Governo de Pernambuco Reforça Rede de Saúde com Nomeação de 138 Médicos, Totalizando 315 Nomeações em 2023

A governadora Raquel Lyra anuncia reforço estratégico em diversas especialidades para fortalecer o atendimento público.

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), fortaleceu significativamente a rede de saúde pública do estado ao nomear, nesta quarta-feira (28), 138 médicos de diversas especialidades. Essa medida, que inclui 40 anestesistas, visa assegurar uma assistência adequada e eficiente à população pernambucana. As nomeações foram oficializadas no Diário Oficial do Estado (DOE), destacando não apenas os profissionais, mas também as respectivas Gerências Regionais de Saúde (Gerês) onde cada médico desempenhará suas funções a partir de agora.

Desde o início do ano, essa ação do governo totaliza 315 nomeações, abrangendo uma ampla gama de especialidades médicas, como anestesiologia, cardiologia, cirurgia geral, oncologia, psiquiatria, radiologia, e outras. A distribuição dos profissionais segue critérios estratégicos, com a I Geres, que abrange a Região Metropolitana, recebendo o maior contingente de concursados.

A governadora em exercício, Priscila Krause, enfatizou a importância dessas nomeações, destacando que “essa novidade fundamental para atendermos melhor a saúde da nossa população“. Ela ressaltou que essas nomeações somam-se a outras realizadas desde janeiro, totalizando mais de 4.600 novos servidores em diversas áreas de serviços prestados à população.

A rede de saúde estadual recebe mais 138 médicos, novidade fundamental para atendermos melhor a saúde da nossa população. Essas nomeações se somam a outras que ocorreram desde janeiro, sendo mais de 4.600 novos servidores nomeados espalhados por todas as áreas de serviços prestados à população“, destacou a governadora em exercício, Priscila Krause.

Essa ação reforça o compromisso do Governo de Pernambuco com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) estadual, proporcionando uma assistência mais robusta nas unidades de saúde e melhorando a cobertura das escalas de plantão nos diversos hospitais da rede própria. A secretária de saúde de Pernambuco, Zilda Cavalcanti, salientou a importância desse reforço, afirmando que “o Governo de Pernambuco acaba de publicar a nomeação de cento e trinta e oito médicos para o estado, para a saúde de Pernambuco, que vem fortalecendo diversas especialidades, psiquiatria, anestesia, cirurgia, entre tantas, fortalecendo a assistência ao SUS e melhorando a cobertura das escalas de plantão nos diversos hospitais da rede própria.

A gestão estadual já realizou a nomeação de 4,6 mil servidores desde o início do ano. Na área da saúde, foram 346, sendo 240 médicos, 104 assistentes de saúde e 2 analistas em saúde. Além disso, 30 médicos foram nomeados no Hemope, e outros 45 na Universidade de Pernambuco (UPE). Esse esforço contínuo destaca o comprometimento do governo em proporcionar uma saúde pública de qualidade e acessível à população pernambucana.

Túlio Gadêlha declara apoio a Raquel: “precisamos construir pontes”

O deputado federal Túlio Gadêlha (Rede) declarou apoio à candidata Raquel Lyra (PSDB) para governadora de Pernambuco. O parlamentar e a postulante estiveram reunidos na tarde desta terça (25), onde conversaram com a imprensa. O encontro também contou com lideranças políticas da Rede de diversas regiões do estado.

“Vamos eleger Raquel governadora e Lula presidente. Deixamos Bolsonaro sem palanque nesse segundo turno, e com isso vamos impor uma grande derrota à extrema-direita nessa reta final. Precisamos construir pontes. No futuro governo do presidente Lula, precisaremos dialogar com muita gente de diversos campos. Raquel é uma jovem liderança do PSDB em ascensão, precisaremos do PSDB para governar o Brasil, assim como precisamos abrir esses canais de diálogo para trazer investimentos e desenvolver Pernambuco”, afirmou Túlio, deputado reeleito com mais de 134 mil votos.

“Que o nosso estado seja um estado diverso, plural, que respeite as diferenças, a diversidade. Temos a necessidade de unir Pernambuco e esse gesto de Túlio e dos seus demonstra isso, que o que nos une é maior do que o que nos separa. Chegamos aqui construindo junto com as pessoas, de baixo para cima, e nunca em torno de uma eleição, mas, sim, pelo futuro das próximas gerações”, acrescentou Raquel, ao agradecer o apoio.

Túlio vê uma grande oportunidade de uma mudança significativa dos rumos do estado com Raquel, que será a primeira mulher governadora, e também terá rompido de vez os laços com os responsáveis pela atual gestão, que estão distantes do palanque de Lyra.

Túlio Gadêlha destacou que participou de uma reunião com dirigentes de seu partido, onde ficou decidido que seus integrantes estavam liberados para escolherem seus apoios para o Governo Estadual, mas mantendo o apoio a Lula.

“Não estou indo contra a decisão do meu partido nessa escolha, estou exercendo o meu direito de escolher em quem acredito ter mais capacidade política e administrativa para governar Pernambuco. Essa é uma das belezas da democracia, conseguir dialogar e construir pontes, inclusive, ao lado dos que pensam diferente”, relatou.

Fotos: Américo Nunes

Debate comprova que Raquel é a mais preparada para governar Pernambuco

Candidata apresentou propostas de diferentes áreas para a transformação do estado

Demonstrando mais preparo e conhecimento para debater os problemas reais do estado, a candidata Raquel Lyra (PSDB) apresentou, mais uma vez, as propostas para pernambucanos e pernambucanas durante debate desta terça-feira (25) da TV Jornal. “A gente andou muito e debateu sobre a garantia de melhor qualidade de vida para a nossa gente, porque eu cheguei aos invisíveis. Aqueles que o governo normalmente não enxerga”, apontou Raquel, ao falar que é hora de comparar trajetórias e biografias.

“Andamos nas ruas do nosso estado, ouvindo as pessoas, entendendo as suas dores e buscando com ela, juntos, construir um estado melhor para a gente viver”, disse.

Raquel falou sobre as políticas de ressocialização para jovens. “Conheço a estrutura necessária para garantir o sistema socioeducativo funcionando de maneira adequada. Os adolescentes que não puderem estar cumprindo medidas socioeducativas em meio aberto, vamos estabelecer um recurso fundo a fundo, garantir dinheiro para as prefeituras, para a equipe multidisciplinar poder fazer o acompanhamento do jovem que estiver em cumprimento de medida socioeducativa, junto da sua família, acompanhando na escola com a turma da assistência social e reestruturar o sistema social educativo em Pernambuco. Isso não se faz com discurso, nem se faz com pegadinha.”

A ex-prefeita de Caruaru também falou sobre o combate à violência contra a mulher. “Como prefeita de Caruaru, a gente combateu a violência contra a mulher. Centro de Referência Maria Bonita, com equipe multidisciplinar. Vamos levar isso para os demais municípios de Pernambuco. A gente vai dobrar o número de delegacias da mulher funcionando, 24 horas por dia, 7 dias por semana”, afirmou Raquel.

Outras propostas na área de turismo, transporte público, infraestrutura e combate à desigualdade social também foram apresentadas. Elas podem ser conferidas também no Plano de Governo, disponibilizado no site: https://www.raquellyra.com.br/

“Eu vou cuidar de verdade, acolher, proteger. É assim que fiz a minha vida inteira. É assim que eu vou continuar a fazer”, finalizou Raquel.

 

Banco Central emite primeiros reais digitais; saiba o que vai mudar na sua vida

Nova moeda pode criar um sistema de pagamentos instantâneo que vai funcionar separadamente do bancos

O Banco Central do Brasil emitiu, experimentalmente, as primeiras unidades do real digital. Com isso, a autoridade monetária brasileira entrou no movimento que vem ocorrendo em vários países e deverá representar uma revolução nas finanças mundiais.⁠

O real digital está mesma lista de das demais CBDC (Central Banks Digital Currencies) ou moeda digital dos bancos centrais. Tecnicamente, o real digital será uma “stablecoins”, ou moeda de valor estável, valendo um real. Isso faz com que ele seja diferente de criptoativos como bitcoin ou ethereum, cujas cotações oscilam. Os reais serão emitidos em um ambiente de teste, no Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (LIFT). Até o final de dezembro, a versão “demo” deve ser apresentada

À primeira vista, o real digital não parece ser muito diferente dos reais “convencionais” que trafegam pelos servidores dos bancos e das processadoras de pagamentos. O papel-moeda vem sendo cada vez menos usado, pelo menos nas transações formais da economia (o mercado informal é outra história, mas não trataremos dele aqui).

Pense, por exemplo, no seu salário. Ele é creditado em uma conta bancária pelo seu empregador. Esses recursos são usados para pagamentos. Podem ser boletos em débito automático, podem ser cartões de débito e crédito, e podem ser transferências via Pix. Todas essas transações, que trafegam por meios muito diferentes, são “digitais”: são trocas de informações entre sistemas, sem movimentação de dinheiro físico.

Bancos preocupados
O real digital terá uma diferença muito importante. Todas as transações anteriores – Pix, cartões ou débitos automáticos – necessitam de uma “autenticação” bancária. Pode ser uma conta corrente ou conta-poupança em um banco, pode ser uma conta de pagamentos em uma instituição de pagamentos. Isso não valerá para a nova moeda. “O real digital ficará em ‘wallets’ e será transacionado entre elas”, diz Carolina Gladyer Rabelo, diretora da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), entidade que reúne 115 instituições financeiras e de pagamentos, além de cooperativas de crédito. “As transações não necessariamente terão de passar pelos bancos.”

Isso representa uma mudança mais profunda do que a introdução do Pix. O sistema de remessas instantâneas e gratuitas (ou quase) é intermediado pelo BC. Mesmo assim, as transações ainda trafegam pelo sistema financeiro. No caso do real digital, um usuário que tenha um celular com conexão à internet poderá receber recursos e fazer pagamentos sem se cliente de um banco. “E há outras possibilidades, como por exemplo facilitar operações de câmbio entre o real e outras moedas digitais”, diz Euricion Soares Pinho, diretor de inovação da ABBC.

Riscos e vigilância
Para os diretores da Associação, tantas possibilidades vão levantar discussões sobre os novos riscos. “Quando as transações financeiras migram de um ambiente bancário regulado para o blockchain, a primeira preocupação é a segurança” diz Pinho. “Como evitar fraudes e lavagem de dinheiro, por exemplo.” Além disso, há o impacto sobre o sistema financeiro, que o diretor reconhece ainda ser uma incógnita. “Essa transição digital pode assustar os bancos mais clássicos e tradicionais”, diz ele.

Por exemplo, se todos os recursos de uma pessoa estão em uma “wallet” em seu celular, como garantir a segurança do dinheiro se o celular for perdido ou roubado? Um dos problemas, diz Pinho, é que a segurança não evolui tão depressa quanto a tecnologia.

Não por acaso, a iniciativa digital mais avançada é da China. O Banco do Povo, o BC chinês, está bem adiantado na emissão do renminbi digital. No fim do ano passado, o governo proibiu as transações com criptomoedas clássicas e impediu que cidadãos chineses minerassem ou investissem nesses ativos, em uma tentativa de forçar a circulação da moeda governamental.

Além de aumentar a vigilância sobre as transações financeiras, a iniciativa deverá facilitar a conversibilidade do renminbi, tornando a moeda chinesa uma referência, assim como o dólar. A China é o principal parceiro comercial do Brasil e de dezenas de países. Se fosse possível realizar todas as transações financeiras de maneira digital e automática, sem o trabalhoso e caro aparato das corretoras de câmbio, isso poderia tornar a moeda chinesa uma reserva de valor, assim como o dólar e o euro. Para discutir esses assuntos, a ABBC vai realizar um congresso em São Paulo no dia 8 de novembro, o Conecta ABBC.