Pernambuco libera comércio de praia de segunda a sexta e autoriza novo horário para comércio de rua no fim de semana
O governo de Pernambuco decidiu liberar o comércio de praia, a partir da segunda-feira (26), e manter até o dia 9 de maio limitação de horário de funcionamento para o comércio e serviços, devido à pandemia da Covid-19. O estado também resolveu autorizar um novo horário de funcionamento de atividades em geral nos fins de semana.
“Vamos autorizar o comércio de praia, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, mantendo a proibição nos finais de semana. O funcionamento das atividades, de maneira geral, será estendido, nos finais de semana, até as 18h, para quem iniciar às 10h. Os estabelecimentos que abrirem às 9h só poderão funcionar até as 17h”, afirmou o governador Paulo Câmara (PSB), em vídeo divulgado à imprensa.
Antes, somente era possível funcionar no horário entre 9h e 17h. A mudança é válida somente para os fins de semana. De segunda a sexta, serviços de alimentação podem funcionar das 5h às 20h e o comércio, das 10h às 20h.
Jacaré é encontrado dentro de caixa de tubulação de gás na BR-101, em Igarassu
Um jacaré com cerca de um metro de comprimento foi encontrado, nesta sexta-feira (23), na BR-101, em Igarassu, no Grande Recife. O animal estava preso em uma caixa de passagem de tubulação de gás, feita de cimento e com 1,5 metro de profundidade.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ela estava localizada a cerca de 200 metros de um posto da corporação. Policiais faziam uma fiscalização no quilômetro 29 da rodovia quando foram informados de que o jacaré estava sem conseguir sair da caixa.
A PRF acionou a 1ª Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente da Polícia Militar (Cipoma-PM), que enviou uma equipe até o local e conseguiu retirar o jacaré em segurança.
“O animal foi encaminhado para soltura em um local adequado”, disse a PRF, em nota.
Atacante Philco precisa passar por cirurgia e não joga mais o Pernambucano pelo Sete de Setembro
A passagem em campo de Philco pelo Sete de Setembro pode ter durado apenas dois jogos. O atacante se machucou aos nove minutos do primeiro tempo contra Sport e teve que ser substituído depois de uma dividida com Marcão.
Segundo informações divulgadas pelo Info Esportes e confirmadas pelo Globo Esporte, Philco passou por uma ressonância magnética que identificou um rompimento do ligamento da clavícula. O jogador precisa de uma cirurgia e não deve se recuperar a tempo de jogar o restante do Campeonato Pernambucano.
Detalhe que Philco estreou apenas na rodada anterior, na derrota para o Vitória por 2 a 1. Ele aguardava o nome no BID por se tratar de uma transferência internacional do Xewkija Tiges, de Malta.
Procon-SP diz ter sido procurado por apostador que ‘perdeu’ Mega da Virada
Lembra do prêmio de R$ 162,2 milhões da Mega da Virada de 2020 que não foi resgatado a tempo? Pois o Procon-SP disse ter sido procurado por um apostador que afirma ser o ganhador. O órgão diz que irá notificar a Caixa Econômica Federal para confirmar a identidade da pessoa e afirma que, “mesmo que a empresa afirme que o consumidor perdeu o prêmio por não ter retirado dentro do prazo, é dever da instituição fazer o pagamento.”
Pelo regulamento da Caixa, após 90 dias, o indivíduo não pode mais resgatar o prêmio, e o dinheiro é repassado ao Fundo de Financiamento do Ensino Superior (Fies).
Em março, quando foi notificado pela primeira vez pelo Procon, o banco afirmou que “a obrigação de reclamar o prêmio é do vencedor” e “que o cadastro efetuado no ambiente virtual não tem a finalidade de fazer a identificação, mas de verificar a qualificação do interessado como apostador”.
“A Caixa tem como identificar quem é o ganhador. E queremos apurar se esse consumidor que nos procurou é efetivamente quem venceu o sorteio”, afirmou Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP em um comunicado à imprensa. Capez disse que “é inconcebível que a Caixa saiba quem é o vencedor e não o comunique”.
O Procon-SP afirma que a lei do prazo de 90 dias é antiga e está defasada, uma vez que não leva em conta fatores como a internet e as apostas eletrônicas, que “trouxeram a possibilidade de identificar o vencedor”, segundo a entidade.
Por fim, o Procon-SP sugere uma alteração nas regras para futuras apostas e conclui que “a Caixa Econômica Federal não pode se basear em um decreto-lei de 1967”. “Se a Caixa tem condições de localizar quem ganhou e não o faz destinando o prêmio para outros fins, isso implica em enriquecimento sem causa do poder público”, disse Capez.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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