PEGA VARETA: Anunciadas as atrações da prévia Pega Vareta

Considerada uma das festas de maior sucesso no Recife, o Pega Vareta definiu o line-up completo da tradicional prévia carnavalesca, que vai acontecer, como já é tradição, no domingo que antecede o Carnaval (12 de fevereiro). Estão confirmados os shows de Nattan, Denis DJ, Avine Vinny e Matheus Fernandes. O local ainda está sendo definido e será divulgado em breve.

Como todas as edições do label, esta também contará com serviço all included (open bar) com whisky, vodca, gin, cerveja, refrigerante, água tônica, shots do Pega, cachaça e água mineral. Os ingressos já estão à venda nas lojas Vitabrasilnet e Esposende e no site Bilheteria Digital (https://www.bilheteriadigital.com/pega-vareta-2023-12-de-fevereiro).

Ministro Kassio Nunes Marques vota contra intervenção militar e amplia placar no STF

Indicado por Bolsonaro, Nunes Marques alinha voto ao relator e reforça posição contrária ao “poder moderador” das Forças Armadas.

Indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro Kassio Nunes Marques votou a favor do entendimento de que a Constituição não permite uma intervenção militar sobre os três Poderes. Com isso, o placar agora está em 10 a 0 contra a tese do chamado “poder moderador” das Forças Armadas. Dias Toffoli foi o único que ainda não apresentou seu voto. Ele tem até esta segunda-feira (8) para se manifestar no processo.

Nunes Marques decidiu acompanhar, nesse sábado (6), o relator da ação, ministro Luiz Fux. É o mesmo entendimento de Edson Fachin, André Mendonça, Carmén Lúcia e Luís Roberto Barroso. Os ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes também votaram junto com o relator, mas apresentaram seus votos. As informações são do Estadão.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi ajuizada pelo Partido Democrata Trabalhista (PDT) em 2020. A legenda questionou o Supremo sobre interpretações do artigo 142 da Constituição Federal, que trata das Forças Armadas. Bolsonaristas frequentemente utilizam o trecho para defender uma intervenção militar “dentro da legalidade”.

Qualquer instituição que pretenda tomar o poder, seja qual for a intenção declarada, fora da democracia representativa ou mediante seu gradual desfazimento interno, age contra o texto e o espírito da Constituição”, disse Fux, o relator, em seu voto. Ele acrescentou que é urgente “constranger interpretações perigosas que permitam a deturpação do texto constitucional e de seus pilares e ameacem o Estado Democrático de Direito”.

O artigo 142 da Constituição foi mencionado uma série de vezes por Bolsonaro ao longo do seu governo, com a tese de que as Forças Armadas teriam poder de moderar conflitos entre os Três Poderes. Extremistas passaram a citar o dispositivo com mais frequência depois da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas urnas, em outubro de 2022.

Para Moraes, o entendimento é uma “pífia, absurda e antidemocrática interpretação golpista”. O ministro também afirmou, em seu voto, que o presidente da República que convocar as Forças Armadas para intervir nos outros Poderes estará cometendo crime de responsabilidade. “A gravidade maior do estado de sítio exige, em regra, prévio controle político a ser realizado pelo Congresso Nacional, ou seja, prévio controle do poder Legislativo civil”, disse.

Bolsonaro, generais das Forças Armadas e ex-ministros de Estado são investigados pela Polícia Federal por uma tentativa de golpe. O grupo teria produzido documentos e planejado ações para anular o resultado das últimas eleições, evitar a posse de Lula e prender ministros da Suprema Corte.

O ministro Flávio Dino declarou em seu voto que não existem interpretações que permitem uma intervenção das Forças Armadas. O ministro também registrou que a Constituição não estabelece a existência de um “poder moderador” e sim a dos três poderes civis: Legislativo, Executivo e Judiciário.

Lembro que não existe, no nosso regime constitucional, um “poder militar”. O poder é apenas civil, constituído por três ramos ungidos pela soberania popular, direta ou indiretamente. A tais poderes constitucionais, a função militar é subalterna, como aliás consta do artigo 142 da Carta Magna”, afirmou Dino.

O decano do STF, ministro Gilmar Mendes, também rejeitou a interpretação de um “poder moderador” e afirmou que a tese passou a ser veiculada após um “processo de reivindicação de protagonismo político” dos militares. Segundo ele, o fenômeno se aprofundou com a eleição de Bolsonaro em 2018.

No voto, Gilmar também relacionou a violência dos atos golpistas de 8 de Janeiro com as reivindicações dos quartéis. Segundo o magistrado, os ataques aos Três Poderes não pode ser devidamente compreendida “se dissociada desse processo de retomada do protagonismo político das altas cúpulas militares”.

Cristiano Zanin classificou como “totalmente descabida” a interpretação de que as Forças Armadas podem intervir como um “poder moderador” durante crises institucionais. O ministro pontuou que não se pode cogitar uma prevalência das instituições militares diante dos demais poderes constitucionais.

A ministra Cármen Lúcia disse em seu voto que o “poder moderador” não está previsto na Constituição. Segundo a magistrada, qualquer interpretação da lei que deduza a atuação das Forças Armadas desta forma é um “delírio antijurídico ou desvario antidemocrático”.

Qualquer referência à interpretação de norma legal que confronte os termos expressos dos artigos 1º e 2º da Constituição do Brasil é delírio antijurídico ou desvario antidemocrático, não é interpretação constitucional. Nem mesmo os poderes constitucionais – Legislativo, Executivo e Judiciário – estão acima nem podem atuar contra a Constituição”, disse.

Morre a compositora Rita de Cássia, autora de ‘Meu Vaqueiro, Meu Peão’ e ‘Saga de Um Vaqueiro’

Forrozeira ficou conhecida nacionalmente por hits da banda Mastruz com Leite

A compositora e cantora cearense Rita de Cássia, conhecida por ser autora de clássicos do forró eletrônico como “Meu Vaqueiro, Meu Peão” e “Saga de Um Vaqueiro”, morreu na noite desta terça-feira (3), em Fortaleza. Ela é natural de Alto Santo, no Vale do Jaguaribe, e tinha 54 anos.

Rita estava internada em uma Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) de um hospital privado. A artista lutava contra o diagnóstico de fibrose pulmonar.

A doença é caracterizada quando o pulmão do indivíduo fica com cicatrizes no tecido ou passa a ser mais endurecido. A enfermidade reduz a capacidade de expansão do órgão no processo de respiração.

O velório e o enterro da cantora irão acontecer em Alto Santo, nesta quarta (4).

O governador Elmano de Freitas lamentou a morte da compositora, a quem descreveu como uma das maiores referências do forró. “Que Deus conforte o coração dos familiares, amigos e fãs por todo o país”, disse.

Em recentes postagens no Instagram, a compositora apareceu com voz ofegante em rápidas mensagens de vídeo em comemoração ao Natal e ao Ano-Novo.

Rita de Cássia ficou conhecida nacionalmente pelas letras impulsionadas nas vozes de vocalistas da banda Mastruz com Leite.

Na década de 1990, Rita de Cássia firmou forte parceria com Emanuel Gurgel — empresário dono das bandas Mastruz com Leite e Cavalo de Pau.

O repertório de Rita de Cássia ficou marcado por aliar a vida dos vaqueiros com romances e vaquejadas. A canção “Saga de Um Vaqueiro”, música que alcança cerca de nove minutos de narrativa, é um dos retratos vivos do Interior escrito em estrofes pela cearense.

Rita de Cássia morava em um apartamento em Fortaleza com os filhos. Na música, a forrozeira atuava em carreira solo e conta com gerenciamento de agenda de uma produtora sediada no Rio Grande do Norte.

LUTO NO FORRÓ
Diversos artistas lamentaram a morte de Rita. Em comunicado nas redes sociais, a banda Noda de Caju ressaltou que a compositora foi “única”. “Sua extensa obra será lembrada para sempre e ela estará eternamente nos nossos corações”, diz.

O cantor Xand Avião compartilhou um vídeo em que canta “Pedaço de Solidão”, canção de Rita, ao lado da compositora. “Você será eterna em nossos corações”, escreveu.

A forrozeira Mari Fernandez, que também é natural de Alto Santo, lamentou a perda da conterrânea. “Você foi exemplo como ser humano, ajudando tantos compositores e foi inspiração também com suas letras linas, minha conterrânea”, disse.

A cantora Taty Girl também homenageou a amiga Rita de Cássia. “Não consigo acreditar #ForroDeLuto Descanse, minha poeta”, escreveu a forrozeira.

A cantora Taty Girl também homenageou a amiga Rita de Cássia. “Não consigo acreditar #ForroDeLuto Descanse, minha poeta”, escreveu a forrozeira.

Bráulio Bessa, escritor e poeta, exaltou Rita como a maior compositora de forró de todos os tempos. “Rita, minha amiga e conterrânea, colega de sala de minha mãe aqui em Alto Santo. Que tristeza, meus amigos”, disse em seu perfil no Twitter.

O cantor e compositor Batista Lima disse que a história da “poetisa” jamais será esquecida. “Senhor, receba esta amiga que cantou e nos presenteou com lindas canções de amor”, disse em publicação no Instagram.

Gil Mendes, ex-integrante das bandas Forró Real e Garota Safada e cantora solo, fez um texto emocionado em tributo à Rita. “Você vai sempre ser nossa poetisa e no nosso forró uma grande força, um grande nome e uma grande voz”, escreveu.

O forrozeiro Tarcisio do Acordeon lamentou a perda e disse que o nome de Rita de Cássia será eternizado pelas suas obras e pelo seu talento.

Prefeito de Goiana busca parceria com o Avante

O prefeito de Goiana, Eduardo Honório, do União Brasil, está buscando parceria com o deputado federal Waldemar Oliveira, presidente estadual do Avante. Durante visita de Eduardo a Waldemar, nesta terça-feira (03), o prefeito conversou sobre o possível apoio do deputado e do Avante.

Na foto, da esquerda estão: Eduardo Honório, o ex-secretário de Agricultura de Goiana, Manuel Júnior, Waldemar Oliveira, o vereador de Goiana, Ramon Aranha, os articuladores do encontro, e Cláudio João da Silva, conselheiro tutelar de Goiana.