Gestão parlamentar do Coronel Alberto Feitosa é marcada pela defesa de bandeiras como a defesa da mulher, o combate às drogas e a liberdade

O deputado Coronel Alberto Feitosa fechou 2022 com uma votação expressiva de 146.847 votos que o colocou como o segundo deputado estadual mais bem votado de Pernambuco e reeleito para mais um mandato. “Esse número de eleitores só aumenta minha responsabilidade como representante de cada um desses pernambucanos “, ressaltou Alberto Feitosa

Vai encerrando seu quarto mandato, com uma atuação parlamentar, como um dos maiores representantes da Direita em Pernambuco e reiterando que será uma voz de oposição ao novo governo federal.

O balanço da gestão parlamentar em números inclui: 32 Projetos de Lei, 4 Projetos de Emenda à Constituição, 86 Indicações e 136 Requerimentos. Entre alguns:

Pela Mulher

– Lei 3557/2022 do Direito a Acompanhante a todas as mulheres independente da idade, em todos os procedimentos médicos (exames, consultas, cirurgias)

– PL 2151/2021 que obriga as empresas de grande porte de Pernambuco, que possuam 60% do seu quadro de funcionários formado por homens, a darem palestras sobre violência contra a mulher semestralmente.

– Emenda no valor de 100mil ao Instituto ABC da Mama para cursos de qualificação profissional que ajudem as mulheres afastadas do mercado de trabalho, por causa do tratamento para o câncer, a serem reinseridas no mercado.

Combate às Drogas

– PL 003216/2022 obriga a realização de Seminários Anti Drogas nas Escolas

– Lei 17.825 obriga os candidatos aprovados em concursos públicos a apresentarem,no ato da nomeação, exames toxicológicos com janela de detecção mínima de 90 dias.

Pro Armas

– Lei 17778 / 2022 : estabelece 19/01 como dia estadual do atirador esportivo

– PL 3037 / 2022: estabelece normas de publicidade de armas de fogo

– PL 3037 / 2022 : reconhece em pe as atividades dos cacs como de risco

Entre os requerimentos estão o pedido de informação ao governador Paulo Câmara sobre a não redução do IPVA após um ano de restrições econômicas por causa da pandemia e sobre uma denúncia de prática de ideologia política dentro da sala de aula de um escola estadual de referência.

 

Presidente Lula reafirma confiança em Alexandre Padilha após críticas de Arthur Lira

Declarações ocorreram durante evento em São Paulo, evidenciando a permanência do ministro das Relações Institucionais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, hoje, que o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, permanecerá no cargo, mesmo após críticas do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A declaração foi dada durante a inauguração de sede da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, em São Paulo. As informações são do portal G1.

Agradecer o companheiro Padilha. O Padilha está no cargo que parece ser o melhor do mundo nos primeiros seis meses. E depois começa a ser um cargo muito difícil. Porque nos primeiros seis meses, é como um casamento, nos primeiros seis meses de casamento é tudo maravilhoso. A gente não sabe os defeitos da companheira, ela não sabe os defeitos da gente. A gente ainda está se descobrindo. A gente promete coisa que a gente não vai fazer, ela também promete o que não vai fazer. Então, o que acontece é que chega um momento que começa a cobrar”, afirmou o presidente.

E o Padilha está na fase da cobrança. E na fase da cobrança, eu dizia para o Zé Múcio, que foi meu ministro no lugar de Padilha, o Walfrido dos Mares Guia, o Jaques Wagner, o Tarso Genro, eu dizia o seguinte ‘esse é o tipo de ministério que a gente troca a cada seis meses para que o novo faça novas promessas’. Mas só de teimosia, o Padilha vai ficar muito tempo nesse ministério porque não tem ninguém melhor preparado para lidar com a diversidade dentro do Congresso Nacional que o companheiro Padilha”, completou Lula.

O presidente da Câmara fez os ataques depois de ser questionado por jornalistas sobre a votação na Câmara que manteve a prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). Nos bastidores, deputados dizem que Lira ficou contrariado com o que considerou ser uma interferência do Governo, sobretudo de Alexandre Padilha, na análise pela Câmara da situação de Brazão. Padilha disse, publicamente, que o Governo orientaria pela manutenção da prisão.

Na última sexta-feira (12), em um evento no Rio de Janeiro, o ministro de Lula se defendeu. Questionado sobre a fala de Lira, Padilha disse que não desceria “a esse nível” e que seguirá atuando sem “rancor”. “O único ato que fizemos durante a votação desse tema foi afirmar que o governo defendia a prisão desse parlamentar que [foi preso], a partir de um processo de investigação de seis anos, com uma atuação forte do ministro Flávio Dino e do ministro Ricardo Lewandoski no governo do presidente Lula”, disse Padilha.