Gilson Filho conquista emenda parlamentar para fortalecer policlínicas do Recife

Vereador eleito destina verba para a compra de medicamentos essenciais nas unidades de saúde da capital pernambucana.

O vereador eleito Gilson Filho (PL) anunciou em suas redes sociais, nesta quarta-feira (23), uma importante conquista para a saúde pública do Recife. Em visita ao gabinete do deputado estadual Alberto Feitosa, Gilson Filho solicitou uma emenda parlamentar para apoiar as policlínicas da capital pernambucana, com foco na compra de medicamentos que estão em falta e que são essenciais para o atendimento da população.

No vídeo publicado, Gilson Filho destaca a urgência da demanda e a necessidade de garantir o abastecimento de medicamentos nas unidades de saúde da cidade. Em resposta, o deputado Alberto Feitosa aceitou o pedido e confirmou a destinação de R$100.222,22. O detalhe curioso dos últimos “2” do valor faz referência ao número de campanha usado por Gilson Filho, 22222, marcando um gesto simbólico para fortalecer o compromisso com a população recifense.

Mesmo antes de assumir oficialmente o seu mandato como vereador, Gilson Filho já está trabalhando em prol do Recife e mostrando dedicação às causas importantes da cidade, como a saúde pública. A emenda visa assegurar que as policlínicas possam atender melhor as necessidades dos pacientes, proporcionando um alívio significativo para aqueles que dependem desses serviços.

A ação reforça a importância de parcerias entre os diferentes níveis de governo para buscar melhorias na qualidade de vida dos recifenses. “Nosso compromisso é com o povo do Recife, e desde já estamos trabalhando para garantir que a saúde pública seja tratada com a seriedade que merece”, destacou Gilson Filho.

A expectativa é que a emenda de R$100.222,22, ao ser destinada, possa contribuir de forma significativa para suprir a carência de medicamentos nas policlínicas do Recife, beneficiando diretamente milhares de pessoas que dependem desse atendimento.

Maria Arraes é Homenageada pelo Hospital de Câncer de Pernambuco por Apoio Institucional

Deputada federal destinou R$ 200 mil em emendas parlamentares para ajudar na manutenção de serviços essenciais.

Na manhã desta sexta-feira (18/10), a deputada federal Maria Arraes foi homenageada pelo Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) em reconhecimento ao seu apoio à instituição. A parlamentar destinou R$ 200 mil em emendas parlamentares para insumos e serviços hospitalares, fundamentais para a manutenção do atendimento a pacientes oncológicos. Durante a cerimônia, realizada nas dependências do hospital, Maria Arraes recebeu uma placa de agradecimento por seu compromisso e parceria com o HCP.

O Hospital de Câncer desenvolve um trabalho essencial em um dos momentos mais delicados da vida das pessoas. É nossa prioridade garantir que essa instituição tão importante do nosso Estado possa prestar assistência à nossa população, principalmente a quem mais precisa”, destacou a deputada ao receber a placa.

Céu Albuquerque e Clodoaldo Magalhães Apresentam Projeto de Lei para Inclusão do Teste de Cariótipo no Teste do Pezinho

Proposta visa detecção precoce de condições intersexo em recém-nascido.

A pré-candidata a vereadora do Recife, Céu Albuquerque, em conjunto com o deputado federal Clodoaldo Magalhães, apresentou no último dia 26 o Projeto de Lei nº 2575/2024, que dispõe sobre a inclusão do teste de cariótipo no exame neonatal de triagem, conhecido como teste do pezinho. A proposta visa identificar variações cromossômicas que indicam condições intersexo, proporcionando diagnóstico precoce e acompanhamento médico adequado.

O projeto de lei propõe que todos os estabelecimentos de saúde que realizam a triagem neonatal incluam o teste de cariótipo, um exame laboratorial que analisa o conjunto cromossômico de uma amostra biológica, permitindo identificar variações numéricas ou estruturais nos cromossomos. “A inclusão deste teste visa a detecção precoce de condições intersexo que possam estar associadas a mutações cromossômicas, possibilitando um acompanhamento médico adequado e aconselhamento genético às famílias,” destacam os autores.

Os custos da inclusão do teste de cariótipo no teste do pezinho serão cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde será responsável pela elaboração de normas técnicas e protocolos específicos para a execução do teste, assegurando que os resultados sejam comunicados aos responsáveis legais pelo recém-nascido e ao médico responsável pelo acompanhamento pediátrico, garantindo sigilo e privacidade.

A implementação do teste de cariótipo no teste do pezinho pretende identificar variações intersexo resultantes de mutações cromossômicas, como a Mosaicos, Quimera, Síndrome de Klinefelter (47,XXY), Síndrome de Turner (45,X) e Insensibilidade Androgênica Parcial e Total, entre outras. Estas condições podem impactar significativamente a saúde e o desenvolvimento dos indivíduos, sendo o diagnóstico precoce crucial para intervenções médicas e psicológicas adequadas.

A aprovação deste projeto de lei representa um avanço significativo na saúde pública, na promoção de práticas médicas éticas e responsáveis, e na proteção dos direitos das crianças intersexo. “A inclusão do teste de cariótipo no teste do pezinho amplia as capacidades diagnósticas do programa, assegurando que todas as crianças recebam o cuidado necessário desde os primeiros dias de vida,” enfatiza Céu Albuquerque, contando com o apoio dos parlamentares para a aprovação da iniciativa.

O projeto de lei segue agora para tramitação na Câmara dos Deputados, onde será analisado pelas comissões competentes, antes de ser votado no plenário.

Ovnis abatidos eram balões espiões da China, dizem EUA

Informação é do democrata Chuck Schumer, líder da Maioria no Senado; objetos foram identificados no Alasca e no Canadá

Autoridades dos Estados Unidos acreditam que os 2 ovnis (objetos voadores não identificados) derrubados desde a 6ª feira (10.fev.2023) eram versões pequenas de balões espiões chineses. A declaração foi dada pelo senador Chuck Schumer, líder da maioria no Senado norte-americano, em entrevista à ABC neste domingo (12.fev). O congressista comparou o tamanho dos objetos com o suposto equipamento abatido pelos EUA na Carolina do Norte e do Sul em 4 de fevereiro.

Segundo ele, o programa de vigilância chinês deverá ser fechado por causa da detecção dos supostos balões. “Acho que os chineses foram pegos mentindo, é um verdadeiro retrocesso para eles”, declarou o congressista. Chuck afirmou que há a possibilidade de o país vigiar não somente os EUA, mas também o resto do mundo. Disse que o governo norte-americano não tinha conhecimento sobre a presença de balões “até alguns meses atrás” e não desconfiar de uma possível espionagem foi um erro. Por isso, as Forças Armadas e a inteligência do país estão focadas em investigar a situação.

Em 10 de fevereiro de 2023, um objeto foi identificado e retirado do ar sobre o território do Alasca. No dia seguinte (11.fev), outro foi avistado no Canadá e também foi abatido.

Os governos dos países não identificaram a autoria dos objetos identificados até o momento da publicação desta reportagem. A China também identificou neste domingo e se prepara para derrubar um objeto não identificado na província de Shandong, na costa marítima de Rizhao, no leste do país. O governo chinês emitiu um alerta a pescadores da região, segundo relatou o jornal estatal chinês Global Times em seu perfil no Twitter. A derrubada dos possíveis balões criou um imbróglio diplomático. Os EUA acusam o governo chinês de invasão do espaço aéreo. Segundo o país asiático, o objeto era usado para estudos meteorológicos e teve a trajetória alterada por correntes de vento.

Embora tipicamente associado a uma nave de procedência extraterrestre na linguagem popular, um ovni (ou UFO, na sigla em inglês) define qualquer objeto voador que não possa ser imediatamente identificado. Pode incluir balões meteorológicos, aeronaves militares, veículos privados ou fenômenos naturais. Em 2022, os Estados Unidos receberam 510 relatos de objetos voadores não identificados, segundo um relatório do DNI (Diretor da Inteligência Nacional, na sigla em inglês) .

Deputado Sóstenes Cavalcante Rebate Críticas de Lula sobre PL do Aborto

Autor do PL do Abordo, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) reagiu à crítica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a proposta, que equipara a interrupção da gestação acima de vinte e duas semanas ao crime de homicídio. Após Lula afirmar que é contra o aborto, mas que a prática é uma realidade no Brasil e a aprovação do projeto é uma “insanidade”, o parlamentar rebateu alegando que a pena para quem cometer estupro nesses casos pode ser aumentada, e provocou questionando se, dessa forma, o presidente o apoiaria.

“É simples, a relatora pode incluir, mesmo sendo matéria estranha ao texto o aumento da pena para estuprador para 30 anos, fica resolvido presidente, vamos ter o seu apoio já que você é contra o aborto?”, escreveu Sóstenes. As informações são do O GLOBO.

Procurado pelo GLOBO, o deputado disse que assistiu ao pronunciamento de Lula sobre o tema, realizado em coletiva de imprensa na Itália, onde participa de agenda na Cúpula do G7, e definiu a fala do presidente como “peça publicitária”.

“É uma peça publicitária de campanha eleitoral para tentar enganar os eleitores Católicos e Evangélicos, ele falou tudo no vídeo, menos da vida do bebê indefeso de 22 semanas”, afirmou o parlamentar.

Durante sua fala, Lula disse que é contra o aborto, mas afirmou que a prática é uma realidade no Brasil.

“Eu sou contra aborto, entretanto, como aborto é realidade, a gente precisa tratar aborto como questão de saúde pública. E eu acho que é insanidade alguém querer punir uma mulher numa pena maior que o criminoso que fez o estupro. É no mínimo uma insanidade isso. Sinceramente, à distância, não acompanhei o debate muito intenso no Brasil, quando voltar vou tomar ciência disso, tenho certeza do que tem na lei já garante que a gente aja de forma civilizada para tratar com rigor o estuprador e para tratar com respeito a vítima. Quando alguém apresenta uma proposta que a vítima precisa ser punida com mais rigor que o estuprador, não é sério”, afirmou Lula.

A urgência do texto foi aprovada a toque de caixa quarta-feira na Câmara — e gerou mobilizações nas redes sociais contra sua aprovação e também protestos nas ruas de capitais brasileiras. Antes da votação, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que a questão “não é matéria de interesse do governo”.

Na sexta-feira, depois de ver as reações ao PL do aborto crescer, o governo federal passou a se posicionar de maneira mais firme contra o texto, que teve a tramitação em regime de urgência aprovada nesta semana na Câmara. Os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Marina Silva (Meio Ambiente), Cida Gonçalves (Mulheres) e a primeira-dama Janja da Silva criticaram a proposta ontem.

Em suas redes sociais, a primeira-dama Janja da Silva afirmou que o PL é “preocupante” e “ataca a dignidade das mulheres e meninas”. A primeira-dama ainda criticou a tramitação do texto na Câmara dos Deputados, afirmando que era “preocupante” a aprovação da urgência sem discussão nas comissões temáticas. Com a tramitação acelerada aprovada pelos deputados, o texto pode ser votado direto no plenário. E concluiu que não se pode “revitimizar e criminalizar essas mulheres e meninas”, e que é preciso “protegê-las e acolhê-las”.

Maria Arraes Apresenta Projeto de Lei para Redução da Morbimortalidade Materna no Brasil

Em 2023, o Brasil registrou 57 mortes por 100 mil nascidos vivos, quase o dobro da meta de 30 mortes por 100 mil nascidos vivos estabelecida pelas Nações Unidas. No Norte e no Nordeste do País, a situação é ainda mais preocupante, com a razão de 82/100 mil e 67/100 mil, respectivamente. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 90% desses óbitos ocorrem por causas evitáveis. Diante dos dados alarmantes, a deputada federal Maria Arraes apresentou um projeto de lei inovador com o objetivo de reduzir a alta taxa de morbimortalidade materna no Brasil. O programa, denominado Medidas de Apoio Matricial para Redução da Morbimortalidade Materna (MAMM), propõe uma série de ações integradas no âmbito da atenção básica de saúde e nos locais de assistência ao parto.

Em audiência pública sobre violência obstétrica e a mortalidade materna promovida pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e da Saúde da Câmara dos Deputados na tarde desta quarta-feira (12), a deputada detalhou os principais pontos da proposição. 

O objetivo é implementar medidas eficazes para a prevenção e manejo de complicações associadas à gestação e ao parto. “Com o programa, queremos garantir que cada mulher tenha acesso a informação e cuidados de saúde de qualidade que ajudem a proteger as suas vidas. Não é admissível que nenhuma mulher morra de causas evitáveis relacionadas à gravidez e ao parto”, afirma a parlamentar. 

Maria Arraes destaca que o projeto surgiu de uma demanda da sociedade civil e é resultado de uma construção coletiva com profissionais de saúde, incluindo médicas, enfermeiras, obstetras, doulas e pesquisadoras da área. 

Entre as principais diretrizes do programa apontadas pelas especialistas, estão a promoção de medidas preventivas e manejo de complicações focadas nas principais causas de óbito materno direto no Brasil; a educação continuada para atualização constante sobre prevenção, diagnóstico e manejo das principais causas de morbimortalidade materna, incluindo saúde mental perinatal; e a atualização dos protocolos de identificação e manejo com base em evidências científicas. 

O projeto também prevê ações educativas sobre as indicações reais de cesáreas e os riscos associados a intervenções desnecessárias, bem como a disponibilização de especialistas para fornecer suporte contínuo às equipes de atenção básica.

Propõe-se, ainda, a criação de um grupo nacional para levantamento e acompanhamento de iniciativas locais, apoio de Programas de Residência Médica para capacitação e atualização dos profissionais da atenção básica, e a promoção de medidas educativas para as mulheres sobre seus direitos e garantias relativos a contracepção, pré-natal, parto e puerpério.

Um dos aspectos inovadores do projeto MAMM é a incorporação do matriciamento, uma prática interdisciplinar que promove a colaboração entre a Atenção Primária à Saúde (APS) e especialistas. O matriciamento visa à qualificação do cuidado prestado, proporcionando suporte contínuo às equipes da APS e garantindo um atendimento mais eficaz e integrado. 

As ações incluem o mapeamento de mulheres em idade fértil, acesso oportuno a métodos contraceptivos, garantia de consulta puerperal até o 7º dia pós-parto, acompanhamento multiprofissional, redução das taxas de cesarianas desnecessárias e identificação precoce de sinais de gestação de alto risco.

Além disso, o MAMM prevê ao menos uma consulta no pré-natal para orientação e realização de planejamento familiar, assim como informação nutricional para gestantes, com orientações acerca da importância de ajuste nutricional para redução de danos associados às comorbidades relacionadas à morbimortalidade materna. A redução dos riscos na gravidez também contempla informações acerca do conceito, formas e medidas para redução de violência doméstica.

Pernambuco celebra três anos sem casos de sarampo

Pernambuco está desde 2021 sem registrar nenhum caso de sarampo. Em nível nacional, o Brasil atingiu a marca histórica de dois anos sem casos de sarampo, marcando um importante passo na luta contra essa doença altamente infecciosa. Esse período sem registros locais do vírus coloca o Brasil mais próximo de recuperar sua certificação como ‘país livre de sarampo’, título conquistado em 2016 e temporariamente perdido em 2018 devido a fatores como o intenso fluxo migratório de países vizinhos e a queda nas taxas de vacinação em diversas regiões. Em 2022, o país reportou apenas 41 casos de sarampo, uma queda significativa em relação aos 20.901 registros em 2019.

No início de maio, o país recebeu a visita da Comissão Regional de Monitoramento e Reverificação da Eliminação do Sarampo, Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita na Região das Américas e do Secretariado da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) com o objetivo de dar continuidade ao processo de recertificação do Brasil como livre da circulação de sarampo e com sustentabilidade da eliminação da rubéola e da síndrome da rubéola congênita (SRC).

Ainda neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o aumento de casos da doença na Europa como “alarmante”. Foram mais de 58 mil infecções pelo vírus em 41 países ao longo de 2023, um aumento em relação aos últimos três anos. 

Para que o Brasil possa continuar sem casos, é fundamental alcançar coberturas vacinais de, no mínimo, 95% de forma homogênea, visando a proteção da nossa população diante da possibilidade de ocorrência de casos importados do vírus e reduzindo assim o risco de introdução da doença. Além do que, garante a segurança até mesmo das pessoas que não podem se vacinar”, explica o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti. 

Ele destaca, ainda, a importância da continuidade da estratégia de microplanejamento que, em 2023, repassou R$151 milhões para estados e municípios. O método, que é recomendado pela OMS, consiste em diversas atividades com foco na realidade local e em fortalecer e ampliar o acesso da população à vacinação, durante todo o ano. 

Tríplice viral 

A tríplice viral é uma das vacinas ofertadas no Calendário Nacional de Vacinação, cujo esquema vacinal corresponde a duas doses para pessoas de 12 meses até 29 anos de idade, e uma dose para adultos de 30 a 59 anos. Esse imunizante protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola – três doenças altamente infecciosas que podem causar sequelas graves e foram responsáveis por epidemias no passado. A cobertura da primeira dose dessa vacina aumentou de 80,7% em 2022 para 87% em 2023. Os dados de 2023 ainda são preliminares e podem subir, já que alguns estados têm bases próprias e as atualizações podem demorar a chegar à rede nacional.

Ministério da Saúde