Justiça Eleitoral restabelece filiação de Leonardo Avalanche ao PRTB

Decisão do TRE-GO reverte cancelamento e reforça legitimidade de Avalanche no comando do partido

Em um marco decisivo para a integridade partidária e a clareza do cenário eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) proferiu um despacho que determina a reversão do cancelamento da filiação partidária de Leonardo Alves de Araújo, conhecido como Leonardo Avalanche, aos quadros do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB). A decisão, datada de 04 de fevereiro de 2026 e assinada pela Juíza Maria Umbelina Zorzetti, da 1ª Zona Eleitoral de Goiânia-GO, atende a um pedido fundamentado em tutela de urgência proferida pela 13ª Vara Cível de Brasília-DF, reforçando a legitimidade de sua atuação e seu papel incontestável na estrutura partidária.

Este despacho da Justiça Eleitoral não apenas reintegra Leonardo Avalanche formalmente ao PRTB, mas ressoa como uma vitória contundente e inquestionável contra as manobras que buscaram afastá-lo da liderança. Para os apoiadores e para o próprio Avalanche, trata-se de um reconhecimento fundamental de sua posição, consolidando seu comando frente à agremiação e garantindo a continuidade de seus objetivos políticos.

O Retorno Triunfante e o Projeto Presidencialista

Leonardo Avalanche, uma figura central na defesa da candidatura de Pablo Marçal à Presidência da República em 2026, vê nesta decisão um passo crucial para blindar e consolidar o projeto político do partido. Sua refiliação, decorrente de uma determinação judicial que já havia apontado irregularidades no processo de seu afastamento, pavimenta o caminho para a plena restituição de sua autoridade, assegurando que nada atrapalhe a preparação para a corrida presidencial.

Com esta nova e inegável derrota, o grupo de Antônio Amauri Malaquias de Pinho, que há anos tem sido denunciado por sua conduta de tentar se apoderar indevidamente de partidos políticos, assiste, de camarote Leonardo Avalanche reafirmar sua posição. Conforme argumenta a defesa de Leonardo, este grupo possui um histórico de responder a múltiplos processos por tentativas de usurpação e controle de partidos, caracterizado por um modus operandi que visa a obtenção de benefícios próprios e indevidos. No entanto, desta vez, a justiça está sendo feita de forma contundente, impedindo que tais manobras comprometam a estabilidade e a missão do PRTB.

A decisão da Justiça Eleitoral sinaliza que as tentativas de manipulação e as estratégias que visam desestabilizar a liderança legítima não encontrarão respaldo. O Judiciário, ao determinar a refiliação de Leonardo Avalanche, envia uma mensagem clara sobre a importância da legalidade e da transparência nos processos internos dos partidos políticos. Este é mais um capítulo em que a justiça prevalece, expondo as inconsistências e a atuação de grupos que buscam o controle partidário por vias questionáveis e, como se percebe, com intenções que extrapolam os limites da ética e da lei.

Para o PRTB, a reintegração de Leonardo Avalanche significa a estabilização e a clareza necessárias para as eleições de 2026, sob uma liderança agora ainda mais fortalecida e legitimada pela via judicial. Nada mais poderá atrapalhar a caminhada do PRTB em defesa da candidatura de Pablo Marçal ao Planalto.

Raquel Lyra lidera cenário espontâneo em pesquisa Datafolha para o Governo de Pernambuco

Governadora aparece com 24% das citações quando os eleitores escolhem livremente o nome do candidato, superando João Campos; levantamento ouviu 1.022 pessoas entre 2 e 4 de fevereiro

A pesquisa Datafolha para o Governo de Pernambuco – divulgada nesta sexta-feira (6) pelas rádios CBN Recife e CBN Caruaru, e pelo Blog do Elielson – mostra João Campos com 47% dos votos totais no cenário estimulado, contra 35% de Raquel Lyra. Eduardo Moura tem 5%, já Ivan Moraes, 1%. Brancos ou Nulos foram 10%, enquanto que 2% não souberam ou não responderam. O Instituto Datafolha reuniu 1.022 pessoas entre os dias 2 e 4 de fevereiro. A margem de erro é de 3% e o grau de confiança é de 95%.

Cenário estimulado

João Campos – 47%
Raquel Lyra – 35%
Eduardo Moura – 5%
Ivan Moraes – 1%
Brancos ou Nulos – 10%
NS/NR – 2%

Cenário espontâneo

Já no cenário espontâneo, quando os entrevistados citam os candidatos que pretendem votar, João Campos aparece com 18%, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, tem 24%. Outros candidatos não alcançaram 1%, enquanto que os votos brancos e nulos chegaram a 11%. Não souberam ou não responderam 39% dos entrevistados.

Raquel Lyra – 24%
João Campos – 18%
Brancos ou Nulos – 11%
NS/NR – 39%

A pesquisa foi registrada no TSE: PE-09595/2026 e BR-06559/2026

João Campos tem gestão mal avaliada e Recife cai no maior ranking de serviços públicos do Brasil

Levantamento do Instituto Veritá mostra que a capital pernambucana ficou fora do top 10 nacional e aparece entre as piores do Nordeste em áreas essenciais

O Recife vive um momento de forte desgaste na avaliação da gestão municipal. Dados do Instituto Veritá, responsável pelo maior levantamento independente sobre serviços públicos do Brasil, mostram que a capital pernambucana ficou fora do top 10 das capitais com melhor desempenho. A pesquisa foi realizada em dezembro de 2025, com dados preliminares divulgados na segunda semana de janeiro de 2026, e revela que o município não atingiu a nota mínima de 4,9 necessária para integrar o grupo de excelência.

A maioria dos recifenses avalia de forma negativa a prestação de serviços essenciais e aponta falhas graves na transparência, no apoio social e no atendimento direto ao cidadão, indicando que a gestão do prefeito João Campos enfrenta uma crise de credibilidade.

O abismo da transparência

A nota 3,2 em Transparência (informações e gastos públicos) coloca o Recife em posição delicada no Nordeste. A capital empata com Teresina e supera apenas Natal (3,1), ficando muito atrás de São Luís (4,7) e Maceió (4,2). Para a maioria da população, o acesso a dados sobre o uso dos recursos públicos é insuficiente, o que dificulta o controle social e amplia a desconfiança na gestão.

Saúde mental em crise

Um dos piores desempenhos individuais do Recife está no apoio ao tratamento de dependência química, com nota 3,1 — abaixo da média nacional de 3,5. O dado evidencia uma lacuna severa na rede de proteção social e de saúde mental, em uma área de extrema sensibilidade.

Atendimento deficiente

O atendimento ao cidadão também aparece entre os piores indicadores, com nota 3,6. O resultado reflete a dificuldade da população em ter suas demandas resolvidas nos canais oficiais da prefeitura, reforçando a percepção de lentidão e ineficiência da máquina pública municipal.

O teto de vidro da excelência

Mesmo nos serviços considerados “melhores”, o Recife segue distante do padrão de excelência das capitais líderes. A limpeza urbana, melhor área avaliada na cidade, recebeu nota 5,3, enquanto Boa Vista alcançou 7,8. O contraste mostra que, mesmo onde a gestão local se destaca, ainda há grande distância em relação às referências nacionais.

Entre ilhas e abismos

Áreas como coleta de lixo (6,4) e educação (5,1) aparecem acima da média geral da cidade, mas não são suficientes para elevar o desempenho do Recife. No cenário regional, capitais como São Luís (5,7) e Maceió (5,4) se consolidam como exemplos, enquanto a capital pernambucana permanece marcada por opacidade administrativa e fragilidade social.

Os dados do Instituto Veritá apontam que a crise vai além de números: trata-se de uma ruptura na confiança entre a população e a gestão municipal. Enquanto outras capitais avançam, o Recife segue distante do padrão de excelência, com uma sociedade que cobra mais transparência, eficiência e políticas públicas que saiam do papel e cheguem a quem mais precisa.

MPSP denuncia ex-prefeito de Cubatão por estupro contra servidora

Ademário da Silva Oliveira (PSDB) é acusado de crime ocorrido em 2020; defesa afirma que ele é inocente e que não houve indiciamento ao fim do inquérito

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou o ex-prefeito de Cubatão Ademário da Silva Oliveira (PSDB) por um suposto estupro cometido contra uma servidora, durante seu mandato na cidade paulista.

O crime teria ocorrido durante uma festa de aniversário, em outubro de 2020. A servidora, na época funcionária da Secretaria da Municipal de Cultura, apresentou denúncia contra o ex-prefeito no ano passado. O processo tramita em segredo de Justiça.

Procurada, a defesa de Ademário da Silva afirmou que ele é inocente e que confia na Justiça e no devido processo legal.

Em que pese a denúncia oferecida pelo Ministério Público, é fundamental destacar que, ao final das investigações conduzidas pela Polícia Civil — autoridade que teve acesso direto e integral a todos os elementos probatórios colhidos na fase investigativa —, não houve o indiciamento de nosso cliente”, diz a nota assinada pelo advogado Octavio Rolim.