Governo do Estado apresenta potenciais de Pernambuco a investidores estrangeiros

Fórum de Investimentos Brasil 2021 contará com a participação de mais de 3 mil pessoas online. Do Estado, participam representantes da SDEC, SEDUH, AD Diper, Suape e Empetur

 

O Governo de Pernambuco participa, nesta segunda (31/05) e terça-feira (01/06), do Fórum de Investimentos Brasil 2021, evento internacional voltado para a atração de investimentos estrangeiros para o país. Organizado pelo Governo Federal e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), sob a liderança da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, o fórum deste ano será remoto por conta da pandemia da Covid-19. 

No estande virtual de Pernambuco, será executado um trabalho multissetorial para apresentar os potenciais do Estado, como a melhor opção para receber investimentos de empresas e estatais estrangeiras. Pontos como localização estratégica, equipamentos de infraestrutura, diferenciais de Portos e Aeroportos, performance na educação e na saúde, além de sólidos instrumentos de incentivos fiscais estarão na pauta do Estado. Para isso, estão confirmadas as participações de representantes das secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e de Desenvolvimento Urbano e Habitação, além de técnicos do Complexo Portuário de Suape, da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) e da Empetur.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, reforça a importância da participação de Pernambuco neste evento. “Estar no Fórum de Investimentos Brasil 2021 é algo estratégico para Pernambuco, pois mostramos que as nossas políticas de atração e benefícios fiscais são colocadas em prática, não apenas objetivando novos negócios, mas também buscando manter a competitividade das empresas já instaladas. Além da localização privilegiada de Pernambuco, os investidores vão poder, neste evento, conhecer mais da nossa infraestrutura logística diferenciada e do nosso ambiente de negócios favorável, com equilíbrio fiscal e governo profissional”, enfatiza. 

O evento costuma reunir autoridades dos governos Federal e estaduais e grandes empresários, executivos e investidores de todo o mundo, além de formadores de opinião. Os painéis deste ano tratarão de temas relativos aos setores estratégicos da economia, com destaque para inovação e política econômica durante a pandemia. A expectativa é que o evento conte com a participação de mais de 3 mil pessoas (online).

Entre as inovações para a edição deste ano estão as cotas de patrocínio para empresas e instituições nacionais e internacionais; espaço para matchmaking virtual (reuniões one on one); sala virtual para apresentação de projetos federais, estaduais e privados; e capacitação online para atração de investimentos (todos os estados e o Distrito Federal). Durante o evento, o Governo de Pernambuco vai poder exibir um vídeo de 3 minutos e 20 segundos sobre o potencial do Estado para atrair investimentos.

Só para se ter uma ideia da grandiosidade do Fórum de Investimentos Brasil, na última edição (2019) houve quase 3 mil inscrições com 1,6 mil participantes, sendo 67% do setor privado e 33% público. Além disso, foram realizadas 118 reuniões bilaterais, além de acordos de cooperação técnica assinados entre a Apex-Brasil e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL); e a Apex-Brasil e o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do Governo Federal.

Morre João Miguel, filho de Whindersson Nunes

O nascimento prematuro do bebê de Whindersson Nunes e Maria Lina comoveu a web neste domingo (30) e fez com que o comediante e sua noiva recebessem apoio de fãs e famosos.

João Miguel nasceu com apenas 22 semanas de gestação e recebeu inúmeras mensagens de carinho, apoio e torcida pela sua recuperação.

Infelizmente, ele não resistiu e faleceu na madrugada desta segunda-feira (31). A notícia foi confirmada pela assessoria de imprensa do humorista.

 

Lara Calábria

Fernando Rodolfo foi o único deputado a acompanhar toda a visita ministerial

O deputado federal Fernando Rodolfo foi o único parlamentar de Pernambuco a acompanhar toda a agenda dos ministros da Saúde, Marcelo Queiroga e do Turismo, Gilson Machado, a Pernambuco nesse fim de semana. A saga de Fernando Rodolfo começou na quinta feira, quando passou a ver de perto o drama dos prefeitos do agreste diante da possibilidade real de falta de oxigênio nos hospitais municipais.

Na sexta pela manhã depois de conversar com a prefeita de Brejão e com os prefeitos de Jupi, Lajedo, São Caetano e Pesqueira, o deputado federal decidiu relatar a situação formalmente ao ministro Marcelo Queiroga e fez um apelo público para que ele viesse até Pernambuco constatar a real situação. No dia seguinte, à noite, Queiroga desembarcou em Recife acompanhado de Gilson Machado Neto, por ordem do presidente Jair Bolsonaro.

A partir daí, Fernando participou ativamente da agenda levando até o ministro prefeitos, secretários e vereadores do agreste, todos com pleitos importantes de seus municípios. “Esse é o meu papel enquanto deputado federal do agreste. Nosso foco é vencer o vírus, cada um com suas atribuições. Como deputado federal sigo firme fiscalizando e buscando soluções através de diálogo com os municípios e com Brasília”, disse Fernando.

Palmares amplia a vacinação contra a COVID-19

A partir de segunda feira dia 31 de maio, Palmares começará a realizar a vacinação dos professores municipais acima de 40 anos da rede pública e privada e essa ampliação no plano também abrange os guardas municipais e os colaboradores dos CRAS (Centro de Referência em Assistência Social) do município.

O prefeito Júnior de Beto fez o anúncio através das suas redes sociais e frisou que: “ Estamos a cada dia avançando com o nosso Plano de Vacinação e seguiremos ampliando os grupos de vacinação de acordo com as doses recebidas.”

E finalizou reforçando os cuidados sanitários: “Precisamos continuar usando máscara, respeitando o distanciamento social e higienizando sempre as mãos para que mais vidas sejam salvas.”

Contra Bolsonaro, esquerda inventa a “aglomeração do bem”.

Por Diego Lagedo

Nunca foi pela saúde, nunca foi pelas vidas, nunca foi pelo isolamento, nunca foi contra o vírus. A esquerda sempre teve um único objetivo: voltar ao poder.

No primeiro ano de mandato do presidente Jair Bolsonaro, a esquerda ficou perdida, sem discurso, e a oposição mais forte ao Governo veio da mídia e de Rodrigo Maia, que era presidente da Câmara dos Deputados.

Porém, veio a pandemia de Covid-19, que atingiu o mundo todo, e, nesse momento, era evidente que qualquer presidente teria dificuldade para governar. Foi aí que a esquerda reencontrou seu discurso para atacar Bolsonaro de uma forma que fizesse efeito fora da bolha.

O sentimento de felicidade dos esquerdistas foi resumido em uma fala de Lula: “Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus porque esse monstro está permitindo que os cegos enxerguem”.

Não que o Governo não tenha cometido erros, mas o Brasil é o 4° país que mais vacinou no mundo e o auxílio emergencial foi um programa fantástico que salvou a população em um momento de crise econômica.

Entretanto, não há popularidade que não seja atingida por uma crise global enquanto enfrenta críticas ferrenhas e parciais de uma classe artística e midiática raivosa. Aliás, esse embate com a grande mídia foi escolha do próprio presidente, que decidiu fazer diferente dos antecessores e não comprou o apoio dos grandes veículos de comunicação.

Bolsonaro seguiu sua agenda, focou no Auxílio Emergencial e, quando havia abraçado a vacinação como forma de acabar com a pandemia, também foi alvo de uma CPI montada pela oposição no Senado. Esta Comissão não foi feita para investigar os escândalos de corrupção do Covidão, mas apenas supostas omissões do Governo Federal durante a pandemia.

Mesmo assim, Bolsonaro continuava fazendo sucesso por onde passava, e afirmava aos quatro ventos que, diferente dele, Lula não podia sair às ruas, pois tinha medo do povo.

A provocação fez efeito e a esquerda, vendo tamanho apoio popular a Bolsonaro nas ruas, decidiu fazer uma manifestação de rua contra ele. Nesse momento, a máscara dos esquerdistas caiu.

Mesmo que, quase de imediato, tenha criado o discurso de que Bolsonaro é mais perigoso que o vírus, a esquerda perdeu o monopólio da defesa da ciência, do isolamento, da saúde e do combate à Covid-19. Está evidente que estavam sempre se lixando para a pandemia, o objetivo sempre foi tirar Bolsonaro e voltar ao poder.

Pois é, depois do “ódio do bem”, a esquerda inventou a “aglomeração do bem”.

*Diego Lagedo é historiador, especialista em gestão pública e editor do site Pernambuco em Pauta.