Brasil é eliminado da Copa do Mundo feminina após empate sem gols com Jamaica

A seleção brasileira ficou no empate de 0 x 0 com a Jamaica, nesta quarta-feira, e foi eliminada na primeira fase da Copa do Mundo feminina, o que não acontecia desde 1995, enquanto as jamaicanas garantiram uma histórica vaga nas oitavas de final.

Precisando de um ponto para se classificar, a Jamaica quase não atacou, mas foi firme na defesa, repelindo uma série de ataques brasileiros em uma atmosfera frenética no Melbourne Rectangular Stadium.

A técnica do Brasil, Pia Sundhage, colocou Marta em campo pela primeira vez como titular em sua sexta Copa do Mundo, mas a atacante não conseguiu corresponder. No final, emocionada, ela foi cumprimentada pelos torcedores ao se despedir da competição.

“É difícil falar num momento desse. Não era a Copa que eu sonhava. O povo brasileiro pedia a renovação e a única velha aqui sou eu. Eu espero que as pessoas continuem apoiando o futebol feminino porque as coisas não acontecem de um dia para o outro”, disse Marta, de 37 anos, em entrevista à TV após o jogo.

“A Marta termina por aqui, estou grata por jogar mais uma Copa. Para mim é o fim da linha, mas para elas é só o começo”, completou a jogadora eleita seis vezes a melhor do mundo e maior artilheira da história da Copa do Mundo feminina com 17 gols.

Marta teve uma chance aos 4 minutos e chutou fraco, e outra aos 7, mas foi travada, deixando Ary Borges, desmarcada, lamentando ao lado dela.

Ary Borges finalmente teve sua chance quando Luana cruzou, mas ela cabeceou para fora aos 24 minutos.

O Brasil tinha dificuldades na armação de jogadas e, no final do primeiro tempo, um chute de Tamires pela esquerda foi defendido pela goleira Becky Spencer.

O desespero tomou conta da equipe brasileira após o intervalo à medida que seus ataques não resultavam em nada.

As jamaicanas tomaram um susto aos 34 minutos, quando a defensora Allyson Swaby quase colocou a bola em sua própria rede com uma tentativa de afastar que forçou Spencer a uma bela defesa.

O Brasil teve uma última chance com Debinha, mas o cabeceio foi direto para as mãos da goleira.

No apito final, as jamaicanas caíram de joelhos e comemoraram antes de formar um círculo para dançar ao som da música de Bob Marley “One Love”.

Depois de perder todas as suas partidas na França há quatro anos, o time jamaicano mostrou evolução em pouco tempo, empatando com a França por 0 x 0 e derrotando o Panamá por 1 x 0 nas outras partidas do Grupo F.

Brasil x França: Pia deve manter escalação inicial ou reforçar a marcação?

Desde o início da preparação para a Copa do Mundo Feminina 2023, a comissão técnica da seleção brasileira organizou uma logística para privilegiar as melhores condições para o duelo contra a França. No próximo sábado, às 7h, no Brisbane Stadium, o Brasil enfrenta seu maior desafio na primeira fase, e tem a missão de vencer pela primeira vez as francesas.

Depois de uma vitória com autoridade na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, Pia Sundhage tem questões a decidir nos próximos dias, quando precisará escolher a escalação inicial na segunda partida do Mundial.

Do meio para frente, o desempenho foi consistente e produtivo, com o Brasil dominando a partida nos 90 minutos e mostrando diferentes alternativas para chegar à meta adversária. Mas a pontaria deixou a desejar, e três dos quatro gols vieram de cruzamentos pelo lado esquerdo, aproveitando a marcação ineficiente do Panamá, que deixou Ary Borges livre marcar três vezes. Foram 31 cruzamentos, 10 concluídos, em boa cobertura de Tamires e Debinha pela ponta esquerda, na maioria dos casos sem que as adversárias apresentassem resistência.

Contra a França, o duelo deve ser maior no setor: no jogo de estreia, em que as europeias ficaram apenas no empate com a Jamaica, o treinador Hervé Renard testou Matéo e Majri nas duas alas, com mais sucesso com a primeira pela esquerda e a segunda pela direita. No segundo tempo do duelo contra o Panamá, Pia sacou Antônia para a entrada de Bruninha, dando ritmo de jogo à lateral-direita de origem — Antônia originalmente atua como zagueira — e indicando a possibilidade de ter um reforço no setor.

Assim, a opção poderá ser por uma formação com três zagueiras, esquema escolhido por Pia no duelo contra a Inglaterra, na Finalíssima, em abril. Na ocasião, o Brasil sofreu bastante pressão das inglesas, especialmente no primeiro tempo, mas conseguiu segurar o poder do ataque da equipe comandada por Sarina Wiegman.

Pia pode aproveitar a experiência de Kathellen, defensora do Real Madrid, para apoiar a jovem Lauren, que, aos 20 anos, estreou em Copas do Mundo nesta segunda-feira. O trio fica completo com Rafaelle, “xerife” da zaga e que teve atuação elogiada por Pia após a estreia. Tamires e Antônia devem repetir a função na lateral, mas com Rafaelle atuando mais próxima à lateral-esquerda para reforçar a marcação.

O meio deve contar com Kerolin, Ary e Luana, trio que teve atuação destacada e comandou a criação contra o Panamá. Volante experiente em sua segunda Copa, Luana tem a vantagem de conhecer boa parte das francesas durante suas duas temporadas pelo PSG. Lá, ela atuou ao lado da meia Geyoro e da atacante Diani, estrelas das Bleues. Além disso, ela já jogou contra outros grandes nomes da França como as zagueiras Renard e Cascarino, e a atacante Eugenie Le Sommer, atletas do Lyon.

Na frente, ao lado de Debinha, Pia pode optar por começar com Geyse ao invés de Bia Zaneratto. Centroavante clássica, a Imperatriz tem maior presença dentro da área, mas a experiência de Renard na zaga pode neutralizar a ofensividade da jogadora.

Com Geyse, o Brasil pode ganhar mais velocidade no ataque, além de ocupar mais áreas do campo, já que a jogadora do Barcelona flutua entre as pontas e o meio e tem boa visão de jogo para encontrar companheiras em boa condição. Foi o que fez ao cruzar para Ary fechar a goleada em 4 a 0.

Na coletiva após a partida, Pia falou sobre a disputa qualificada pelas vagas na equipe titular, indicando possíveis mudanças para o próximo confronto.

— Acho que há detalhes que são decisivos em relação a escolher uma jogadora ou outra. Temos um time muito competitivo e elas são excelentes e se saíram muito bem. A Bia Zaneratto, a forma como ela joga e faz gols, e a Geyse quando entrou e fez o passe para gol. Precisamos de todas essas qualidades e por isso falamos tanto de trabalhar juntas. Não são ações individuais, é uma equipe inteira.

Marta e Gabi Nunes aparecem como boas opções para sair do banco, bem como Duda Sampaio, que estreou bem ao ocupar a vaga deixada por Luana e deu novo ânimo para o setor ofensivo. Andressa Alves, que ficou no banco nas oitavas contra a França em 2019, é outra alternativa que se apresenta com experiência e não deixa se afetar pelo nervosismo. Foi dela o gol de empate na Finalíssima, diante dos olhares de 83 mil torcedores no estádio de Wembley lotado.

O Brasil volta para Brisbane na madrugada desta terça-feira (de Brasília), e terá dois dias de treinos no CT Moreton Bay, onde é realizada toda a preparação da primeira fase. Haverá ainda um treino no gramado do estádio Perry Park, antes do duelo decisivo contra a França, no sábado às 7h, no Brisbane Stadium.

Brasil x França: Pia deve manter escalação inicial ou reforçar a marcação?

Desde o início da preparação para a Copa do Mundo Feminina 2023, a comissão técnica da seleção brasileira organizou uma logística para privilegiar as melhores condições para o duelo contra a França. No próximo sábado, às 7h, no Brisbane Stadium, o Brasil enfrenta seu maior desafio na primeira fase, e tem a missão de vencer pela primeira vez as francesas.

Depois de uma vitória com autoridade na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, Pia Sundhage tem questões a decidir nos próximos dias, quando precisará escolher a escalação inicial na segunda partida do Mundial.

Do meio para frente, o desempenho foi consistente e produtivo, com o Brasil dominando a partida nos 90 minutos e mostrando diferentes alternativas para chegar à meta adversária. Mas a pontaria deixou a desejar, e três dos quatro gols vieram de cruzamentos pelo lado esquerdo, aproveitando a marcação ineficiente do Panamá, que deixou Ary Borges livre marcar três vezes. Foram 31 cruzamentos, 10 concluídos, em boa cobertura de Tamires e Debinha pela ponta esquerda, na maioria dos casos sem que as adversárias apresentassem resistência.

Contra a França, o duelo deve ser maior no setor: no jogo de estreia, em que as europeias ficaram apenas no empate com a Jamaica, o treinador Hervé Renard testou Matéo e Majri nas duas alas, com mais sucesso com a primeira pela esquerda e a segunda pela direita. No segundo tempo do duelo contra o Panamá, Pia sacou Antônia para a entrada de Bruninha, dando ritmo de jogo à lateral-direita de origem — Antônia originalmente atua como zagueira — e indicando a possibilidade de ter um reforço no setor.

Assim, a opção poderá ser por uma formação com três zagueiras, esquema escolhido por Pia no duelo contra a Inglaterra, na Finalíssima, em abril. Na ocasião, o Brasil sofreu bastante pressão das inglesas, especialmente no primeiro tempo, mas conseguiu segurar o poder do ataque da equipe comandada por Sarina Wiegman.

Pia pode aproveitar a experiência de Kathellen, defensora do Real Madrid, para apoiar a jovem Lauren, que, aos 20 anos, estreou em Copas do Mundo nesta segunda-feira. O trio fica completo com Rafaelle, “xerife” da zaga e que teve atuação elogiada por Pia após a estreia. Tamires e Antônia devem repetir a função na lateral, mas com Rafaelle atuando mais próxima à lateral-esquerda para reforçar a marcação.

O meio deve contar com Kerolin, Ary e Luana, trio que teve atuação destacada e comandou a criação contra o Panamá. Volante experiente em sua segunda Copa, Luana tem a vantagem de conhecer boa parte das francesas durante suas duas temporadas pelo PSG. Lá, ela atuou ao lado da meia Geyoro e da atacante Diani, estrelas das Bleues. Além disso, ela já jogou contra outros grandes nomes da França como as zagueiras Renard e Cascarino, e a atacante Eugenie Le Sommer, atletas do Lyon.

Na frente, ao lado de Debinha, Pia pode optar por começar com Geyse ao invés de Bia Zaneratto. Centroavante clássica, a Imperatriz tem maior presença dentro da área, mas a experiência de Renard na zaga pode neutralizar a ofensividade da jogadora.

Com Geyse, o Brasil pode ganhar mais velocidade no ataque, além de ocupar mais áreas do campo, já que a jogadora do Barcelona flutua entre as pontas e o meio e tem boa visão de jogo para encontrar companheiras em boa condição. Foi o que fez ao cruzar para Ary fechar a goleada em 4 a 0.

Na coletiva após a partida, Pia falou sobre a disputa qualificada pelas vagas na equipe titular, indicando possíveis mudanças para o próximo confronto.

— Acho que há detalhes que são decisivos em relação a escolher uma jogadora ou outra. Temos um time muito competitivo e elas são excelentes e se saíram muito bem. A Bia Zaneratto, a forma como ela joga e faz gols, e a Geyse quando entrou e fez o passe para gol. Precisamos de todas essas qualidades e por isso falamos tanto de trabalhar juntas. Não são ações individuais, é uma equipe inteira.

Marta e Gabi Nunes aparecem como boas opções para sair do banco, bem como Duda Sampaio, que estreou bem ao ocupar a vaga deixada por Luana e deu novo ânimo para o setor ofensivo. Andressa Alves, que ficou no banco nas oitavas contra a França em 2019, é outra alternativa que se apresenta com experiência e não deixa se afetar pelo nervosismo. Foi dela o gol de empate na Finalíssima, diante dos olhares de 83 mil torcedores no estádio de Wembley lotado.

O Brasil volta para Brisbane na madrugada desta terça-feira (de Brasília), e terá dois dias de treinos no CT Moreton Bay, onde é realizada toda a preparação da primeira fase. Haverá ainda um treino no gramado do estádio Perry Park, antes do duelo decisivo contra a França, no sábado às 7h, no Brisbane Stadium.

Brasil goleia o Panamá na Copa do Mundo feminina: veja como foi a estreia

Seleção brasileira não terá Marta, que começa no banco; Rafaelle será a capitã do time de Pia Sundhage.

A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo Feminina 2023 nesta segunda-feira (24), contra o Panamá. A equipe brasileira venceu por 4 x 0.

Ary Borges abriu o placar aos 19 minutos do primeiro tempo e consolidou um “hat-trick“, termo dado para quando um jogador realiza três gols na partida – o famoso “pode pedir música no Fantástico”. O segundo gol, também de Borges, veio aos 40 minutos do primeiro tempo.

O segundo tempo já começou com força da Seleção Brasileira, com gol marcado por Bia Zaneratto. Fechando o placar, Ary Borges cravou a goleada aos 24 minutos.

As seleções disputam no Grupo F, com o Brasil na primeira colocação. O próximo jogo será no sábado (29), contra a França, às 7h.

Dúvida para a partida, Marta começou no banco e o Brasil entrou em campo com Letícia, Antônia, Lauren, Rafaelle e Tamires, Luana, Ary, Adriana e Kerolin, Debinha e Bia Zaneratto.

Com maior posse de bola, a seleção teve domínio sobre o ritmo da partida, com dois gols marcados em cada período, assegurando a primeira colocação no Grupo F.

A seleção brasileira esteve presente em todas as Copas, tendo 20 vitórias, 4 empates e 10 derrotas no Mundial, com 66 gols marcados e 40 sofridos.

 

Onde assistir a Copa do Mundo 2023

A Copa do Mundo Feminina 2023 pode ser acompanhada nas plataformas da Globo. A emissora vai transmitir sete jogos na TV aberta, sendo uma partida de cada fase do mata-mata, incluindo a decisão, no dia 20 de agosto. No SporTV, 34 partidas serão transmitidas, incluindo todos os jogos do Brasil.

No Globoplay, plataforma de streaming da emissora, também é possível acompanhar as transmissões feitas nos canais.

Ainda, será possível acompanhar pelas plataformas do streamer Casimiro, pela Cazé TV no YouTube (www.youtube.com/@CazeTV) ou pela Twitch (www.twitch.tv/casimito). O apresentador vai transmitir 24 jogos da Copa do Mundo Feminina 2023.

32% das jogadoras do Brasil na Copa do Mundo Feminina são nordestinas; confira o perfil
32% das jogadoras do Brasil na Copa do Mundo Feminina são nordestinas; confira o perfilDados mostram que a faixa de idade mais comum na equipe é entre 21 e 24 anos e 25 a 30 anosVeja a matéria completaReportagem: Karina Dantas
Com grandes expectativas, a Seleção Brasileira de futebol disputa nos próximos dias a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023, que está em sua nona edição e inicia nesta quinta-feira (20). Buscando a primeira vitória do mundial, 26 jogadoras foram convocadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para representar o Brasil e 32% delas são de estados da região Nordeste.
Agência Tatu analisou o perfil das jogadoras da seleção brasileira convocadas para a Copa do Mundo e, enquanto oito são nordestinas, 12 (48%) delas são da região Sudeste. Da região Norte não há sequer uma jogadora na seleção. Entre as jogadoras aparece ainda a jogadora Angelina, que nasceu nos Estados Unidos mas se mudou para o Brasil muito cedo, aos dois anos de idade.
Número de jogadoras convocadas para a Copa do Mundo Feminina 2023 por regiãoJogadoras que nasceram na região Centro-oeste somam 12% e na região Sul são 8%.
Quanto à idade, a faixa etária mais comum na equipe é entre 21 e 24 anos e 25 a 30 anos, representando 34,6% cada faixa. Já as jogadoras que possuem entre 18 e 20 anos são apenas duas (7%): a atacante Aline, de 18 anos, e a zagueira Lauren, de 20 anos.
Outra faixa etária menos comum são das jogadoras que possuem 36 anos ou mais, também somando duas (7%) no total, sendo elas a zagueira Mônica, de 36 anos, e a atacante Marta, de 37 anos, alagoana que já foi eleita pela FIFA a melhor jogadora do mundo por seis vezes.
Idade das jogadoras da seleção brasileira de futebolCinco jogadoras do time possuem 23 anos, sendo a idade com mais repetições
Entre as convocadas, 14 farão a estreia em Copas do Mundo e 12 são veteranas. Marta é também a jogadora que mais participou do mundial, com seis repetições, seguida pela goleira Bárbara, que estará na sua quinta edição.
Outros dados sobre o mundialA primeira edição da Copa do Mundo Feminina da FIFA foi em 1991 e já foram realizadas oito vezes. O torneio ocorre a cada quatro anos, sempre um ano após o mundial masculino. O mais próximo que a seleção brasileira chegou de vencer o mundial foi em 2007, quando disputou a final contra a Alemanha, mas acabou ficando com o título de vice-campeã.
O país que mais venceu a Copa do Mundo Feminina foi os Estados Unidos, com quatro vitórias (1991, 1999, 2015 e 2019), em seguida, a Alemanha aparece com duas vitórias (2003 e 2007), e a Noruega e Japão com uma vitória, cada (1995 e 2011, respectivamente).No Google Trends é possível observar que entre os cinco locais do Brasil que mais registraram interesse no assunto, nos últimos sete dias, quatro são estados da região Nordeste, com o Distrito Federal em 1º lugar nas pesquisas, seguido pela Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e Ceará.
A estreia do Brasil na Copa do Mundo Feminina 2023 será no dia 24 de julho, às 8h, contra o Panamá. Na sequência do Grupo F, a seleção jogará contra a França, no dia 29 de julho, às 7h, e fecha a participação na primeira fase do mundial com a partida contra a Jamaica, no dia 2 de agosto, às 7h.
Crescem disparadamente os números dos endividados no Brasil e afeta 66 milhões de brasileiros

O caso de endividamentos atingiu números alarmantes no Brasil. De acordo com pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a cada dez brasileiros adultos (40,60%) estavam negativados em maio deste ano. O total afeta 66,08 milhões de brasileiros.

A quantidade de consumidores com contas atrasadas cresceu 8,08% em relação ao mesmo período de 2022. Esses dados comprovam a importância de ter uma empresa capacitada para regular as dívidas do brasileiros, seja a pessoa física ou jurídica.

Grupo Cash explica a solução para brasileiros negativados:

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Estudante Júlia de Araújo Silveira, de 17 anos, é coroada Miss Teen Brasil 2023

A jovem vai disputar, em novembro deste ano, o título de Miss Teen Universe. Concluindo o ensino médio e se preparando para o vestibular em medicina, Júlia Silveira, de 17 anos e 1,75 de altura foi coroada, representando o Estado de Pernambuco, no Miss Teen Brasil 2023, em cerimônia realizada no Teatro 4 de Setembro, em Teresina, capital do estado do Piauí, no dia 30 de junho. Nessa edição, participaram 18 candidatas.

Esta é a primeira vez que Pernambuco recebe a faixa e a coroa de Miss Teen Brasil. “Fiquei muito feliz em poder representar meu Estado e agora poder representar o Brasil”, disse Júlia.

A nova Miss segue agora para a preparação do concurso Miss Teen Universe, a ser realizado de 6 a 12 de novembro, em Barranquilla, na Colômbia.

A rotina de Júlia inclui aulas de passarela, oratória e treino físico. Além das atividades como Miss, a pernambucana também se dedica ao pilates, estudo de inglês e gosta de andar a cavalo nas horas de descanso.

Natural do Recife, a jovem passou parte de sua infância na cidade de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, onde ainda hoje vive a maioria da sua família. Ela é filha da servidora municipal e enfermeira Mônica Michele dos Santos Araújo. Sua irmã Camila Helena, de 23 anos e 1,66 de altura é uma das candidatas ao Miss Recife 2023. O concurso acontece nesta sexta-feira, dia 7, às 19h, no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, no Recife.

Diamagnética Brasil e Periso SA apresentam oficialmente a Terapia Diamagnética no Brasil

Apresentação da tecnologia e dos equipamentos que vêm revolucionando o tratamento de lesões na Europa acontecerá desta sexta (7) a domingo (9).

Já disponível no Brasil, a Terapia Diamagnética será lançada oficialmente esta semana, em workshop realizado pela Diamagnética e Periso SA no Beach Class Convention By Hôm, no bairro de Boa Viagem. A abertura do evento acontecerá na sexta-feira (7), com a apresentação dos equipamentos CTU S-Wave e da bomba diamagnética CTU Mega 20, seguida de demonstração do funcionamento dos aparelhos.

O sábado e domingo estão reservados a palestras de especialistas em Terapia Diamagnética de todo o mundo os doutores Felipe Torres e Pietro Romeu e as doutoras Karen Cárdenas, Stefany Duque e Iria Alfonso, que vão abordar temas como as respostas biológicas e o funcionamento das ondas diamagnéticas; resultados do tratamento de casos clínicos agudos, subagudos e crônicos com a tecnologia e utilização da terapia em patologias musculoesqueléticas cutâneas, vasculares e estéticas.

Desenvolvida pela empresa suíça Periso SA, a Terapia Diamagnética combina o efeito do campo magnético de alta intensidade e baixa frequência, associada a radiofrequência, proporcionando um tratamento indolor, não invasivo e muito mais veloz que os métodos e equipamentos tradicionais.

A Terapia Diamagnética ganhou este nome graças ao mecanismo de repulsão gerados nos tecidos biológicos submetidos à força de um campo magnético de altíssima intensidade e baixa frequência. A aplicação da terapia diamagnética nos locais afetados possibilita a regeneração do tecido lesionado e não apenas sua cicatrização, reduzindo significativamente os tempos de internamento e melhorando a qualidade de vida dos pacientes e controlando a dor de maneira surpreendente.

Na Europa, onde o equipamento é largamente utilizado por clubes profissionais de futebol e, inclusive, pela seleção espanhola, a nova tecnologia já tratou, em tempo recorde, problemas como contusões, distensões musculares ou torções, além de contribuir na recuperação muscular dos jogadores entre as partidas das múltiplas competições, chegando a ser apontada por veículos especializados como a arma secreta da Seleção da Espanha.

No campo esportivo, a tecnologia foi direcionada para a aceleração da recuperação de atletas de alto desempenho, que em geral recebem salários elevados e tornam cada dia de ausência em suas equipes um grande prejuízo financeiro para seus clubes. Desse modo, a tecnologia foi disponibilizada para o grande público com resultados impressionantes e já se espalha por todo o mundo.

PALESTRANTES:

Dr. Felipe Torres – Cirurgião, especialista em regeneração celular, neurologia, tratamento da dor,Ondas de Choque,Terapia Diamagnética e Doutor em células‑tronco na Heidelberg University – Alemanha, autor de inúmeras publicações científicas relacionadas ao uso de Terapia Diamagnética intracraniana para patologias severas e raras,membro da Sociedade Internacional de Medicina Fisiológica, Diretor da Cell Regeneration – Bogotá, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Academia Periso – Suíça, vice‑presidente da Academia Periso ‑ Suíça e Vice‑presidente da Associação Internacional de Terapia Diamagnética.

Dr. Pietro Romeo – Doutor em ortopedia e traumatologia pela universidade de Milão, especialista em ultrassonografia musculoesquelética, atraso na consolidação de fraturas, edema ósseo e artrose, autor de diversas publicações científicas, membro da Sociedade Italiana de Ondas de Choque e doenças osteoarticulares, especialista em Terapia Diamagnética e membro da Academia Periso.

Dra. Karen Cárdenas – Cirurgiã pela Universidade de Ciências em Saúde (FUCS – Bogotá), especialista em medicina física e desportiva pela FUCS – Bogotá, nutricionista pela Universidade Penn Foster – Pensilvânia – USA,mestre em HIV pela Universidade Rei Juan Carlos – Madri, diretora científica da AMBY – Clínica da Dor e Medicina Regenerativa, coordenadora de reabilitação e traumas com alta tecnologia, diretora e coordenadora em reabilitação em UTI de cirurgia vascular da Clínica Meta.

Dra. Stefany Duque – Urologista especializada em uroginecologia regenerativa e funcional e sexologia com especialização em uroginecologia e cirurgia reconstrutiva do assoalho pélvico pela Universidade de Bogotá, diplomada em medicina sexual e especialista em urologia na Universidade de Ciências de Saúde – Bogotá.

Iria Alfonso – Fisioterapeuta pela Universidade Europeia de Madrid ‑ UEM, Licenciada em atividade física e desportiva pela UEM e diplomada em docência pela Universidade de Pontevedra. Especialista em dor crônica , sensibilização central e periférica e terapia miofascial conservadora e invasiva. Especialista em fisioterapia e leitura postural para mulheres. Especialista em cadeias articulares e miofasciais e readaptação postural, especialista em biotecnologia, especialista em regeneração de patologias complexas com risco de amputação, tratamento e aceleração do pós‑ operatório das cirurgias, com dedicação especial aos procedimentos plásticos.Trabalha diariamente com a Terapia Diamagnética e Ondas de Choque,sendo uma das pessoas com maior experiência no mundo, se tornando instrutora oficial dessas terapias e CEO do Centro de Fisioterapia Integrativa Bienestar Salud Integrativa by Iria Alfonso.

SERVIÇO:

Evento: Lançamento da Terapia Diamagnética no Brasil
Data: 7 a 9 de Julho
Local: Beach Class Convention By Hôm – Rua Maria Carolina, 661, Boa Viagem – Recife/PE
Mais informações: Diamagnética Brasi (www.diamagnetica.com.br – @diamagneticabrasil)
Rio Mar Trade Center – Torre 4 – Av. República do Líbano, 256 – Recife/PE
Tel. 81 3125.2121
Consultas WhatsApp: 81 99450.5757
WhatsApp Business: 81 994097442

Lula é empossado pela terceira vez presidente do Brasil

Luiz Inácio Lula da Silva foi empossado, neste domingo (1º), presidente do Brasil pela terceira vez, dois meses depois de vencer Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais.

Lula, de 77 anos, que pronunciou seu “compromisso constitucional” no Congresso Nacional, em Brasília, terá o desafio de unir uma sociedade profundamente polarizada.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu ao palco do “Festival do Futuro”, no fim da noite desse domingo (1º), após participar de um jantar no Itamaraty. Ao lado da primeira-dama, Janja, ele iniciou seu discurso agradecendo: “Obrigado por vocês existirem”.

O festival foi uma série de shows organizados pela primeira-dama para o dia da posse, e contou com a presença de vários artistas, que deram voz a gritos de protestos em favor da democracia, como Maria Rita, Pabllo Vittar, Martinho da Vila e Valesca Popozuda.

Aplausos
Acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e da primeira-dama, Lula chegou ao Festival do Futuro às 23h. Antes de o presidente falar, ouviu um discurso de dez minutos do poeta popular Antônio Marinho, de São José do Egito (PE), que relatou as dificuldades e as superações do povo nordestino.

A participação no festival encerrou, de maneira informal, a maratona de desfiles, discursos, assinaturas e recepções, no mais próximo contato dele com o povo que lotou a Esplanada para a posse e permaneceu no local para o evento musical.

— Eu queria, em nome do Geraldo Alckmin, da Lu, da Janja e de todas as pessoas que trabalharam para que esse evento pudesse ser realizado (…), obrigado por vocês existirem. Obrigado por vocês fazerem o que fizeram. Eu digo todo santo dia: tenho certeza que tem o dedo de Deus na minha cabeça, porque não é possível passar pelo que eu passei, sofrer o que sofri, e por causa de vocês estou aqui outra vez subindo a rampa do Palácio do Planalto — disse o presidente.

Por diversas vezes, o público interrompeu as falas para aplaudir o presidente e cantar o coro “Olê, olê, olá, Lula”, que caracteriza as campanhas eleitorais do presidente desde o fim dos anos 1980.

Assunto presente em seus dois discursos anteriores no dia da posse, Lula voltou a defender que mulheres ganhem salários de igual patamar com homens que ocupam o mesmo cargo, ou desempenhem a mesma função.

— Agradeço sobretudo às queridas companheiras mulheres; se preparem porque uma de nossas conquistas será garantir que a mulher terá o direito de ganhar o mesmo salário quando exercer o mesmo trabalho que um homem. Que a mulher tem que fazer política, decidir o destino deste país, e que a mulher tem que estar onde ela quiser, fazendo o que ela quiser — disse o petista.

— Para agradecer a vocês, às mulheres, eu vou dar um beijo na Janja! Só não pode ser muito, porque o presidente e a primeira-dama não podem beijar muito em público — brincou Lula.

Em seguida, o petista ainda incentivou seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), a beijar a mulher, Lu Alckmin.

— Ô Geraldo, quer dar um beijo na Lu, Geraldo? — completou, aos risos.

— Esse meu boy é demais! — encerrou Janja.

Janja falou um pouco antes de deixar o palco. “Aproveitem a festa. A alegria tomou posse e não vai sair daqui mais”, declarou. No fim, ainda brincou: “Esse meu boy [o presidente Lula] é demais”.

Após Lula, Janja e Alckmin saírem, houve uma pane elétrica que interrompeu o fornecimento de energia para o palco, por volta das 23h20. Às 23h50, os shows recomeçaram.

Manifestações populares
O dia de shows nos palcos Elza Soares e Gal Costa começou com um cortejo de manifestações populares e com um show intitulado “Brasília de Todos os Ritmos”, que reuniu artistas da cidade. A diversidade de artistas e estilos musicais encontrou “convergência” na promoção dos encontros. Nenhum artista subiu sozinho ao palco.

Margareth Menezes cantou com o grupo Baianasystem. E Gaby Amarantos convidou Aíla, Kâe Guajajara e Jaloo para participarem do seu show.

O primeiro show a ser transmitido ao vivo foi o do pastor evangélico Kleber Lucas, com a participação de Clóvis Pinho, Leonardo Gonçalves, Mn Mc e Sarah Renata. Eles cantaram louvores religiosos. A apresentação começou com uma declaração da cantora Sarah Renata.

— O próprio Jesus nos deu uma dica de como identificar quem são os verdadeiros seguidores de Cristo. A Bíblia diz assim: ‘Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros’ [João 13:35]. Então, a ‘régua’ de Cristo é o amor, não o moralismo. Se você vir por aí, ainda que seja em nome de Deus e da família tradicional brasileira, exclusão, racismo e violência, essa não é a ‘régua’ de Cristo. Ela é o amor. — disse a cantora, antes de começar a cantar o louvor gospel “Renova-me”, da bolsonarista Aline Barros.

Antes da parada para a cerimônia oficial da posse de Lula, a cantora, compositora e ativista indígena Kaê Guajajara subiu ao palco para dar voz às causas dos povos indígenas do Brasil. Moradora do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, Kaê entoou rap com letra que fazia referência

— Estou aqui hoje, depois de muita resistência a toda colonização que os povos originários vêm enfrentando, nas favelas e nas cidades. Pandemia atrás de pandemia, nós estamos resistindo mesmo com as aldeias dentro das cidades. Somos resistência assim como a aldeia Maracanã é, no Rio de Janeiro — afirmou Kaê.

À noite, em show intitulado “Outra Vez Cantar”, o festival reuniu Alessandra Leão, Chico César e Geraldo Azevedo, Fernanda Takai, Francisco El Hombre e Luê, Flor Gil, Johnny Hooker, Lirinha, Marcelo Jeneci, Odair José, Otto, Paulo Miklos, Tulipa Ruiz e Thalma De Freitas.

Depois, em “Amanhã Vai Ser Outro Dia”, reuniu Aline Calixto, Fernanda Abreu, Jards Macalé, Maria Rita, Martinho Da Vila, Paula Lima, Leoni, Renegado, Rogeria Holtz, Teresa Cristina, Romero Ferro, Zélia Duncan e Delacruz.

Morre Pelé, o Rei do Futebol, aos 82 anos

Ex-jogador lutava contra câncer no cólon desde 2021

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, morreu nesta quinta-feira, 29, aos 82 anos. Natural de Três Corações, em Minas Gerais, o Rei do Futebol nasceu em 23 de outubro de 1940 e lutava contra um câncer de cólon desde 2021, doença que se espalhou em metástases para o intestino, pulmão e fígado. A informação é da GloboNews.

Pelé estava internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 29 de novembro. Na ocasião, ele foi diagnosticado com uma infecção respiratória, além de dar continuidade ao tratamento do câncer. Nos últimos dias, os médicos anunciaram a progressão da doença, sendo necessário “maiores cuidados relacionados às disfunções renal e cardíaca.”

Durante o período da Copa do Mundo do Catar, Flávia e Kelly, filhas de Pelé, publicaram imagens ao lado do pai acompanhando os duelos do Mundial. A conta oficial do Rei do Futebol também fez várias postagens comentando as partidas e enviou mensagens para Neymar, Messi e Mbappé, por exemplo. Pelé ainda parabenizou a seleção argentina pelo tricampeonato mundial e disse que Diego Maradona deveria estar feliz no céu. O craque hermano morreu há dois anos.

Problemas de saúde

Desde que iniciou tratamento contra o tumor no cólon em 2021, Pelé passou a ir ao hospital com frequência. Durante esse período, o ex-jogador foi submetido a uma cirurgia para retirada do tumor no Albert Einstein, em São Paulo, em setembro do ano passado, além de várias sessões de quimioterapia.

A saúde de Pelé já havia sido assunto no início do ano, quando exames constaram a metástase que atingiu o intestino, pulmão e o fígado do ex-atleta.

Antes do câncer, o Rei do Futebol já evitava aparecer em público por causa dos problemas no quadril. Ele passou por duas cirurgias no local e passou a precisar do auxílio de cadeira de rodas para se locomover. O craque recusou, por exemplo, o convite para acompanhar a abertura da Copa do Mundo da Rússia, em 2018, e também para acompanhar a final da Libertadores de 2020 entre Palmeiras e Santos, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Carreira no futebol

Maior artilheiro da história do futebol mundial, Pelé fez história no Santos, clube que defendeu por 18 anos e conquistou vários títulos importantes, como duas Libertadores da América e dois Mundiais (1962 e 1963).

Com apenas 16 anos, Pelé vestiu a camisa da Seleção Brasileira pela primeira vez. O Rei do Futebol venceu a Copa do Mundo em três oportunidades (1958, 1962 e 1970). Ele também esteve na campanha do Mundial de 1966, na Inglaterra.

Em 1975, Pelé trocou o Santos pelo New York Cosmos, nos Estados Unidos, e fez parte da primeira tentativa de popularizar o futebol entre os norte-americanos. Em 106 jogos, ele balançou a rede 64 vezes.

A fama de Pelé não é à toa. Em 2000, o craque foi eleito Atleta do Século pelo Comitê Olímpico Internacional. Naquele mesmo ano, foi eleito Jogador do Século pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) e como o maior goleador da história, com total de 1.283 gols em 1.363 jogos. Por esse feito, Pelé conquistou o recorde mundial do Guinness.