Fintechs celebram nova regulação: “é um privilégio, não um peso”, diz Presidente da PAGOS.org.br

A recente instrução normativa da Receita Federal, que equipara fintechs aos bancos tradicionais em termos de fiscalização e transparência, está sendo recebida com entusiasmo por lideranças do setor. Para Linconl Rocha, presidente da associação PAGOS.org.br, a medida representa “um marco de maturidade” e “um privilégio para o setor financeiro digital”. “Não devemos ver essa mudança como um fardo, mas como um passo natural na evolução das fintechs. É uma conquista que reforça nossa credibilidade e compromisso com o consumidor”, afirma Rocha.

Regulação mais rígida, setor mais forte

A nova norma, publicada no Diário Oficial da União em 29 de agosto, exige que instituições de pagamento reportem à Receita Federal informações detalhadas sobre movimentações financeiras, por meio do sistema e-Financeira, o mesmo utilizado por bancos há mais de duas décadas. A medida visa combater crimes como lavagem de dinheiro e ocultação de bens, após investigações apontarem o uso de fintechs por organizações criminosas.

Apesar dos desafios operacionais, como adaptação de sistemas e reforço em compliance, especialistas avaliam que a regulamentação fortalece a confiança no setor e fecha lacunas exploradas por agentes mal-intencionados.

Fintechs impulsionam inclusão e competição

Segundo dados do Banco Central, mais de 70 milhões de brasileiros abriram sua primeira conta em instituições de pagamento nos últimos anos. Esse avanço é visto como um salto na cidadania financeira, especialmente para populações antes excluídas do sistema bancário tradicional.

Além disso, estudos indicam que a entrada das fintechs no mercado de crédito contribuiu para a redução dos spreads bancários em até dois pontos percentuais, gerando economia direta para os consumidores. “Trouxemos competitividade e inclusão. Cumprir regras rígidas de segurança e compliance não é um problema, é um selo de qualidade que nos diferencia”, reforça Rocha.

Fintechs querem ser bancos sem perder a essência

A equiparação regulatória também reacende o debate sobre o futuro das fintechs. Para Linconl Rocha, a maioria das empresas do setor almeja se tornar bancos, mas sem abrir mão da agilidade e foco no cliente que as define. “Ser banco significa ampliar nossa capacidade de oferecer crédito estruturado, investimentos e outros serviços. A nova regulamentação nos aproxima desse objetivo, com responsabilidade e transparência”, diz.

Colaboração é o caminho

A Pagos.org.br, que representa centenas de instituições de pagamento, apoia integralmente a iniciativa e faz um apelo por maior colaboração entre governo, reguladores e sociedade civil. “Unidos, podemos continuar a inovar, garantir a segurança do sistema e construir um ecossistema financeiro mais justo, competitivo e acessível para todos os brasileiros”, conclui Rocha.

Influenciadora Procurada pela Interpol é Presa em Minas Gerais por 40 Crimes Digitais

A influenciadora digital Emmanuely Silva Resende, conhecida como Emma Spinner, de 31 anos, foi presa na última segunda-feira (16) em Minas Gerais, durante uma blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-262. Contra ela, havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em decorrência de investigações que a apontam como responsável por 40 crimes digitais, incluindo extorsão, racismo e discriminação religiosa.

Acusações e Crimes Digitais

Segundo o Ministério Público e a PCMG, Emma Spinner utilizava as redes sociais para extorquir dinheiro, ofender vítimas com calúnias e proferir ataques racistas, especialmente contra religiões de matriz africana. Além disso, exigia pagamentos das vítimas para cessar as ofensas e expunha pessoas publicamente, causando-lhes danos psicológicos e financeiros.

A influenciadora, que residia nos Estados Unidos, retornou ao Brasil recentemente, onde foi identificada pela PRF. Sua prisão foi possível graças a um alerta vermelho emitido pela Interpol a pedido das autoridades brasileiras.

Reação nas Redes Sociais

Antes de ser detida, Emma Spinner negou as acusações em uma publicação nas redes sociais, classificando as denúncias como calúnias e difamações. “Mentirosos! Invejosos! Odeiam a felicidade e sucesso conquistado honestamente!”, escreveu.

Mandado Internacional e Prisão

A Polícia Civil de Minas Gerais havia solicitado em novembro um alerta internacional para garantir sua prisão em qualquer país. A abordagem na blitz resultou na identificação e condução de Emma à delegacia, onde o mandado foi cumprido.

A influenciadora agora enfrenta um processo judicial que inclui acusações graves, como extorsão, injúria, ataques racistas e discriminação religiosa. O caso é um exemplo do impacto e das consequências dos crimes digitais em uma era altamente conectada.

Fabricante de Motorhomes Estrella Mobil Atrasou Entregas de Veículos

A fabricante de motorhomes Estrella Mobil está sendo alvo de diversas reclamações de consumidores devido a atrasos nas entregas de veículos já pagos. Segundo denúncias, além de não cumprir os prazos estipulados, a empresa teria tomado medidas que tornam os veículos inutilizáveis, impedindo os proprietários de utilizarem os chassis para outros fins.

Reclamações e Problemas Reportados

Clientes relatam que, após efetuar o pagamento total ou parcial, os veículos encomendados não foram entregues, mesmo após meses de espera. Alguns consumidores afirmam que a Estrella Mobil teria realizado modificações nos chassis dos veículos, o que inviabilizaria sua utilização fora do projeto original.

Essas ações têm gerado frustração e prejuízos financeiros para os clientes, que agora buscam alternativas legais para reaver os valores investidos ou pressionar a empresa para cumprir com as entregas.

Posicionamento da Empresa

Procurada pela reportagem, a Estrella Mobil ainda não se manifestou sobre as acusações. Entretanto, consumidores alertam para a necessidade de cautela ao fechar negócios com a fabricante, devido à recorrência dos problemas relatados.

Direitos do Consumidor

Especialistas recomendam que clientes afetados procurem órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, e considerem ingressar com ações judiciais para exigir a entrega dos veículos ou o ressarcimento dos valores pagos.

O caso da Estrella Mobil destaca a importância de verificar a reputação e o histórico de empresas antes de realizar transações significativas, especialmente em setores de alto investimento como o de motorhomes.

6 Maneiras Legais de Imigrar para os Estados Unidos em 2025: Descubra os Melhores Motivos: Por Dra. Isabella Comprido (Arce Immigration Law)

Com a instabilidade econômica do Brasil e o dólar valendo quase seis vezes o preço do real, os brasileiros enfrentam um cenário de incertezas. Mas será que é possível fazer deste limão uma limonada? Neste artigo, apresentaremos seis formas de imigrar para os Estados Unidos e virar o câmbio a seu favor.

A recente desvalorização do real e a inflação elevada no Brasil têm impactado significativamente o poder de compra dos brasileiros. Trabalhar nos EUA, onde os salários são pagos em dólares, pode significar uma melhoria na qualidade de vida, no poder de compra e no desenvolvimento profissional e pessoal. Dados do Banco Central do Brasil mostram que a inflação no Brasil se mantém alta, e a instabilidade econômica faz com que muitos profissionais considerem a migração como uma alternativa para garantir uma vida melhor e mais segura para suas famílias.

Não é novidade que os Estados Unidos é um país que valoriza a pesquisa e a inovação, incentiva o empreendedorismo e oferece salários competitivos que podem transformar significativamente o poder de compra e a qualidade de vida de quem trabalha lá. Além disso, o mercado de trabalho americano está aquecido, especialmente nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Segundo o U.S. Bureau of Labor Statistics, há uma crescente demanda por profissionais qualificados, o que torna os EUA um destino atraente para talentos de todo o mundo.

Além das oportunidades econômicas, os EUA são conhecidos por sua segurança pública e qualidade de vida. Cidades como Nova York, Miami e Boston são frequentemente classificadas entre os melhores lugares para se viver, oferecendo infraestrutura de primeira, sistemas de saúde e educação de alta qualidade. A segurança pública é uma prioridade, com sistemas eficientes de policiamento que garantem um ambiente mais seguro para se viver.

É claro, imigrar não é um processo simples, mas, considerando as oportunidades profissionais, a segurança e a relação cambial, trabalhar nos Estados Unidos pode ser uma janela de oportunidade única. Por isso, elencamos seis tipos de vistos que podem abrir as portas para uma nova vida neste país que é a maior economia do mundo:

       Visto L-1 (Transferência de Executivos):

  • Destinado a transferências de profissionais Intra companhias, permite que empresas multinacionais transfiram funcionários de suas filiais no exterior para uma filial nos EUA. É ideal para gerentes, executivos e funcionários com conhecimento especializado.

 

       Visto H-1B (Trabalho Especializado):

  • Um visto destinado a trabalhadores estrangeiros em ocupações que requerem um alto grau de especialização, em áreas como as de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Para se qualificar, o candidato deve ter uma oferta de emprego de uma empresa nos EUA e o trabalho deve exigir um diploma de bacharel ou superior. O visto H-1B é válido por três anos, com possibilidade de extensão por mais três anos.

 

       Visto E-2 (Investidor)

  • O visto E-2 é destinado a investidores de países com tratado de comércio com os EUA. Recentemente, Portugal foi incluído na lista de países elegíveis, facilitando a imigração de brasileiros com cidadania portuguesa. Para obter este visto, é necessário investir um montante substancial de capital em um negócio economicamente ativo nos EUA. O valor exato varia conforme o tipo de negócio. O visto E-2 é geralmente emitido por até dois anos e pode ser renovado indefinidamente enquanto a empresa continuar operando.

 

       Visto P-1 (Atletas)

  • Destinado a atletas que desejam competir em eventos específicos nos EUA. Este visto é reservado para atletas reconhecidos nacional e internacionalmente, seja individualmente ou como parte de uma equipe. Este tipo de visto é bastante comum entre lutadores, jogadores de futebol, basquete e outras modalidades de alto reconhecimento.

 

       Visto EB-2 NIW (National Interest Waiver):

  • O EB-2 NIW é a chave para profissionais excepcionais que desejam viver e trabalhar nos EUA sem a necessidade de uma oferta de emprego. Este visto permite que você faça uma auto-petição, destacando como suas habilidades e conhecimentos únicos podem beneficiar significativamente os EUA. Seja na economia, saúde, educação ou segurança, você pode mostrar como sua presença nos EUA traria um impacto positivo e duradouro

 

       Visto EB-5 (Investidor Imigrante): 

  • O visto EB-5 permite que investidores estrangeiros obtenham a residência permanente nos EUA (Green Card). O investidor deve fazer um investimento mínimo de $1 milhão (ou $500.000 em uma Área de Emprego Alvo) e criar pelo menos 10 empregos de tempo integral para trabalhadores dos EUA.O investimento pode ser feito diretamente, onde o investidor abre e administra o negócio, ou indiretamente, através de Centros Regionais que gerenciam os empreendimentos.

 Estas são apenas algumas opções de visto que podem transformar a atual desvalorização do real em uma excelente oportunidade para viver e trabalhar nos Estados Unidos. Ficou interessado? Entre em contato com a Dra. Isabella Comprido (@draisabellacomprido) para saber mais e começar o seu processo de imigração.

Dra. Isabella Comprido (Arce Immigration Law)

Whatsapp: 11 976072233 / SP. Brasil

https://www.instagram.com/draisabellacomprido

 

XP é acusada de coagir funcionário em operação que gerou prejuízo milionário

O empresário Marco Antonio Puerta moveu uma ação judicial contra a XP Investimentos, exigindo a devolução de R$ 15 milhões perdidos em um investimento realizado através da corretora. A transação, segundo Puerta, foi intermediada por seu filho, Gabriel Pietra, ex-funcionário da XP, que teria sido pressionado pelos superiores para convencer o pai a realizar o investimento, sem fornecer informações claras sobre os riscos envolvidos.

De acordo com a denúncia, Gabriel Pietra enfrentou ameaças e constrangimentos constantes no ambiente de trabalho para que seu pai aderisse à operação financeira. Puerta alega que, em nenhum momento, foi alertado adequadamente sobre os possíveis riscos do investimento, o que contribuiu para a perda significativa.

Em resposta ao caso, o juiz André Augusto Salvador Bezerra, da 42ª Vara Cível de São Paulo, concedeu uma medida liminar determinando a suspensão temporária da cobrança de juros relacionados aos empréstimos vinculados à operação. A decisão foi divulgada em 22 de setembro de 2024.

A ação traz à tona mais uma controvérsia envolvendo a XP, que já enfrenta diversos processos judiciais de clientes alegando prejuízos milionários decorrentes de operações financeiras mal explicadas ou arriscadas. Segundo informações do Broadcast e da Folha de São Paulo, Gabriel Pietra teria sido pressionado a intermediar a transação em meio a ameaças de demissão, intensificando a acusação de condutas abusivas por parte da corretora.

Contexto mais amplo

Enquanto enfrenta essas controvérsias, a XP, sob a liderança de Thiago Maffra, continua expandindo suas operações. O CEO afirmou em recente entrevista que o modelo de negócios da empresa não depende diretamente do cenário macroeconômico, projetando um crescimento de receita para R$ 22,5 bilhões, conforme anunciado durante o evento Expert XP 2024.

Apesar do crescimento contínuo e das projeções otimistas, as disputas judiciais como a de Marco Antonio Puerta lançam dúvidas sobre as práticas internas da corretora e seu tratamento com clientes e funcionários.

PCC lavou dinheiro com agentes de jogadores de grandes clubes, revela investigação do MP

Promotores do Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo estão de posse de mensagens, contratos e do depoimento do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, de 38 anos, que acusa dirigentes de empresas que gerenciam a carreira de jogadores de futebol de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). Embora os crimes investigados até o momento não envolvam diretamente atletas, dirigentes ou clubes, o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) está apurando se os recursos usados para a negociação de atletas têm origem no tráfico de drogas.

No acordo de delação, Gritzbach menciona a atuação do empresário de futebol Danilo Lima de Oliveira, conhecido como Tripa, da Lion Soccer Sports, que também estaria envolvido na UJ Football Talent. Outro empresário citado pelo delator é Rafael Maeda Pires, conhecido como Japa do PCC, que teria participado das decisões da FFP Agency Ltda, do empresário Felipe D’Emílio Paiva, antes de ser assassinado no ano passado. A FFP informou não ter conhecimento da delação, enquanto a Lion não foi localizada para comentar.

As três empresas investigadas são relevantes no mercado e já agenciaram jogadores como Emerson Royal (Milan), Eder Militão (Real Madrid), Bremer (Juventus), Du Queiroz (ex-Corinthians, agora no Grêmio), e Igor Formiga (ex-Corinthians, agora no Novorizontino). A investigação do MPE também cita jogadores como Gustavo Scarpa (Atlético-MG), Felipe Negrucci e Caio Matheus (ambos da base do São Paulo), Marcio Bambu (aposentado), Guilherme Biro (Corinthians), e Murillo (ex-zagueiro do Corinthians, atualmente no Nottingham Forest, da Inglaterra).

Gritzbach, que está no centro de uma das maiores investigações sobre a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas em São Paulo, decidiu colaborar após ser acusado pelo PCC de desviar R$ 100 milhões em bitcoins das finanças da facção. Em seu acordo de delação premiada, que foi proposto em setembro de 2023 e homologado pela Justiça em abril de 2024, Gritzbach detalha como os negócios do crime organizado se infiltraram no futebol, incluindo a criação de um suposto “PCC Futebol Clube.”

Segundo Gritzbach, Danilo Lima de Oliveira, o Tripa, da Lion Soccer Sports, colocava parte de seus jogadores na agência UJ Football Talent, que operava com recursos limitados e se enquadrava no Simples Nacional. Embora Tripa não fosse o proprietário da UJ Football, ele teria participação na empresa, cujo sócio principal é o ex-jogador Ulisses Jorge.

A UJ Football se apresenta como uma “assessoria esportiva com expertise internacional” que ajuda a realizar os sonhos de atletas desde 2010, sendo seu principal cliente o zagueiro Eder Militão, do Real Madrid e da seleção brasileira. Danilo também teria agenciado jogadores como Emerson Royal, Marcio Bambu, Guilherme Biro, Du Queiroz e Murillo Santiago. A reportagem não conseguiu localizar Ulisses Jorge para comentar.

Já a FFP Agency Ltda., apontada por Gritzbach como outra empresa ligada à lavagem de dinheiro do PCC, agencia jogadores como Caio Matheus, Felipe Negrucci, Du Queiroz e Igor Formiga. Como prova da ligação entre a FFP e o PCC, Gritzbach forneceu cópias de conversas de WhatsApp entre o empresário Felipe D’Emílio Paiva e Rafael Maeda Pires, o Japa do PCC, um dos principais líderes da facção, encontrado morto em 2023. Gritzbach afirmou que conheceu Maeda como piloto de corridas e vendedor de carros.

Em declaração ao Estadão, a FFP afirmou que “não tem conhecimento da alegada delação” e que “todas as transações realizadas são pautadas na transparência e na legalidade.” Nas conversas entregues à investigação, Maeda e Felipe discutem a contratação de jogadores, assinatura de contratos e pagamentos em real e euro, além de compartilharem fotos de jogadores e grandes quantias de dinheiro. Também há menções a negociações com o ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, e com o ex-técnico do sub-20 do clube, o ex-jogador Danilo.

Em resposta ao Estadão, Duílio afirmou que “nunca manteve relação pessoal ou comercial com Japa” e que “não trocou mensagens com ele.” O Corinthians, por sua vez, expressou surpresa com as acusações e garantiu que está à disposição das autoridades para fornecer quaisquer documentos ou prestar esclarecimentos necessários.

A reportagem também procurou São Paulo, Grêmio, Novorizontino e Atlético-MG, mas apenas os clubes paulista e gaúcho responderam, afirmando que não irão se posicionar. Os clubes europeus mencionados, devido ao fuso horário, não puderam ser contatados a tempo.

Como parte de sua colaboração, Gritzbach forneceu comprovantes de pagamentos feitos pela FFP para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para mostrar que Maeda estava envolvido no cotidiano da empresa. Para operar legalmente no Brasil, empresas que agenciam jogadores precisam pagar uma taxa única de R$ 8 mil à Fifa, além de R$ 250 por atleta registrado.

Sequestro e morte no Tatuapé

Maeda e Tripa são suspeitos de agir em nome de Anselmo Bechelli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta ou Magrelo, um dos maiores traficantes do PCC, lavando recursos provenientes do tráfico de drogas. Gritzbach afirma que Tripa esteve envolvido no sequestro que sofreu, em que o PCC ameaçou matá-lo após o assassinato de Anselmo em 2021. Gritzbach nega envolvimento no crime, do qual é acusado de ser o mandante.

Segundo o relato de Gritzbach, ele foi levado a um local controlado pelo tribunal do crime, onde Tripa o obrigou a se despedir da família e ameaçou esquartejá-lo. Ele foi libertado pelo PCC com a promessa de devolver o dinheiro das bitcoins, mas acabou preso pela polícia. Atualmente, Gritzbach cumpre prisão domiciliar e sobreviveu a um atentado em dezembro de 2023, quando negociava seu acordo de delação.

Os promotores estão agora colhendo mais provas para entender como o dinheiro do tráfico internacional de drogas era lavado através da compra e venda de atletas.

Polícia Militar realiza a operação “Grande ABC mais Seguro” na área do CPA-M6

Foi realizada em 27 de abril de 2021 uma grande Operação Policial na cidade de Santo André, área do 10ª Batalhão Metropolitano, com o apoio de diversos Batalhões PM da região e também do 5° BPChq (Batalhão de Choque) com o Canil.

Sede do 10ª Batalhão Metropolitano de Polícia Militar do Estado de São Paulo
                                                 Sede do 10ª Batalhão Metropolitano de Polícia Militar do Estado de São Paulo

A Operação foi chamada de “Grande ABC mais Seguro”.

Segundo o Major PM Soares, Subcomandante do 10º Batalhão de Polícia Metropolitano e do Capitão PM Fernando, coordenador Operacional do mesmo Batalhão a operação foi um sucesso. O comandante do CPA-M/6, Coronel PM Hélio acompanhou pessoalmente a operação.

A missão foi cumprida da melhor forma possível, levando paz, tranquilidade e segurança à sociedade, graças ao empenho e compromisso de policiais incansáveis e aguerridos que compõem toda região, além do apoio do CANIL do 5° BPChq. 

RESULTADO Operacional:

– Pessoas abordadas: 295

– Autos Vistoriados: 69

– Motos vistoriadas: 55

– Apreensão de Entorpecentes:

– 13,173 mg maconha apreendida

– 1 PRESO em flagrante com motocicleta furtada ( moto devolvida ao proprietário).

– Apreensão de R$ 2.060,0 reais com um indivíduo em um outro ponto de Tráfico de Entorpecente que foi desmantelado.

Esse é o nosso dever, esse é o nosso compromisso!