Prefeitura do Recife Inova com Parceria Histórica: R$ 1 Milhão para Náutico, Santa Cruz e Sport

Clubes pernambucanos se unem em ação inédita que promete impactar positivamente a sociedade recifense.

Ciente da importância não apenas local, mas também nacional do Náutico, Santa Cruz e Sport, a Prefeitura do Recife fechou uma parceria inédita com o Trio de Ferro pernambucano. Será aportado R$ 1 milhão em cada um dos clubes, que retornará para a sociedade como contrapartida social, com foco no fomento ao esporte da capital. O anúncio foi feito pelo Prefeito João Campos nesta última terça-feira (30), com a presença dos presidentes dos três clubes: Bruno Becker, Bruno Rodrigues e Yuri Romão.

O povo já tinha me abordado na rua pedindo para ajudar o Santa Cruz, mas não faremos só isso. Fechamos uma parceria com os três maiores times do Recife para que a gente possa fazer essa ajuda diretamente, com R$ 1 milhão, e garantindo contrapartidas sociais“, destacou o prefeito João Campos. “Cada clube ajudará em escolinhas, atividades esportivas nos territórios próximos e em equipamentos públicos da cidade. A prefeitura ajuda financeiramente e terá esse retorno. Essa é a hora de todo mundo vestir a mesma camisa. A camisa do Recife, do esporte que consegue tirar uma criança da violência, reduzir crimes, tirar alguém das drogas. Temos uma tradição muito grande do futebol na cidade e temos que trabalhar juntos“, concluiu.

Os mandatários dos três clubes frisaram o poder do diálogo pela busca de maior força para o esporte local. “Como conversávamos antes, o nosso futebol tem passado por momentos difíceis. O Náutico foi protagonista nacional nos anos 60, nós do Santa Cruz em 70 e o Sport, em 90. É importante estarmos aqui e queria parabenizar essa iniciativa“, ressaltou o presidente do Santa Cruz, Bruno Rodrigues. 

Acredito que não existe nenhuma ferramenta mais inclusiva do que o esporte. Esse momento aqui é muito importante para trabalharmos e pensarmos em soluções juntos“, disse Yuri Romão, mandatário do Sport, em discurso que seguiu na mesma linha de Bruno Becker. “Hoje, é relevante destacar que nós aqui, presidentes de Náutico, Santa Cruz e Sport, temos uma sinergia. Temos a consciência de que nosso futebol, com o tamanho dos nossos clubes, é preciso união“, reforçou Bruno Becker, presidente do Náutico. 

O investimento no fomento esportivo se reflete em outros programas da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Esportes. Além de ser responsável pelo Recife Bom de Bola, maior campeonato de várzea do mundo, em 2023, entrou em campo o programa Gramadão. O projeto transforma locais de prática futebolística pela capital pernambucana, revitalizando totalmente os espaços e aplicando grama sintética. Oito localidades já foram transformadas, começando pela Arena 1×1 no Ibura, na antiga praça do Lixão; seguido pela Vila Aliança, no Ipsep; o Campo do Jardim de Alá, na Imbiribeira; o da Campina do Barreto, no bairro homônimo; o do Bueirão na Torre; o Parque do Caiara, na Iputinga; o Vila Cardeal, em Areias; e o Campo do Onze, em Santo Amaro. O programa Gramadão faz parte do Plano Estratégico para o Recife 2021-2024, Rota do Futuro.   

Os nossos clubes têm torcidas gigantescas, e o trabalho do dia a dia vai muito além do que partidas e disputas de campeonatos“, apontou Rodrigo Coutinho, secretário de Esportes. “Uma quantidade enorme de garotos, garotas e famílias são impactados diretamente por esse lado social das instituições. A gente quer potencializar isso, com um trabalho em equipe, usando a estrutura somada dessas entidades para devolver para a população em melhor suporte no fomento à atividade física“.

Yago brilha, Brasil vence Costa do Marfim e avança à segunda fase do Mundial de basquete

Após perder para a Espanha, o Brasil conseguiu vencer a Costa do Marfim por 89 a 77, em confronto realizado nesta quarta-feira (30), pelo Mundial de basquete.

Com o resultado, a seleção comandada por Gustavo de Conti avançou à segunda fase do torneio. O próximo adversário será o Canadá, nesta sexta-feira (1), às 10h30.

Um novo grupo será formado na segunda fase. Além do Canadá, o Brasil vai encarar Letônia e Espanha. Duas seguem no Mundial.

Os resultados do Brasil na primeira fase foram vitória contra Irã e Costa do Marfim e derrota para a Espanha.

O Brasil conseguiu a vitória com uma ótima atuação de Yago. O armador foi eleito o MVP com 24 pontos e onze assistências. Ele chegou a sentir dores no joelho, mas retornou no último quarto.

Na reta final, a Costa do Marfim chegou a diminuir a vantagem brasileira para apenas três pontos. Porém, o Brasil reagiu e consolidou a vitória com uma diferença de 18 pontos.

Sul-Americano de Vôlei Feminino 2023: Horário e onde assistir a Brasil x Argentina

Horário do jogo Brasil x Peru de Vôlei Feminino atualizado na terça

A Seleção Brasileira entra na terceira e penúltima rodada do Sul-Americano nesta terça, 22 de agosto, em partida contra o Peru. O jogo do Brasil vôlei feminino vai começar às 23h, horário de Brasília, e tem transmissão ao vivo para todo o país.

Onde assistir o jogo do Brasil vôlei feminino contra o Peru
A partida entre Peru e Brasil será transmitida no Sportv 2 nesta terça-feira ao vivo. Nenhuma emissora da televisão aberta exibe o duelo.

Os direitos de transmissão do Campeonato Sul-Americano pertencem ao Grupo Globo, onde o Sportv 2 exibirá os jogos do Brasil de vôlei feminino e também masculino para todo o país, disponível em operadoras de televisão por assinatura como a Sky, Claro, Oi e a Vivo.

Horário: 23h (horário de Brasília)

Local: Recife

Onde assistir jogo do Brasil vôlei feminino hoje: Sportv2

Quais as regras do Sul-Americano 2o23?
O Campeonato Sul-Americano reúne cinco seleções da América do Sul anualmente desde 1951, sob o sistema de pontos corridos, com exceção de 2007, quando foi testado o modelo de mata-mata.
Os torneios feminino e masculino seguem exatamente a mesma estrutura: cada time faz 4 jogos e o campeão será aquele que fizer mais pontos.

As partidas terão o formato clássico de disputa: Cada set irá até 25 pontos. Caso as equipes empatem em 24 pontos, o set só termina quando uma delas abrir 2 pontos de vantagem. Vence quem fizer 3 sets primeiro. A vitória sem tie-break (ex.: 3 a 1 ou 3 a 0) dará três pontos ao ganhador e nenhum ao perdedor.

No entanto, se houver necessidade, o 5º set será de até 15 pontos e, neste caso, o ganhador conquista apenas dois pontos e a seleção derrotada leva um ponto.

 

 

 

Fabrizio Ferraz fecha parceria com Delegado Rossine

O deputado estadual Fabrizio Ferraz (Solidariedade) fechou parceria política com o Delegado Rossine, importante liderança política do Agreste pernambucano. Em reunião realizada nesta quinta-feira, o parlamentar e Rossine discutiram ações e melhorias para a população de Pesqueira, além de conversarem sobre o cenário político estadual.

“Rossine é um nome promissor da política pernambucana, que vem consolidando o seu trabalho em nosso estado. Através dessa aliança trabalharemos juntos em busca de investimentos e melhorias para a população de Pesqueira”, afirmou Fabrizio Ferraz.

O Delegado Rossine foi candidato a deputado estadual pelo Solidariedade na eleição de 2022, ficando como suplente na chapa com 31.280 votos, sendo 6.161 deles em Pesqueira, onde foi o mais votado.

“Essa parceria visa o desenvolvimento de Pesqueira através de projetos que proporcionem uma melhor qualidade de vida aos pesqueirenses. Vamos apresentar as demandas do município a Fabrizio, que se comprometeu a ser um interlocutor na busca por recursos para a região”, disse Rossine.

Brasil é eliminado da Copa do Mundo feminina após empate sem gols com Jamaica

A seleção brasileira ficou no empate de 0 x 0 com a Jamaica, nesta quarta-feira, e foi eliminada na primeira fase da Copa do Mundo feminina, o que não acontecia desde 1995, enquanto as jamaicanas garantiram uma histórica vaga nas oitavas de final.

Precisando de um ponto para se classificar, a Jamaica quase não atacou, mas foi firme na defesa, repelindo uma série de ataques brasileiros em uma atmosfera frenética no Melbourne Rectangular Stadium.

A técnica do Brasil, Pia Sundhage, colocou Marta em campo pela primeira vez como titular em sua sexta Copa do Mundo, mas a atacante não conseguiu corresponder. No final, emocionada, ela foi cumprimentada pelos torcedores ao se despedir da competição.

“É difícil falar num momento desse. Não era a Copa que eu sonhava. O povo brasileiro pedia a renovação e a única velha aqui sou eu. Eu espero que as pessoas continuem apoiando o futebol feminino porque as coisas não acontecem de um dia para o outro”, disse Marta, de 37 anos, em entrevista à TV após o jogo.

“A Marta termina por aqui, estou grata por jogar mais uma Copa. Para mim é o fim da linha, mas para elas é só o começo”, completou a jogadora eleita seis vezes a melhor do mundo e maior artilheira da história da Copa do Mundo feminina com 17 gols.

Marta teve uma chance aos 4 minutos e chutou fraco, e outra aos 7, mas foi travada, deixando Ary Borges, desmarcada, lamentando ao lado dela.

Ary Borges finalmente teve sua chance quando Luana cruzou, mas ela cabeceou para fora aos 24 minutos.

O Brasil tinha dificuldades na armação de jogadas e, no final do primeiro tempo, um chute de Tamires pela esquerda foi defendido pela goleira Becky Spencer.

O desespero tomou conta da equipe brasileira após o intervalo à medida que seus ataques não resultavam em nada.

As jamaicanas tomaram um susto aos 34 minutos, quando a defensora Allyson Swaby quase colocou a bola em sua própria rede com uma tentativa de afastar que forçou Spencer a uma bela defesa.

O Brasil teve uma última chance com Debinha, mas o cabeceio foi direto para as mãos da goleira.

No apito final, as jamaicanas caíram de joelhos e comemoraram antes de formar um círculo para dançar ao som da música de Bob Marley “One Love”.

Depois de perder todas as suas partidas na França há quatro anos, o time jamaicano mostrou evolução em pouco tempo, empatando com a França por 0 x 0 e derrotando o Panamá por 1 x 0 nas outras partidas do Grupo F.

Marta chora e diz que ‘final’ contra Jamaica não será despedida da Copa

Rainha eleita seis vezes melhor do mundo se emociona ao falar de legado, se diz pronta para jogar 90 minutos se Pia Sundhage desejar e vê a sueca fazer mistério diante da obrigação de vencer a Jamaica.

De repente do riso fez-se o pranto. Mas não, ainda não é o Soneto da Separação definitiva de Marta da Copa do Mundo. A poesia de Vinícius de Moraes pode esperar mais um pouquinho. De preferência, quem sabe, até o sonhado título inédito. Mesmo em lágrimas ao admitir a possibilidade de a partida desta quarta-feira contra a Jamaica, às 7h (de Brasília), no Melbourne Rectangular, ser a última exibição no principal torneio da Fifa, e de se emocionar ao passar a limpo o legado de seis participações no torneio da Fifa, a recordista de prêmios de melhor do planeta (6) é mulher de muita fé.

“Estou tão focada na partida que não parei para pensar que esta pode ser minha última coletiva em uma Copa do Mundo, porque não vai ser. Estou confiante e acredito que vamos seguir na competição”, afirmou Marta, emocionada.

Aos 37 anos, a camisa 10 completou:” A Marta de 2007(vice na Copa do Mundo) tem mais experiência. Tenho que pensar mais em como agir em campo, porque eu era mais rápida, né? Com toda essa experiência, vou tentar de alguma forma, tanto dentro de campo, como fora, mostrar que somos capazes de vencer a Jamaica novamente. Aconteceu em 2007, aconteceu em 2019 e vai acontecer amanhã, assim espero”, profetizou a alagoana de Dois Riachos.

Não resta alternativa. Terceiro colocado no Grupo F depois de golear o Panamá por 4 x 0 e perder para a França por 2 x 1, o Brasil tem de derrotar a Jamaica para avançar às oitavas sem depender de uma improvável zebra panamenha contra a França. Vice-líder, a Jamaica tem a vantagem do empate contra a Seleção. As caribenhas conseguiram segurar as favoritas francesas na estreia ao segurar 0 x 0.

Sentada ao lado da técnica sueca Pia Sundhage na entrevista coletiva da Fifa, Marta não tem certeza da escalação contra a Jamaica, mas fez a parte dela. “Estou preparada para jogar, não sei quantos minutos, isso é com ela (Pia), mas se tiver que jogar os 90 minutos, vou jogar o tempo todo. Se tiver que jogar alguns minutos, vou jogar alguns minutos. Estou bem, treinando normal. Não tem nada que me impeça de entrar amanhã e jogar o tempo todo. Não sei se consigo jogar os 90 minutos, vou lutar para jogar os 90 se ela decidir me colocar em campo para jogar. Estou bem e preparada”, assegurou.

Marta ficou com os olhos marejados e a voz embargada ao falar sobre legado. “Eu não costumo pensar na Marta. Sabe o que é legal? Eu não tinha uma ídola no futebol feminino. Vocês (imprensa) não mostravam o futebol feminino. Como eu ia entender que eu poderia ser uma jogadora, chegar à Seleção, sem ter uma referência? Hoje, a gente sai na rua e os pais falam. ‘Minha filha quer ser igual a você’. Hoje, temos nossas próprias referências. Não teria acontecido isso sem superar os obstáculos. É uma persistência contínua. A gente pede muito que a nossa geração continue assim. A vovó que torce para o Corinthians. A gente fica feliz em ver tudo isso. Há 20 anos, em 2003 (primeira Copa do Mundo da rainha), ninguém conhecia a Marta. Em 2022, viramos referência para o mundo inteiro. Não só no futebol, mas no jornalismo também. Hoje, vemos mulheres aqui, o que não tinha antes. A gente acabou abrindo portas para a igualdade: comemorou a craque.

A referência do Brasil classificou o duelo contra a Jamaica como mata-mata, admitiu a tensão da partida e ponderou sobre o favoritismo canarinho. “Cada jogo é diferente. Favorito nem sempre ganha. Temos que respeitar o adversário independentemente de quem está do outro lado. São 11 contra 11. Nunca vi ninguém jogar com 12 ou 13. Temos que fazer acontecer dentro de campo, para que a gente possa se sentir confortável nessa situação. Antes da bola rolar, é tudo igual. Quando rolar, temos que mostrar o nosso futebol. Isso vai depender do nosso desempenho, até então, não tem nada definido”, observou.

Fria e calculista, Pia visivelmente engoliu o choro enquanto Marta se emocionava na entrevista. Questionada se Marta começará a partida contra a Jamaica, a sueca despistou. “Amanhã você verá quem está no time titular. Essa “velha moça” é importante para todos nós, claro, por toda experiência que ela tem. Vamos ver. O plano de jogo contra a Jamaica é muito importante, porque é agora ou nunca. Então, temos uma chance de jogar um bom futebol e tentar vencer a partida”, respondeu a treinadora.

Pia fez um alerta sobre a Dinamarca. “Estudar a outra equipe é muito importante e passar às jogadoras que tipo de jogo está por vir também. Um empate 0 x 0, a Jamaica está dentro, um 1 a 0 para o Brasil, nós estamos dentro. Um gol muda o jogo totalmente. Então, é claro que estamos preparadas para isso.

Paula Delai fala sobre desistência do campeão Magnus Carlsen em disputar o próximo Mundial de Xadrez

O mundo do xadrez recebeu uma notícia-bomba recentemente, no primeiro episódio do podcast, intitulado “The Magnus Effect”. O norueguês Magnus Carlsen anunciou sua renúncia em defender o seu título de atual Campeão Mundial, que estaria em

jogo nova disputa no match contra o russo Ian Nepomnichtchi, prevista no início de 2023. O novo desafiante será o chinês Ding Liren.  A médica e ex-jogadora de xadrez, Paula Fernanda Delai, comenta: “A decisão levanta a possibilidade de modificar o formato de disputa dos próximos ciclos, visando aumentar a competitividade. Isso levaria a rumos mais benéficos pois gera imprevisibilidade e oportunidade a novos talentos”.

Em sua avaliação, Paula começa apontando uma declaração do superastro norueguês em dezembro de 2021. “Logo após o campeonato mundial anterior de 2021 em Dubai, quando ele venceu o próprio Nepomniachtchi, Carlsen disse que a alegria pela vitória não foi nem de longe tão forte quanto ele esperava.”, pontua a ex-enxadrista.

Outro ponto importante a ser considerado, na opinião de Paula Delai, é que Carlsen também declarou, na mesma ocasião, que ele se sentia motivado para defender o título em outro match apenas se o iraniano-francês Firouzja vencesse o Torneio de Candidatos de 2022, o que não aconteceu. “Ele disse que realmente ficou impressionado com a ascensão de Alireza Firouzja, considerando a idade dos 18 anos e destaque com alto rendimento entre os melhores jogadores do mundo”, afirma.

Ainda segundo Paula Delai, não é difícil compreender as razões de Magnus Carlsen não querer participar do mundial contra o mesmo oponente. “O torneio mundial é muito exigente, necessita preparação á longo prazo, tanto no aspecto físico quanto mental. É necessário uma rotina de treinamento consistente e abdicações para vencer todas as etapas e entrar num ciclo de disputa, que está muito restrito atualmente. A desistência de Carlsen é legítima e pode ensejar outras reflexões, como inclusão de maior número de participantes e outros Continentes.”, revela Paula.

 

Na visão da médica e ex-jogadora, Paula Fermanda Delai : “A desistência de Carlsen pode levar á uma série mudanças favoráveis. Ele deixou claro que não está se aposentando, pelo contrário, há uma série de torneios programados para ele participar no futuro. Metas para atingir 2900 de rating FIDE. final, como bom estrategista que é, Magnus Carlsen provavelmente está com uma boa jogada em mente para alavancar ainda mais sua carreira e o futuro do xadrez no geral. Entendedores entenderão”, conclui a ex-enxadrista Paula Fernanda Delai.

Marta lança marca de sportwear com arrecadação de fundos para o esporte feminino

A estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo Feminina foi sensacional, as craques ganharam em uma goleada de 4×0 contra o Panamá. Não só dentro de campo as meninas estão se destacando, como fora dele também. A camisa 10, Marta, anunciou uma marca de sportwear com arrecadação de fundos para ações em prol do esporte feminino!

 

Marta, a maior artilheira da história do futebol – entre homens e mulheres, acaba de transformar a campanha Go Equal em uma marca de sportwear com peças exclusivas para ampliar a visibilidade pelo movimento da equidade de gênero no esporte, em parceria com a Centauro.

A causa começou em 2019, quando a embaixadora global da ONU Mulheres, entrou em campo na Copa do Mundo de 2019, em uma partida da seleção brasileira contra a Austrália, na volta do segundo tempo, e trocou o par de chuteiras brancas por uma preta, sem patrocinadores e apenas um símbolo de igual, para representar a igualdade de gênero.

Brasil x França: Pia deve manter escalação inicial ou reforçar a marcação?

Desde o início da preparação para a Copa do Mundo Feminina 2023, a comissão técnica da seleção brasileira organizou uma logística para privilegiar as melhores condições para o duelo contra a França. No próximo sábado, às 7h, no Brisbane Stadium, o Brasil enfrenta seu maior desafio na primeira fase, e tem a missão de vencer pela primeira vez as francesas.

Depois de uma vitória com autoridade na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, Pia Sundhage tem questões a decidir nos próximos dias, quando precisará escolher a escalação inicial na segunda partida do Mundial.

Do meio para frente, o desempenho foi consistente e produtivo, com o Brasil dominando a partida nos 90 minutos e mostrando diferentes alternativas para chegar à meta adversária. Mas a pontaria deixou a desejar, e três dos quatro gols vieram de cruzamentos pelo lado esquerdo, aproveitando a marcação ineficiente do Panamá, que deixou Ary Borges livre marcar três vezes. Foram 31 cruzamentos, 10 concluídos, em boa cobertura de Tamires e Debinha pela ponta esquerda, na maioria dos casos sem que as adversárias apresentassem resistência.

Contra a França, o duelo deve ser maior no setor: no jogo de estreia, em que as europeias ficaram apenas no empate com a Jamaica, o treinador Hervé Renard testou Matéo e Majri nas duas alas, com mais sucesso com a primeira pela esquerda e a segunda pela direita. No segundo tempo do duelo contra o Panamá, Pia sacou Antônia para a entrada de Bruninha, dando ritmo de jogo à lateral-direita de origem — Antônia originalmente atua como zagueira — e indicando a possibilidade de ter um reforço no setor.

Assim, a opção poderá ser por uma formação com três zagueiras, esquema escolhido por Pia no duelo contra a Inglaterra, na Finalíssima, em abril. Na ocasião, o Brasil sofreu bastante pressão das inglesas, especialmente no primeiro tempo, mas conseguiu segurar o poder do ataque da equipe comandada por Sarina Wiegman.

Pia pode aproveitar a experiência de Kathellen, defensora do Real Madrid, para apoiar a jovem Lauren, que, aos 20 anos, estreou em Copas do Mundo nesta segunda-feira. O trio fica completo com Rafaelle, “xerife” da zaga e que teve atuação elogiada por Pia após a estreia. Tamires e Antônia devem repetir a função na lateral, mas com Rafaelle atuando mais próxima à lateral-esquerda para reforçar a marcação.

O meio deve contar com Kerolin, Ary e Luana, trio que teve atuação destacada e comandou a criação contra o Panamá. Volante experiente em sua segunda Copa, Luana tem a vantagem de conhecer boa parte das francesas durante suas duas temporadas pelo PSG. Lá, ela atuou ao lado da meia Geyoro e da atacante Diani, estrelas das Bleues. Além disso, ela já jogou contra outros grandes nomes da França como as zagueiras Renard e Cascarino, e a atacante Eugenie Le Sommer, atletas do Lyon.

Na frente, ao lado de Debinha, Pia pode optar por começar com Geyse ao invés de Bia Zaneratto. Centroavante clássica, a Imperatriz tem maior presença dentro da área, mas a experiência de Renard na zaga pode neutralizar a ofensividade da jogadora.

Com Geyse, o Brasil pode ganhar mais velocidade no ataque, além de ocupar mais áreas do campo, já que a jogadora do Barcelona flutua entre as pontas e o meio e tem boa visão de jogo para encontrar companheiras em boa condição. Foi o que fez ao cruzar para Ary fechar a goleada em 4 a 0.

Na coletiva após a partida, Pia falou sobre a disputa qualificada pelas vagas na equipe titular, indicando possíveis mudanças para o próximo confronto.

— Acho que há detalhes que são decisivos em relação a escolher uma jogadora ou outra. Temos um time muito competitivo e elas são excelentes e se saíram muito bem. A Bia Zaneratto, a forma como ela joga e faz gols, e a Geyse quando entrou e fez o passe para gol. Precisamos de todas essas qualidades e por isso falamos tanto de trabalhar juntas. Não são ações individuais, é uma equipe inteira.

Marta e Gabi Nunes aparecem como boas opções para sair do banco, bem como Duda Sampaio, que estreou bem ao ocupar a vaga deixada por Luana e deu novo ânimo para o setor ofensivo. Andressa Alves, que ficou no banco nas oitavas contra a França em 2019, é outra alternativa que se apresenta com experiência e não deixa se afetar pelo nervosismo. Foi dela o gol de empate na Finalíssima, diante dos olhares de 83 mil torcedores no estádio de Wembley lotado.

O Brasil volta para Brisbane na madrugada desta terça-feira (de Brasília), e terá dois dias de treinos no CT Moreton Bay, onde é realizada toda a preparação da primeira fase. Haverá ainda um treino no gramado do estádio Perry Park, antes do duelo decisivo contra a França, no sábado às 7h, no Brisbane Stadium.

Brasil x França: Pia deve manter escalação inicial ou reforçar a marcação?

Desde o início da preparação para a Copa do Mundo Feminina 2023, a comissão técnica da seleção brasileira organizou uma logística para privilegiar as melhores condições para o duelo contra a França. No próximo sábado, às 7h, no Brisbane Stadium, o Brasil enfrenta seu maior desafio na primeira fase, e tem a missão de vencer pela primeira vez as francesas.

Depois de uma vitória com autoridade na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, Pia Sundhage tem questões a decidir nos próximos dias, quando precisará escolher a escalação inicial na segunda partida do Mundial.

Do meio para frente, o desempenho foi consistente e produtivo, com o Brasil dominando a partida nos 90 minutos e mostrando diferentes alternativas para chegar à meta adversária. Mas a pontaria deixou a desejar, e três dos quatro gols vieram de cruzamentos pelo lado esquerdo, aproveitando a marcação ineficiente do Panamá, que deixou Ary Borges livre marcar três vezes. Foram 31 cruzamentos, 10 concluídos, em boa cobertura de Tamires e Debinha pela ponta esquerda, na maioria dos casos sem que as adversárias apresentassem resistência.

Contra a França, o duelo deve ser maior no setor: no jogo de estreia, em que as europeias ficaram apenas no empate com a Jamaica, o treinador Hervé Renard testou Matéo e Majri nas duas alas, com mais sucesso com a primeira pela esquerda e a segunda pela direita. No segundo tempo do duelo contra o Panamá, Pia sacou Antônia para a entrada de Bruninha, dando ritmo de jogo à lateral-direita de origem — Antônia originalmente atua como zagueira — e indicando a possibilidade de ter um reforço no setor.

Assim, a opção poderá ser por uma formação com três zagueiras, esquema escolhido por Pia no duelo contra a Inglaterra, na Finalíssima, em abril. Na ocasião, o Brasil sofreu bastante pressão das inglesas, especialmente no primeiro tempo, mas conseguiu segurar o poder do ataque da equipe comandada por Sarina Wiegman.

Pia pode aproveitar a experiência de Kathellen, defensora do Real Madrid, para apoiar a jovem Lauren, que, aos 20 anos, estreou em Copas do Mundo nesta segunda-feira. O trio fica completo com Rafaelle, “xerife” da zaga e que teve atuação elogiada por Pia após a estreia. Tamires e Antônia devem repetir a função na lateral, mas com Rafaelle atuando mais próxima à lateral-esquerda para reforçar a marcação.

O meio deve contar com Kerolin, Ary e Luana, trio que teve atuação destacada e comandou a criação contra o Panamá. Volante experiente em sua segunda Copa, Luana tem a vantagem de conhecer boa parte das francesas durante suas duas temporadas pelo PSG. Lá, ela atuou ao lado da meia Geyoro e da atacante Diani, estrelas das Bleues. Além disso, ela já jogou contra outros grandes nomes da França como as zagueiras Renard e Cascarino, e a atacante Eugenie Le Sommer, atletas do Lyon.

Na frente, ao lado de Debinha, Pia pode optar por começar com Geyse ao invés de Bia Zaneratto. Centroavante clássica, a Imperatriz tem maior presença dentro da área, mas a experiência de Renard na zaga pode neutralizar a ofensividade da jogadora.

Com Geyse, o Brasil pode ganhar mais velocidade no ataque, além de ocupar mais áreas do campo, já que a jogadora do Barcelona flutua entre as pontas e o meio e tem boa visão de jogo para encontrar companheiras em boa condição. Foi o que fez ao cruzar para Ary fechar a goleada em 4 a 0.

Na coletiva após a partida, Pia falou sobre a disputa qualificada pelas vagas na equipe titular, indicando possíveis mudanças para o próximo confronto.

— Acho que há detalhes que são decisivos em relação a escolher uma jogadora ou outra. Temos um time muito competitivo e elas são excelentes e se saíram muito bem. A Bia Zaneratto, a forma como ela joga e faz gols, e a Geyse quando entrou e fez o passe para gol. Precisamos de todas essas qualidades e por isso falamos tanto de trabalhar juntas. Não são ações individuais, é uma equipe inteira.

Marta e Gabi Nunes aparecem como boas opções para sair do banco, bem como Duda Sampaio, que estreou bem ao ocupar a vaga deixada por Luana e deu novo ânimo para o setor ofensivo. Andressa Alves, que ficou no banco nas oitavas contra a França em 2019, é outra alternativa que se apresenta com experiência e não deixa se afetar pelo nervosismo. Foi dela o gol de empate na Finalíssima, diante dos olhares de 83 mil torcedores no estádio de Wembley lotado.

O Brasil volta para Brisbane na madrugada desta terça-feira (de Brasília), e terá dois dias de treinos no CT Moreton Bay, onde é realizada toda a preparação da primeira fase. Haverá ainda um treino no gramado do estádio Perry Park, antes do duelo decisivo contra a França, no sábado às 7h, no Brisbane Stadium.