Descubra quanto tempo é necessário de sono de acordo com a sua idade

A quantidade de sono que uma pessoa precisa é recalibrada de acordo com o tempo, e os ritmos circadianos (mudanças regulares dos estados mentais e físicos ao longo de 24 horas) mudam com a idade. O jovem de 16 anos que ficava acordado até meia-noite pode se tornar um homem de 36 anos que fica sonolento às 22h. Aos 70, um homem que nunca teve problemas para dormir pode acordar às 4h, incapaz de recuperar o sono.

Nos Estados Unidos, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças têm recomendações específicas para o quanto de sono as pessoas devem ter a cada noite de acordo com a sua idade. Compreender as necessidades de sono ao longo das diferentes fases da vida – e solucionar os problemas que surgem – pode abrir caminho para uma melhor noite de sono.

— Em cada período importante de nossas vidas, nosso sono muda um pouco — disse Alicia Roth, psicóloga clínica de saúde no Centro de Distúrbios do Sono da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos. — Isso é algo em que trabalho muito com os pacientes. Talvez o relógio interno deles tenha mudado. Temos que ajustar nossas expectativas.

Para que você comece a caminhar para um descanso melhor, perguntamos aos especialistas do sono sobre alguns dos problemas mais persistentes que surgem durante cada fase da vida.

0 a 5 anos: bebês, crianças e pré-escolares
O sono talvez seja mais crítico durante os primeiros anos de vida, e os bebês dormem por longos períodos, tanto durante o dia quanto à noite. Os recém-nascidos passam de 14 a 17 horas dormindo todos os dias; quando os bebês atingem a marca de 4 meses, eles tendem a dormir um pouco menos, cerca de 12 a 16 horas em um período de 24 horas.

À medida que os bebês vão crescendo até a idade pré-escolar, eles precisam de menos sono, cerca de 10 a 14 horas em um período de 24 horas. É importante que as crianças desta idade tenham uma hora de dormir consistente e uma rotina noturna simples (que pode incluir uma história ou música para dormir), especialmente quando eles eliminam as sonecas.

À medida que os bebês vão crescendo até a idade pré-escolar, eles precisam de menos sono, cerca de 10 a 14 horas em um período de 24 horas. É importante que as crianças desta idade tenham uma hora de dormir consistente e uma rotina noturna simples (que pode incluir uma história ou música para dormir), especialmente quando eles eliminam as sonecas.

Os pesquisadores não sabem ao certo por que essa mudança acontece, mas sabem as consequências disso: muitos adolescentes são cronicamente privados de sono porque acordam muito cedo para a escola. Nessa fase, eles também podem estar estressados no momento de deitar, em decorrência dos estímulos ao longo do dia.

20 a 34 anos: maioridade
Na faixa dos 20 e 30 anos, você deve ter entre sete e nove horas de sono todas as noites. Mas como você sabe se suas necessidades estão na extremidade superior ou inferior desse espectro? Preste atenção em como você está cansado durante a semana. Os especialistas sugerem passar vários dias sem definir alarmes e apenas acordar quando seu corpo quiser naturalmente, o que você pode experimentar em um fim de semana de três dias.

35 a 40 anos: início da meia-idade
Ao sair do início da idade adulta e entrar na meia-idade, você ainda desejará ter sete ou mais horas de sono. Nessa idade, os maus hábitos de sono dos 20 e 30 anos podem começar a afetá-lo: à medida que envelhecemos, é mais difícil se recuperar de uma noite ruim de descanso. O sono é fundamental para nos ajudar a processar nossas emoções e regular nosso humor, portanto, além de fazer você se sentir fisicamente exausto, dormir mal pode deixá-lo mais irritado e apático.

A falta de sono também pode dificultar o foco. Para essa faixa etária, é comum também a influência do consumo de bebida alcoólica e de cafeína ao longo do dia. A rotina de trabalho intensa compromete que a pessoa consiga um tempo de sono adequado.

41 a 50 anos: meia-idade
Esses são os anos durante os quais o sono pode ficar em segundo plano em relação ao trabalho e às obrigações familiares, disse o Dr. Sabra Abbott, especialista em medicina do sono na Feinberg School of Medicine da Northwestern University. É uma época da vida em que pode ser difícil priorizar hábitos saudáveis, como dormir bem.

Você deve almejar sete ou mais horas de sono, e economizar pode ter grandes implicações – nosso sistema imunológico é afetado quando estamos privados de sono e podemos ficar doentes com mais facilidade quando não descansamos o suficiente. Além disso, quanto mais velhos ficamos, mais difícil é recuperar de uma noite de sono ruim, disse o Dr. Roth.

Algumas pessoas acreditam que podemos nos acostumar com sono insuficiente, mas isso é um mito, disse a Dra. Indira Gurubhagavatula, especialista em sono da Penn Medicine. Quanto menos dormimos, mais nosso débito de sono aumenta, o que significa que ficamos mais cansados e precisamos descansar mais tarde.

“Isso só pode ser pago com sono”, disse ela. “Não há substitutos ou atalhos.”

51 a 60 anos: fim da meia-idade
À medida que você atinge os estágios posteriores da meia-idade, estresses e ansiedades adicionais podem alimentar novos problemas de sono. Nessa fase, é comum o surgimento da chamada apneia do sono. No caso das mulheres, há ainda o fator menopausa, que dificulta ainda mais o momento de dormir.

61 a 75 anos: idade de aposentadoria
Para aqueles que se aposentam – cerca de metade dos adultos com 55 anos ou mais nos Estados Unidos – sair da força de trabalho pode significar mais tempo para dormir, mas também pode levar a novas complicações. Mas mesmo se você ainda estiver trabalhando, novos problemas de sono podem surgir e os antigos podem persistir.

76 anos ou mais: adultos mais velhos
Quanto mais velho você fica, mais cedo tende a acordar. Nesta fase da vida, você pode cochilar perto do início da noite e acordar por volta das 5 ou 6 da manhã.

“Muitas vezes, recebo adultos mais velhos que procuram tratamento para insônia e dizem: ‘Quero dormir como na faculdade’”, disse o Dr. Roth. Mas os adultos com mais de 65 anos devem procurar cerca de sete ou oito horas – um pouco menos de sono do que precisavam quando adolescentes.

Você deve ser cauteloso ao usar medicamentos e suplementos para dormir, enfatizou o Dr. Roth – muitos medicamentos para dormir têm efeitos colaterais que podem piorar em pessoas idosas e também podem aumentar o risco de quedas. Aqui estão algumas outras questões que surgem entre os adultos mais velhos.

Sport visita Atlético-GO, nesta sexta (14), pela Série B 2023

Há pouco mais de um mês, o Sport ocupa uma das vagas do G4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Poderia ter sido por mais tempo, caso não tivesse ficado as duas primeiras rodadas sem jogar por conta dos compromissos pelas finais do Campeonato Pernambucano (contra o Retrô) e da Copa do Nordeste (diante do Ceará). O foco, porém, não é quando entrou, mas sim que não saiu mais. Chegou a figurar na liderança e, hoje, está em terceiro, com 32 pontos. Independente do resultado desta noite, no confronto perante o Atlético-GO, no Antônio Accioly, os rubro-negros continuarão lá. Só que isso não minimiza a sede pela vitória. O que mais o Leão quer é criar “gordura” para antecipar o objetivo do acesso e sonhar ainda mais alto, pensando em título nacional.

O lateral-direito Eduardo faz parte do grupo dos otimistas. Tanto que, para ele, o Sport tem condições de conseguir o acesso de forma antecipada. “Temos que ficar sempre entre os quatro. Não podemos sair. É preciso somar pontos para se distanciar do quinto”, pregou. A distância para o clube que ocupa essa posição, o Vitória, é de quatro pontos.

Para seguir aumentando a diferença, os rubro-negros terão que acabar com um jejum de 10 anos sem vencer o Atlético fora de casa. O último e único triunfo perante o Dragão, em Goiânia, foi em 2012, pela Série A, por 1×0. No duelo, a equipe não terá mais uma vez o meia Jorginho, que se recupera de uma lesão na coxa.

O Sport já ficou sem o camisa 10 em cinco jogos nesta Série B. Venceu uma, empatou duas e perdeu duas, com aproveitamento de 41%. Novamente sem o armador, a tendência é que Juan Xavier seja o substituto.

Embalado e disciplinado

O Sport é o clube mais disciplinado da Série B, com menos faltas e cartões recebidos. Ao todo, cometeu 175 infrações em 16 jogos, uma média de quase 11 por compromisso. O Novorizontino, por outro lado, é quem mais fez, com 287.

Nos cartões, o Sport também mostra que dá menos trabalho aos árbitros. O clube tem 18 amarelos e nenhum vermelho. A Ponte Preta, por exemplo, lidera o ranking, com 57. De expulsões, o topo é do Avaí, com oito.

Ronaldo e Fábio Matheus, com três cartões amarelos cada, foram os mais penalizados do Sport. Felipinho e Alisson Caetano, com dois cada, vem logo atrás, com outros nomes tendo apenas uma advertência até o momento. O zagueiro Rafael Thyere, por exemplo, não tomou qualquer cartão na Série B.

Ficha técnica

Atlético-GO

Ronaldo; Rodrigo Soares, Lucas Gazal, Heron e Jefferson; Renato, Bruno Tubarão e Shaylon; Kelvin, Gustavo Coutinho e Luiz Fernando. Técnico interino: Anderson Gomes

Sport
Renan; Eduardo, Rafael Thyere, Sabino e Igor Cariús; Ronaldo Henrique, Fábio Matheus, Juan Xavier, Edinho e Luciano Juba; Vagner Love. Técnico: Enderson Moreira

Local: Antônio Accioly (Goiânia/GO)
Horário: 21h30
Árbitro: João Vitor Gobi (SP). Evandro de Melo Lima e Leandro Matos Feitosa (ambos de SP).
Transmissão: SporTV, Premiere FC

 

Twitter vai repassar a criadores de conteúdo parte da receita com anúncios na plataforma

No entanto, isso só estará disponível para perfis verificados e que alcancem alguns números 

Criadores de conteúdo no Twitter receberão parte da receita com os anúncios vistos nas respostas a seus tuítes, informou ontem a empresa. Mas não será simples: é preciso ter mais de 5 milhões de interações mensais nos tuítes, por três meses consecutivos, e assinar o serviço de verificação da plataforma.

O usuário Farzad Mesbahi (que tem selo de verificação) comentou em relação a esse critério: “Quanto mais haters você tiver, mais dinheiro você ganha.” O bilionário Elon Musk, dono do Twitter, replicou: “Justiça poética.”

Também será necessário atender a determinados critérios. Conteúdo sexual, por exemplo, está fora, apesar de ser permitido no Twitter. Também não será possível monetizar conteúdo sobre esquemas de pirâmide ou de enriquecimento rápido, violência, apostas, drogas e álcool.

De acordo com o site TechCrunch, Musk estima que a primeira leva de pagamentos chegará a US$ 5 milhões, considerando anúncios desde fevereiro. Os recursos serão distribuídos por meio da plataforma de pagamentos Stripe.

Desde que foi comprado por Musk, em outubro do ano passado, o Twitter demitiu cerca de 80% de sua equipe e até atrasou o pagamento do aluguel. A empresa ainda enfrenta uma ação judicial de US$ 500 milhões por não ter pago as rescisões dos funcionários demitidos.