Principal suspeito de golpe de investimento financeiro milionário na BA apresenta documento falso a investidores

Helbert Pimenta, apresentou um certificação do que seria título bilionário. No entanto, o Tesouro Nacional afirma que o documento é uma falsificação.

Menos de um mês após a denúncia de um golpe de investimento financeiro milionário na Bahia, novos relatos de investidores que aplicaram quantias milionárias na empresa revelam que o principal atrativo do grupo era sobre a expectativa mensal de altos lucros.

“Eu aportei quase R$ 1 milhão. Isso foram aportes feitos em quase dois anos de empresa. Hoje, a 6%, ultrapassa os R$ 3 milhões, se fosse hoje tudo certinho, se eles pagassem a 6%, conforme o contrato”, contou um dos investidores.

“Sem a rentabilidade, foi em torno de R$ 700 mil e com os rendimentos, se tivesse ainda a 6%, hoje daria um total de R$ 2,4 milhões”, contou outro investidor.

Por contrato, os investidores esperavam que os valores fossem aplicados em negócios seguros nos mercados nacional e internacional, principalmente na bolsa de valores.

Mas há mais de um ano e meio eles dizem que não têm acesso aos valores aplicados, e também aos rendimentos, e tentam agora recuperar o dinheiro na Justiça.

“A nossa grande preocupação hoje é que de fato haja meios que possam ser utilizados para que o bloqueio patrimonial possa ser realizado, para que esse dinheiro. A pergunta que não quer calar: onde está esse dinheiro investido para que possa ser devolvido? Essa é a nossa grande preocupação”, diz uma investidora.

As denúncias provocaram o indiciamento de oito pessoas por suspeita de estelionato e associação criminosa. No centro das denúncias está a empresa HS Capital, aberta em janeiro de 2019, e que se apresenta como uma gestora de recursos independente, dedicada a investimentos.

O dono da HS Capital é Helbert Pimenta do Nascimento. Segundo o delegado que fechou inquérito sobre o caso na Polícia Civil, Helbert tem se apropriado do dinheiro dos investidores, e adquirido bens em nome de terceiros.

“Ele simplesmente pegou esses valores e botou em imóveis, carros, lanchas, casas em áreas de lazer….tipo Guarajuba, Itacaré e outros locais. Inclusive, eu também pude apurar que vários desses imóveis ele registrou em nome da esposa dele e do filho. De certa forma, deixa claro, evidentemente, que ele nunca tratou dinheiro de terceiros como se fossem caráter de investimentos, e sim se apropriou de uma forma criminosa”, contou o delegado Antônio Carlos Magalhães Santos.

Na plataforma digital da HS Capital, Helbert postou um vídeo explicando que recebeu documentos da regulamentação bilionária de um título investido no tesouro nacional, e que espera a liberação dos valores para pagar a todos os investidores.

“Tá vendo aqui a HS Capital? Tá vendo aqui o valor de face desse título? 15 bilhões de reais. Esse título juntamente com esse certificado aqui compõem os documentos de face do nosso título”, conta Helbert no vídeo.

A TV Bahia apresentou essas imagens à Secretaria do Tesouro Nacional, que faz parte do Ministério da Economia. Foram apresentados também outros documentos recebidos por investidores das supostas certificações. De acordo com o órgão, todos esses documentos são falsificações grosseiras que compõem uma fraude.

A Secretaria do Tesouro Nacional ainda afirmou que por se tratar de documentos falsos, entende que as transações comerciais ou financeiras envolvendo tais títulos podem configurar crimes, e devem ser comunicadas à polícia para investigações.

No mês passado, a TV Bahia informou que um processo interno da comissão de valores mobiliários, que também é ligada ao Ministério da Economia, concluiu que as atividades executadas por Helbert Pimenta do Nascimento e pela HS Capital são fraudulentas. E que todas as informações foram entregues ao Ministério Público.

Os novos investidores ouvidos pela reportagem contam que entraram no negócio por meio de uma empresa alimentícia que precedeu a HS Capital: a Vitamais Brasil, aberta em 2015 e que estava inscrita em nome do filho de Herbert, Luís Henrique Lins Nascimento.

Na época, os contratos deles foram assinados pelo empresário Abílio Freire de Miranda Neto. Nos documentos apresentados pelos investidores, o empresário assinava como sócio ostensivo do negócio.

Pouco mais de um ano depois dos contratos assinados com a Vitamais Brasil, os investidores dizem que foram comunicados que os valores aplicados seriam transferidos para a HS Capital, a nova empresa criada por Helbert.

“Eu perguntei ao próprio Abílio Freire o que mudaria com isso. ele disse que nada mudaria, à exceção da mudança de CNPJ, que foi a forma que eles encontraram para deixar de ser vítimas das perseguições bancárias, já que as movimentações eram altas”, contou um dos investidores.

No contrato da HS Capital, caso o investidor quisesse retirar o valor aplicado, o pedido teria que ser feito com 60 dias de antecedência, mas em março do ano passado a empresa anunciou a suspensão das retiradas justificando o impacto da pandemia no mercado financeiro. Neste mesmo informe, foi comunicada a redução mensal dos rendimentos para 1%.

Para a polícia, os investidores foram vítimas de um golpe conhecido como “ponzi”, um tipo de pirâmide financeira com maior aparência de investimento, já que os participantes não têm obrigação de indicar outras pessoas para o negócio.

Os novos relatos agora integram ações cíveis, que buscam a restituição dos investimentos, como também os pagamentos dos rendimentos previstos em contrato. Outros investidores, que foram ouvidos em reportagem exibida no mês passado pela TV Bahia avançaram em processos na área criminal.

“Eu e minha família a gente colocou mais de 1 milhão e 200 reais. Uma reserva de aposentadoria, de um trabalho de uma vida toda juntando” contou uma dos investidores que se diz vítima.

“Eu investi R$ 400 mil, O dinheiro da minha vida, foi o dinheiro que eu tinha para comprar um imóvel, pagá-lo à vista”, contou outro investidor. “O que eu aportei foi R$ 330 mil”, lamentou outro.

As investigações da Polícia Civil duraram cinco meses, e o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público da Bahia em novembro de 2020.

Helbert Pimenta é considerado o principal suspeito dos golpes. Por causa da relação precedente com os negócios denunciados, o filho dele, Luis Henrique Lins, e o empresário Abílio Freire também foram indiciados.

Por suspeita de receber comissões para o negócio, a Polícia também indiciou Vanderlei Oliveira, que atua na área comercial da HS Capital, além de Lucas Rios, Felipe Varjão, Luiz Moraes, e Anderson Aires.

“É claro que até para uma pessoa comum fica evidente que você não pode captar recursos de uma pessoa física para ganhar algo em torno de 15 a 20% de comissão dentro de um sistema financeiro que, geralmente, dá uma rentabilidade de algo em torno de 1%”, disse o delegado ACM Santos.

Ao receber o inquérito, além dos crimes apontados pela Polícia Civil, o MP considerou que também há indícios de crime contra o sistema financeiro nacional. Por causa disso considerou que a competência para atuar no caso era do Ministério Público Federal.

Os autos foram enviados ao MPF, que disse que agora as investigações estão sendo feitas pela Polícia Federal. A PF disse que as investigações seguem sob sigilo.

O MPF disse que recebe periodicamente os autos da PF para determinar prazo para realização de diligências, e que isso vem sendo feito de forma regular. Ainda segundo o órgão, em 28 de setembro deste ano, foram concedidos mais 90 dias à PF para o prosseguimento das investigações.

“O que eu espero é que seja feita a Justiça. Que seja justo o que a gente aportou, o que a gente tem o direito de ser reavido por nós, porque é uma história, é uma vida de trabalho, trabalho honesto, né? Diferente do que eles estão fazendo aí”, contou outro investidor que se diz vítima.

“Esse dinheiro é fruto de muito trabalho, projetos, planos futuros, e tudo cessado por um golpe”, disse outro investidor.

De janeiro até agora, o Ministério Público Bahia recebeu doze denúncias de pirâmides financeiras, duas a menos do que em todo o ano passado. Antes da pandemia, em 2019, foram cinco denúncias. Esse especialista orienta que investidores busquem empresas autorizadas pela CVM, e fiquem em alerta para as promessas de ganho fácil.

“A forma mais fácil de você desconfiar é alguém dizer para você: olha, é lucro fácil, não tem burocracia, e o capital precisa ficar retido. quase sempre nas pirâmides financeiras a exigência é o capital fique absolutamente retido. então, para você que tá ouvindo agora, isso é muito importante tá: uma taxa de juros muito boa, de uma aplicação financeira muito boa na renda fixa, vai te dar aí um por cento ao mês. isso aí é excelente: 1% ao mês significa 12% ao ano. Seis vezes de 12…que lucratividade é essa? Como posso ter a lucratividade de 70% ao ano numa aplicação financeira. desconfie, porque isso fatalmente é um golpe”, disse o economista Gustavo Pessoti.

O que dizem os indiciados

Helbert Pimenta e o filho dele, Luís Henrique Lins, não comentaram as novas denúncias até o momento. Na última reportagem, Helbert negou todas as acusações, e disse que os denunciantes são sócios investidores que estão tentando prejudicar a HS Capital desde o início da pandemia, quando alguns negócios onde a empresa investiu grandes valores tiveram que ser paralisados impedindo que fossem feitos distratos até a liquidez. Ele afirmou ainda que a atuação da empresa na bolsa de valores não infringe nenhuma normativa da CVM, e que por direito pode investir seu capital numa corretora de valores devidamente cadastrada nos órgãos reguladores.

Helbert também disse que denunciou à Polícia alguns dos investidores por terem invadido a sede da empresa e furtado documentos. A defesa de Abílio Freire, que representa ainda Felipe Varjão, Luiz Moraes e Anderson Aires, também não comentou as novas denúncias.

Para prestar esses esclarecimentos, disse que precisaria saber os nomes dos investidores e quais são os contratos, informações preservadas em respeito ao sigilo das fontes. A defesa reiterou as informações enviadas na última reportagem de que as empresas de Abílio e dos seus sócios não possuem qualquer relação com os fatos narrados, tampouco com Helbert e com as empresas vinculadas a ele. Disse ainda que todos estão à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos, e não tendo praticado crime algum confiam no arquivamento do caso.

Por meio da assessoria, Lucas Rios negou todas as denúncias, e afirmou que é tão vítima como os demais investidores. Ele contou que também era um investidor, e que perdeu muito dinheiro. Ele ainda afirmou que foi incluído nas denúncias de forma criminosa, e que já está tomando as medidas judiciais cabíveis.

Vanderlei Oliveira não emitiu um novo posicionamento. Na última reportagem, ele afirmou que o indiciamento foi feito de forma totalmente equivocada, e que foi contratado pela HS Capital no fim de janeiro de 2020, e denunciado dois meses depois. Ele ainda disse que não recebeu comissões para atrair investidores, e que no momento aguarda um posicionamento da empresa para a resolução do seu vínculo empregatício.

Whindersson Nunes presta agradecimentos à Anitta por ajuda em tragédia no sul da Bahia

Nos últimos dias, o humorista Whindersson Nunes vem juntando recursos para ajudar famílias prejudicadas pelas fortes chuvas que atingiram cidades no sul da Bahia. “Gente, algum empresário(a) potência na Bahia que tenha helicóptero pode me dar uma força pra ajudar o pessoal atingido pelas enchentes? Entra em contato, faz favor”, pediu, em sua conta do Twitter. Logo após, a cantora Anitta mostrou interesse na mesma causa, e prontamente se reuniu com Whindersson no auxílio para arrecadar meios. “Anitta, com duas ligações, ajudou mais do que um bando de rico nojento que me oferece jato para me buscar para festinha, e na hora de pedir a merda de um helicóptero fazem de conta que não entendem a gravidade do que a gente fala. Enfim, obrigado, Anitta, de coração”, escreveu o humorista em sua rede social. 

O temporal que atingiu as cidades do interior bahiano fez com que cerca de 2 mil pessoas estejam desabrigadas e 27 municípios declarassem situação de emergência. 

Renova Energia inicia novo ciclo e possui projetos que juntos somam 5 GW de energia eólica

São Paulo, setembro de 2021 – A Renova Energia, pioneira no Brasil na geração por fontes renováveis, anunciou recentemente a venda de sua participação na Brasil PCH por R$ 1,1 bilhão, além da comercialização da Espra pelo valor de R$ 265 milhões e ambas as operações evidenciam o início de um novo ciclo na empresa, fundamentado nos mais elevados padrões de governança corporativa. O plano de negócio da companhia envolve transações com os projetos que possui em carteira que juntos somam 5 GW de energia eólica, além de um competitivo “pipeline” solar.

A estratégia da empresa é impulsionada pelo cenário atual da escassez hídrica que criou novas e excelentes oportunidades para ativos de geração renovável. Segundo Marcelo Milliet, CEO da Renova, em entrevista ao Canal Energia, a companhia focará sua atuação na geração de energia renovável, principalmente das fontes eólica e solar. “Temos mapeados projetos em termos de energia solar e um deles inclusive em Caetité, região que além de vento é rica em recursos solares. Além disso há sinergias. Alto Sertão III terá 430 MW mas a subestação que temos tem capacidade de escoamento de 1 GW, podemos agregar outros projetos na mesma subestação e ainda teremos nosso centro de operações”, disse o executivo ao veículo de comunicação. “Estamos olhando no entorno do NE onde há potencialidade de investimentos em solar, mas esse de Caetité deve ser o primeiro”, complementou.

A nova fase da Renova, após a venda de ativos hídricos (PCHS), envolve transações com seu pipeline de 5 GW de energia eólica, além da continuidade das obras do Alto Sertão III aliados a um modelo de governança corporativa sólido e fundamentado em transparência, equidade e responsabilidade empresarial. “O processo final das vendas dos ativos, previstos para o fim desse ano, permitirão que a Renova retome os investimentos e a partir de 2022 a companhia estará estruturada para atuar no mercado de forma mais competitiva”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia.

Após a venda dos ativos a empresa terá em caixa entre R$ 230 milhões a R$ 250 milhões, montante que será destinado a acelerar o desenvolvimento de projetos eólicos e solares e para finalizar o complexo eólico Alto Sertão III, localizado no Sudoeste da Bahia, que atualmente encontra-se com quase 90% das obras concluídas.

Em agenda da RMR, Raquel Lyra visita Fenearte e Morro da Conceição

A presidente do PSDB Pernambuco e prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, cumpriu agenda neste sábado, 11, na Região Metropolitana do Recife. Ao lado da deputada Priscila Krause, esteve na 21ª edição da Feira Nacional de Negócio do Artesanato (Fenearte), no Centro de Convenções, em Olinda, que reúne cerca de 5 mil expositores de todas as regiões do Brasil e de mais 22 países. “A arte produzida pela nossa gente tem importância cultural, econômica e social. Vim dar um abraço nos meus amigos mestres da cultura popular de Caruaru, na Fenearte, onde encontramos gente de todos os lugares de Pernambuco para vender aquilo que é mais rico da nossa cultura e da nossa identidade. Arte do barro, da madeira, da renda. É Pernambuco inteiro expressando a identidade cultural do seu povo e podendo levar às novas gerações aquilo que a gente tem de mais rico”, destacou Raquel Lyra. 

A artesã caruaruense Mariete Rodrigues afirmou que “é um orgulho receber a prefeita Raquel Lyra. Ela se preocupa e sempre apoiou os artesãos do Alto do Moura”, ressaltou. Escolhido por votação popular como Patrimônio Vivo de Caruaru, Mestre Luiz Antônio falou sobre a visita. “Fiquei feliz em recebê-la para ver minha arte porque Raquel Lyra sabe que a cultura popular da nossa cidade é patrimônio não só para o estado, mas para todo o Brasil”, completou.

No Recife, Raquel e Priscila também visitaram o Santuário de Nossa Senhora da Conceição, no Morro, e o Mestre de Capoeira Pirajá, de 73 anos. A agenda na área metropolitana teve início em Paulista, onde Raquel e o ex-senador Armando Monteiro foram recebidos pelo ex-deputado Ramos em um café da manhã. Em seguida, estiveram com o empresário Celso Muniz, na Olinda Creative Community Action (OCCA), espaço de economia criativa, no sítio histórico de Olinda, pensado em impulsionar o fomento à arte, tecnologia, cultura e novos negócios. “Somos um ambiente maker baseado na junção de ciência, matemática, engenharias e artes para criar coisas, ressignificando ambientes que ninguém percebe, criando uma narrativa poderosa, tudo isso ligado ao universo de games. Somos associação, uma escola que não é no sentido formal”, explicou o fundador Kleber Dantas ao apresentar o local.

Raquel Lyra frisou que “foi muito bom conhecer essa iniciativa que incentiva a criatividade e tecnologia para todas as idades. Uma inspiração pra gente levar para educação de Caruaru”, finalizou.

“Se chegar na minha mesa eu veto”; Gilson Neto enfatiza que Bolsonaro não vai assinar qualquer acordo comercial relacionado a derrubada de taxas de importações de confecções

Durante o evento promovido em Santa Cruz do Capibaribe pelo empresário Robson Ferreira, na noite deste sábado (11), o ministro do Turismo Gilson Neto, ressaltou em seu discurso as ações do Governo Federal direcionadas diretamente para região, no meio de tantas outras, citou como exemplo, a visita do Ministro da Saúde Queiroga ao município durante a pandemia, como uma determinação direta do Presidente naquela ocasião. “Estamos diante de um Presidente que não para de trabalhar”.

Gilson ressaltou que levou até ao Presidente durante uma reunião com Ministros, a preocupação com relação aos possíveis acordos comerciais em negociação entre o Brasil e a Coreia do Sul, Indonésia e Vietnã, que poderão derrubar a taxa de importação de confecções ou zerar, prejudicando principalmente o polo de confecções do Agreste. Conforme o Ministro, o Presidente mandou a seguinte mensagem: “Isso não vai acontecer, pode deixar o pessoal tranquilizado, se chegar na minha mesa eu veto”, Homem de confiança do Presidente Jair Bolsonaro, Gílson Neto é um dos nomes lembrados para disputar a vaga para o Palácio do Campo das Princesas nas eleições do próximo ano. Nos eventos conservadores em que tem participado, Gilson tem sido aclamado como candidato a governador do estado.

Além de Gilson, o encontro contou com a presença de lideranças políticas e religiosas da cidade e da região, de políticos com cargo como o deputado federal, Pastor Eurico (Patriota), a deputada estadual Clarissa Tércio (PSC), o deputado estadual, Coronel Alberto Feitosa (PSC), e o presidente estadual do PTB em Pernambuco, Coronel Meira.