Urna não é arquibancada

Em artigo, Janguiê Diniz reflete sobre os riscos da “futebolização” da política e defende um voto mais consciente, crítico e responsável em ano de Copa do Mundo e eleições presidenciais

Coluna Janguiê Diniz

Janguiê Diniz – Fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group; diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

Em ano de Copa do Mundo e de eleições presidenciais, é inevitável que dois dos temas mais comentados pelos brasileiros ocupem espaço nas conversas, nas redes sociais e nos meios de comunicação. Embora ambos despertem interesse coletivo e mobilizem milhões de pessoas, existe uma diferença fundamental entre eles: enquanto o futebol é movido pela paixão, pela emoção e pela torcida, a política deveria ser guiada pela razão, pela análise e pela responsabilidade.

Torcer por uma seleção é um exercício legítimo de emoção. O futebol faz parte da cultura brasileira e desperta sentimentos intensos de pertencimento, identidade e entusiasmo. Durante uma Copa do Mundo, é natural que as pessoas defendam seu time, celebrem vitórias, lamentem derrotas e vivam intensamente cada partida. Nesse contexto, a paixão faz parte do espetáculo. Já as eleições seguem uma lógica completamente diferente. Quando um cidadão escolhe um presidente, um governador, um senador ou um deputado, não está escolhendo um time para torcer durante uma temporada. Está ajudando a definir os rumos do país, da economia, da educação, da saúde, da segurança pública e de inúmeras outras áreas que impactam diretamente a vida de milhões de pessoas.

Apesar disso, o que se observa cada vez mais é uma espécie de “futebolização” da política. Candidatos passam a ser tratados como ídolos intocáveis. Adversários são vistos como inimigos. O debate de ideias dá lugar aos confrontos emocionais. A análise racional é substituída por slogans, memes e ataques pessoais. Em vez de eleitores, surgem torcedores. Essa transformação é preocupante porque o fanatismo raramente convive bem com o pensamento crítico. O torcedor costuma defender seu time independentemente do desempenho em campo. O eleitor, por outro lado, deveria ser capaz de avaliar, questionar, concordar em alguns pontos e discordar em outros. A democracia saudável depende justamente dessa capacidade de reflexão.

Quando a política se transforma em torcida organizada, perde-se algo essencial: a disposição para ouvir. O diálogo se torna impossível. Cada grupo passa a consumir apenas informações que confirmam suas próprias crenças. O adversário deixa de ser alguém que pensa diferente e passa a ser tratado como alguém que precisa ser derrotado a qualquer custo. Esse comportamento enfraquece o debate público e empobrece a democracia. Afinal, nenhum candidato é perfeito, assim como nenhum projeto político está livre de falhas. A maturidade democrática exige reconhecer virtudes e limitações em todos os lados. Exige compreender que governantes são servidores públicos, não celebridades ou líderes infalíveis.

Por isso, uma eleição presidencial exige um nível de responsabilidade muito maior do que uma simples preferência emocional. Antes de votar, é importante analisar a trajetória dos candidatos, sua experiência administrativa, sua capacidade de liderança, suas propostas, suas equipes e sua visão para o futuro do país. É preciso observar o histórico de realizações, a coerência entre discurso e prática e a viabilidade das promessas apresentadas.

Mais do que escolher uma pessoa, o eleitor escolhe um projeto de poder e uma direção para a nação. Cada candidatura representa prioridades diferentes, estratégias distintas e formas particulares de enfrentar os desafios nacionais. Algumas propostas podem privilegiar determinadas áreas; outras podem adotar caminhos alternativos. Cabe ao cidadão avaliar essas diferenças com atenção e decidir, de forma consciente, qual projeto considera mais adequado para o futuro do país. A boa política não nasce da paixão cega, mas da participação consciente. Ela exige informação, reflexão e disposição para analisar fatos. Isso não significa abandonar convicções ou valores pessoais. Pelo contrário. Significa fundamentar essas convicções em argumentos sólidos e em uma avaliação responsável da realidade.

Também é importante compreender que o resultado de uma eleição não encerra a responsabilidade do cidadão. A democracia não termina na urna. Governantes devem ser acompanhados, fiscalizados e cobrados durante todo o mandato. Quem vota de forma consciente também exerce cidadania de forma contínua.

Em tempos de polarização intensa, talvez seja necessário resgatar uma verdade simples: candidatos não são times de futebol. Eles não precisam de torcedores incondicionais. Precisam de cidadãos atentos, críticos e participativos. O Brasil não ganha quando um lado humilha o outro. Ganha quando a população faz escolhas informadas e mantém a capacidade de diálogo, mesmo diante das divergências.

Neste ano em que Copa do Mundo e eleições dividem as atenções dos brasileiros, vale lembrar que a arquibancada é o lugar da paixão. A cabine de votação, por sua vez, deve ser o espaço da consciência. Porque, enquanto um resultado esportivo produz alegrias ou frustrações passageiras, uma eleição tem o poder de influenciar o destino de uma nação por muitos anos. E o futuro de um país é importante demais para ser decidido como se fosse uma partida de futebol.

Terremotos de até magnitude 7,5 atingem a Venezuela e provocam desabamentos em Caracas

Sequência de fortes tremores deixou mortos e centenas de feridos, causou colapso de edifícios e levou o governo venezuelano a decretar estado de emergência

Na data em que comemorava um feriado nacional histórico pela sua independência, a Venezuela foi devastada pelo sismo mais forte registrado no país em mais de um século. Nesta quarta-feira (24), um terremoto de magnitude 7,5 atingiu o território venezuelano, causando o desabamento de edifícios na capital, Caracas, e deixando um saldo ainda indeterminado de vítimas fatais. O pânico tomou conta da população, que abandonou residências e escritórios às pressas enquanto estruturas rachavam e vinham abaixo.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) informou que o fenômeno, na verdade, consistiu em dois tremores principais com epicentros separados por apenas cinco quilômetros de distância. O abalo mais violento teve seu epicentro localizado próximo à cidade de El Guayabo, a cerca de 168 quilômetros de Caracas, e ocorreu a uma profundidade superficial de 13 quilômetros. Devido à alta intensidade e à fragilidade das estruturas locais, o USGS emitiu uma projeção alarmante, alertando que o desastre deve ser generalizado e com potencial para deixar milhares de mortos e danos materiais extensos.

Em pronunciamento na televisão estatal, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, confirmou que prédios e casas desabaram na capital, ressaltando que protocolos de emergência já foram acionados para levantar o número exato de feridos e mortos. Entre as estruturas severamente danificadas estão o edifício do banco Bancaribe e o Aeroporto Internacional Simón Bolívar, o principal terminal aeroportuário do país, que teve suas operações afetadas. Imagens do local mostram equipes de resgate trabalhando arduamente para retirar sobreviventes dos escombros.

IMPACTO NO BRASIL

O impacto do sismo cruzou fronteiras e foi sentido com clareza em partes da Colômbia e na região Norte do Brasil. Moradores de estados como Amazonas (Manaus), Pará (Belém), Amapá e Roraima relataram ter sentido as oscilações, o que levou à evacuação preventiva de diversos prédios nessas localidades brasileiras. Diante do cenário de forte atividade tectônica global, um alerta de tsunami chegou a ser emitido para ilhas do Caribe, mas acabou sendo retirado horas depois. Coincidentemente, um outro terremoto de magnitude 6,9 atingiu a ilha de Honshu, no Japão.

A tragédia traz memórias dolorosas na Venezuela, que não testemunhava um evento dessa magnitude na capital desde o histórico terremoto de julho de 1967. Naquela ocasião, um tremor de magnitude 6,6 ceifou a vida de centenas de pessoas e feriu mais de 1.500. Enquanto o país lida com sucessivos tremores secundários, as forças de segurança e socorristas concentram os esforços na busca por sobreviventes em meio aos destroços.

PRTB confirma Leonardo Avalanche na presidência nacional da legenda após disputa jurídica

Certidão da Justiça Eleitoral registra nova composição da Executiva Nacional do partido e marca reorganização da sigla para as eleições de 2026

A história recente do PRTB é uma demonstração clara de que a política brasileira ainda impõe desafios enormes àqueles que ousam enfrentar estruturas consolidadas e lutar por mudanças reais. Nos últimos meses, Leonardo Avalanche travou uma verdadeira batalha jurídica, política e institucional para garantir que a vontade legítima dos filiados e das instâncias partidárias fosse respeitada.

Mesmo após decisão judicial determinando o restabelecimento de Leonardo Avalanche à presidência nacional do partido, o processo de regularização e anotação perante a Justiça Eleitoral enfrentou obstáculos que colocaram em risco não apenas a direção da legenda, mas também a participação efetiva do partido no processo eleitoral de 2026. Segundo reportagens da época, o PRTB era apontado como a única legenda que corria o risco de ficar fora das eleições em razão da demora no cumprimento de decisões judiciais já reconhecidas pelos tribunais.  

Apesar das dificuldades, da pressão e das tentativas de enfraquecer o projeto político construído por milhares de brasileiros, a perseverança prevaleceu. A certidão da Justiça Eleitoral emitida em 16 de junho de 2026 confirma oficialmente a anotação da Comissão Executiva Nacional do PRTB, tendo Leonardo Alves de Araújo (Leonardo Avalanche) como presidente nacional da legenda.

Essa conquista não pertence apenas a uma pessoa. Ela pertence a todos os brasileiros que acreditam que a política pode ser diferente. Pertence àqueles que não desistiram do Brasil quando muitos diziam que não havia mais solução.

A trajetória de Leonardo Avalanche prova que, mesmo quando tudo parece perdido, ainda é possível virar o jogo. Foi uma vitória conquistada praticamente “aos 45 minutos do segundo tempo”, quando muitos já consideravam impossível a recuperação do partido.

Agora começa uma nova etapa.

O Brasil vive um momento decisivo. As eleições de 2026 serão fundamentais para definir os rumos da nação. Muitos partidos enfrentam desafios para manter sua representatividade e superar as exigências cada vez maiores do sistema eleitoral brasileiro.  

Por isso, fazemos um apelo a todos aqueles que sonham com um país mais justo, mais livre, mais eficiente e mais comprometido com o cidadão comum:

Ainda há tempo.

Ainda há tempo para participar.

Ainda há tempo para construir.

Ainda há tempo para fazer a diferença.

Se conseguimos mudar o jogo quando poucos acreditavam ser possível, também podemos mudar o Brasil.

Assim como viramos a partida nos instantes finais para garantir a sobrevivência e a reorganização do partido, vamos mostrar que é possível transformar o país com coragem, determinação e participação popular.

Mudamos o jogo aos “28” do segundo tempo. Agora vamos mudar o Brasil.

Ensino superior privado entra em nova fase: preço deixa de ser único diferencial para atrair estudantes

Pesquisa aponta queda nas mensalidades e mostra que instituições precisam investir em qualidade, inovação e experiência acadêmica para se manter competitivas

Coluna de Janguiê Diniz

O ensino superior privado brasileiro vive um momento de transformação. Durante anos, a dinâmica do setor foi marcada pela expansão da demanda e pela possibilidade de reajustar as mensalidades sem impactos significativos sobre a captação de estudantes. Hoje, contudo, a realidade é outra. Em um ambiente cada vez mais competitivo, marcado por mudanças regulatórias, pressões econômicas e um novo perfil de consumidor, a definição dos preços tornou-se um reflexo da capacidade das instituições de demonstrar valor.

Essa é uma das constatações da pesquisa Cenário de Precificação da Graduação – Brasil 2026. O mapeamento é realizado há 15 anos pela Hoper Educação e, nesta edição, contou com a parceria da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Mais do que registrar valores de mensalidades, o levantamento ajuda a compreender os movimentos que estão redesenhando o mercado da educação superior privada brasileira.

Os dados revelam uma realidade emblemática: as mensalidades presenciais registraram queda real de 4,3% em 2026 na comparação com o ano anterior. A mediana nacional dos valores efetivamente praticados pelas instituições chegou a R$ 835, enquanto a educação a distância manteve-se em um patamar significativamente inferior, com R$ 214.

À primeira vista, essa redução pode parecer contraditória em um período de inflação acumulada e aumento dos custos operacionais. No entanto, ela revela uma mudança estrutural importante: o estudante está mais atento à relação entre investimento e retorno. Hoje, mais do que perguntar quanto custa, ele avalia se a formação vale o investimento.

Nesse contexto, a decisão de ingresso já não se baseia apenas na tradição ou no prestígio da marca institucional. Infraestrutura física, recursos tecnológicos, experiências acadêmicas, empregabilidade, flexibilidade dos formatos de oferta e qualidade percebida passaram a exercer influência crescente sobre a escolha.

Não por acaso, a pesquisa conclui que a precificação deixou de ser apenas uma estratégia financeira para se tornar uma expressão do posicionamento institucional. Em um ambiente de forte competição, instituições que não conseguem demonstrar diferenciais concretos acabam pressionadas a disputar mercado por meio de descontos e reduções de preço.

A transformação também é impulsionada pelo novo marco regulatório da educação a distância. A publicação do Decreto nº 12.456/2025 inaugurou uma nova configuração para o setor, impulsionando a expansão do formato semipresencial. O movimento já produz efeitos sobre o mercado. Combinando maior flexibilidade que o ensino presencial e experiências acadêmicas mais robustas que a EAD convencional, o semipresencial vem ocupando um espaço estratégico na oferta das instituições. Contudo, segundo a pesquisa, muitas delas ainda praticam mensalidades próximas às da EAD, apesar dos custos mais elevados.

Essa nova configuração também ajuda a explicar parte da pressão sobre os preços dos cursos presenciais. Em geral, o estudante encontra no semipresencial o equilíbrio entre custo, flexibilidade e experiência acadêmica. Trata-se de uma variável que influenciará cada vez mais a dinâmica concorrencial dos próximos anos.

Os resultados observados em áreas específicas também reforçam a tendência de queda. As Engenharias, tradicionalmente associadas a cursos de maior valor agregado, apresentaram uma das maiores reduções de preço da série histórica. A mediana das mensalidades presenciais caiu de R$ 1.743, em 2016, para R$ 967, em 2026, refletindo a combinação entre retração da demanda, ampliação da oferta e aumento da concorrência.

Já Medicina permanece como o curso mais caro do país. Entretanto, o cenário também começa a apresentar sinais de amadurecimento competitivo. As mensalidades variam entre R$ 6,4 mil e R$ 15,8 mil, dependendo de fatores como reputação institucional, localização geográfica e infraestrutura. Contudo, a existência de vagas ociosas (cenário impensável há poucos anos) é um indicativo de que mesmo cursos com alta demanda não estão imunes às mudanças de comportamento dos estudantes.

Há, ainda, um componente econômico relevante. O orçamento das famílias brasileiras continua pressionado por diferentes fatores, o que torna o preço uma variável ainda mais sensível. Por isso, muitas instituições têm ampliado suas políticas de desconto para manter a competitividade. O desafio consiste justamente em equilibrar acessibilidade financeira e sustentabilidade institucional.

Apesar dos desafios, o cenário também traz oportunidades. Maior competição estimula inovação, aprimoramento da qualidade acadêmica, modernização da infraestrutura e desenvolvimento de novas experiências de aprendizagem. Para os estudantes, isso significa acesso a um mercado mais diversificado, com maior variedade de formatos, preços e propostas de valor.

Em síntese, o que os dados de precificação mostram é que o setor ingressou em uma nova etapa, em que crescimento, qualidade, inovação e sustentabilidade precisam caminhar juntos. Mais do que definir quanto custa um curso, é preciso demonstrar que ele vale a pena. Este é o novo cenário para o qual todas as instituições que quiserem se manter relevantes precisam estar preparadas.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular; fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Produtor rural Adailton Maturino firma parceria com empresa chinesa para modernizar cultivo de cacau no Brasil

Acordo com a DAYU Irrigation Group levará tecnologia de irrigação eficiente às plantações, com foco em produtividade, sustentabilidade e inovação no campo

O produtor rural Adailton Maturino dos Santos anunciou uma parceria estratégica com a DAYU Irrigation Group, uma das maiores empresas de irrigação da China, com o objetivo de levar inovação tecnológica e soluções sustentáveis para o cultivo de cacau no Brasil.

A iniciativa une a experiência de Adailton no campo com o conhecimento da empresa chinesa em sistemas avançados de irrigação, criando novas possibilidades para o desenvolvimento da cacauicultura nacional. A parceria busca ampliar a eficiência no uso da água, melhorar o desempenho das lavouras e contribuir para uma produção mais sustentável e competitiva.

Com a adoção de tecnologias de irrigação inteligente, os produtores poderão contar com ferramentas voltadas ao manejo eficiente dos recursos naturais, redução de desperdícios e melhores condições para o crescimento das plantas, fortalecendo a qualidade e a produtividade do cacau brasileiro.

Para Adailton Maturino, a união representa um avanço importante para o setor agrícola nacional, aproximando o Brasil das principais tendências mundiais em tecnologia no campo.

Estamos conectando a tradição e o conhecimento do produtor brasileiro com soluções tecnológicas que podem transformar a forma como produzimos. O futuro do cacau passa pela inovação, sustentabilidade e valorização de quem está na terra”, destaca.

A parceria entre Adailton e a DAYU Irrigation Group reforça o potencial do Brasil no mercado internacional do cacau, colocando a tecnologia como aliada do desenvolvimento agrícola e da geração de oportunidades no campo.

Da terra à inovação. Do Brasil para o mundo.

Empresário Robson Ouro Preto funda a Connection 26 em Brasília e amplia atuação nacional na comunicação e tecnologia

Nova empresa pretende conectar marcas, instituições e projetos dos 26 estados brasileiros por meio de estratégias digitais e soluções tecnológicas

Brasília (DF) – O empresário, publicitário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto dá mais um importante passo em sua trajetória empresarial com a fundação da Connection 26, uma empresa sediada em Brasília que nasce com a proposta de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros por meio da comunicação, tecnologia e inovação.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 chega ao mercado com uma estrutura moderna e uma equipe especializada para atender empresas, instituições, personalidades públicas, organizações e projetos em todo o território nacional.

A escolha de Brasília como sede da empresa não foi por acaso. Além de ser o centro político e administrativo do Brasil, a capital federal oferece uma posição estratégica para a expansão nacional da marca, fortalecendo a conexão entre diferentes regiões, mercados e oportunidades.

Segundo Robson Ouro Preto, a Connection 26 foi criada para atender às novas demandas do mercado digital e tecnológico.

A Connection 26 nasce com o propósito de conectar o Brasil. Estamos em Brasília, mas nossa atuação será nacional, ligando o Distrito Federal aos 26 estados através da comunicação, da tecnologia e da inovação. Queremos aproximar pessoas, marcas e oportunidades, oferecendo soluções modernas e eficientes para nossos clientes”, destacou Robson.

A empresa atuará em diversas áreas estratégicas, entre elas:

* Comunicação Corporativa
* Marketing Digital
* Assessoria de Imprensa
* Tecnologia
* Desenvolvimento de Plataformas
* Inteligência Artificial
* Produção de Conteúdo
* Mídia Digital
* Tráfego Pago

Um dos grandes diferenciais da Connection 26 será sua equipe especializada em campanhas de tráfego pago para o segmento político, utilizando metodologias avançadas, inteligência de dados e ferramentas exclusivas desenvolvidas para maximizar resultados e ampliar o alcance de campanhas e projetos de comunicação.

A empresa também nasce com foco em inovação, investindo em inteligência artificial, automação de processos e soluções digitais capazes de transformar a forma como marcas e instituições se relacionam com seus públicos.

Com a criação da Connection 26, Robson Ouro Preto reforça sua presença no cenário nacional da comunicação, consolidando sua experiência no setor e ampliando sua atuação a partir da capital federal.

A expectativa é que a empresa se torne uma referência nacional em comunicação integrada, tecnologia e estratégias digitais, conectando empresas, governos, organizações e profissionais em todas as regiões do país.

Connection 26
Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

Leonardo Avalanche lidera renascimento do conservadorismo com nova fase do PRTB

Presidente nacional do PRTB, Avalanche consolida o partido como referência da direita brasileira, ao lado de Pablo Marçal, com foco em organização, mobilização e valores conservadores.

Em um cenário político repleto de tensões e reviravoltas, uma nova força conservadora ganha destaque no Brasil. Leonardo Avalanche, atual presidente nacional do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), desponta como o nome mais promissor da direita brasileira, com uma liderança determinada, um discurso firme e uma estratégia que vem transformando o panorama político nacional.

Com uma visão clara baseada nos pilares de Deus, Pátria e Família, Avalanche reposicionou o PRTB como o único partido que sustenta, de forma autêntica e consistente, os valores conservadores no país. Sua atuação tem sido marcada por organização, presença digital ampliada e uma reestruturação profunda dos diretórios regionais — dando nova vida ao partido e aproximando-o de uma militância cada vez mais ativa.

 

PRTB busca mudança de nome para ‘Brasileiro’, mas enfrenta desafios com o TSE

Alteração do nome do partido, desejada por Pablo Marçal, pode esbarrar em precedentes do TSE que rejeitaram mudanças de nomes associados ao Brasil.

Ao anunciar que pretende se candidatar à Presidência em 2026, o empresário e influenciador Pablo Marçal afirmou que o PRTB, partido a que está filiado, pr mudar de nome para “Brasileiro”. Uma eventual alteração do nome da sigla precisaria ser aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a Corte possui precedentes pela rejeição de nomes de partidos que se confundam com símbolos nacionais. Em fevereiro de 2022, os ministros do TSE rejeitaram, por unanimidade, mudança solicitada pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB), que pretendia se chamar “Brasil?. Segundo os magistrados, a alteração podia induzir o eleitorado ao erro. O relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, definiu a mudança solicitada pelo partido co “verdadeira armadilha”.

A utilização do nome ‘Brasil’ por qualquer partido político, sem qualquer elemento de distinção que o acompanhe, acarreta automática e inequívoca associação do partido à República Federativa do Brasil, com potencial intenso de gerar confusão ou induzir o eleitorado em erro. Tal compreensão fica palpável ao se imaginar, por exemplo, slogan de campanha nos seguintes termos: ‘Votem nos candidatos do Brasil’. Eis o manifesto potencial de induzimento do eleitorado ao erro, com reversão benéfica partido e correlato prejuízo a todos os demais, à custa de uma informação que encerra verdadeira armadilha“, afirmou o ministro.

A sigla tentou, ainda, que fosse analisada a mudança para nomes como “Partido Brasil” e “Por mais Brasil”, mas os ministros mantiveram a negativa aos novos nomes.

Questionado sobre eventuais entraves para a mudança de nome do partido, o presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, acredita que a proposta de sua sigla “pode ser analisada de forma distinta pelo TSE“.

O Tribunal avalia cada caso de acordo com suas especificidades, e estamos preparados para apresentar os argumentos jurídicos e políticos que fundamentam a escolha. Nosso objetivo é garantir que o nome represente nossa identidade sem causar confusão ou indução ao erro do eleitorado“, afirmou Avalanche ao Estadão.

Em entrevista coletiva realizada logo após não avançar ao segundo turno da eleição em São Paulo, Pablo Marçal afirmou que “2026 era logo ali” e que pretendia concorrer a um cargo do Executivo, mas não confirmou se disputaria o governo estadual de São Paulo ou a Presidência da República. Nesta quarta-feira, 8, o empresário e influenciador confirmou que pretende concorrer a presidente.

Até a eleição, contudo, o ex-coach pode estar inelegível pela divulgação de um laudo médico falso contra o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), então candidato a prefeito de São Paulo. Em novembro, o influenciador foi indiciado pela Polícia Federal pela publicação do documento em suas redes sociais.

Informações do Estadão/Terra.

Ministério da Saúde acompanha surto de metapneumovírus humano (HMPV) na China e reforça medidas de prevenção no Brasil

O vírus, responsável por infecções respiratórias, está afetando principalmente crianças e preocupa autoridades de saúde.

O Ministério da Saúde informou que acompanha “atentamente” o surto de metapneumovírus humano (HMPV) registrado ao longo das últimas semanas na China. Segundo a pasta, o vírus responde por uma série de infecções respiratórias identificadas no país, sobretudo entre crianças.

Até o momento, não há alerta internacional emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas a vigilância epidemiológica brasileira está em constante comunicação com autoridades sanitárias da OMS e de vários países, incluindo a China, para monitorar a situação e trocar informações relevantes.

De acordo com o ministério, as últimas atualizações de vigilância feitas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China mostram que a magnitude e a intensidade das infecções respiratórias registradas ao longo das últimas semanas foram menores do que as registradas no mesmo período do ano anterior.

No entanto, foi observado um aumento nas infecções respiratórias agudas, incluindo gripe sazonal, metapneumovírus humano (HMPV), infecção por rinovírus, vírus sincicial respiratório (VSR) e outros, particularmente nas províncias do norte chinês.

Embora o risco de uma pandemia seja considerado baixo pelos especialistas, o Ministério da Saúde salienta que é fundamental reforçar as medidas de prevenção e controle de infecções respiratórias”, completou a nota.

A pasta voltou a incentivar a vacinação como medida preventiva para infecções respiratórias, incluindo a covid-19 e a gripe ou influenza – sobretudo entre grupos considerados prioritários, como idosos, gestantes, crianças e pessoas com comorbidades.

De acordo com o ministério, as vacinas contra a covid-19 e a influenza continuam sendo eficazes contra formas graves de ambas as doenças, reduzindo o número de hospitalizações e mortes provocadas pelas variantes em circulação.

A nota também incentiva o uso de máscaras faciais por pessoas com sintomas gripais e resfriados, já que a estratégia contribui para diminuir a transmissão de todos os vírus respiratórios, inclusive o metapneumovírus.

Entenda
O HMPV é um vírus respiratório que causa infecções nas vias respiratórias superiores e inferiores. No Brasil, foi identificado pela primeira vez em 2004. Desde então, tem sido monitorado como parte das atividades de vigilância epidemiológica do ministério, que inclui a coleta e análise de dados sobre doenças respiratórias.

“É um vírus conhecido no mundo e comum em casos de síndrome gripal (casos leves), podendo eventualmente evoluir para casos de síndrome respiratória aguda grave que requerem internação”, destacou a pasta.

A vigilância do HMPV é feita através do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica (Sivep), com a identificação de casos por meio dos núcleos hospitalares de epidemiologia em serviços de saúde, que monitoram a circulação de diversos patógenos respiratórios no país.

Da Agência Brasil.

Ministério das Comunicações Aumenta em 343% as Autorizações de Canais de TV e Rádio

Iniciativa visa diversificar o acesso à informação, com foco no interior do Brasil, e reforça o papel das rádios comunitárias e retransmissoras de TV.

O Ministério das Comunicações quadruplicou o número de autorizações de novos canais de TV e rádio em 2023 e 2024, em comparação com os dois primeiros anos da gestão anterior, para oferecer à população um maior número de alternativas de veículos de comunicação em todo o país.

O acesso à informação, com o máximo de diversidade possível, é fundamental para o exercício da democracia. Além disso, as TVs e rádios também trazem muita cultura e entretenimento para a população e temos que valorizar isso. Recebemos um ministério com um passivo muito grande de solicitações e vamos seguir com esse trabalho, sempre muito criterioso para o cumprimento das exigências para a concessão de outorgas”, disse Juscelino.

O Ministério das Comunicações publicou 927 autorizações de rádios comunitárias e de retransmissoras de TV e de rádio em 2023 e 2024, enquanto esse número foi de 209 outorgas em 2019 e 2020.

No primeiro ano da atual gestão, houve 554 novas autorizações para retransmissão de TV, 101 para retransmissão de rádio e 71 novas outorgas de rádios comunitárias. Nos seis primeiros meses de 2024, são 102 novas autorizações para retransmissão de TV, 27 para retransmissão de rádio e 72 de rádios comunitárias. Em 2019, foram registradas 113 outorgas de retransmissão de TV e 26 de rádios comunitárias. No ano seguinte, foram 41 outorgas de retransmissão de TV e 29 de rádios comunitárias.

As rádios comunitárias são incentivadas por terem um papel fundamental na promoção da cultura local e no diálogo entre os diversos segmentos da comunidade. Em locais onde outros meios de comunicação possuem alcance limitado, as rádios comunitárias são frequentemente a única forma de conexão com o restante do país.

Além disso, essas estações têm a capacidade de se adaptar rapidamente a emergências, fornecendo informações durante desastres naturais, crises de saúde pública e outras circunstâncias imprevistas.

O Serviço de Retransmissão de Televisão (RTV) replica os sinais das geradoras de televisão para a recepção livre e gratuita pelo público em geral em locais não abrangidos por sua cobertura. De forma similar, o serviço de retransmissão de rádio na Amazônia Legal replica os sinais de geradoras de FM das capitais dessa região.