Produtor João De Morais Recebe Homenagem Na Câmara De Olinda, Nesta Quarta Feira (11)

Nesta quarta-feira (11), às 19h, o produtor cultural olindense João de Morais, recebe a Medalha  Aloísio Magalhães, na Câmara de Vereadores de Olinda. A honraria será entregue pela vereadora Gisele Tavares, no Plenário da Casa Bernardo Vieira de Melo, em reconhecimento pelo trabalho que o produtor vem fazendo na divulgação da cidade.

“Com alegria e surpresa recebi a notícia de que vou receber esse presente maravilhoso. Algo que nunca imaginei ganhar, afinal, trabalho com cultura por amor e o meu único objetivo é ver o poder de transformação que esse instrumento tem na vida das pessoas. Agradeço demais à querida Gisele por esse reconhecimento, com a certeza de que essa homenagem servirá de combustível para novos projetos, trazendo para Olinda ainda mais movimento e levando para o Brasil e o mundo a nossa Cidade-Patrimônio no coração e em todas as formas de trabalhos culturais que poderemos colocar em prática”, afirma João.

Nascido em Olinda, em setembro de 1998, João iniciou sua carreira aos 16 anos, na produção do Festival Olinda Jazz. A partir daí, seguiu a sua jornada cultural produzindo também a Feira Literária Internacional em Pernambuco – Fliporto, MIMO Festival, além de ter criado o Festival OLLYWODD, um evento de música brasileira que levou para a rua do Amparo, coração de Olinda, mais de cinco mil pessoas. Também atuou no filme A Luneta do Tempo, de Alceu Valença. E, sempre que possível, traz os amigos para visitar a cidade como a cantora amiga Fafá de Belém, Silvero Pereira, Cinara Leal, Rodrigo Pandolfo e Alexandre Barillari

No currículo ainda tem a Feijoada de São Jorge, que acontece há 6 anos, já fazendo parte do calendário cultural de Olinda; e o projeto Samba de Jorge, que acontece todo mês e já é tida como a maior e mais democrática roda de samba de Pernambuco.

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Perito Em Computação Forense Revela Indícios De Fraude Nas Eleições Da Oab Pe

As eleições da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE) estão no centro de uma controvérsia após a divulgação de um relatório técnico elaborado pelo perito em computação forense Prof. Marcos Monteiro, da MM Forense, ao qual o PENEWS teve acesso. O documento aponta possíveis irregularidades, incluindo o suposto vazamento de resultados oficiais antes do encerramento das urnas e do início da apuração formal.

De acordo com o laudo, o procedimento de apuração conduzido pela Comissão Eleitoral teria sido apenas uma “encenação” para as chapas participantes, uma vez que os números finais já estariam previamente definidos e divulgados.

Diferentemente de outras seccionais da OAB no Brasil, que utilizaram urnas eletrônicas cedidas gratuitamente pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a OAB-PE contratou a empresa de Brasília Webvoto Tecnologia em Eleições Ltda. para administrar a votação. Especializada em sistemas de votação online, a Webvoto se diz especializada em soluções tecnológicas voltadas para instituições e associações, prometendo eficiência e modernidade. No entanto, desde o anúncio do uso do sistema online, críticas surgiram em razão da alegada falta de garantias de segurança e transparência. Agora, o sistema é alvo de um escândalo que abala sua credibilidade.

O relatório técnico indica que o jornal Folha de Pernambuco teria publicado os resultados oficiais pelo menos 15 minutos antes da ativação do sistema que deveria gerar o relatório de apuração.

 

“Uma farsa para enganar as chapas”, afirma perito.

Uma análise independente realizada por outro perito reforça a denúncia. Segundo ele, a divulgação antecipada dos resultados demonstra que a apuração formal foi apenas uma “simulação”.

“Essa situação expõe a total ausência de transparência e a manipulação de um processo que deveria ser inviolável. A apuração, momento mais técnico e solene de uma eleição, foi desmoralizada com a comprovação de que o resultado já havia sido compartilhado previamente, até mesmo com veículos de comunicação. Como confiar em um processo eleitoral feito pela internet, no qual os resultados já estão prontos e divulgados antes mesmo de a apuração começar?”, questionou o especialista.

As denúncias levantam sérias questões sobre a lisura do pleito e a confiabilidade dos processos eleitorais digitais implementados pela OAB-PE. A situação coloca a instituição em uma posição delicada perante seus filiados e a sociedade, gerando um debate sobre o papel da tecnologia na condução de eleições e a necessidade de garantir a transparência do processo.