CARUARU, GARANHUNS, BOM CONSELHO, JUPI E LAJEDO: Débora Almeida, ‘A voz do Agreste’ realiza maratona por rádios do interior

Parlamentar percorre seis rádios para discutir mandato e indicar ações na Assembleia Legislativa

Em meio a uma semana marcada pelo feriado nacional de 15 de novembro, Débora Almeida, a parlamentar que conquistou a alcunha de ‘A Voz do Agreste‘ durante sua campanha, embarca em uma intensa maratona radiofônica pelos interiores de Caruaru, Garanhuns, Bom Conselho, Jupi e Lajedo. Com a missão de compartilhar suas perspectivas e indicar ações como representante da região na Assembleia Legislativa, a deputada se conecta diretamente com a população por meio de entrevistas em algumas das principais emissoras da localidade.

No último 7 de novembro, Dia do Radialista, Débora Almeida reforçou seu apreço pelas mídias, especialmente o rádio, uma paixão cultivada desde os tempos em que administrava São Bento do Una. Agora, ela intensifica sua presença radiofônica, participando de bate-papos com profissionais de imprensa em seis rádios do Agreste.

A deputada iniciou sua incursão ao falar por telefone com a CBN e Cultura de Caruaru, importantes bases eleitorais. Posteriormente, marcando presença física, ela interagiu com profissionais da Líder FM (Jupi), Asas FM (Lajedo), Marano FM (Garanhuns) e Rádio Papacaça FM (Bom Conselho). Com uma audiência que se soma a meio milhão de ouvintes físicos e milhares online, através das mídias sociais das emissoras, Débora Almeida detalha aspectos de seu mandato e aborda diversas indicações voltadas para a região.

Ao dialogar com o público, a deputada aborda temas cruciais, desde demandas populares sobre abastecimento de água até questões como combate ao risco de gripe aviária, apoio a produtores de leite e derivados, fomento para produtores, infraestrutura das estradas e um olhar especial sobre equipamentos como Adagro e IPA. Esses temas merecem, segundo Débora, uma atenção mais robusta para que possam cumprir sua missão de atender com dignidade e oferecer respostas rápidas aos homens e mulheres que vivem da produção no campo.

Siga conosco para uma cobertura completa desta maratona radiofônica, onde Débora Almeida se consolida como a ‘Voz do Agreste‘, levando suas propostas e ouvindo as demandas da população nos recantos mais distantes da região.

AGENDA DE ENTREVISTAS
As entrevistas em Caruaru foram concedidas, por telefone, a dois veículos nesta segunda-feira (13) às 09h30 da manhã, na CBN Caruaru, conduzidas pelos radialistas Remir Freire e Jessé Acioly e na sequência à Rádio Cultura de Caruaru.

Dia 16 (Quinta-feira):
• As 10 da manhã na Rádio Líder FM de Jupi, no programa ‘Comando Geral’ com o experiente comunicador Agnelo Alves;
• Às 13 horas o bate papo será na Rádio Asas FM com o líder de audiência, Dinho Santos, dentro do espaço ‘Na boca do povo’;
Dia 17 (Sexta-feira):
• As 09 da manhã, Débora Almeida estará na Rádio Marano FM, de Garanhuns. A parlamentar será entrevistada pelo radialista Júnior Paulino no programa ‘Bom Dia Marano’;
• As 11 da manhã inicia o bate papo na Rádio Papacaça FM, de Bom Conselho, onde será entrevistada pelo comunicador Patrick Oliveira no programa ‘Show da Manhã’;

Medidas para diminuir contaminações por agrotóxicos são aprovadas na Assembleia Legislativa

O Projeto de Lei (PL) nº 3357/2022, de autoria do deputado William Brigido (Republicanos) foi aprovado por unanimidade nas Comissões de Justiça, Saúde e Agricultura. De acordo com o projeto o Centro de Apoio Toxicológico (Ceatox) da Secretaria Estadual de Saúde deverá enviar à Alepe, a cada seis meses, relatório com dados de exposições químicas e intoxicações provocadas por contato com agrotóxicos.

“A minha ideia ao apresentar esse projeto é colher informações e poder elaborar leis que protejam os trabalhadores e as famílias. Pois, eles quase sempre são atingidos pelo uso desses produtos químicos”, explico o deputado William Brigido.
Ainda segundo o deputado são “alarmantes” os números de trabalhadores rurais contaminados pelo uso de defensivos agrícolas em todo o País. Agora, o projeto será levado para o plenário e depois de aprovado será lei em Pernambuco.

Palestra de Fayda Belo marca lançamento do Manual Antirracista do NWADV

Elaborado pelo Instituto Nelson Wilians (INW), em parceria com o Nelson Wilians Advogados (NWADV), o manual emerge como uma ferramenta na desconstrução dos pensamentos e comportamentos racistas, que, lamentavelmente, se tornaram uma norma em nossa sociedade.

Além de contextualizar o racismo em suas raízes históricas, o documento aponta as várias formas de discriminação racial que permeiam nosso cotidiano, buscando sensibilizar e educar para instigar uma transformação cultural profunda e imprescindível.

Na abertura da palestra, o presidente do NWADV, Nelson Wilians, e a presidente do INW, Anne Wilians, destacaram a importância do manual no combate ao racismo e na inclusão de uma força de trabalho que verdadeiramente representa nossa sociedade.

“Precisamos estar engajados para que essas mudanças aconteçam em nossas vidas e empresas. Temos que, de fato, responder às nossas responsabilidades”, afirmou Nelson Wilians.

A presidente do INW ressaltou a importância de se promover um ambiente de trabalho inclusivo e livre de racismo, não apenas como um dever moral, mas também como um investimento vital para qualquer empresa, e convidou à reflexão. “Vocês têm que ter certeza que estão numa empresa que se posiciona contra o racismo”, disse Anne Wilians.

Durante sua apresentação, a advogada Fayda Belo, especialista em crimes de gênero e Direito Antidiscriminatório, falou sobre a maneira que nossa cultura contribuiu para a perpetuação do racismo e destacou como, infelizmente, essa problemática continua enraizada em nossa sociedade, ainda nos dias atuais.

“Por que todos os dias pessoas negras sofrem racismo, se existem leis?” perguntou Fayda. A resposta, de acordo com a ativista, “é porque racismo não se combate com leis, mas com antirracismo”.

Fayda destacou a necessidade de se adotar uma abordagem ativa e consciente para promover uma mudança cultural e social mais ampla. Segundo ela, o antirracismo requer o engajamento de toda a sociedade, não apenas do governo, para erradicar a discriminação racial em todas as suas formas.

A ativista ainda fez um chamado às corporações. “Mais importante ainda do que olhar para a pluralidade é olhar para o prisma da competência, existem pessoas negras que podem ocupar todos os espaços”. E para transformar essa percepção, disse Fayda, “esse ambiente (corporativo) precisa ser preparado, precisa ter letramento racial e práticas de inclusão”.

Fayda também destacou a importância de erradicar o racismo recreativo. “Essa história que era para ser só uma piada não pode existir. Tudo que dói no outro e alimenta a exclusão não pode ser engraçado”. Encerrando sua fala, ela enfatizou que “é possível um Brasil sem exclusão”, mas que “combater a exclusão é dever de todos”.

O manual está acessível gratuitamente nos sites do INW (inw.org) e do NWADV (nwadv.com.br).