos assumidos”, ressalta o advogado André Menescal.
A juíza considerou que a penhora do salário para o pagamento da referida dívida não ultrapassaria os 50 salários-mínimos mensais, respeitando o mínimo existencial do devedor e de sua família, a penhora de 30% do salário do vereador e fazendo “prevalecer o princípio da efetividade para o pagamento da dívida.

Açaí Concept participa da Expo Franchising

A Açaí Concept participa da Expo Franchising 2023, maior feira de franquias do mundo, que acontece de 28 de junho a 01 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo. A marca vai expor as suas novidades, em um estande de 40 metros quadrados, como os produtos açaí Concept by Ronaldinho. A Açaí Concept conta com 376 unidades, sendo 333 no Brasil e 43 no exterior.

“Vamos apresentar um grupo de produtos açaí Concept by Ronaldinho para lançarmos no varejo e no mercado internacional. A Expo Franchising é o espaço ideal para isso e para apresentarmos a Açaí Concept como ótima opção para quem pretende investir em uma franquia”, diz Jath Azevedo, diretor executivo da marca.

Partindo das matrizes nas capitais Maceió (AL) e Recife (PE), a Açaí Concept se expandiu até romper as fronteiras do exterior, chegando, além do Chile, a Portugal, Estados Unidos, Suíça, Equador, Canadá e Argentina. A franquia cresce porque possibilita um baixo valor de investimento, variando de R$ 80 mil a R$ 220 mil, e o pay back entre 18 e 36 meses.

Em meio aos conceitos que mantêm a Açaí Concept como referência mundial, vale destacar o suporte que a empresa oferece aos franqueados, tendo como base a supervisão do Grupo Concept Franchising, responsável pela consultoria, formatação e expansão de novos empreendimentos. Nesse contexto, fazem parte das vantagens oferecidas: orientações na escolha do ponto comercial, projeto arquitetônico e direcionamento de marketing. Além de assessoria na definição do estoque inicial e MIX de produtos; treinamentos técnicos; manuais de operação e gestão de negócio; homologação junto aos fornecedores; e suporte jurídico.

Para conhecer mais sobre a Açaí Concept e os benefícios do açaí, siga as redes sociais pelo #acaiconcept, no Instagram. Para saber como se tornar um franqueado e fazer parte deste sucesso, acesse também www.acaiconcept.com, ou entre em contato com a Central de Atendimento pelo (82) 3317.9084.

Fez o pix errado? Economista explica como recuperar o valor do dinheiro

No primeiro momento, é preciso fornecer todas as informações sobre o recebedor e verificar se existe junto a esse banco alguma proposta de solução específica para esses casos.

O pix é um facilitador de pagamentos. Comprar um produto ou pagar por um serviço ficou ainda mais fácil, o que fez essa forma de pagamento cair no gosto popular. Contudo, fazer uma transferência de um valor com os dados errados pode ser uma dor de cabeça. Para evitar esse desgaste, economista explica como recuperar o valor.

De acordo com a economista e professora do Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG), Lytiene Rodrigues Cunha, a pessoa que fez o pix errado precisa procurar a instituição financeira que recebeu o valor e informar sobre a operação equivocada, caso seja um recebedor desconhecido.

“É preciso fornecer todas as informações sobre o recebedor e verificar se existe junto a esse banco alguma proposta de solução específica para esses casos. Também é possível verificar, na chave pix, as informações de contato com o recebedor, para solicitar a devolução do valor, através de e-mail ou de repente, número de celular disponível”, ensina.

Ainda segundo Lytiene, o Banco Central informa que a devolução do valor, em casos de fraude ou falha operacional do sistema das instituições financeiras, dos correntistas envolvidos na transação, pode ser viabilizada por meio do Mecanismo Especial de Devolução (MED).

“A solicitação do MED deve ser feita quando o autor do pix procurar a instituição financeira do recebedor. O prazo deve estar dentro de 80 dias, desde a data de realização da transferência entre as contas. Se a pessoa que recebeu o pix for conhecida, fica mais fácil a devolução do valor, porque ao contactá-la, ela pode devolver imediatamente”, comenta.

Para quem recebeu o pagamento errado, o passo a passo é: em casos onde o recebedor foi informado pelo autor do pix sobre a operação ou a instituição financeira, ele passa a ter até 90 dias para realizar o estorno do dinheiro para a pessoa que fez a operação. A devolução pode ser realizada através do próprio aplicativo do pix, acessando a opção devolver o dinheiro, que está vinculada ao extrato.

Se a devolução estiver atrelada a compras indevidas, arrependimento, o prazo para a devolução do dinheiro é de 7 dias. “Nos casos em que o dinheiro não retornou, no prazo de 90 dias se não houver estorno do dinheiro para a pessoa que realizou o procedimento de envio do pix de forma errada, é preciso procurar novamente a instituição financeira e acionar um processo judicial. Além dos danos morais e materiais, já está configurado um crime penal de apropriação indébita, de acordo com o código penal art. 169. Então, é preciso acionar o banco para obter as informações necessárias e judicializar a ação”, fala.

O melhor a se fazer é sempre prevenir para evitar dor de cabeça, por isso, é sempre necessário prestar atenção na hora de colocar os dados e finalizar a operação. Parar tudo o que estiver fazendo, voltar o foco para o procedimento e conseguir realizar com sucesso. Antes de confirmar o envio, é importante verificar os dados, como nome, valor, banco, antes de confirmar e finalizar.

Aline Mariano faz alerta sobre condições dos animais no Parque 13 de Maio após visitar o local

A vereadora Aline Mariano (PP) repercutiu, na Câmara do Recife, nesta segunda (26), a visita que fez ao Parque Treze de Maio, localizado no bairro da Boa Vista, área central da cidade. A parlamentar fez um apelo à Secretaria de Direitos dos Animais e demais órgãos no sentido de dar maior segurança às espécies e destiná-los para um outro local. A vereadora visitou o parque na última quinta-feira a pedido do ativista da causa animal ativista Douglas Brito. A fala de Aline no plenário foi apoiada por representantes da OAB Pernambuco e da Associação dos Protetores de Animais de Pernambuco.

“Testemunhei, as condições que estão vivendo as várias espécies de aves e onze macacos que estão no local. Sabemos que esse espaço existe há pelo menos 50 anos e, com o tempo, vários animais foram desaparecendo do parque. As discussões sobre a retirada dos animais naquele espaço também não são de hoje. Já temos, inclusive, um parecer oficial do Ministério Público de Pernambuco contrário à manutenção dos animais”, disse a vereadora, acrescentando que é um desrespeito à Lei estadual 14.639, sancionada em abril de 2012, que proíbe animais silvestres, selvagens ou exóticos em ambientes de clausura em praças, parques e espaços públicos semelhantes. “O artigo 32 da lei (9.695/98) de crimes ambientes, também é claro quando diz que: ‘O barulho decorrente da movimentação em eventos realizados no parque ultrapassa os limites permitidos pela legislação ambiental’”.

A parlamentar detalhou que os animais são submetidos à poluição sonora. “O que parecia ser uma diversão, na verdade, é a cultura de exploração. Os animais não podem e não devem permanecer naquele espaço sendo explorados para gerar diversão e entretenimento. Os sinais são visíveis do estresse causado pelos ruídos do trânsito como buzinas, carros de som e manifestações que sempre acontecem dentro e no entorno do 13 de Maio. Estou enviando ofício à Prefeitura do Recife e tenho certeza de que vou contar com a sensibilidade do prefeito João Campos para que esses animais sejam colocados em um ambiente seguro, tranquilo e acompanhados de perto por especialistas. Também estamos fazendo um apelo, por meio de um ofício para vários órgãos”, acrescentou a vereadora.

Seguindo recomendações de ativistas da causa ambiental, Aline Mariano defendeu a retirada dos animais do local para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas). “Uma alternativa é colocar no Cetas, lá na Guabiraba, que lá tem como acolher até 60 animais. É um espaço voltado à reabilitação de animais silvestres administrado pela Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) e poderá ser, sim, um novo lar”, finalizou a parlamentar.

Atualmente, habitam no Parque 13 de Maio 11 macacos-prego, 12 araras Canindé, um papagaio, uma maritaca, duas seriemas, um pavão, além de galinhas, gansos, patos, saguis e camaleão.

PARCÃO – Aline Mariano também solicitou à Prefeitura do Recife a criação de um ParCão no Parque 13 de Maio. Para vereadora, a criação desse equipamento de integração entre os animais, de vários portes e raças, com espaços para brincadeiras e atividades físicas, é mais uma opção de lazer para as pessoas que utilizam o parque para levar seus pets.